Rocha entende que Dino, de maneira dissimulada e oportunista, tentou pegar carona nas ações do presidente da República, Jair Bolsonaro, para amenizar o sofrimento e a tragédia que atingiu o Amazonas.

O senador afirmou que todas as ações foram comandadas e coordenadas pelo Governo Bolsonaro e que a tentativa de carona do comunista foi classificada como “torpe” por Roberto Rocha. Veja abaixo o relato na íntegra.

“O Hospital Universitário da UFMA, gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, mobilizou mais de 100 profissionais de saúde entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e demais áreas de apoio para atender os pacientes transferidos de Manaus.

O Hospital Dutra, da Universidade Federal do Maranhão, disponibilizou 40 leitos exclusivamente para atendimento do Covid, e já recebeu 23 pacientes de Manaus. Na segunda receberá os outros.

Além do hospital Universitário do Maranhão, o governo federal acionou também os hospitais federais do Rio Grande do Norte, Brasília, Paraiba, Piauí, Goias, Ceará, Pernambuco e Alagoas.

A iniciativa e todos os custos são do governo federal, por determinação direta do presidente Bolsonaro, que também mobilizou as forças armadas e todo o ministério da saúde na operação.

Por um dever de justiça, registro o meu agradecimento ao presidente da República Jair Bolsonaro por mais essa ação concreta para salvar vidas humanas. E não posso deixar de repudiar a tentativa torpe do governador do Maranhão, Flávio Dino, de querer aparecer na carona do presidente Bolsonaro. E, na mesma bravata, ainda tenta desqualificar o presidente.

Pelo menos neste momento de calamidade, o governador Flávio Dino deveria deixar de lado a pregação da falsidade pela realidade da ação.

Em verdade, o governo do Maranhão não fez absolutamente nada nesta ação. O Maranhão e o Brasil querem eliminar o Coronavírus, e não vamos permitir qualquer tentativa de ‘Caronavírus’.”

Flávio Dino não rebateu, e provavelmente nem vai, as críticas feitas pelo senador Roberto Rocha. (Athenas Maranhense)

Pega ladrão:

E os respiradores superfaturados que foram desviados, Flávio Dino?

Olha só essa:

O governador comunista Flávio Dino, do seu tuíter, novamente estrubuchou contra o presidente do Brasil, jogando aculpa da roubalheira dos prefeitos e governadores corruptos que desviaram dinheiro enviado pelo governo federal pelo presdiente Jair Messias Bolsonaro.

Para relembrar o amnésico comunista, que estava viajando de jatinho pago pelos pobres do Maranhão dos verdadeiros irresposáveis, aí vai um trecho da reportagem do Estadão, sobre a causa e efeito dos probremas da Saúde de Manaus:

POLÍCIA fEDERAL NA COLA DOS  LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO:

Só lembrando que Flávio Dino, também, nunca explicou o sumiço duma bolada de dinheiro enviado pelo presidente Bolsonaro para comprar respiradores aos deonetes de covid-19 do Maranhão, que nunca chegaram nos hospitais.

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria de Agricultura Pesca e Abastecimento (Semapa), realizou, na manhã desta quinta-feira (14), uma visita ao Cinturão Verde, na Zona Rural de São Luís, para fazer um levantamento das necessidades dos produtores.

Visita integra agenda de atividades da Semapa para os primeiros 100 dias da gestão do prefeito Eduardo Braide

A visita faz parte de uma agenda de atividades da Semapa para os primeiros 100 dias da gestão do prefeito Eduardo Braide, com estratégias elaboradas pelo secretário Liviomar Macatrão no sentido de destravar a produção de todos os 63 polos de alimentos da Zona Rural de São Luís.

“Nossa diretriz é destravar a produção local. Durante nossas visitas aos 63 polos de produção, os agentes estão fazendo levantamentos e diagnosticando suas reais necessidades, para atuarmos juntos em favor dos produtores”, disse o secretário.

O diagnóstico elaborado de acordo com as necessidades dos produtores será um dos principais itens propostos pelos superintendentes das áreas de produção, Inspeção e comercialização da Semapa a constar na agenda dos 100 dias. A visita ao Cinturão Verde contou com a presença do secretário adjunto, Dilmar Sousa.
A Superintendente de Inspeção Sanitária, Alessandra Pontes, ressaltou a importância das parcerias institucionais durante a visita ao Cinturão Verde.

