Monthly Archives: janeiro, 2021

Para culpar Bolsonaro?

Observem o nível da baixaria.

Sites esquerdistas, ao que tudo indica, com negócios lucrativos nos governos do Nordeste, polítizaram, ao invés de humanizarem, uma campanha de vacinação em plena pandemia de um vírus mortal.

Na imagem do dia, o flagrante das campanhas de baixarias promovidas, com suspeitas de pagamentos feitos por adversários de Bolsonaro, num momento delicado em que vidas estão sendo perdidas e merecem a atenção de todos.

Tragédia política durante uma pandemia, que em tese, deveria colocar todos de mãos dadas. Mas, não é o caso do Brasil, que tudo é feito para culpar o presidente e impechama-lo.

Lamentável.

Por mera coicidencia, o site esquerdista conhecido pelo nome de Forum (de São Paulo?) é o mesmo que vive tecendo eleogios aos adversários do presidente, em algumas “reportagens” até elevando gente sem prestigio algum, como pretensos candidatos a presdiente da República, que acontecerá apenas em 2022.

Entenda clicando aqui:

Estado vai pagar Flores para perfumar a catinga comunista de Flávio Dino?

Para desfaçar o ambiente de fome e miséria, da morte dos doentes por falta de leitos e respiradores (dos que foram pagos adiantados mas desviados), o chefão comunista vai usar a bagatela de R$ 140.649,05, para comprar flores.

A semana fechou com outra notícia bombástica:

os cofres públicos, que estão arrombados, terão que pagar as decorações florais do governador comunista. Ou seja, para Flávio Dino se sentir na Holambra paulista, cidade produtora de flores, bem diferente do Maranhão, que só produz políticos desnaturados que atrasam nosso estado e prejudicam nossa população.

Socorro federal:

Só lembrando que, o governo federal, que Flávio Dino vive acusando de genocida, já transferiu para socorrer o empobrecido Maranhão, mais de 18 bilhões só no período da pandemia.

E assim, Dino segue acusando outros daquilo que é, e faz: explora nosso povo e gasta sem parar, mesmo no período de pandemia, obrigando nosso sofrido e maltratado povo pagar as contas de sua obesa e fedorenta gestão.

E o atraso continua!!!!

(Informações do Blog do Daniel Matos)

Quer dizer que os Corruptos não mandaram ficar em casa durante as eleições?

Claro né, com tanto dinheiro do covid-19…

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Cidade Online, o senador Luiz Carlos Heinze (Progressistas-RS) destacou as iniciativas do governo Bolsonaro no que diz respeito à pandemia, enviando quase R$ 1 trilhão para governos estaduais e prefeituras municipais.

“Bolsonaro liberou quase R$ 1 trilhão para governos estaduais e prefeituras”, diz senador Heinze.

Ele abordou ainda outros temas, como projetos de interesse nacional; as movimentações para eleger os novos presidentes da Câmara e do Senado; a força do agro brasileiro; e a importância de proteger a Amazônia.

Laboratório Serum confirmou que 2 milhões de doses serão liberadas para o Brasil ainda hoje.

A liberação de 2 milhões de doses de vacina pela Índia, confirmada há instantes, desmascara a mentira difundida largamente por órgãos de imprensa brasileiros atribuindo a supostos “problemas de relacionamento com o Brasil” uma inexistente suspensão no fornecimento do imunizante.

As primeiras remessas dessa vacina de Oxford/AstraZeneca produzido pelo Instituto Serum devem estar a caminho do Brasil ainda na noite desta quinta-feira (21), com chegada prevista no Brasil para esta sexta-feira (23) à noite ou no mais tardar na manhã de sábado (24).

Entre as mentiras difundidas sobre esse assunto esteve também a suposta “exclusão do Brasil” de uma lista de países que receberia a vacina fornecida pela Índia. Na verdade, essa primeira lista contemplava países que dependem da Índia e que constituem uma espécie de “comunidade econômica”.
Como é comum nas relações multilateriais, há diferenças entre Brasil e Índia no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). É que os indianos e os sul-africanos defendem a ampla suspensão (“waiver”) do TRIPS (Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio), na OMC, para ajudar na “prevenção, contenção e tratamento da Covid”.

Como explicou o Diário Poder, o Brasil tem mostrado que o próprio acordo já prevê flexibilidades, como o licenciamento (voluntário e compulsório) de tecnologias. Índia e África do Sul são minoritários, nesse debate, e o Brasil apoia o entendimento da maioria. (Diáro do Poder)

Oligarcas? O terrível modus operandi do grupo Sarney continuou na atualidade, o atraso, tudo indica que se repetirá, e poderá permanecer por mais 40 anos.

