Diz o ditado que ” cão que ladra de longe não morde”…

Flávio Dino diz uma coisa e faz outra diferente, a última do comunista foi aderir ao Liberalismo de Bolsonaro. Flávio Dino que era contra tudo que Bolsonaro fazia, resolveu ficar a favor da privatizações e reformas.

Longe do tuíter de estimação, Flávio Dino demostra por atitudes que seus xingamentos ao campo da direita são da boca para fora,  é um seguidor das ideias e posicionamentos liberais do ministro da Economia Paulo Guedes e do presidente Jair Bolsonaro.

Foi o que fez o governador comunista recentemente, em pelo menos dois momentos, mandando para a Assembleia Legislativa, mesmo sem discutir, para ser votado em regime de urgência, a Previdência do Maranhão, alegando que por culpa do presidente Bolsonaro, não ter dado prazo para ser discutido no Maranhão.

Outro momento, o comunista mandou a assembleia votar pela privatização da Companhia Maranhense de Gás (GASMAR). As duas medidas, lógico, têm pano de fundo do governo federal, que pensa em tirar o peso dos impostos do trabalhador.

Contrários ao liberalismo de Guedes, resquícios da esquerda criticaram o governador que hora critica, mas que hora imita o Bolsonaro.

Confira abaixo, o site da Causa Operária, acusando Dino de ser da “direita”:

Animal correndo descontrolado nas ruas de São Luís.

Segundo informações, a carroça teria causado um acidente próximo do Terminal de Integração do São Cristóvão, no final da manhã deste domingo, 08,  fato que causou um grande susto no animal que fugiu em total descontrole.

Jumento correndo em disparada numa avenida de grande movimentação de São Luís…

Vídeo compartilhado nas redes sociais mostra uma carroça sem o dono em disparada numa via pública de alta movimentação de São Luís, próximo da Universidade Estadual, UEMA.

Estressados: vale ressaltar que os jumentos carregam cargas pesadas durante vários trajetos e sempre são castigados pelos donos com chicotadas.

 

Mediante o envio, no último dia 19, pelo governador Flávio Dino para Assembleia Legislativa, do Projeto de Lei Complementar n° 14/2019, foi iniciada a Reforma da Previdência dos Servidores – o Fepa. Numa velocidade espantosa – não para os padrões da “Nova República do Maranhão”, claro – dois dias depois, com pouca discussão, sem muitas explicações e numa votação acachapante (28 votos favoráveis e dois contrários) os deputados aprovaram a reforma.

Doutor em administração pública questiona reforma da falida Previdência do Maranhão, que foi votada e aprovada às pressas por ordens de Flávio Dino: “vamos implementar as medidas saneadoras ou se vamos ficar presos a retóricas populistas novamente”?

Como exemplo, a Reforma da Previdência na União – obviamente mais complexa que a nossa – promovida pelo presidente Jair Bolsonaro, tido por muitos como “autoritário”, levou oito meses para ser debatida e aprovada. Na mensagem n° 149/2019, que encaminhou o projeto de reforma do Fepa, não há uma única referência de quanto a mudança traria de economia para os cofres estaduais.

Situação oposta à mensagem n° 55/2019, que apresentou a Reforma Federal, onde pululavam números e projeções: o déficit agregado da Previdência Nacional em 2017 foi de R$ 362 bilhões; a despesa com benefícios do INSS foi de 4,6% do PIB do país em 1995 e atingirá 16,8% do PIB em 2060; a reforma traria uma redução de despesas previdenciárias de R$ 1,072 trilhão em 10 anos, e de R$ 4,497 trilhões em 20 anos; …

As modificações mais significativas produzidas pela reforma estadual foram a criação do Comitê de Adequação do Regime Próprio de Previdência Social – que deve propor medidas para adequar as normas do Fepa às da Reforma Federal – e a instituição de novas alíquotas previdenciária. Os servidores irão contribuir entre 7,5% e 22% da remuneração, conforme a faixa salarial, e o Estado entre 15% e 44%, de acordo com o salário-contribuição do funcionário.