“Essa agenda busca agregar valor aos produtos produzidos nos Polos da Zona Rural de São Luís, com diagnósticos elaborados, juntos aos produtores, orientando, ensinado e tirando dúvidas, para proporcionar, por exemplo, o registro de alimentos, trazendo segurança com lucratividade aos produtores”, disse Alessandra.

O prefeito Eduardo Braide participou, nesta quinta-feira (14), de uma videoconferência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para tratar sobre o Plano Nacional de Imunização contra o novo coronavírus. Em São Luís, bem como nas demais cidades brasileiras, a vacinação está programada para começar na próxima quarta-feira, dia 20. O Ministério ainda irá definir o quantitativo de doses que cada município receberá na primeira fase da campanha de vacinação.

“Amanhã (15) vamos detalhar o nosso Plano Municipal de Vacinação. Mas a população de São Luís pode ficar tranquila, pois a Prefeitura está preparada para seguir com a imunização assim que as doses forem disponibilizadas. Temos seringas em estoque suficiente para iniciar a vacinação e também vamos solicitar ao Ministério da Saúde que envie junto com as vacinas o quantitativo necessário de seringas para seguir a vacinação normalmente”, garantiu o prefeito Eduardo Braide, que participou da reunião on line organizada pela Frente Nacional dos Prefeitos.

Durante a videoconferência, o ministro Eduardo Pazuello informou aos prefeitos das datas programadas pelo Governo Federal para dar início à campanha nacional de imunização. Nesta quinta-feira (14) uma missão coordenada pelo Ministério da Saúde partiu para a Índia para buscar dois milhões de doses da vacina contra a Covid desenvolvida pelo consórcio da farmacêutica britânica AstraZeneca e da Universidade de Oxford. O lote foi fabricado pelo laboratório indiano Serum e importado pela Fiocruz.

Também serão disponibilizadas seis milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida pela parceria Sinovac-Butantan. A previsão do ministério é que até o domingo (17), a Anvisa autorize o uso emergencial das vacinas. Havendo aprovação, na segunda-feira (18), as doses serão distribuídas aos estados e, por fim, aos municípios para que seja iniciada a vacinação na quarta-feira (20), às 10h, em todas as cidades brasileiras. A distribuição das duas vacinas será feita de forma proporcional, levando em consideração o quantitativo de pessoas do público-alvo em cada município.

“Uma boa notícia que o Ministério da Saúde nos deu é que as doses que serão enviadas aos municípios virão no quantitativo necessário para que seja feita a aplicação das duas doses em cada pessoa. Sabemos que após a primeira dose, para garantir que a pessoa, de fato, esteja imunizada é necessário aplicar uma segunda dose após três semanas. Desta forma, vamos garantir a efetividade da campanha de imunização”, explicou o prefeito Eduardo Braide.

Participaram da videoconferência 140 prefeitos das 26 capitais e outras grandes cidades brasileiras. A reunião on line foi organizada pela Frente Nacional dos Prefeitos para que os gestores municipais pudessem tirar suas dúvidas quanto ao Plano Nacional de Imunização contra o novo coronavírus. Em janeiro, o Governo Federal disponibilizará 8 milhões de doses de vacina contra a Covid e a previsão é que até o fim de 2021 sejam disponibilizadas 352 milhões de doses. (blog do Dego Emir)

Por Crítica Nacional – Paulo Eneas

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou na tarde desta quarta-feira (13/01) o pedido de impeachment do presidente norte-americano Donald Trump. O pedido foi aprovado por 232 votos a favor e 222 votos contrários. Os deputados democratas votaram em bloco em favor do impeachment. Do lado do Partido Republicano, dez de seus parlamentares traíram o presidente e votaram com os democratas.

A aprovação do impeachment de Donald Trump ocorreu após duas horas de debates na Câmara dos Deputados, sob a alegação de que o presidente norte-americano teria supostamente atentado contra a segurança nacional dos Estados Unidos ao supostamente incentivar a invasão do Capitólio, edifício sede do Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira (06/01) durante sessão conjunta das duas casas.

