Triste fim…

Será que o PT vai trocar um pré-candidato a senador negro e pobre por uma branca e rica?

PT em transe: um negro, pobre e defensor da causa gay poderá ser rifado por uma branca, rica e elitista, importada de outro estado.

Pouca gente quis tratar do assunto, mas a situação do PT remete aos tempos dos coronés da política, daquela história de Casa Grande e Senzala, onde o coroné que mandava em tudo, escolhia os nomes dos políticos que deveriam ser os governadores, senadores e deputados.

Nem vou me deter em falar do petista Paulo Romão, pois o partido que está nas mãos do governador não pestanejará em rifar a sua candidatura em favor do governador, inclusive com base em noticias nos sites de notícias do governo.

O que importa falar é que a Dilma, nas eleições de 2010, teve aqui no Maranhão votação recorde (clic e entenda aqui), impulsionada pela obras de uma Refinaria Premium, que foi instalada entre os municípios de Rosário e Bacabeira, que consumiu bilhões e nunca gerou um emprego sequer, diferente das lorotas eleitorais da Dilma.

Será com este tipo de palanque que Flávio Dino estaria contando para trazer de volta ao Maranhão a ex-presdiente Dilma Rousseff, para ser sua “suplente”, na sua chapa de senador?

Sem ter nada para apresentar, quer importar de Minas Gerais, uma candidata derrotada que não conseguiu se eleger senadora por lá?

Se for, melhor se preparar para o ostracismo, ainda mais, se tiver que pedir votos, junto com a Dilma em Rosário e Bacabeira. Triste Fim, Dino!

Abaixo, trecho retirado de um site de notícias do governo:

Lixo político, ou: vale tudo, de sujeiras a outdoors?

2022 entrou com outdoors e lixões espalhados…

Durou apenas um dia a paralização dos garis da cidade, que estava sendo mantida pelo Sindicato de Asseio e Conservação de São Luís. Os diálogos permaneceram, tudo foi resolvido, trazendo um clima de paz.

Parece até que outra “bomba” foi desarmada (ou desarticulada), sendo que o prefeito Eduardo Braide, que agiu rápido, mostrando que está esperto e não vai deixar que “forças ocultas” tentem impedir sua gestão.

Para o jornalista político Luís Cardoso as disputas entraram no campo da “estranheza”. “Que o vereador Paulo Victor foi escolhido pelo Palácio dos Leões como candidato a vereador não causa nenhuma surpresa. Mas as adesões que o concorrente tem recebido de um dia pro outro chamam a atenção. O que estaria correndo por detrás de toda essa movimentação?”

Por outro lado, uma outra briga política está sendo travada neste ano de eleição: o grupo derrotado nas eleições municipais de 2020, quer tomar espaços da Câmara de São Luís, para isso, usando a força do governo do estado, com muita publicidade em favor de seus articuladores, que vivem aparecendo nos programas de rádios, sites, e até em outdoors, expondo a imagem dos vereadores que teriam se “debandado” para o outro lado, algo nunca visto por aqui.

A cena política observada dos bastidores acena para que coisas muito estranhas possam acontecer no próximos dias. Seria essa a “democracia” vigente da atualidade no Maranhão, disputas onde “vale tudo”, de sujeiras a outdoors?

Rei da baixaria? Márcio Jerry perdeu outra oportunidade de mostrar que era gente…

“Pau de mexer em merda”?

Márcio Jerry se despede de seu reinado que durou longos 8 anos no governo “comunista”da pior forma possível: confirmando pelas próprias atitudes aquilo que se ouvia sobre sua pessoa.

O secretário de Cidade do governo Flávio Dino (PSB), Márcio Jerry (PCdoB), destilou veneno contra Olavo de Carvalho, após a morte do filósofo.
Ao comentar a passagem do guru bolsonarista, o comunista o chamou de “estúpido”.
Mas garantiu haver lamentado seu falecimento. Para completar, compartilhou mensagem da deputada Jandira Feghali (PCdoB), que disse não comemorar morte “nem de figura abjeta”.

