Aglomeração: Covidal comunista teria atingido prefeita de Paço do Lumiar…

Dino leva culpa por ter aglomerado em evento de inauguração de Paço do Lumiar, após aglomeração a prefeita testou positivo para covid-19.

Segundo a imprensa local, a foto foi feita um dia após escapar do Covid-19, Flávio Dino já estava aglomerando em eventos políticos.

Na imagem, o governador Flávio Dino, que teria sido liberado recentemente do Hospital particular.

A prefeita de Paço do Lumiar, Paula da Pindoba do PCdoB, acabou de testar positivo para covid-19.

A informação corrente é que a prefeita tenha contraído vírus após aglomeração em evento de inaguração de obras do governo do estado na companhia do comuno-socialista, Flávio Dino, conforme noticiado pelo âncora da Rádio Nova FM, radialista Chocolate (veja aqui).

Pensar faz bem, indignar-se, também…

Justiça, liberdade de expressão, imprensa livre?

Por Karina Michelin

Indigne-se com a manipulação da imprensa e partidarismos da justiça servindo governantes e não os governados.

Indigne-se: a liberdade de expressão sendo criminalizado pela STF composto por ministros que se colocaram a favor do Lula…

Indigne-se com a impunidade que desfaz provas contra a corrupção para livrar bandidos pela ação duma corte suprema que segue autoritarismos partidários da esquerda.

Veja mais e indigne-se:

Bolsonaro desmascara trama maligna de governadores…

Aumento de combustíveis:

“Os impostos federais sobre os combustíveis (gasolina, álcool e diesel) estão congelados desde janeiro/2019. O imposto da gasolina, por exemplo, é de R$ 0,69 por litro.

Já o imposto estadual, ICMS (cobrado pelos governadores), está em média R$ 2,00/litro em todo o Brasil. Lamentavelmente, ainda em pandemia, os governadores anunciam o DESCONGELANDO do ICMS dos combustíveis. Para quanto irá o litro da gasolina? R$ 8,00?”, disse o presidente.

O governo federal congelou, mas governadores aproveitaram o pior momento, durante a pandemia do covid-19, para triplicarem as cobranças de impostos. Não é segredo para ninguém que os cofres estaduais estão abarrotados de impostos cobrados pelos governadores, que já pensam em descongelar ICMS sobre combustíveis.

O aumento do barril de petróleo incidirá diretamente no preço dos combustíveis no mundo inteiro.No Brasil, a alta dos combustíveis, que também está ligada aos abusos cometidos pela taxação do ICMS, em especial no governo do Maranhão, que na gestão comunista de Flávio Dino, se tornou o pior explorador de todos os tempos, podendo, inclusive, voltar muito em breve com voracidade contra a população.

Bolsonaro solta o verbo sobre mais exploração:

O que estaria por trás da entrada da ex-governadora Roseana Sarney nas disputas de 2022?

“Um bom nome”. Classe política estaria em busca de nomes para formação de uma chapa forte contra os Leões. 

Antes de tudo, Roseana Sarney é um nome consolidado. Ex-governadora, senadora, deputada, uma liderança sem os ranços odiosos da atualidade. A filha do ex-presidente José Sarney tem muito mais que peso no nome, tem de sobra aquilo que nenhum dos políticos da atualidade têm: carisma.

Entrada de Roseana Sarney nas disputas poderá acirrar ainda mais as eleições de 2022.

Após 8 anos, e por culpa  exclusiva do governador comunista Flávio Dino, que foi o grande incentivador indireto de sua volta ao cenário político. Explico: Flávio Dino foi péssimo, nivelando o Maranhão para baixo, distribuiu pobreza, sendo capaz de enriquecer apenas um seleto grupo.

Embora o anúncio da entrada de Roseana Sarney nas disputas de 2022 ainda seja encarado com desconfianças, tem sido bastante elogiado pela classe política como excelente ideia.

É bem verdade que não se viu interesse de voltar nos anos anteriores, passados 8 anos, parece que, enfim, seu partido tomou uma atitude correta.Talvez por sobrevivência política do seu líder, o deputado estadual e aliado do governador, Roberto Costa, que é afilhado político do ex-governador e senador, João Alberto, homem de peso no MDB, e total confiança do grupo Sarney.