A acusação contra Donald Trump é absolutamente falsa e leviana, pois nenhum registro de vídeos e mensagens em redes sociais mostra o presidente norte-americano incitando seus apoiadores a invadir o Congresso.

Pelo contrários, os vídeos e mensagens mostram Donald Trump fazendo apelos para que a manifestação daquela quarta-feira transcorresse de modo pacífico. Estes vídeos e mensagens foram excluídos das redes sociais, e o presidente norte-americano ficou impedido de usar as redes em sua defesa junto à opinião pública.

Com a aprovação do impeachment na Câmara dos Deputados, o pedido segue agora para o Senado, onde são necessários dois terços dos votos para o impeachment ser consolidado. A previsão é de que o pedido somente será analisado após 20 de janeiro, quando então Donald Trump não será mais presidente do país e a chefia da Casa Branca estará a cargo do impostor e pedófilo Joe Biden.

Ainda assim, o pedido será analisado pelo Senado e, se aprovado, Donald Trump ficará com seus direitos políticos cassados. Pode-se no entanto argumentar que não faz sentido julgar um impeachment de um ex-presidente, de modo que existe uma ínfima possibilidade de que o processo não prossiga, em virtude daquilo que os juristas chamam de perda de objeto. A questão permanecerá em aberto até a data da sessão dos Senado Federal que irá analisar o pedido.

Um contexto dramático e as lições que ficam:

A aprovação do impeachment de Donald Trump ocorreu em um contexto dramático, em que a liberdade de expressão no país que é considerado a terra da liberdade vem sendo explicitamente agredida pelas grandes corporações que controlam as redes sociais: Donald Trump e inúmeras pessoas ligadas a ele diretamente foram simplesmente banidas das redes sociais.

Estas mesmas redes sociais estão também suprimindo todo e qualquer conteúdo que mencione a fraude eleitoral ocorrida em larga escala e que possibilitou a vitória do pedófilo esquerdista Joe Biden. Esta supressão de conteúdos e banimento de pessoas constituem-se no maior ataque à liberdade de expressão que se tem notícia na história norte-americana.

O impeachment foi aprovado pelas mesmas forças políticas comunistas e globalistas reunidos no Partido Democrata que incentivaram e acobertaram os atos de violência, vandalismo e assassinatos praticados ao longo de período recente por grupos terroristas domésticos, como Black Lives Matter e Antifas.

O impeachment também ocorreu com o prédio do Capitólio e seu entorno tomado por forças militares especiais, que foram alocadas para a missão de proteger uma instituição que está visivelmente corrompida por uma maioria, a dos democratas, empenhada em levar adiante um projeto político-ideológico que está na contramão dos valores mais caros da maioria dos norte-americanos.

Este impeachment fraudulento serve para desmistificar a noção falaciosa que comumente se tem a respeito das instituições do Estado e seu funcionamento. A história recente norte-americana, e em grande parte também a história brasileira, mostra que estas instituições sempre irão funcionar, mas não necessariamente em favor do povo, mas sim em favor de quem as controla e cujos interesses são invariavelmente opostos àqueles da maioria da Nação.

A aprovação de um impeachment em bases fraudulentas como ocorrida hoje na Câmara dos Deputados deixa também uma cara lição aos conservadores do mundo inteiro: mostra que é ilusão acreditar que um governo conservador e patriota possa conviver pacificamente com os inimigos internos do país, em nome da preservação da instituições e por conta de uma suposta superioridade moral.

Ao longo de seus quatro anos de mandato, Donald Trump optou por não combater seus inimigos, os inimigos da America, limitando-se no máximo a travar embate retóricos com eles. Ao deixar seus inimigos agirem livremente, em nome da democracia e da liberdade, permitiu-se que estes inimigos chegassem ao poder de forma fraudulenta.

E estando agora no poder, não resta dúvida o que estes inimigos irão fazer: corromper ainda mais as instituições para colocá-las a seu serviço, solapar a democracia e cercear as liberdades, justamente para impedir que o poder agora conquistado não venha a ser ameaçado em futuro próximo.

É desta forma que são feitas revoluções modernas, e é assim que nascem as novas ditaduras. E os americanos estão agora testemunhando esse processo de maneira dramática, como possivelmente nunca viram antes na história do país que era até agora considerado a democracia mais sólida e mais robusta do mundo inteiro.