Ao comentar de forma desrespeitosa, mostrando-se insensível ao falecimento de um professor de filosofia declaradamente do campo da direita, o deputado federal e secretário de Estado de Cidades, Márcio Jerry, que foi por dois mandatos, o mais influente (pensando, inclusive, que era dono do governo) aliado de Flávio Dino, que também é presidente do partido do governador, o PCdoB, mas tem comportamento totalmente incapacitado, ou baixo, para os cargos importantes que ocupou.

Quem é rei nunca perde o reinado.

Desta forma, pelas próprias atitudes, Jerry afirmou tudo que se falava de sua pessoa.

Para não deixar dúvidas, deixarei ao lado um trecho da reportagem do jornalista Gilberto Leda.

Veja no vídeo: Jovem Pan mostra ao Brasil aquilo que seria “falta de sorte” dos eleitores por falta de candidatos no Maranhão…

Falta de sorte ou de sabedoria do povo?

O assunto “eleição 2022” rendeu ao Maranhão ser mostrado como azarado por conta de suas escolhas. A emissora criticou o continuísmo de Roseana Sarney e Flávio Dino, que busca emplacar seu candidato a governador, disputado na mesma chapa uma cadeira ao senado.

A reportagem entrou duro na falta de nomes de políticos capazes, que possam disputar e fazer diferente daquilo que tem se repetido por décadas, uma política mequetrefe, mostrando ao Brasil inteiro a falta de sorte de nosso povo, que parece não saber escolher, ou não se cansar de ser enganado.

Confira no vídeo:

Pelo tuíter, presidente Bolsonaro anuncia falecimento de Olavo de Carvalho…

Professor de filosofia, o patriota brasileiro foi perseguido como sendo “guru” de direita mas que na verdade, teve reconhecimento internacional pela dureza de suas criticas contra a massificação da ideologia esquerdista nas universidades do Brasil.

O anúncio da morte de seu amigo foi feito nesta madrugada.O presidente Bolsonaro sempre demonstrou pelo professor Olavo de Carvalho profunda admiração e respeito. Confira suas palavras:

 

Roberto Rocha desmascara comunismo de Flávio Dino: miséria e fome pioraram no Maranhão, confira nos números do IBGE…

Senador Roberto Rocha mostra a miséria e questiona política comunista de Flávio Dino: foi para isso que foi eleito governador?

E ainda quer ser candidato a senador?

Após 8 anos, os números da miséria alarmantes mostram que a verdadeira intenção de Flavio Dino é permanecer na política prejudicando as 217 cidades do Maranhão.

Qualquer político, qualquer gestor, qualquer ser humano dotado de sentimentos pelos eu povo ao sentar na cadeira de governador faria alguma cosia para reveter o triste quadro de miséria, mas, o ex-juiz que prometeu tirar o Maranhão da pobreza, nada fez a não ser brigar, fazer “resistência” ao governo federal.

Ainda bem que o senador esteve ao lado do presidente do Brasil buscando melhorias para o povo, como o Auxílio Brasil, que dará para metade da população do Maranhão mais de R$ 400 por mês.

Dos três senadores maranhenses, apenas um ficou ao lado do presidente e a favor dos pobres. Confira, abaixo:

 

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Prefeito tem que dar exemplo: Braide arregaçou as mangas e meteu a mão na terra para ampliar a produção da Zona Rural de São Luís…

Eduardo Braide plantando com agricultores da Zona Rural de São Luís.

Incentivando a produção de nossa Zona Rural.

O evento aconteceu na manhã desta segunda-feira (24), em sua primeira visita à sede da Secretaria de Agricultura, Pesca e Abastecimento de SL, onde entregou equipamentos que foram adquiridos em parceria com a Codevasf, com recursos de suas emendas enquanto deputado federal.