Flávio Dino voltou de viagem e assumiu o governo do Maranhão. Na bagagem, mudou as cadeiras e colocou nome novo na Secom, que gasta milhões em emissoras que atacam o presidente do Brasil, e promovem o “personalismo” comunista.

A ideologia comunista permanece por quase 8 anos desviando dinheiro que deveria ser aplicado para tirar o povo da pobreza, em negócios de aliados. Basta ver que a propaganda milionária gasta pelo governo de Flávio Dino, prende o povo na miséria, ou seja, enquanto o povo passa fome, milhões estão sendo gastos em personalismos (investimento de dinheiro público em imagem política de um desnaturado).

Ora, o finaciamento da imagem de Flávio Dino, via Secom (Sceretaria de Comunicação), montantes de dinheiro que deveriam ser aplicados contra a pobreza do povo, mas que são desperdiçados em pagamentos milionários a emissoras do Sul do Brasil, muitas dessas, descaradamente com bandeiras esquerdistas que fazem “jornalismo” contra o presidente Balsonaro.

Não dá para entender, afinal, Dino foi eleito prometendo fazer diferente de Sarney e “mudar” o Maranhão, que continua pobre, cada vez mais pobre.

Mas não era esse Flávio Dino que dizia que era “contra” o “personalismo” do Sarney?

Senador maranhense é o presidente do Grupo Parlamentar Brasil-China e enviou oficio ao embaixador Yang Wanming.

O presidente do Grupo Parlamentar do Congresso Nacional Brasil-China, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), solicitou ao Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da China, Yang Wanming, informações sobre o fluxo dos insumos para a produção da vacina contra a Covid-19.

No oficio, o senador maranhense admite que o relacionamento entre Brasil e China foi afetado por impasses diplomáticos – uma vez que o governo brasileiro fez críticas ao país asiático no ano passado. Contudo, apela para uma “compreensão humanística” e reforça que avalia que esses desentendimentos “nada representam diante da fecunda cooperação realizada em diversas áreas, desde o restabelecimento das relações diplomáticas entre nossas nações, em 1974”.

O Brasil precisa desses insumos para produzir a vacina contra o novo coronavírus. No domingo, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca.

“Vossa Excelência não desconhece que o Brasil possui um complexo logístico de distribuição vacinal, amplamente testado, que permitirá a rápida imunização de nossa população, em tempo recorde”, diz o ofício do senador maranhense enviado a Yang.

“Para tanto não poderão faltar os insumos chineses necessários ao volume de doses requeridos por nossa população. Também não desconheço que houve impasses diplomáticos que afetaram o relacionamento entre o Brasil e a China, recentemente, mas que nada representam diante da fecunda cooperação realizada em diversas áreas, desde o restabelecimento das relações diplomáticas entre nossas nações, em 1974”, continua Rocha. “Estou certo de contar com a vossa compreensão humanística pela qual todos os brasileiros ficarão profundamente gratos”, acrescenta o documento enviando a Yang.

O Grupo Parlamentar do Congresso Brasil–China é composto por 45 senadores e 5 deputados federais. O colegiado busca incentivar e desenvolver as relações bilaterais entre os poderes legislativos dos dois países. (Jornal Pequeno – Gil Maranhão)

São Paulo e Rio de Janeiro já aderiram ao programa Balcão Único.

O Ministério da Economia lançou hoje (20) o Balcão Único, um projeto que permitirá aos cidadãos abrirem uma empresa “de forma simples e automática, reduzindo o tempo e os custos para iniciar um negócio no Brasil”. A primeira cidade a aderir ao projeto foi São Paulo, que já disponibilizou o novo sistema no dia 15. A próxima cidade a oferecer a ferramenta será o Rio de Janeiro.

De acordo com o ministério, por meio de um formulário único e totalmente digital, empreendedores podem abrir empresas em apenas um dia e sem necessidade de percorrer vários órgãos públicos.

Tudo poderá ser feito no mesmo ambiente virtual: recebimento das respostas necessárias da prefeitura; registro da empresa; obtenção do número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e inscrições fiscais; desbloqueio do cadastro de contribuintes; recebimento das licenças, quando necessárias; e ainda o cadastro dos empregados que serão contratados. O Balcão Único permitirá ainda que os empreendedores possam, no momento da abertura da empresa, realizar o cadastro de empregados pelo e-Social.