O importante é que a ex-governadora apareceu num momento bom para as disputas, aliás, Roseana, já tinha anunciado que disputaria uma vaga a deputada federal, e já entraria com bastante votos para elegê-la sem esforçar-se muito.

Já para disputas maioritárias, além do seu nome, deverá ter boas indicações para vice-governador e senador.

Se conseguir, é só correr para o abraço, e tchal, Flávio Dino. Até nunca mais!!!

Pinheiro: Na imagem do dia, por trás da posse de uma grande mulher existiu a articulação de um grande homem…

Por trás de Ana Paula, nova prefeita de Pinheiro, existe Othelino:

Em momento histórico, a enfermeira Ana Paula Lobato (PDT) foi empossada primeira prefeita da cidade de Pinheiro, em solenidade na tarde desta segunda-feira (17), na Câmara Municipal. Ela estava acompanhada do marido e presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB). (Informação e fotos: Blog do Eduardo Ericeira)

Sobre a condução ao cargo da nova prefeita de Pinheiro, existiu a atuação política do esposo.

O que todos dizem: “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher”, mas o que todos esqueceram de dizer foi, que em Pinheiro:

“por trás de uma grande prefeita existiu uma grande articulação de um homem”.

Na imagem do dia, a inegável atuação política de Othelino Neto, presidente da Assembleia Legislativa do MA, para fazer de sua esposa, Ana Paula Lobato, enfim, prefeita de Pinheiro, uma das mais importantes cidade do Maranhão.

O momento é de desejar parabéns pela vitória. A esposa do deputado Othelino Neto do PCdoB, Ana Paula Lobato do PDT, pois mereceu ocupar o lugar de prefeita da cidade de Pinheiro, pela vacância anunciada pela justiça federal que flagou (só não prendeu), o então prefeito (agora ex-prefeito), Luciano Genésio, em esquemas de corrupção. (Entenda aqui).

Bom que se diga, que a nova prefeita só ascendeu ao cargo devido as constantes articulações de seu esposo, que por várias vezes a colocou na cena política (se não me falha a memória, por três ou mais vezes), lançou a esposa como vice-prefeita, que, enfim, pôde assumir a titularidade.

Só resta parabenizar o casal e, lógico, confirmar o ditado popular: “por trás de um grande homem existe uma grande mulher”.

Carro-chefe: casal de políticos chegando para posse na prefeitura de Pinheiro.

Cala a boca Capelli…

Sem radicalismo, secretário importado!!!

A ousadia questionável de Ricardo Capelli: Secretário “importado” que tentou “lacrar” no tuíter mas levou tacada certeira e ficou caladinho…

O secretário de Estado da Comunicação, Ricardo Capelli, definitivamente não é respeitado como era o antigo chefe da Secom, Márcio Jerry, que falava e todos murchavam as orelhas.

Viram aí a “tacada” que o “secretário importado” levou do deputado federal André Fufuca do PP?

Ora, o deputado do Centrão apenas agiu na esfera federal da mesma forma que vinha agindo na esfera estadual: como aliado. Fufuca não gostou da “gracinha” do secretário Capelli, que levou a pior.

Já Ricardo Capelli, ao que parece, perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado, foi querer questionar os laços partidários do Presidente do Brasil, mas, acabou levando azar, tendo que recolher-se à sua insignificância.

A atitude de Fufuca é compriensiva e até louvável, por parte da classe política, sobretudo da imprensa, que odeiam o “novato” ou “importado” trazido não se sabe de onde por Flávio Dino.

O novato até tentou fazer uma gracinha, querendo aparecer diante da classe política no tuiter, como se fosse um radical esquerdista lá do meio petista, da forma que vivia nos áureos tempos do PT. À época, Capelli era conhecido pelos radicais do PCdoB e PT, como um aspone, conforme noticiado pela reportagem da Revista Exame, mostrando quem era o atual chefão da Comunicação Leonina. Entenda clicando aqui:

A origem do secretário importado?

Toque de caixa: ou, surpresa alguma partido de Eliziane Gama deixar de apoiar Weverton para apoiar o vice-governador, Carlos Brandão?