Benefícios para a agricultura de São Luís:

“Nós sabemos que durante o período de estiagem a produção rural é prejudicada pela falta de chuvas. Por isso, quando ainda era deputado federal, destinei emenda para a compra de kits de irrigação para ajudar a nossa Zona Rural. E são estes kits que estamos entregando hoje. Com isso, vamos ampliar a quantidade de alimentos que adquirimos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos e do Programa Nacional de Alimentação Escolar, levando para a mesa da população e para o refeitório das nossas escolas, o alimento produzido aqui na Zona Rural de São Luís”, destacou o prefeito Eduardo

Com a entrega dos kits, a Prefeitura vai ampliar a quantidade de produtos fornecidos pelos agricultores familiares locais cadastrados no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), gerando mais renda para estes trabalhadores. Durante a solenidade, também, foi anunciada a reabertura das compras do PAA na capital maranhense.

A Semapa deverá disponibilizar mais quatro tratores novos para intensificar as plantações da Zona Rural

Ao todo, foram entregues 37 kits de irrigação a pequenos produtores rurais da capital, contemplando 20 comunidades da Zona Rural de São Luís, ressaltando que, também foram doados 4 tratores agrícolas, 4 grades aradoras, 10 freezers horizontais, 01 máquina de gelo, melhorando a assistência técnica prestada pela Semapa aos pequenos produtores rurais de São Luís. (informações e fotos: Secom-SL)

Gol do Mateus: Humildade ou excesso de publicidade?

Novo bilionário do Nordeste, Ilson Mateus aparece descendo de carro popular e causa espanto nas redes sociais.

Será que o Mateus sentiu o preço da gasolina? Alô, Flávio Dino, que tal baixar o ICMS? Nem o Mateus está aguentando…

Na imagem do dia, uma foto que causou estranheza nas redes sociais; todo mundo querendo saber o motivo da aparição do empresário bilionário, dono da rede de supermercados Mateus, no pátio de umas das lojas descendo de um carro popular.

O empresário da rede atacadista, que dominou o mercado reinando sozinho no Maranhão, tendo expandido sua rede para outros estados, seria uma pessoa que não ostenta riquezas, apesar de possuir vários carrões, casas e aviões de luxo.

Alguns arriscaram dizer que tudo foi pura encenação, afinal, um empresário do porte do Mateus têm carros blindados e só sai de casa bem escoltado com seguranças particulares. Faz sentido, afinal, o bilionário sabe muito bem que a  violência está elevada no Maranhão.

Além da gasolina, tudo está mais caro, sendo que a roubalheira está descontrolada e em níveis astronômicos…

Viva a humildade!

A fábrica de pesquisa…

De onde vêm e a que interesses servem as pesquisas que inundam o noticiário indicando quem será o próximo presidente – mas quem acredita nelas?

Revista Oeste – Em maio do ano passado, a edição 62 de Oeste chamou a atenção para um fenômeno em curso no Brasil: a multiplicação de pesquisas eleitorais, algumas com disparidades gritantes, replicadas à exaustão pela imprensa.

Nos meses seguintes, o volume de levantamentos aumentou.

E o brasileiro acostumou-se a acordar ao menos uma vez por semana com uma manchete indicando quem deverá ser o próximo presidente da República. Mas qual é a explicação para essa usina de sondagens eleitorais?

Há algumas respostas. A primeira é que, cada vez mais, instituições financeiras, empresas e veículos de comunicação querem se sentir parte do jogo político. Como a mídia repercute qualquer notícia contra o governo Jair Bolsonaro, por exemplo, visibilidade já é negócio garantido. Contudo, não há – nem são exigidos – registros em jornais, sites, revistas ou emissoras expondo detalhadamente o questionário nem a metodologia aplicada. Eles publicam e ponto.

Outro dado importante é que a pandemia barateou um processo que já fora trabalhoso e caro. Muitos desses levantamentos nem sequer são feitos em campo – mas, sim, por um computador, por meio de ligação telefônica, ao custo de, no máximo, R$ 0,10 – ou nem isso, conforme o pacote de dados. Isso, convém frisar, não é uma “jabuticaba”. Nos Estados Unidos, hoje em dia também funciona assim, como ocorreu na disputa entre Donald Trump e Joe Biden.