Muito se pergunta da necessidade da majoração da contribuição previdenciária no Maranhão. De fato, com a aprovação da reformulação previdenciária Federal, pela Emenda Constitucional n° 12/2019, por força dos artigos 9°, 11 e 36 dessa, o Estado tem que adotar novas alíquotas. Isso se deve, especificamente, porque a Previdência estadual está em situação de “déficit atuarial”. Ou seja, segundo cálculos, as receitas a receber serão insuficientes para cobrir as despesas com aposentadorias e pensões dos atuais filiados do Fepa. O Demonstrativo de Avaliação Atuarial da Previdência estadual, referente a 2018, informa que o “déficit atuarial” ficou em cerca de R$ 30 bilhões. Grosso modo, se hoje o Fepa quisesse encerrar suas atividades, projetasse o que tem de receitas a receber e de benefícios a pagar, para os mais de 110 mil filiados, levando em consideração a expectativa de vida desses, ainda faltariam R$ 30 bilhões para cobrir o rombo. Montante mais de uma vez e meia maior que o orçamento do Estado para 2020 e equivalente a 1/3 do nosso PIB.

Contudo, a Portaria nº 1.348/2019 da Secretaria de Previdência do Ministério da Economia, publicada na semana passada, disciplinou os parâmetros e prazos para atendimento, por estados e municípios, das inovações trazidas pela Reforma Federal. Desse regulamento, destaca-se que: (i) estados e municípios poderão esperar até 31 de julho de 2020 para adotar novas alíquotas previdenciária; (ii) não há necessidade de aplicar alíquotas progressivas, mas sim o patamar mínimo e uniforme de 14%; e (iii) as novas alíquotas deverão estar embasadas em avaliação que demonstre que irão contribuir para o equilíbrio financeiro e atuarial do regime – no caso, o Fepa. Ou seja, tudo ao contrário do que foi feito no Maranhão.

Em realidade, essa majoração de alíquotas só se tornou imprescindível porque em períodos passados o governo do Estado – especialmente –, os deputados e os próprios servidores relutaram em reconhecer a situação de falência do Fepa, e evitaram tomar ações corretivas. Até 2014, o fundo era superavitário em cerca de R$ 300 milhões, mas a partir de 2015 passou a apresentar saldo negativo de R$ 90 milhões, que subiu para R$ 1,1 bilhão em 2018. Somente de janeiro a agosto deste ano, o déficit ficou em R$ 659,9 milhões.

No mais recente lance para suavizar o impasse da Previdência estadual, o governo, mesmo contra concepções históricas do PCdoB, fez aprovar a privatização da GASMAR, a estatal de gás canalizado. Os recursos – que novamente não foram explicitados – oriundos dessa venda deverão socorrer o Fepa.

Longe de comportamentos demagogos, sem culpar o Governo Federal por responsabilidades que são suas e a despeito de antipatia eleitoral, Goiás, São Paulo e Rio Grande do Sul encaminham reformulações amplas de seus sistemas previdenciários, que podem resolver a questão dos déficits por um período mais longo. Inclusive, em postura altiva e incomum, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, abriu mão de disputar a reeleição, em troca da aprovação, pela Assembleia gaúcha, de mudanças na Previdência estadual e de outras regras de contenção fiscal.

Agora é acompanhar o andamento da PEC Paralela da Previdência, que já foi aprovada no Senado e está na Câmara, e que permite a adoção por estados e municípios de todas as normas previdenciárias da União, para assim saber se vamos implementar as medidas saneadoras ou se vamos ficar presos a retóricas populistas novamente.

*Doutorando em Administração, Mestre em Economia e Economista ([email protected])

Sobre o sumiço do poeta Rubro!

Na antiga província, a população esperou por décadas pela queda da família real, pela retirada das oligarquias familiares, mas foram enganados, surpreendidos com uma ditadura cujo regime fascista tenta impedir as pessoas. Neste contexto, alguns antigos jornalistas decepcionados na atualidade jogam sobre a figura dum capataz a culpa do “cala boca” dado no poeta rubro-negro.

Rubro era um esperançoso que acreditava nas promessas feitas por um “doutor das leis”, teria sido “emprenhado pelos ouvidos” num dos impecáveis discursos onde era aclamado pelo título de “professor de deus”, comentam os mais incrédulos da atualidade. Rubro, que teve sua alma ferida pela angustia da política atual ainda chora pela perversidade instalada pelos vendedores de ilusões, enganadores eleitorais, roubadores dos sonhos dos pobres cidadãos.