Incrível como o discurso do atual presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) e candidato a reeleição, Erlanio Xavier, não dá liga, como se diz no futebol.

Primeiro, ele critica a suposta participação do governador em exercício Carlos Brandão na eleição da Famem, o que ele chama de interferência, que deve ser uma movimentação exclusiva dos próprios prefeitos.

No entanto, de 10 frases pronunciadas por ele nas entrevistas, 11 tem o nome do senador Weverton Rocha.

É Weverton pra cá, Weverton pra lá…

Ou seja, o senador pode tudo. Mas qualquer ação ou menção ao nome de Carlos Brandão no processo é vista por ele como interferência.

E a incoerência não para por aí.

Ele tem sido incisivo na crítica ao seu oponente, Fábio Gentil, com relação a ausência nesses dias de campanha da Famem no seu município, Caxias.

Alguém viu Erlanio em Igarapé Grande no mesmo período?

Coerência que é bom, nada!!!

Da “roça” para a “península”: O luxo para manter status político num estado pobre…

Numa passagem rápida pela região mais cara do Maranhão, na Península, lá estão morando os apaniguados dos governos, tem até gente que se dizia “ideológica” (socialista ou comunista), como queiram chamar em seus devaneios capitalistas, muitos que, em 6 anos de “gestão da mudança”, aproveitaram para mudar muitíssimo bem de situação financeira.

A PF nas rádios do Lobão, que por coincidência estão alugadas ao comunismo é apenas uma parte. Além dos carrões de luxo, helicóptero, quadros caros, muito dinheiro dos pobres continua sendo desviado para pagar “personalismos” de “ideólogos” que se dizem contra o capitalismo, mas usam verbas públicas aos baldes, para investir na desfocada e inrustida imagem política.

Nada mudou, como dantes era feito, hoje, da mesma forma, as propagandas enganosas que custam caros aos cofres públicos de um estado que ficou mais pobre ainda ainda banca status de descarados.

 

Erlânio Xavier, desmotivado com poucos votos, fala a grupo que prefere desistir a ser derrotado.

A eleição mais dura da história da FAMEM parece que terá só uma chapa. Mensagens de grupos de WhatsApp do grupo de Erlânio Xavier, mostram a desmotivação do candidato e do grupo que tem por trás o senador Weverton Rocha. Desesperado com a derrota iminente, Erlânio, sob a orientação do seu mentor Weverton, tem telefonado para prefeitos para divulgar a mentira de que seu adversário, Fábio Gentil, desistiu da disputa, incorrendo no crime de propagação de fake news.

A perda de importantes votos de prefeitos do próprio partido PDT, que compõe a chapa de Erlânio, tem desmotivado todos os seguidores da chapa.

O candidato da chapa 01, teria confidenciado a membros do grupo que prefere desistir da eleição a perder feio para Fábio Gentil que arregimentou lideranças e muitos votos de prefeitos, praticamente consolidando sua vitória com já garantidos mais de 130 votos.

Um atitude sensata de Erlânio se realmente desistir da disputa e abrir para um consenso para chapa única de Fábio Gentil.

Segundo o que o blog apurou, Erlânio Xavier entraria com o processo de desistência da chapa até as 18h desta quarta-feira dia 13 de janeiro.

Vamos aguardar a atitude “sensata” do grupo de Erlânio. (Blog do Daniel Matos)

O Estado 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou a O Estado, via assessoria de imprensa, que a assessoria do procurador-geral, Augusto Aras, está analisando um pedido da Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão (PRE-MA) para que seja protocolada a propositura de uma ação direta de inconstitucionalidade contra artigos de quatro leis estaduais do Maranhão que permitiram o ingresso dos religiosos no serviço público sem concurso.

O caso ficou conhecido no estado como “farra de capelães”, e ainda é discutido no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), onde tramita, desde 2018, uma ação de investigação eleitoral proposta pela coligação “Maranhão Quer Mais”, da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), contra as nomeações.

De acordo com a PGR, a representação formulada pela PRE-MA tornou-se um processo administrativo em Brasília, para análise por especialistas em matéria constitucional.