O processo é similar ao usado pelas operadoras de TV por assinatura, por exemplo, para atender um cliente que liga para reclamar da oscilação do sinal. Só que nas pesquisas é o robô que faz a ligação e pergunta: “Se você acha que o governo é bom, disque 1; se acha que é regular, disque 2; péssimo, 3”. Há menos de uma década, uma pesquisa encomendada a um instituto tradicional não custava menos de R$ 200 mil – valor repartido entre uma emissora de TV e um jornal ou revista.

É natural questionar se, de fato, as empresas de pesquisa sabem a veracidade das informações de quem está do outro lado da linha – e se alguém atendeu, de fato, à chamada. Mas elas parecem ter descoberto uma fórmula infalível: quanto pior o resultado para Jair Bolsonaro, maior a exposição na mídia e nas redes sociais. É um tiro certeiro.

Quem financia?

As instituições financeiras, especialmente os bancos de investimentos, também enxergaram nas pesquisas que levam a própria assinatura um bom negócio para atrair e fidelizar clientes. Tornaram-se produtos oferecidos aos interessados em descobrir qual será o desfecho do instável cenário político brasileiro. Seguramente, muitos leitores já receberam em algum grupo de WhatsApp a mensagem de um amigo dizendo que iria compartilhar dados de uma pesquisa do banco X ou Y. Ou seja, não é preciso mais ler o jornal para saber o resultado: o cliente tem ou recebeu em primeira mão.

Em dezembro, um levantamento do site Poder360 revelou que, desde outubro de 2020, instituições financeiras e empresas pagaram por 22 pesquisas sobre as eleições deste ano. Nenhuma delas feita por institutos que os brasileiros já estavam acostumados a ver no noticiário, como o Datafolha ou o Vox Populi. São novos “cientistas” de dados, que encontraram um nicho de mercado.

Como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só impõe regras para a realização de sondagens dentro do ano eleitoral, até o último dia de 2021 essa foi uma verdadeira terra sem lei. Esse cenário mudou neste mês, quando todas as entidades passam a ser obrigadas a fazer registro prévio do material – o cadastro precisa ser protocolado até cinco dias antes da divulgação, conforme o artigo 33 da Lei 9.504/1997, a Lei das Eleições. Com certeza, o volume de pesquisas vai refluir, porque os critérios são rígidos, e a divulgação sem o aval do TSE – o que inclui plano amostral, quem financiou e onde foi feita, por exemplo – constitui crime.

Provavelmente, as próximas sondagens não vão ter no questionário perguntas como as feitas pelo Vox Populli em maio do ano passado: “Pelo que você viu ou ficou sabendo, você acha que Lula e o PT foram perseguidos nos últimos anos, com o impeachment da Dilma e a prisão de Lula, ou não houve uma perseguição contra eles, foram tratados da mesma maneira que outras lideranças políticas e partidos?”. E ainda: “Quanto Bolsonaro é responsável pelas mortes por coronavírus no Brasil?”.

Por que erram tanto?

Se as pesquisas eleitorais fossem uma ciência 100% séria – e não servissem de ferramenta de campanha nem máquina de “cliques” na internet -, as páginas dos jornais no dia seguinte às urnas não seriam povoadas por analistas tentando justificar erros crassos. Isso já ocorre no Brasil há pelo menos uma década. As teorias são as mais estapafúrdias possíveis: o instituto tal conseguiu flagrar uma onda de crescimento de última hora, a abstenção recorde foi decisiva por causa das chuvas – ou do sol, se o domingo for propício para praia. A manchete favorita na manhã de votação é quase sempre igual: os candidatos chegam em empate técnico no dia “D”.