Vez por outra, faz bem lembrar das crônicas do empobrecido estado, de gente trabalhadora, que acredita no seu país, mas que vive sendo roubado, saqueado em tenebrosas transações pelos seus políticos ideológicos.

Na triste história, a luta de um antigo jornalista, um verdadeiro poeta, exímio escritor da cena política, que foi entristecido ao ponto de calar-se diante dum governante conhecido por “diabão”.

“Donos do gado”

O calaboca do secretário do diabo, que mudava mentiras em verdades absolutas, empurrava na imprensa, via goela abaixo, as peças publicitárias, prontas, redigidas e mastigadas de acordo com o gosto palaciano; como “verdades” produzidas nos porões da ditadura, segundo o fascismo palaciano, deveria ser aplicada e seguida como regra geral.

O poeta Rubro, que não tolerava os corruptos, tentou evitar a “cartilha”,  ele que usou sua escrita para denunciar roubos, que esperou décadas pela “libertação”, teve que aturar outros piores na atualidade.

A maldade dos que obrigam a imprensa publicar suas mentiras como se fossem verdades coletivas teria sido a gota d’água, o poeta não resistiu e foi ao chão. Sua índole não aceita que a imprensa tenha mordaças, sem miopias, não aceita que todos se rendam cegamente em obediências ao secretário do diabão, o capataz das penas. Te arreda!

Numa espécie do ministro da propaganda dos nazistas, o Goebbls. Don Raton tinha status de capataz naquela antiga província. Apelidado pelos escravos rebeldes de “capitão do mato”, o certo é que era o principal dos homens, quando o diabão não ia, lá estava, cheio de poderes e maldades para fazer descer goela abaixo dos pagadores de impostos suas versões de “verdades”. Vade retro!

O poeta que sempre foi admirado pelo que escrevia, estava calado, triste de marré. Sabedor da política, sempre deixava desnuda a cena da prostituição, não aquela descendo a lodeira do pequenino jornal, mas, àquela da política espúria praticada pelos putos do grupo que dominava a cidade por mais de 50 anos.

Poetas, escritores, pensadores geniais, calados, entristecidos, vermelhos de vergonha.

Nesta cidade eram todos leitores do saudoso Rodrigues, combativo escritor da gigantesca coluna dum pequenino jornal, que dizem ter morrido de tristeza, sem ver o sol da justiça nascer para o povo da velha cidade, sendo roubados por mais de 50 anos pelas oligarquias familiares, hoje padecem nas garras do diabão.

Diferente do Rodrigues, tinha o garoto Saravá, traquino, da letra contundente, estaria sendo tentado a debandar do antigo grupo para o palanque armado do diabão. Lá, como antigamente, ainda hoje, tudo vira politicagem. Quanta tristeza.

O velho poeta Rubro, que acreditava no futuro diferente, de prosperidades, foi outra vítima do “Dr das leis, que tinha título de professor de deus, enganou a todos com sua fábula “social”, que faria “crescer”, “prosperar”, enriquecer, mas assim que assumiu fez tudo empobrecer.

Para esconder a dura realidade, Diabão providenciou suas reportagens (pagas) para mostrar aos outros estados do país suas publicidades enganosas, batia fotos dando migalhas com uma mão aos pobres, enquanto tirava milhões com a outra, alegando que daria fim às roubalheiras, mas piorou a corrupção em seu governo.

Terra arrasada, estado vendido como “mudança” que ascendeu em números da criminalidade, qualidade de vida zero, escolas zero, pobrezas cem. É esse o terreno onde o jornalismo de letra pendente, que vende ilusões publicitárias, envergonha as almas, tenta distrair os sorrisos presos nas gargantas.

Sim, senhor, comandante das mentiras.

Só nos resta um pedido, uma prece. Volte, Rubro, a propagação da verdade em suas escritas será o melhor antídoto contra o autoritarismo fascista.

Lamentável que no Maranhão a extrema pobreza penalize com morte brutal as mulheres. 