Surpresa alguma o partido de Eliziane Gama ter sido puxado pelo beiço. O grande lançe daqui para frente será esvaziar oponentes. 

Bom que se diga que, o governo foi quem sempre comandou as legendas (partidos políticos) do Maranhão, como era costume se dizer no tempo do Sarney: “os dois Leõeszinhos da porta do Palácio que decidem”. Flávio Dino não mudou a regra.

O vice-governador Carlos Brandão (PSB) recebeu neste sábado (15), durante encontro em Brasília, a chancela do presidente Nacional do Cidadania, Roberto Freire, para o apoio do partido no Maranhão à sua pré-candidatura. (informação e foto do Blog do Minard)

Neste sentido, Dino deverá trazer não apenas o Cidadania, mas todos os partidos políticos que orbitam ao redor da maquina pública para compor sua chapa a senador, sem se importar de verdade com nomes, caras nem cores, ou bandeiras ideológicas, afinal, a regra é a mesma de sempre: quem depende do governo tem que votar pela continuidade, e Brandão será isso, a continuidade.

O irmão da senadora Eliziane Gama, Eliel Gama, nada pôde fazer, senão cumprir ordens diretas da alta cúpula do Cidadania: pelo deputado Roberto Freire, ex-PPS, que já comandou o antigo PCB.

Por outro lado, o partido da irmandade desfeita, Cidadania, sempre esteve atrelado ao PSDB, pela força do então governador de SP, Geraldo Alckimin, aliado de Brandão, hoje no PSB, mas que poderão estar juntos com o Lula num futuro bem próximo.

Neste sentido, vale salientar que não será surpresa que a própria Eliziane, também, para o terror do pedetista Weverton Rocha, seja puxada para o palanque de Brandão, pelos grandes beiços.

Carlos Brandão, diferente de 2014, quando ascendeu ao cargo de vice-governador, tinha poucos partidos: PSB, PSDB, PCdoB, mas depois de 8 anos, já conta com mais de 10 partidos, e muitos beiçudos para puxar.

Fim do Dinismo, nada de novo foi acrescentado no sistema político do Maranhão, o jogo continua sendo bruto, máquina pública continua mandando e decidindo tudo.

Fim de ciclo: ex-deputado Ricardo Murad comenta saída vexatória de Flávio Dino: “o Maranhão precisa de políticos que trabalhem para gerar riquezas e fazê-las chegar até os pobres”…

Como tudo na vida, chega uma hora que as coisas se desgastam e um novo olhar é necessário para mudar e iniciar um novo tempo. Sistemas de governo se esgotam e precisam de renovação. É o desafio dessas eleições. MUDAR O CICLO.

Ricardo Murad passeia pelo Maranhão de 65, fim da era Vitorinista e inicio do Sarneysismo, até o fim do ciclo Dinista: concentração de riquezas nas mãos dos ricos e deixando os pobres mais pobres ainda. Segundo Murad, “o Maranhão precisamos de políticos que trabalhem para gerar riquezas e que possam chegar até os pobres”.

Vitorino Freire reinou absoluto até o ano de 1965 quando Sarney se elegeu governador. Na época, o estado e o povo viviam na miséria. Com a vitória de Sarney iniciou-se um novo tempo. São 57 anos de um sistema com grandes resultados macroeconômicos, mas que falhou em resolver o nosso principal problema, a pobreza. A maioria da nossa gente vive na extrema pobreza há décadas. É necessário por um fim à crescente concentração de renda e na proliferação sem controle de pobres. O MARANHÃO é um Estado rico, tem o décimo sétimo PIB do Brasil. É muita riqueza, mas mantém à margem e sem acesso à ela milhões de maranhenses.

Esse estigma está demonstrado no levantamento do IBGE do ano de 2020. Enquanto o Distrito Federal tem renda média por pessoa de R$ 2.475,00, a do maranhense é de apenas R$ 676,00, quatro vezes menor e a metade da nacional. O problema é esse. Como aumentar e dar renda a todos?

Aos pobres que se mantém com auxílios do governo e a dos trabalhadores formais e informais, dos profissionais autônomos, dos micro, pequenos e médios empresários que vivem num mar dificuldades sem recursos para sobreviver com o mínimo de dignidade?

