Outra palhaçada? Vídeo desmascara Duarte Júnior e sindicato do PCdoB comandado por Márcio Jerry…

Veja no vídeo:

Caiu a máscara do comunismo Dinista. No vídeo que circula nas redes sociais, gravado pelo jornalista Linhares Júnior, dando a explicação óbvia para uma ação criminosa que prejudicou, por 4 adias, a população de uma capital.

Sem falar que na gestão passada, do pedetista Edivaldo Holanda Jr, esse sindicato passou 8 anos aprontando todas.

Palhaçada? Adivinhem quem estaria por trás de outra ação maligna para atrasar, ainda mais, a população maranhense?

Sindicalista do PCdoB, aliado do candidato derrotado do Palácio dos Leões, Duarte Júnior, que desobedeceu a Justiça negando-se o retorno dos ônibus sendo chamado de criminoso.

A palhaçada é tão grande que ainda têm políticos caras de paus, que vão para as redes sociais querer acusar outros, atirando pedras e escondendo as mãos.

Por Linhares Jr – “Entenda como funciona a máfia montada para chantagear o prefeito de São Luís, aumentar as passagens e extorquir a população. Fatos que são escondidos da população para facilitar a atuação de um grupo criminoso instalado há décadas no sistema de transporte público da capital”.

Politicagem na Academia Maranhense de Letras? Dino teria usurpado a vaga de uma mulher e mais três escritores para se igualar a Sarney…

Vaias para a AML: Até os imortais renderam-se à políticalha?

Sem escrever um livro, Flávio Dino teria usurpado o lugar de outros homens da letra, escritores, poetas autenticos. Progressismo ou hipocrisia? O os comunistas vão dizer de um homem que tomou o lugar de uma mulher?

Na “eleição” para ocupar a cadeira de número 32, que perteceu a Sávio Dino, pai do governador, que “disputou”, tirando a vaga de uma mulher a escritora Azenate Oliveira, de três homens: Antônio Guimarães de Oliveira, José Rossine Correa e José Carlos Sanches.

Homem das letras, jornalista maranhense critico e escritor definiu a “eleição” da AML: Criticar a entrada de Dino é não entender nada de Academia e de Maranhão. Portanto, aplaudir teria sido o pior tipo de vaia. A Academia Maranhense de Letras segue como símbolo de uma sociedade provinciana, atrasada política, econômica e intelectualmente. Flávio Dino deu mais um passo no seu sonho de ser Sarney: é governador e agora membro da AML. Os próximos passos serão a Presidência da República e a Academia Brasileira de Letras. Quanto ao atraso do Maranhão, bem, nesse campo os números dos indicadores sociais mostram que Dino e Sarney são a mão e a luva.

Sobre a cadeira que era do intelectual Sávio Dino, este sim, escritor, amigo pessoal do ex-presidente José Sarney, muitos intelectuais, poetas, escritores lamentaram pelo curso óbvio que aquela augusta casa deveria tomar diante de outra imposição política.

A reflexão ao lado nos sugere um retorno ao passado, ao tempo dos oligarcas, onde tudo era feito de acordo com as conveniências da politicalha.

Em relatos feitos nas entrelinhas, alguns ainda acharam que a AML se apequenou, foi reduzida, pois merecia ter um substituto à altura daquela casa, não um politico que tem na sua égide marcas que sugerem o contrário de tamanha honraria.

Para igualar-se a Sarney, Flávio Dino forçou sua entrada na Academia Maranhense de Letra.

A “votação” que elegeu Flávo Dino acabou por impedir, tirar a vaga de três outros candidatos autenticos, escritores, poetas, academicos natos maranhenses, que foram, tudo indica, ofuscados por uma imposição da politicagem.

Criticas e lamentos:

Na leitura do jornalista Roberto Kenard, o comunista Flávio Dino deu mais um passo na sua busca desenfreada pelo poder e de se igualar ao “imortal” José Sarney.