Diferente da vereadora Marielle do PSOL-RJ, outra maranhense assassinada brutalmente deverá cair no esquecimento. Uma mulher que voltava do seu serviço para casa, para sua família, foi assassinada de forma brutal (corpo perfurado por facadas e decapitada) e teve seus pertences roubados, segundo informações do site G1-MA.

Antes as decapitações só aconteciam dentro dos presídios, mas agora, na gestão comunista de Flávio Dino acontecem nas ruas, o que é pior, vitimizando inocentes, trabalhadores, mulheres.

Até agora a Secretaria das Mulheres, dos Direitos Humanos, loteados pelos aliados comunistas, que levantam a bandeira da vereadora Marielle, permanecem calados.

Diferente de Marielle, mulher trabalhadora e pobre caiu no esquecimento no Maranhão…

Vaias: deu errado pra Lula…

Era esperando que a população acenasse positivo para o Lula, mas a forçação de barra em soltar bandidos pela retirada da prisão em segunda instância pelo STF acabou por piorar a imagem do ex-presidente, que está na iminência de sair de cena e ter sua pretensão de disputar a presidente do Brasil cancelada.

Neste caso, um plano B deverá ser acionado pelos esquerdistas que sonhavam com o Lula solto, correndo para os aplausos. Só Que Não!

Confira na analise de O Antagonista:

“Petistas preocupados com as vaias que Lula vem recebendo”

“Os petistas estão preocupados com o volume de vaias que Lula vem recebendo em locais públicos”, diz Ascânio Seleme, de O Globo.

“São mais vaias que aplausos, quando o palanque não é oficial.”

“Questão de poucos dias retorno de Dutra ao Paço”

Efeito “Núbia da Pindoba”, dama de vermelho teria afirmado que é questão de dias seu retorno triunfante…

Na iminência  de assumir novamente o controle de Paço do Lumiar, Núbia chega em São Luís e realiza últimos preparativos para a volta de Domingos Dutra.

A primeira-dama de Paço do Lumiar, Núbia Dutra, retornou de SP decidida a assumir o controle por hora perdido.

Na foto, aparece ao lado de aliados, sorridente toda.

Segundo o blogueiro Neto Cruz, Núbia estaria realizando os últimos preparativos para a volta do prefeito Domingos Dutra.

A prefeitura que atualmente está sob administração de Paula da Pindoba, também estaria sob tentáculos do deputado  Adelmo Soares,  e dos partidos PCdoB/Solidariedade.

O governador Flávio Dino, o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, o presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto, e demais parlamentares fazem a entrega simbólica do cheque à presidente da Fundação Antônio Dino, Enide Dino.

Deputados estaduais participaram, na noite desta quinta-feira (5), no Palácio dos Leões, do ato de liberação das emendas parlamentares de R$ 4,2 milhões destinadas à Fundação Antônio Dino, instituição mantenedora do Hospital Aldenora Bello, referência no tratamento oncológico no estado. A unidade de saúde havia deixado de oferecer serviços essenciais aos pacientes em tratamento de câncer por conta da crise financeira.

O valor foi garantido após reunião articulada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), com outros parlamentares, representantes do hospital e da Secretaria de Estado da Saúde.

A iniciativa resultou na elaboração de uma carta-compromisso dos 42 deputados. Dessa maneira, cada um destinou o valor de R$ 100 mil à instituição, com o objetivo de retomar os serviços suspensos e normalizar as atividades.
Othelino Neto, observado pelo governador Flávio Dino, assina documento que garantirá a liberação das emendas
Segundo o presidente Othelino Neto, o documento é fruto de uma decisão unânime de todos os parlamentares.

“Estamos muito felizes e conscientes de que estamos dando uma colaboração efetiva para que os serviços desativados voltem a funcionar. Então, é um momento realmente que merece ser registrado, uma data histórica, onde todos, independente de preferência política, se unem em torno de uma causa”, acentuou.

Em tom de agradecimento, Othelino Neto afirmou que o ato é importante e histórico para o Maranhão. “Agradeço ao Poder Executivo, por ter priorizado a liberação desse recurso, pois sabemos que as despesas no sistema de saúde pública são muito maiores do que as fontes de financiamento e para se pagar este valor, foi preciso, certamente, estabeler prioridade”, disse.