A diferença entre Vitorino e Sarney, registre-se, o melhor governador que tivemos, foi que o primeiro manteve o estado e o povo na miséria, e o segundo, conseguiu enriquecer o estado, sem no entanto ter êxito na diminuição da pobreza. Sarney e os seus sucessores fizeram do MARANHÃO um Estado próspero, mas infelizmente, ao longo de décadas, não conseguiram tirar o povo da extrema carência em que vivem.

Tivemos governadores, conservadores, populistas, progressistas, governistas, oposicionistas, mas todos, seguidores do mesmo modelo concentrador de renda. Ter alcançado o décimo sétimo “PIB” do Brasil não significou muito para o povo, para milhões de maranhenses que continuam pobres como na era vitorinista.

O importante, é se haverá, nessas eleições, quem lidere a mudança que se impõe para iniciar um novo ciclo tal qual Sarney em 1965. Dependemos dela para o futuro. Não queremos mais enriquecer o estado, queremos um governo que trabalhe incansavelmente para enriquecer os maranhenses.

Essa é a questão central das eleições. O futuro do MARANHÃO e dos maranhenses dependerá dessa decisão. Mudar o sistema para dar vez ao povo, ou deixar seguir como está? Vamos ter ou não um modelo desconcentrador da renda? Milhões de maranhenses precisam dessa mudança.

Não será fácil porque significará o fim do poder e dos privilégios daqueles que se aproveitam das fragilidades dos eleitores para manter seus mandatos. Ficou fácil ter uma mandato, basta ter poder e dinheiro. E esse círculo vicioso tem que acabar. É o desafio que enfrentaremos para mudar o ciclo no dia 2 de outubro. Com quem? Eu ainda não tenho ideia, mas tenho consciência que posso ajudar.

Vai passar? As marcas do “comunismo” Dinista ficarão para sempre nas costas dos pobres?

Olha ai, Bolsonaro. Relembrando o “samba” do cassetete de Flávio Dino nas costas dos quilombolas da comunidade Cajueiro…

Vai passar:
Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite vai se arrepiar.
Ao lembrar, que aqui passaram sambas imortais.
Que aqui sangraram pelos nossos pés, que aqui sambaram nossos ancestrais.
Num tempo, página infeliz da nossa história, passagem desbotada na memória das nossas novas gerações.
Dormia a nossa pátria mãe tão distraída.
Sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações.
Seus filhos erravam cegos pelo continente
Levavam pedras feito penitentes erguendo estranhas catedrais.
E um dia, afinal, tinham direito a uma alegria fugaz uma ofegante epidemia que se chamava carnaval…

Segundo a reportagem do The Intercept, resgatada pelo blog, a face de ditador do comunismo caiu sob medida em Flávio Dino, que usando a Polícia Militar, ordenou a expulsão de quilombolas com cassetetes, gás lacrimogéneos e balas de borrachas para garantir um negócio da China movimentando somas bilionárias no pior feitio do “capitalismo selvagem”. Escolha a musica, Titãs ou Chico Buarque, Dino parace ser “comunista  ecléctico”, dança conforme a música. 

Só lembrando que foi o grupo do governador Flávio Dino que acusou, durante a campanha eleitoral de 2018, o então candidato a presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro de ser “racista”, “misógino”, “homofóbico”,  perseguidor, “ditador”, etc.

O Cajueiro e o Palácio

“Mudança”?

Relembrando fatos que mostram quem é de fato o “comuno-socialista”  Flávio Dino.

Cajueiro é a mais grave crise do governo Dino. Os fatos começaram na gestão de Roseana Sarney. O bastão mudou de mãos que não se apertam, mas permaneceu íntegro.