Confira abaixo, nas entrelinhas, os recados deixados pelos internautas feitos à AML pela triste escolha que prejudicou outros escritores auténticos para “eleger” um político. (Veja outro post, abaixo, Flávio Dino recebendo mais critica)

Mais Críticas: Como nos tempos dos “OLIGARCAS” Flávio Dino, enfim, vai ocupar vaga na ACM e já pode se igualar a Sarney…

Fiquem com o textão retirado do Blog do Abdon Marinho .

A imortalidade contestada:

CINÉFILO, trago na memória os filmes que mais me emocionaram ao longo dos anos. Entre estes destaco a trilogia “O Poderoso Chefão”, magistral obra Francis Ford Coppola.

O advogado Abdon Marinho no seu texto fala da escolha da ACM para que o governador Flávio Dino possa ocupar a cadeira que pertenceu ao seu pai na Academia Maranhnse de Letras. Seria indícios de outra “Oligarquia”? Ao lado, uma foto divulgada por amigos do governador nas redes sociais no momento que estaria comemorando o feito.  Os aliados do governador comunista, que teima em esconder quem de fato é, estavam ansiosos pela divulgação da foto, pois aí está. Bela camisa, governador.

Logo no início do primeiro filme, lançado no Brasil em 1972, aparece o chefão Vito Corleone, na interpretação estupenda de Marlon Brando, recebendo o agradecimento e um “beija-mão” por um “favor” prestado a um agente funerário, que humildemente e com claro temor pergunta como poderá pagar pelo que foi feito.

Na minha lembrança é mais ou menos assim. Respondendo-lhe D. Corleone que no momento certo saberá como pagar pelo obséquio.

Guardem essa cena.

À ilha do Maranhão cheguei, de forma definitiva, em 1985, para iniciar o ensino médio no Liceu Maranhense, portanto, há quase quarenta anos. Não lembro, em todos estes anos de ter testemunhado, nem mesmo de “ouvir falar” de questionamentos sobre as escolhas dos imortais da Academia Maranhense de Letras – AML.

De tão discretos, os imortais, pouco se sabe deles ou o que fazem e muito menos das eleições que realizam para a escolha do sucessor do “morto-rotativo”. Talvez, aqui e ali, algum buchicho ou decepção com esta ou aquela escolha. Nada que ultrapassassem os umbrais da Casa, na Rua da Paz, quando muito, chegando ao Senadinho da Praça João Lisboa, logo à frente, assim mesmo, “correndo” apenas entre uma seletíssima plateia.

Nada que despertasse o interesse dos cidadãos que precisam acordar cedo para “ganharem” o sustento das suas famílias.

Era assim. Não é mais.

Depois do suposto episódio de cunho sexual homoerótico que teria tido como ator principal um parlamentar da Casa de Manoel Beckman foi a vez da atenção da patuleia ser tomada pela eleição na Casa de Antônio Lobo.

Tal celeuma, desta vez, deu-se porque ninguém menos que o governador do Estado, senhor Flávio Dino, “botou na cabeça” que era o nome ideal para sentar-se na cadeira que fora do seu pai, Sálvio Dino, ocupante da cadeira 32 na AML, falecido no ano de 2020, vítima da pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

A polêmica teve lugar porque sendo o Maranhão uma pequena aldeia e São Luís o seu núcleo, não há quem não saiba da vida de todo mundo.

Por estas paragens, ninguém duvida da inteligência de sua excelência, tido por muitos, como muito inteligente, um dos melhores de sua geração.

Menino precoce que concluiu os estudos fundamental e médio no Colégio dos Irmãos Maristas, na Rua Grande, “de primeira” ingressou no concorrido curso de direito da Universidade Federal do Maranhão e, em seguida, foi aprovado, quase que simultaneamente, em dois concursos públicos especialíssimos: de professor da própria universidade federal em que estudara e de juiz federal da Primeira Região – este último, em primeiro lugar, como fazem sempre questão de enfatizar –, não passaria despercebido do escrutínio público.

Como professor universitário sempre teve suas aulas concorridas, como jurista, notadamente no Tribunal Regional Eleitoral – TRE/MA, onde os debates fervilhavam naquelas tardes às vésperas e logo depois das eleições, travava debates jurídicos substanciosos, ainda mais quando encontrava um bom procurador regional eleitoral – e tivemos muitos, e com eles aprendemos.