Com o ato, o recurso advindo de emendas dos deputados estaduais que se dispuseram a ajudar foi, oficialmente, liberado pelo Governo do Maranhão. O valor será pago em seis parcelas (6x de R$ 700 mil) e, a partir desta sexta-feira (6), estarão liberadas as duas primeiras, que correspondem a R$ 1,4 milhão.

“Amanhã, já será dado início a esses repasses, para que tenhamos o Aldenora auxiliando a rede pública, que nós mantemos, e atendendo, sobretudo, às pessoas. Nosso desejo é que este hospital, que é tão importante, tenha plenas condições de atender aos maranhenses”, ressaltou o governador Flávio Dino (PCdoB).

” Nosso desejo é que este hospital, que é tão importante, tenha plenas condições de atender aos maranhenses”, disse Flávio Dino
Além da viabilização das emendas, o secretário de Saúde, Carlos Lula, lembrou que o Governo tem apoiado o Hospital Aldenora Bello com emendas de custeio, equipamentos e por intermédio do Fundo Estadual de Combate ao Câncer.

“Agradecemos muito o apoio do Legislativo, de deputados de governo ou oposição, que se unem ao apoio que o Governo do Estado já vem dando historicamente ao hospital. Retornamos com um convênio e conseguimos equipar a UTI Infantil, permitimos a compra do novo equipamento de radioterapia e, além disso, temos feito os repasses mensais, por meio de outros convênios”, lembrou Lula.

A presidente, Enide Dino, e o vice-presidente da Fundação Antônio Dino, Antônio Dino Tavares, comemoraram a conquista. “Realmente, estamos com muita dificuldade. Os pacientes estão necessitando do aparelho de radioterapia, que está sem condições de funcionar. Logo, esse dinheiro é uma oportunidade que temos para resolvermos esse problema”, disse Enide Dino.

“O recurso é muito importante para a instituição. Chegamos a suspender serviços. Inclusive, há serviços suspensos até hoje e esse valor chega para reabrir serviços e restaurar a normalidade do tratamento dos pacientes. Vencemos uma batalha”, completou Antônio Dino Tavares.

Deputados presentes

Vários deputados estaduais participaram da solenidade que marcou a liberação das emendas ao Aldenora Bello, entre eles, Daniella Tema (DEM), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Rafael Leitoa (PDT), Dr. Yglésio (PDT), Dra. Helena Duailibe (SD), Adelmo Soares (PCdoB), Hélio Soares (PL), Antônio Pereira (DEM), Felipe dos Pneus (PRTB), Detinha (PL), Wellington do Curso (PSDB), Mical Damasceno (PTB) e Fábio Macedo (PDT).

Líder do Governo na Assembleia, o deputado Rafael Leitoa destacou a união da Casa Legislativa em prol da causa. “A Assembleia, pela primeira vez, em um ato coletivo, destina emenda para o hospital Aldenora Bello e o Governo do Estado, sensível à causa, de imediato atendeu o pleito. Ficamos muito felizes, porque estamos efetivamente ajudando a população de todo o estado”.

Já o deputado Dr. Yglésio, vice-presidente da Comissão de Saúde da Casa, demonstrou felicidade com a conquista. “Dos dias de mandato do primeiro ano esse é o melhor dia. Ajudamos a levantar essa causa, em um esforço coordenado para que cada deputado doasse 100 mil reais, o que fará uma diferença gigantesca no financiamento do hospital e ajudará a restabelecer o serviço de pronto atendimento, dando assistência necessária às pessoas que tanto sofrem com o câncer”.

Também membro da Comissão de Saúde, o deputado Felipe dos Pneus enfatizou a liderança do presidente Othelino em busca de uma solução. “Um gesto importante, que tivemos à frente de um grande instrutor, que é o nosso presidente. Para nós, é motivo de muita alegria tornar esse momento uma realidade”.

O deputado Hélio Soares, que já havia tratado do assunto em tribuna na Alema, pontuou a importância da iniciativa. “Demonstra a intenção e o papel verdadeiro que exercemos pelo interesse do bem comum. Parabenizamos a ação do governador e agradecemos a contribuição que o hospital dá à nossa população”.

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