A esperança dos brasileiros diante da corrupção petista: tem culpa Bolsonaro?

Culpar Bolsonaro não deveria servir para apagar a história política do Maranhão.

Bolsonaro defendeu a liberdade e sempre deu abertura para a imprensa, diferente de Dino, Lula e Sarney.

O PT pode até mudar o discurso, mas não consegue apagar a realidade. A imprensa no geral, partidária do Lulopetismo, ou no Maranhão, Sarno-petismo, não consegue falar dos verdadeiros e culpados e tentam acusar quem está preso.

Podem até não gostar do movimento criado pelo então deputado federal, Jair Messias Bolsonaro, o anti-PT, que elevou-se do “baixo clero” até o posto máximo da república.

O presidente Bolsonaro foi o propulsor da renovação política do Brasil, sua perseguição pelo esquema corrutos deixou claro isso. O que não
conseguirão apagar é uma ideia que ultrapassa nomes e partidos: a esperança de um Maranhão sem oligarquias e de um Brasil sem a hegemonia política de Lula e do PT.

Mesmo xingado pelos new petistas, Bolsonaro, diferente dos oligarcas, nunca perseguiu jornalistas.

Mesmo diante das crises, escândalos e contradições que cercam o petismo, ainda há jornalistas dispostos a defender o partido e, diante dos próprios erros, procurar culpados em outro lugar. A velha fórmula: errar e jogar a responsabilidade no adversário.

O nome Bolsonaro incomoda especialmente quando usado para deslocar o debate sobre a velha política. No Maranhão, a história registra décadas de hegemonia política ligada ao grupo Sarney, enquanto diferentes forças, inclusive o PT em determinados períodos, fizeram alianças com esse grupo.

Por isso, discutir Bolsonaro, culpá-lo, não deveria servir para apagar a história política do Maranhão.

Se tiverem que falar do Bolsonaro, que falem sobre a esperança do Brasil sem militância no judiciário, politica sem corruPTos, censuradores de liberdade, ou goveno de oligarcas.

Aí, sim. Tem culpa Bozo.

Mouse’s dark: Toga com lupa para adversários e olhos vendados para aliados?

Dino fechou os olhos para fiscalizar a extrema esquerda?

O político de toga que tenta controlar o Maranhão por seus tentáculos em Brasília parece não enxergar as denúncias envolvendo seus aliados.

O Jornal da Cidade Online também publicou denúncia sobre cerca de R$ 4 milhões em emendas parlamentares destinados, desde 2025, à ONG “E se Fosse Você”, fundada por Manuela D’Ávila.

Segundo a publicação, a entidade teria recebido recursos públicos enquanto promovia eventos políticos com a participação da própria Manuela, então candidata ao Senado.

A pergunta é inevitável: por que determinadas denúncias parecem provocar tanta mobilização institucional, enquanto outras, envolvendo aliados políticos da esquerda, não recebem a mesma atenção?

Dois casos que poderiam ter a mesma urgência do “ministro comunista”, mas, como o PCdoB era sua legenda preferida, Dino parece não se importar.

Justiça não se faz com partidarismos ou ideologias.

Dark mouses?

Márcio Jerry é alvo de questionamentos sobre emendas milionárias e empresa ligada ao filho. E o Jornal da Cidade Online denunciou R$ 4 milhões em emendas para ONG ligada a Manuela D’Ávila.

Quer dizer então que o STF liberou geral a pratica da fiscalização seletiva, que o faz permanecer em silêncio de forma partidária ou conveniente?

O fato da foto…

Há 16 anos estamos denunciando o engodo eleitoral da refinaria eleitoreira de Bacabeira….

Goggle marcando o histórico da política maranhense. Há 16 anos fui enviado para registrar as imagens daquilo que seria uma refinaria que geraria milhareds de empregos….

Há 16 anos, fui enviado para registrar imagens daquilo que seria uma grande refinaria no Maranhão, que foi um projeto anunciado como capaz de gerar milhares de empregos e transformar a economia do Estado, mas serviu apenas para eleger os candidatos do Lula: Dilma Rousseff (presidente do Brasil) , Roseana Sarney (governadora), Edison Lobão (senador campeão de votos) e João Alberto (senador)

As promessas ficaram registradas nas imagens.

Hoje, o Google ajuda a preservar essa memória e a lembrar ao maranhense de uma velha pergunta: quantos desses grandes projetos anunciados saíram, de fato, do papel?

O tempo passou. Depois disso, a oposição ao Sarney venceu.

A história política do Maranhão também se conta pelas promessas que ficaram pelo caminho, como da antiga refinaria largada no mato.

Valeu, Goggle.

Lupion declara apoio a Allan Garcês e destaca defesa do agro

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, declarou apoio a Allan Garcês e destacou sua atuação no Congresso em defesa do setor produtivo.