Assim, tal qual uma celebridade (ou sub), tendo a vida acompanhada – por seus méritos, diga-se –, causou “estranheza” e polêmica a postulação e escolha de sua excelência para a casa literária.

Muito embora o novo imortal tenha apresentado um acervo de livros e artigos escritos ao longo dos anos, não se tem conhecimento que nenhum deles tenha qualquer apelo literário.

São escritos técnicos, geralmente voltados para a área do direito, e alguns para a política.

Permanecem ocultos dos muitos fãs, que acompanham a vida do novo imortal, qualquer soneto, qualquer romance, qualquer crônica com apelo literário ou mesmo uma resenha escrita ou publicada dos clássicos que declarou ter lido por imposição do pai-acadêmico.

Faz sentido a inquietação dos críticos, pois sendo uma “academia de letras”, que teve na sua origem a inspiração de Gonçalves Dias, nosso poeta maior, e possuiu no seu quadro de fundadores intelectuais como Antônio Lobo, Alfredo de Assis Castro, Astolfo Marques, Barbosa de Godois, Corrêa de Araújo, Clodoaldo de Freitas, Domingos Quadro, Fran Paxeco, Godofredo Mendes Viana, Xavier de Carvalho, Ribeiro do Amaral e Vieira da Silva e depois tantos outros reconhecidos por inúmeras obras literárias, o ingresso de alguém que a despeito da reconhecida inteligência, não possua – publicamente –, uma única obra com estofo literário.

Resta aos críticos imaginarem que os romances, sonetos, crônicas literárias ou versos tortos, ao estilo “batatinha quando cresce ‘esparrama’ pelo chão” … ainda venham.

Estes críticos guardam o mesmo otimismo que tiveram os integrantes da academia do Nobel quando concederam o prêmio Nobel da Paz ao recém-eleito presidente americano Barack Obama. Na época os críticos disseram que o prêmio seria pelo que ele supostamente faria como presidente.

A vida, às vezes, nos coloca diante de sutis ironias. Querem uma? Na mesma semana, praticamente no mesmo dia, em que fez-se morto o jornalista e escritor Jonaval Medeiros Cunha Santos, o J.M. Cunha Santos, autos de “Meu Calendário em Pedaços” – seu primeiro livro; “O Esparadrapo de Março”, “A Madrugada dos Alcoólatras”, “Paquito, o Anjo Doido” e “Odisséia dos Pivetes”, Cunha Santos estava escrevendo mais um livro: “Terceiro Testamento” e de infinitos e memoráveis artigos literários, que nunca foi lembrado para qualquer cadeira na Casa de Antônio Lobo, Flávio Dino, com “escasso” acervo literário, tornou-se imortal.

O engraçado, após a imortalidade de sua excelência, foi a “chuva” de comentários que recebi.

Um amigo me ligou para dizer que o novo imortal era como os faróis da educação, que em boa hora um antigo governo semeou pelo estado, indaguei o motivo é ele sem conter o riso completou: — ora, Abdon, é alto, “redondo” e possui uma biblioteca bem “pequenina”. O “bem pequenina” foi para reforçar.

Um outro amigo escreveu, com fina ironia, na sua rede social que o próximo passo seria o senhor Bolsonaro candidatar-se a uma vaga na Academia Brasileira de Letras – ABL.

E choveram comentários, críticas, insinuações, quase nenhuma elogiosa.

Um amigo em flagrante pilhéria (mas com incomum generosidade) disse: — Ah, Abdon, o próximo imortal da AML será você, tenho certeza que os seus textos têm mais apelos literários do que os textos do novo imortal.

Já espantando qualquer sugestão neste sentido, deixo claro não sou candidato a nada. Talvez, a tomar um tigela de juçara com camarão seco, se receber um convite. Rsrsrs.

Voltando ao assunto sério, serviu para açular a polêmica e fomentar a “contestação” a imortalidade de sua excelência na AML, o “apadrinhamento” que ele buscou junto ao imortal – em todos os sentidos e digo isso apenas para não perder a piada –, José Sarney, o Dom José.