Em nota, a pasta explicou que, segundo relatório do Banco Mundial, para abrir uma empresa nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo era necessário cumprir 11 procedimentos – alguns, em órgãos distintos – o que levava, em média, 17 dias e gerava um custo que representa 4,2% da renda per capita. Esses dados colocaram o Brasil na 138ª posição no quesito abertura de empresas, entre os 190 países avaliados pelo Banco Mundial.

“A transformação digital em um Balcão Único no modelo de one stop shop fará o Brasil ganhar posições no ranking mundial quanto à facilidade de fazer negócios”, disse o Ministério da Economia.

Depois de São Paulo e Rio de Janeiro, o governo federal quer expandir o sistema para todo o Brasil.

O projeto é liderado pela Receita Federal e pela Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital e foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).(ABr)

A prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria de Agricultura, Pesca e Abastecimento (SEMAPA) realiza visita, na manhã desta quarta-feira (20), os produtores do Sítio Capixaba, na Zona Rural de São Luís.

Na ocasião, o titular da Semapa, Liviomar Macatrão, acompanhado do secretário adjunto, Dilmar Araújo, juntamente com os técnicos, fizeram um levantamento dos produtos cultivados na área. A idéia é realizar um trabalho de valorização da produção.

“Estamos seguindo uma diretriz dada pelo prefeito Eduardo Braide, que é maximizar a produção local. Todas as nossas visitas têm como finalidade valorizar e incentivar a produção de alimentos de São Luís”, disse o secretário.

O Sr. Zé Maria, proprietário do Sítio Capixaba, ressaltou a necessidade de cadastros dos produtores locais:
“Existem muitos produtos que estão sendo buscados fora de São Luís, quando as nossas feiras poderiam abastecer com a produção local. Esse tipo de valorização tem que partir dos gestores públicos”.

A posse de Joe Biden na Casa Branca nesta quarta-feira (20) traz diversas incertezas ao cenário mundial. Várias relações construídas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, podem ser atiradas por “água abaixo”. A união entre Brasil e o país Norte-americano, por exemplo, é uma que, com toda a torcida negativa da esquerda, pode tomar novos rumos.

O desejo dos apoiadores do lado oposto ao do presidente Jair Bolsonaro é que Biden “destrua” o que foi construído pelo executivo brasileiro durante o seu mandato.

Apesar de ter seguido caminhos liberais em sua caminhada política, Biden fez uma campanha semelhante ao seu ex-colega de presidência, Barack Obama, com traços do que pregam os democratas.

A esquerda acredita que Joe Biden mantenha seus trabalhos como sequência do que foi prometido é apresentado em campanha. Em determinados momentos, Biden chegou a falar que mandaria US$ 20 bilhões para o Brasil, para que a Amazônia parasse de ser “destruída”. A declaração soou como um deboche e era tudo que a esquerda para adotá-lo como seu candidato.

Pela sua atuação em gestões anteriores, Biden talvez frustre os planos esquerdistas. Seu posicionamento pode não ser o esperado por quem o apoiou e ele mantenha os laços criados por Trump com Bolsonaro. Isto frustraria a ideia criada que a saída de Trump foi o início da do presidente do Brasil.

O fator preocupante nisso tudo é a influência dos órgãos jurídicos do país e das redes sociais. Os apoiadores de Bolsonaro temem que seja feito no Brasil, o mesmo que aconteceu nos EUA. A censura a Donald Trump e a aceitação de fraudes eleitorais foram fatores determinantes. (Terra Brasil Notícias)

Em meio à pandemia e no momento que todas as atenções estão voltadas para a importância e valorização dos profissionais de saúde, no Maranhão, o governo do Estado, percorre o caminho inverso e destoante dos discursos proferidos no púlpito do Twitter, feitos pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Sob ameaça de exoneração em caso de paralisação, profissionais da área da saúde das cidades de Barreirinhas, Itapecuru-Mirim, Santa Inês, Caxias e Balsas estão com os salários atrasados em dois meses.

A responsabilidade de pagamento é da Secretaria Estadual de Saúde (SES), gerenciada pelo advogado Carlos Lula. Trata-se das unidades dos hospitais regionais da rede estadual. O Instituto Acqua é responsável pela folha de pagamento de Balsas, enquanto a Emeserh realiza o pagamento das demais cidades citadas na matéria.

A franca artilharia contra o presidente Jair Bolsonaro tem atrapalhado o titular da SES, Lula, e o governador, Flávio Dino, a cuidar dos interesses de sua rede de saúde. Os funcionários clamam pelos pagamentos referentes aos meses de novembro e dezembro de 2020.

Com a palavra, Carlos Lula e Flávio Dino. (Athenas Maranhense)

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