Presidente da Frente Parlamentar Agropecuária declara apoio a Allan Garcês e destaca atuação em defesa do agro

Segundo Lupion, Allan está entre os parlamentares mais participativos nas pautas relacionadas ao agronegócio, com posicionamentos e votações alinhados aos interesses de quem produz.

Para Allan Garcês, o Maranhão precisa aproveitar melhor seu potencial no agronegócio. “O agro é a força econômica motriz do Brasil e, principalmente, do Maranhão. Temos um potencial enorme de produção, geração de renda e empregos, mas precisamos criar as condições necessárias para que quem produz possa crescer.”

O parlamentar também defende mais segurança jurídica e previsibilidade para produtores e investidores, apoiando medidas como o PL 2.159/2021, que estabelece regras gerais para o licenciamento ambiental.

A manifestação de Lupion fortalece a posição de Allan Garcês no debate nacional sobre o agro e reforça sua atuação em defesa do setor produtivo maranhense.
Veja o vídeo:

Lula lá, Camarão cá, sozinho. Esquecido como laranja, parte II….

Enquantos togados não conseguem mais esconder suas faces políticas em Brasilia, nos estados os tentáculos politicos conseguem impedir até o presidente que faz politica 24h, de visitar São Luís.

É fato que a presença de Lula ia ser disputada, de um lado fortalendo a principal aliada do MDB, Roseana Sarney, que lidera a corrida ao senado, e de quebra, traz votos para o sobrinho do governador Brandão.

Postagem do blog do Déça

E o Camarão, sacrificado?

Sim, tudo indica que a mexida por cima, suprema, demonstrou que os petistas não querem Camarão, que diga o deputado federal de mandato, Rubens Pereira Jr.

Ora, o presidente do do Brasil, dono da legenda que governa o país, já gravou vídeo pedindo votos para Felipe Camarão. Mas, em plena eleição, Lula não aparece no Maranhão para levantar o braço de seu próprio candidato.

E aí surge a contradição: PT sem Lula?

Como explicar que o presidente, que esteve ao lado de candidatos aliados em outras eleições, tenha dificuldade de fazer campanha justamente no estado onde o lulismo teve força eleitoral?

Mais curioso ainda é o comentário de um jornalista identificado com o campo petista: “O mais próximo que ele chegou de um evento foi quando fez um comício ao lado de Roseana, exatamente no município de Timon. Mas nem em Timon ele aceitou campanha com Felipe…”

A pergunta permanece no ar:

Lula, nem o PT querem o Camarão, ou alguém (com tentáculos políticos em Brasilia) não quer Lula em São Luís?

Fato ou fake, eis as fotos: O presidente Lula não levou a sério Camarão ou apenas cumpriu ordens de alguém?

Lula lá e Camarão cá, sozinho. Esquecido feito um zé ninguém. Laranja que chama?

Sujeito oculto agiu novamente, depois de 20 anos, para impedir o presidente Lula de levantar as mãos de seu candidato em São Luís, é candidato ou é laranja?

Em 2006, Lula foi impedido de vir a São Luís.

Confira as duas fotos, ou fatos:

Primeira foi em 2006, quando Sarney impediu o Lula de vir à capital do Maranhão enquanto estava em Teresina.

Ná época, Lula veio até Timon, mas, nas eleições de 2026, nem isso fez, retornou para Brasilia sem ao menos levantar as maos de seu pretenso candidato, Felipe Camarão.

Confira a foto do candidato a governador pelo PT, Felipe Camarão, na manchete do Déça:

Da série “casa grande e senzala”, dinheiro apenas para brancos, héteros e ricos, Lula?

Viram aí a coluna do Walkir Marinho retratando a verdadeiro seletividade no partido da extrema esquerda?  Confira trechos ao lado:

Do Maranhão, vem mais um retrato da contradição do lulismo: quem acreditou no discurso de igualdade, inclusão e representação dos pobres, negros, LGBTQIA+ e moradores das periferias descobre, na prática, que o acesso à “casa-grande” da política continua reservado a poucos.

Fez o L, acreditou na promessa de igualdade e tentou fazer política dentro de um partido que se apresenta como defensor dos excluídos. Mas, quando chega a hora de dividir espaço, poder e prestígio, a realidade pode ser bem diferente do discurso.

No PT de Lula, a igualdade parece funcionar muito bem no palanque. Nos bastidores, a fila para entrar na “casa-grande” continua grande.

Saibamais no post abaixo:

 

Pobre, negro, homossexual e morador de favela não têm vez no PT de Lula?

Cortina de fumaça: tanta urgência assim para perseguir aliados do preso político, Jair Bolsonaro?

A inevitável exposição da militância tóxica dos políticos agindo ao arrepio da Constituição!!!!

No “olho do furacão”, surge mais uma canetada de Flávio Dino. E fica a pergunta ao eleitor: por que tamanha pressa justamente agora, em plena eleição? A toga, que deveria representar equilíbrio e imparcialidade, não pode transmitir ao cidadão a sensação de uma balança com pesos diferentes.