Tal qual na película de Coppola, o que mais teve foi quem se perguntasse, o que estaria por trás daquele “beija-mão”.

Até o Jornal Folha de São Paulo fez matéria sobre o “acordo” Dino-Sarney.

Por óbvio que D. José, no episódio do “beija-mão” não deve ter pedido nada ao governador, não é do seu feitio tratar de assuntos materiais de chofre, mas, certamente, como se deu com D. Corleone, anotou o favor prestado na conta dos “haveres”, que um dia, certamente, chegará. Talvez um apoio para alguém “seu” chegar a um dos tribunais ou virá presidente, talvez um acordo político que aumente o quinhão dos “seus” na partilha do poder a partir do ano que vem, tanto na esfera local quanto nacional, quem sabe uma ajuda do novo imortal na “escrituração” de uma nova biografia.

Seja o que for, um dia a conta chegará. E será paga por todos os maranhenses.

*Abdon Marinho é advogado.

No Maranhão, secretário de Segurança do PCdoB mandou bala e destruiu discurso vitimista de Petistas defensores dos “direitos dos manos”…

Genocídio de preto e pobre?

Secretário de Segurança mandou meter bala e calou a turma do PT e PCdoB. Onde estão, Bira, Jerry e Chico Gonçalves para chamar a policia de Jefferson Portela (que é filiado ao PCdoB) de “assassina”?

Esse ai é o deputado Bira que acusa os policiais para aparecer na mídia nacional,  mas quando a policia do Maranhão tem que agir, matar, ele fica calado…

Na mesma noite que os sindicalistas impedem a população de ir trabalhar, forçando uma “greve de ônibus” que já durou 4 adias, desobedecendo, inclusive, a Justiça, policiais são chamados para conter avanço da criminalidade nos bairros da capital do Maranhão.

Mas como a policia agiu, entregando flores, como queriam Jerry, Chico e Bira? Claro que não, para impor a lei, seus agentes tiveram que mandar bala. Dizem que na primeira noite de confronto entre policia e facções as mortes já passaram de 15, entre policiais e bandidos.

Mas, por incrível que pareça, os mesmos que atacavam os policiais de serem “assassinos de negros e pobres” estão calados nas últimas horas. O que teria acontecido?

Sabem aquele discurso vitimista, de políticos que se dizem críticos da policia? Estão caladinhos.

Abaixo, fiquem com a capa do jornal do Maranhão que circulou ao som ensurdecedor do silêncio da turma da lacração do PCdoB e do PT.

Capa do jornal do Maranhão circula ao som ensurdecedor do silencio da turma da lacração do PCdoB e do PT…

Para saber mais sobre a hipocrisia esquerdista de Bira do Pindaré, Márcio Jerry e Chico Gonçalves, clic e veja-os sendo desmascarados, clic e veja aqui:

Perseguição e censura no Brasil: Jornalista perseguido nos EUA conta tudo sobre inconstitucionalidade imposta pela “Suprema Corte”…

Veja no vídeo: Allan dos Santos fala pela primeira vez depois dos pedidos de prisão e extradição de Moraes.

Jornal da Cidade Online – O jornalista Allan dos Santos está nos Estados Unidos e ficou sabendo pela imprensa da decretação de sua prisão preventiva e do pedido de extradição exarado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Em entrevista ao programa Pingo nos Is, da Rádio Jovem Pan, o jornalista teceu considerações a respeito do assunto, mas garantiu que está tranquilo, aguardando o desenrolar do caso. “Eles estão fazendo uma perseguição abjeta”, disse Allan.

Entretanto, o jornalista garante que tem uma estratégia para lutar contra tudo isso que está sofrendo, mas que não irá publicizar o que pretende fazer. Veja o vídeo:

Cidade parada, aterrorizada: A quem interessa o “caos” ?

Clima de terror: durante o dia teve “greve”, pela noite teve tiroteios, mortes, tumulto e correrias pelas ruas de São Luís…

Pelas redes sociais as noticias de tiroteios nas ruas da cidade não paravam de chegar.