Por Rafael Silva, advogado popular. Foto: Ronaldo Sodré

A crise de agora decorre diretamente de uma postura que o próprio governo decidiu adotar, tendo a Secretaria de Direitos Humanos do Estado como agente fundamental. A estratégia de constituir um órgão de Direitos Humanos com pessoas advindas ou com relações com movimentos sociais relevantes parece ter cumprido uma missão de dissipar tensões contra o Governo. O anúncio era “não haverá desenvolvimento sem direitos humanos”. Haveria de fato algo de positivo a dizer. Mas a tática do silenciamento cala também elogios. O projeto de poder poderia ser mais autêntico se a postura política do governo nessa área fosse de respeito real às entidades da sociedade civil e às comunidades afetadas. Mas não foi essa a escolha feita no Cajueiro e não foi a primeira vez que o governo atacou comunidades fragilizadas.

Em 2015 mesmo, a Secretaria de Indústria e Comércio (sempre através dela) ia expulsar 28 famílias pobres dos povoados Batista e Jambuca, localizados às margens do Campo de Perizes, na entrada da ilha. Isso por uma desapropriação bancada pelo governo do Estado para construção do então anunciado Distrito Industrial Bacabeira II. Famílias pobres que viviam há décadas naqueles campos inundáveis receberiam entre R$ 600,00 a R$ 5.000,00 do governo para desocuparem suas casas em 20 dias. Isso mesmo, 20 dias. A Comissão Pastoral da Terra e a Defensoria Pública do Estado juntas agiram firmemente. Denúncias na imprensa, no meio da rua, no redemunho das lutas.

Descobrimos que cinco especuladores imobiliários que jamais pisaram em Bacabeira tinham já à sua disposição mais de R$ 11 milhões depositados pelo mesmo Governo.

Eram milhões para ricos, era miséria para os pobres. Depois dos gritos ao sol, a Secretaria de Direitos Humanos do Estado foi lá “mediar”. Fomos xingados de injustos com o governo. Reclamar faz mal.

Isso é apenas um caso que a memória imediatamente traz. O que o governo, dizem, quer construir lá? Uma “cidade inteligente” para o capital chinês se instalar. O Cajueiro foi a continuidade disso. Andamento de um projeto, de uma escolha. Mas agora o governo tem um projeto nacional e o tempo corre. Precisa de feitos de impacto junto ao grande capital para agradar a ideologia desenvolvimentista. Seria aquele que traz crescimento econômico e respeita os vulneráveis. Sabemos, contudo, que são perspectivas um tanto quanto incompatíveis, contraditórias, difíceis de conciliar. Mas Dino poderia ter ido mais longe na dose mínima de respeito aos destituídos que aparecem como pedras no meio do caminho.

O tempo do capital, contudo, é outro, diverso da bela gestação das palmeiras de babaçu, é o tempo das mídias eletrônicas, das locomotivas vorazes, das vias duplicadas. A mesma velocidade que o governo agora quer e precisa para seu projeto “do MA para Brasil”.

SEINC, SEDIHPOP, SEMA, SSP, SECID caminham juntas de mãos dadas com a W Torre e os bilionários chineses sobre as cabeças de quem quer que seja Cajueiro. Por que não dizer que todo o condomínio governista foi “harmonizado” de cima para baixo?

Na noite em que o exercicio da advocacia foi interpretado como ameaça ao poder, até amigos dos cortesãos sentiram o peso dessa decisão total. Quem não acordou com os tratores de dia ou com as bombas de gás no meio da noite escura diante dos Leões ferozes (não eram mansos para o povo pobre?) pode ainda estar aturdido com o levante inesperado das multidões desvalidas. Acordaram sem entender seus gritos. Procuram agora em vão respostas vazias do andar de cima. Querem entender o porquê do peso do Choque sobre despejados sem aviso algum.

Foi dia e noite de despejos ferozes num 12 de agosto de sol a pino e lua cheia. Desterrados foram tratados como mortos sem direito a luto. Deus lhe pague pelo direito de perder tudo e pelo dever de calar.

Mas essa dor desvenda um enredo trágico. Porque Antígona é “como criança que cai, levanta e assim aprende a caminhar”. A força bruta fere, humilha, derruba, mas quem sente o sabor do chão aprende o caminho de se levantar. Creonte mata, mas herói não é.

O palácio aprenderá pela força das crenças ancestrais que o barulho dos tratores e das bombas não silencia corações que sofrem e lutam.

* O texto foi escrito e divulgado nas redes sociais em 17 de agosto de 2019.