Ontem, uma decisão monocrática passou por cima de um colegiado. Hoje, surge uma nova operação envolvAendo aliados do campo bolsonarista, enquanto o debate sobre o financiamento de um filme é utilizado como verdadeira cortina de fumaça política.

Enquanto decisões e episódios envolvendo figuras ligadas à esquerda parecem receber outro tratamento, adversários políticos de Lula são submetidos a buscas, apreensões e decisões de enorme impacto político

E o eleitor pergunta: onde estava essa mesma urgência diante das denúncias envolvendo o dinheiro dos aposentados, das controvérsias sobre contratos milionários e dos episódios que atingem integrantes e aliados do atual sistema de poder?

Não se trata de defender impunidade para ninguém. Trata-se de exigir isonomia, devido processo legal e imparcialidade. O problema é quando a Suprema Corte começa a ser percebida como protagonista da políticagem diante das disputas políticas.

E isso nos leva a uma frase que ficou marcada: “Nós destruímos o bolsonarismo”, dita por Luís Roberto Barroso ao lado de Flávio Dino. (vede post abaixo)Como maranhense, só posso lamentar: essa politização do Judiciário envergonha o nosso estado e aumenta a desconfiança dos brasileiros nas instituições.

Até quando as “canetada supremas  vão descondenar, anular, tirar a autoridade de um colegiado de juizes, no caso, de ministros que não se deixaram levar pela “militância” em substituição ao equilíbrio?

Canetadas, cortinas de fumaças, acho que Isso já está ficando tóxico demais!!!!

 

O esgoto do sigilo transbordou…

Alguém ainda lembra das palavras de um ministro afirmando que o STF “derrotou o bolsonarismo”?

Durante anos, a extrema esquerda percebeu que não precisava vencer apenas nas urnas. Era preciso também neutralizar o adversário político e ocupar os espaços de poder. A frase atribuída ao então presidente do STF, Luís Roberto Barroso, ao lado de Flávio Dino.

Dino, tornou-se emblemática: “Nós destruímos o bolsonarismo.”
Destruir um movimento político não deveria ser missão de tribunal. Justiça deveria julgar fatos, não projetos políticos.

Para se ter uma ideia dos absudos, essa tática nefasta de impor sigilos, impedir advogados de acessos aos altos dos processos, tudo sua gênese está atrelada a políticos de um estado pobre liderado por um déspota com desejos supremos, que tá nem aí para a população extremamente pobre, individada e doente…

O que veio depois, a nível nacional, foi uma sucessão de inquéritos, decisões controversas, censuras, prisões e processos envolvendo opositores, enquanto o sigilo servia como uma espécie de blindagem.

Agora, com decisões e documentos voltando à superfície, o esgoto do sigilo transborda. Confira clicando aqui : 

E quando até decisões de um colegiado passam a ser derrubadas por canetadas individuais, a pergunta deixa de ser apenas jurídica:
quem fiscaliza quem chegou ao poder dizendo defender a democracia?

A história pode até registrar que a extrema esquerda venceu uma batalha política. Mas também poderá registrar o preçoǰ dessa vitória: a erosão da confiança nas próprias instituições que deveriam estar acima da disputa política.

Abaixo, veja o vídeo e saiba que realmente esse povo extremista é capaz de tudo, inclusive usar estruturas públicas, como da justiça, para tomar o poder e calar, tirar cada vez mais a liberdade do povo.

 

Surpresa zero da balança pendente, extrema, e com lados políticos definidos?

Para surpresa de zero eleitor da política:

Não há tratamento igual para adversáriso do PT, a mesma balança que prende quem pinta de baton uma estátua é a mesma que nada viu de errado, por exemplo, nos contratos milionários da esposa de ministro do STF.

Para piorar, o senador eleito pelo Maranhão, que virou ministro, Flávio Dino, aparece agora tentando desfazer atos contra a banda podre do Supremo.

É curioso ver quem sempre defendeu a força do Judiciário aparecer preocupado justamente quando as decisões começam a atingir os próprios integrantes da Corte.

Enquanto isso, permanecem perguntas que exigem respostas: o contrato milionário envolvendo o escritório da esposa de Alexandre de Moraes e o Banco Master precisa ser esclarecido.

A OAB-DF, inclusive, abriu processo disciplinar sobre o caso.
Dino deveria cobrar transparência e investigação, não apenas defender a “instituição”.
A pergunta é simples: será que existe o mesmo interesse em investigar quando as suspeitas atingem gente do próprio Supremo?

Ou, nesse caso, também será preciso contar com uma PF, um Judiciário e uma PGR que muitos brasileiros já não enxergam como suficientemente independentes?

Ao lado fotos comprometedoras que cairam no esquecimento dos togados ávidos por condenar e perseguir adversários da extrema esquerda. CONFIRA O VÍDEO:

 

 

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