No mesmo dia que “sindicalistas” (muitos ligados ao esquerdismo) tentam parar a cidade com “greve de ônibus”, bandidos metem o terror nas ruas de São Luís. Vale ressaltar que nessa política à moda antiga, onde nada muda para melhor, que parece prevalecer o “vale tudo”, inclusive, repetir as velhas práticas da politicalha do tempo do “quanto pior, melhor”.

Mas voltando à atualidade, essa “greve de ônibus”, que só atrasa, prejudica, e impede a população, aconteceu num momento delicado. Parece absurdo, mas, em plena pandemia do covid-19, aliados do comunismo comemoravam nas redes sociais o fato negativo da falta de ônibus, ao mesmo tempo que acusavam o novo prefeito de São Luís.

Para piorar, na mesma noite que a cidade parou pela falta de ônibus rondando nas ruas de São Luís, a violência estourou. Pareceu muito estranho. Vamos apenas perguntar:

Uma cidade parada e insegura, quem se interessaria pela paz dos seus moradores, segurança, saúde, trabalho e renda, turismo, pelo crescimento em qualidade, prosperidade?

Será que temos alguém para passar tudo isso a limpo?

Com a palavra as autoridades que, em tese, deveriam amparar a população e combater os avanços da criminalidade, impedir o clima de caos e do terror.

Veja no vídeo um dos tiroteios registrado e divulgado nas redes sociais:

Deputado faz graves denuncias ao MP contra o Estado por fraude na licitação de ferryboate…

Veja no vídeo: o deputado estadual Wellington do Curso, oficia Ministério Público para apurar fraude na licitação do ferryboat.

Esquema estaria em andamento para tomar ferry boat e entregá-los aos amigos do Governo do Estado próximo de uma importante eleição.

O deputado estadual Wellington do Curso oficiou o Ministério Público para que apure a possibilidade de instaurar a investigação para averiguar os fortes indícios de fraude no processo licitatório do serviço de travessia aquaviária ferryboat no Maranhão conduzido pela Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB).

Os fortes indícios de fraude na licitação da concessão dos serviços de ferry tem a expectativa de, aproximadamente, R$ 1,6  (um bilhão e seiscentos milhões de reais), prorrogável por mais 20 anos.

Ao justificar a necessidade de investigação, o deputado Wellington citou diversos pontos, a exemplo da audiência pública que não contou com a participação popular e nem foi divulgada, além dos fortes indícios de direcionamento da licitação.

“Acionei o Ministério Público para que instaure investigação para averiguar os fortes indícios de fraude no processo licitatório do serviço de travessia aquaviária, ferryboat, no Maranhão. Todo o processo foi conduzido pela Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB). Ocorre que há diversos indícios que apontam para a possibilidade de fraude. Um deles é a alteração no edital por duas vezes, com alta probabilidade de direcionamento da licitação para beneficiar a empresa ‘vencedora’. Outro ponto é a audiência pública, que sequer foi divulgada e, muito menos, contou com a participação popular. Isso tem que ser apurado”, disse o deputado Wellington.

Confira no vídeo:

Sobre assassinatos de policiais: o outubro negro na voz chorosa de uma policial…

Empoderamento feminino: Sargento da PM fala sobre o assassinato de policiais. Confira nas palavras de uma verdadeira militante que luta pela segurança das mulheres, das crianças, da saúde, educação, pátria e família.

Enquanto mulher, eu abracei a campanha do Outubro Rosa, declarando amor por mim, e para todas as mulheres pela luta contra o câncer.

Hoje, vejo o “outubro negro” para a PMMA (Polícia Militar do Maranhão), que me faz lamentar a morte de mais um policial militar. Isso mostra que a política de segurança pública do Maranhão vive uma crise aguda e evidente.

No lado da PMMA, o Sgt Mosaniel, retornando para sua residência após mais um dia de trabalho é a terceira vítima da escalada de violência neste mês de Outubro.

Este cenário é extremamente grave e não pode ser naturalizado. A absurda quantidade de óbitos, destes profissionais da segurança pública, não pode ser encarada como algo normal, não há  preocupação por parte do Estado com seus agentes.