No último pleito municipal, por exemplo, o Ibope informou, na véspera, que a comunista Manuela D’Ávila tinha vantagem numérica de 2 pontos porcentuais sobre Sebastião Mello (MDB). Até ela acreditou. Deu entrevistas em êxtase e por pouco não anunciou um futuro secretariado. Mello foi eleito com quase 55% dos votos. Em Vitória (ES), não foi diferente. O mesmo instituto afirmou ter captado um crescimento vertiginoso do ex-prefeito petista João Coser, que estava empatado com Delegado Pazolini. Sites e perfis de esquerda comemoraram a virada contra o “bolsonarista”. Pazolini ganhou com mais de 58% dos votos.

Há quatro anos, ocorreu o mesmo nas disputas pelos governos de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Os principais institutos não cogitavam os eleitos Romeu Zema (MG) e Wilson Witzel (RJ) sequer no segundo turno. Em solo mineiro, só estavam no páreo o então tucano Antonio Anastasia e o petista Fernando Pimentel. O desconhecido Zema foi eleito no segundo turno com 72% dos votos. Witzel também ganhou, mas acabou deixando o governo pela porta dos fundos por excesso de bandalheiras.

Na corrida presidencial, ninguém errou mais feio do que o Datafolha, quando publicou, dez dias antes do pleito, que o petista Fernando Haddad venceria Jair Bolsonaro “em qualquer cenário”. O Vox Populli foi além, a ponto de sites como o da própria Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outros satélites celebrarem a virada nas últimas horas. “A virada de Haddad foi em cima dos indecisos, que estão optando pelo petista, quando entendem o que está em risco”, disse na época Vagner Freitas, presidente da central.

Olhar momesco ou miopia comunista? Roberto Rocha denuncia que Flávio Dino decretou Estado de Calamidade Pública ao mesmo tempo que mandou 5 milhões para o “Carnaval do Covidal”, sem se preocupar com as vítimas das enchentes…

Olhar social ou olhar carnavalesco? Flávio Dino demonstrando sua visão política contraditória!!!

Apenas impressão minha ou a bolada milionária enviada para o Carnaval poderia ser melhor aproveitada para quem está sem casa, comida, remédios, enfrentando calamidades?

Falta visão humana. Povo não quer ser visto como massa de manobra.

Isso porque os eleitores maranhense estão longe de imaginar os derrames ( e aglomerações) que o governador que decretou LOCKDOW recentemente, fez durante as festas do natal e ano novo.

Que tipo de gestor irresponsável poderia fazer isso?

Pois é, o ainda governador, Flávio Dino, acaba de enviar 5 MILHÕES para aglomeração de Carnaval, no exato momento que o Maranhão está enfrentando as calamidades das enchentes.

O assunto foi parar nas redes sociais pelo senador Roberto Rocha, que cobrou do comunista que tenha um “olhar social” para as famílias que perderam tudo nas enchentes.

Em ano de eleição é assim: mesmo com a pandemia do covid-19, com hospitais lotados de doentes, surtos de gripes, várias cidades enfrentando o drama das enchentes, ainda assim, o pré-candidato a sendor pelo PSB, Flávio Dino, ao que tudo indica, preferiu comprometer-se com os foliões e mandar uma verba milionária (5 milhões) para gastar numa festa que vai promover aglomerações.

Na denúncia que fez em suas redes sociais, o senador liberal disse que Flávio Dino optou por decretar Estado de Calamidade Pública para buscar recursos do governo federal, que segundo o senador é algo compreensível e justo, mas questionou ao mesmo tempo, o envio de 5 MILHÕES para serem gastos com a festa do carnaval, que seriam para cantores de renome nacional, tudo isso, enquanto seu povo sofre pelas enchentes.

Olhar comunista nunca contemplou o povo de verdade, aliás, em 8 anos, Flávio Dino só viu o povo como eleitor, pagador de impostos, massa de manobra. Tudo de pior aconteceu pelas mãos de quem prometeu mudar o Maranhão.

A ideologia esquerdista demonstra que nunca lutou pelo povo, mas para ascender ao poder.

O povo do Maranhão quer ser visto com visão humana, que ser tratado com dignidade, quer crescer, trabalhar, prosperar, ser tratado como gente. Chega de cegueira política!

 

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