Terrorismo do bem?
Lembram do “funcionário” do gabinete do deputado Jerry? Ele voltou. Veja na manchete:
Quer dizer que, velhinhas com bíblias nas mãos foram presas como “terroristas”, mas um assessor (bem pago) de um deputado do Maranhão, que festejou a decapitação de uma mulher (veja a matéria abaixo), nada sofreu?
No Maranhão inteiro já ficou claro, aliás, as pessoas estão dizendo que foi sob a gestão do ministro Dino que a politica segue usando as estruturas do Supremo.
Dois pesos e duas medidas em tribunais politizados pela extrema esquerda? A Justiça brasileira, outrora cega e sem lados, passou a ter cores, ideologias e, dizem alguns, até preço (seriam os R$ 129 milhões?).
Mas, voltando ao comentário:
Coincidências à parte, pela primeira vez nas histórias das posses de presidentes, parece que tudo aconteceu depois de Dino ser elevado à categoria de ministro
Ninguém pode negar que foi a partir das eleições de 2022, quando o então governador “comunista” se elegeu senador, posteriormente tornou-se ministro da Justiça do governo Lula e, depois, assumiu uma vaga no STF, que os rigores das leis brasileiras passaram a ser vistos por muitos como tendo lado político: para a direita bolsonarista, os rigores; para os aliados de Lula, os favores.
Como chamar essas interferências, de apenas “coincidências”?
Que tal o supremo agir contra os verdadeiros terroristas? Quando os aliados do governo do Lula vão pedir rigores contra os verdadeiros “terroristas”?
Abaixo, a matéria jornalística do Diário do Poder:


O pré-candidato a deputado federal pelo PP, Dr. Allan Garcês, médico e mestre em Anatomia Humana, tem intensificado sua luta na Câmara Federal em favor da vida.

Em declaração recente, ele afirmou que existe um processo de “doutrinação” em escolas e defendeu uma atuação mais próxima dos pais no acompanhamento da formação dos filhos.