É preciso que a sociedade e o Estado reflitam sobre o problema, repensem suas estratégias e busquem soluções para a crise.

A sociedade espera que a promessa de ser duro com a criminalidade seja cumprida pelo douto Secretario de Segurança Pública Jefferson Portela.

Na ausência da Luz a escuridão prevalece!

1 Sgt PM Ana Célia

Roberto Rocha Júnior entrega cestas básicas a comunidades carentes de São Luís

Centenas de famílias da Vila Luizão e comunidades adjacentes próximas tiveram um incremento importante em sua alimentação diária. Elas foram contempladas com cestas básicas contendo gêneros alimentícios essenciais como arroz, feijão, farinha, óleo, sardinha, flocão de milho, café, biscoito e macarrão.

A solicitação foi feita pelo Instituto de Apoio a Jovens e Crianças do Bairro Sol e Mar ao senador Roberto Rocha, que, por sua vez, articulou o apoio junto ao Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Instituto Cidade Solidária, com apoio local da FIEMA.

Roselilde Silva, presidente da entidade contemplada, coordenou o trabalho de cadastramento e entrega das cestas, que beneficiaram pessoas das comunidades Sol e Mar, Habitacional Turu, Santa Rosa, Chácara Brasil, Brisa do Mar, Divineia, Olho D’água, Recanto do Olho D’água, Turu, Brisa do Mar e Vila Luizão. Ela destacou a importância desse apoio para as famílias, que em sua maioria, encontram-se em situação de vulnerabilidade social.

“Vai ajudar muito essas comunidades, nesse momento tão difícil, de pandemia, em que faltam condições delas terem uma alimentação digna. Então, vem a contribuir muito na alimentação familiar. Agradeço ao senador Roberto Rocha pela sensibilidade que teve com essas comunidades que tanto precisam”, frisou Roselilde.

A dona de casa Eudras Santos relatou que utilizaria os produtos para o seu almoço no mesmo dia: “Ah, faz muita diferença. Aqui tem muitas pessoas que precisam. Eu mesma hoje, não tinha nem o que comer, agora tenho. Por causa dessa pandemia, as coisas ficaram muito difíceis. Por isso as cestas vêm numa boa hora”, disse.

Roberto Rocha Júnior representou o seu pai, senador Roberto Rocha, durante a entrega e teve a oportunidade de constatar a importância das cestas para incrementar a alimentação das famílias.

“Uma articulação do senador Roberto Rocha em Brasília desencadeou essa ação, que nos dá a possibilidade de ajudar essas pessoas a superarem as adversidades e amenizar os momentos difíceis. É uma honra representar o senador nessa entrega”, declarou Roberto Júnior.

Tucanato: Pré-candidato a presidente recebe apoio de Wellington do Curso…

Combativo contra a tirania dos comunistas, o deputado maranhense teve sua valentia reconhecida nacionalmente.Confira no texto da assessoria do deputado.

Deputado Wellington sai na frente e declara apoio a Eduardo Leite para prévias do PSDB.

Na manhã desta quinta-feira (21), o deputado estadual Wellington do Curso declarou apoio ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), nas eleições prévias do partido em novembro que definirão o candidato tucano à presidência da República em 2022. O pronunciamento foi feito durante sessão na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Durante o pronunciamento, o deputado Wellington citou reuniões que participou  em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul,  que foram primordiais para ter noção real das características que o candidato Eduardo Leite reúne, como competência, capacidade para superar crises e condições para unir o Brasili.

“Como membro do PSDB, declaro aqui o meu apoio ao candidato Eduardo Leite para as prévias do Partido. Tomo essa decisão após conhecer, de perto, o perfil de Eduardo. Um gestor que possui  competência e a capacidade para superar crises. Homem público de posicionamentos firmes, conciliador e grande articulador político. Creio, portanto, que seja a melhor via para unir o Brasil. Declaro meu voto, apoio, dedicação e trabalho na coordenação da campanha no Maranhão e no nordeste. Estamos em um momento que requer cautela e o objetivo é garantir o melhor para o futuro do Maranhão e do Brasil”, disse o deputado Wellington.