“A representação mencionada deu origem a um Procedimento Administrativo (PA), que está sob análise na assessoria que atua em auxílio ao procurador-geral da República em matéria constitucional”, diz a PGR em nota.

Sem confiança – Como revelou O Estado na edição de ontem, na representação encaminhada a Brasília pelo ex-procurador regional eleitoral Pedro Henrique Castelo Branco, destaca-se que o cargo de capelão não tem natureza de chefia, direção ou assessoramento e que, por isso, não há que se falar em cargo de confiança – para o qual a nomeação poderia prescindir de concurso público.

“É certo que lei pode criar cargos em comissão, de livre nomeação e exoneração – a critério de autoridade administrativa -; porém, apenas nas hipóteses nas quais a natureza das competências e atribuições justifica a necessidade de relação de confiança para o desempenho do cargo, com exclusivo propósito de direção, chefia e assessoramento”, destacou o procurador.

Segundo ele, no entanto, não há esse caráter na prestação de serviço de auxílio religioso. “No caso, todavia, foram criados cargos sem que, para seu desempenho, se necessite do vínculo de confiança com a autoridade nomeante […], constituindo-se, a rigor, em violação à exigência de prévia aprovação em concurso” , completou.

Apesar de haver vencido o debate sobre o mérito da “farra de capelães” no plenário do TRE, o governador Flávio Dino decidiu promover alterações no regramento que disciplina os serviços de capelania.

Dias após o julgamento, o comunista editou um decreto com esse fim. O documento foi publicado na edição do dia 22 de dezembro do Diário Oficial do Estado.

O ato estabelece critérios para a prestação do serviço, bem como define o que passa a ser capelania militar, capelania carcerária e capelania institucional. E determina, ainda, que, a partir de agora, a a seleção de novos capelães se dará “mediante processo a ser conduzido por Comissão composta por representantes da Casa Civil, da Secretaria Extraordinária de Relações Institucionais (SRI), da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e da Secretaria de Administração Penitenciária”.

O decreto surgiu praticamente dois anos após a chamada “farra dos capelães” ser denunciada à Justiça Eleitoral, e dias depois de a defesa da coligação “Maranhão Quer Mais”, da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) questionar, em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), a falta de critérios para a escolha dos capelães do Estado do Maranhão – ocasião em que a PRE-MA informou da representação à PGR.

Mais

Um levantamento apresentado aos membros do TRE-MA no bojo da ação protocolada pela Coligação “Maranhão Quer Mais” apontou que a contratação e remuneração desses profissionais já consumiu, até este ano, mais de R$ 13 milhões. Foram R$ 4,3 milhões anuais, nos últimos três anos. A conta, no entanto, ainda é defasada. De 47 capelães identificados, só há dados de pagamentos a 34 deles.

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), na noite de terça-feira (12), data em que completou 45 anos de idade, sancionou as modificações propostas pela sua gestão e aprovadas pela Câmara de Vereadores.

No total, foram cinco importantes mudanças sancionadas que realizaram um reforma administrativa, com extinção de pastas, criação e/ou aperfeiçoamento de outras. Além da criação do programa “Alvará Zero”.

Na reforma administrativa, destaques para a criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência; Subprefeitura da Zona Rural; Agência de Desenvolvimento Econômico e Social, além da modernização da Secretaria de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais.

A expectativa é que o prefeito Braide anuncie os titulares destas pastas nas próximas horas.

Além disso, Braide também sancionou, com isso passou a ser lei, o program “Alvará Zero, que amplia o alcance da isenção do alvará de funcionamento às microempresas estabelecidas no município. O objetivo do programa é aumentar a abertura de mercado e geração de novas oportunidades.

O Programa “Alvará Zero” vai beneficiar mais de 17 mil microempresas, cujo faturamento não tenha ultrapassado o valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) no ano de 2020. E, pela primeira vez, haverá a isenção da Taxa de Expediente para essas microempresas na emissão do alvará de funcionamento.

Sendo assim, as primeiras medidas anunciadas e tomadas pelo prefeito Eduardo Braide, posteriormente aprovadas pela Câmara de São Luís, foram oficialmente sancionadas, ou seja, agora é lei. (Blog do Jorge Aragão)

1 2 3 677