Monthly Archives: novembro, 2019

Reconhecimento pela luta no Maranhão:

Allan Garcês será condecorado com prêmio de  patriota do ano de 2019. A condecoração faz o reconhecimento pelos serviços prestados aos brasileiros que lutam pela nossa pátria em diversas áreas.

Embora tenha nascido no estado do Pará, o medico, professor universitário, ativista político da direita deu sua maior contribuição ao estado do Maranhão atuando em favor do campo político da direita.

Confira suas palavras:

Sinto-me muito honrado pelo reconhecimento e homenagem que veio de fora do meu Estado. Dedico esta condecoração aos Maranhenses de bem, que lutam diariamente de forma honesta, dedico a minha classe médica, tão injustiçada pelo Governo do Estado, dedico a querida UDM-União da Direita Maranhense e aos Homens Livres e de Bons Costumes!

Convido quem estiver em Brasília neste dia 9 de dezembro, para estar presente na cerimônia de entrega no Congresso Nacional.

A culpa pela pobreza do Maranhão, os confrades Sarney e Flávio Dino jogaram para Deus suas irresponsabilidades…

Sarney culpa Deus pela pobreza do MA, Flávio Dino, se achando Deus, fica caladinho com seus subalternos. Abaixo, importante leitura sobre o pobre e arrasado Maranhão de políticos oportunistas ávidos pelo poder.

A TEORIA DA POBREZA DIVINA.

Por Abdon Marinho

DURANTE todos estes anos em que me entendo por gente sempre me inquietou a questão da pobreza no nosso estado, no nosso país.

Outro dia, lendo a coluna semanal do ex-presidente Sarney minha dúvida se dissipou: somos pobres por obra e graça de Deus.

Pois é, o ex-presidente, ao tratar da vantagem estratégica do Porto do Itaqui, na coluna do dia 23/11/2019, assentou, que o Criador não foi muito generoso com o nosso estado, a começar pela errada avaliação que nossas terras eram excelentes quando na verdade são terras paupérrimas – exceto por uma faixa de terras nas imediações dos municípios de Grajaú e Fortaleza dos Nogueiras. Apenas uma mancha, de resto terras ácidas e arenosas.

Outra culpa do Criador, foi não ter nos legado um minério, economicamente expressivo.

Estas segundo o ex-presidente, as razões da nossa pobreza, a motivação para termos mais de 54% (cinquenta e quatro por cento) da nossa população vivendo abaixo da linha da pobreza, e, destes, um expressivo contingente, sobrevindo na miséria absoluta.

Nos dias que se seguiram ao diagnóstico do ex-presidente sobre as razões para a miséria do Maranhão, esperei, esperei, esperei … e nada. Nem na Assembleia Legislativa, nem na Câmara dos Deputados, nem no Senado da República, nem no Palácio do governo, ninguém tinha uma manifestação, ou uma opinião sobre o que disse o velho morubixaba.

Não leram? Não deram importância? Concordaram com o que disse?

Em quaisquer das hipóteses, antes de culparmos o Altíssimo, talvez devêssemos olhar aqui mesmo para os lados e enxergamos o verdadeiro culpado da desgraça que acompanha os maranhenses desde sempre: a classe política, os representantes do povo, eleitos para bem representá-los e apresentar o melhor caminho a seguir. Ao invés disso, parece que temos uma classe política que não sabe o seu papel, e, que no lugar de retribuir a confiança recebida, trata de se dar bem e perpetuar a miséria.

Nas palavras do ex-presidente, temos a comprovação disso. Ele atribui a Deus a responsabilidade pela miséria do estado ao não nos deixar solos férteis ou ricos minérios.

Mas, ele fez o quê? Ao menos rezou?

Vejam, o ex-presidente Sarney é, de longe, o político mais bem sucedido do estado e, quiçá, do Brasil. Foi deputado, governador, senador de 1970 a 1985, presidente da República, senador novamente, pelo Amapá de 1991 a 2015. Como senador, teve a honra, e o mérito, de presidir o Senado por quatro vezes. Na sua carreira política, tanto no parlamento quanto no poder executivo, teve a chance de dialogar e trocar experiências com as maiores lideranças do mundo. Ele mesmo faz questão de dizer isso.

Dificilmente encontraremos na história da República carreira política tão proeminente. E, apesar de tudo isso, já chegando aos noventa anos de idade e experiência acumulada, o ex-presidente credita a Deus a responsabilidade pelo fato do Maranhão, estado onde mandou por quase cinco décadas, ser pobre, miserável, e encontrar-se na rabeira de tudo que é indicador social e de desenvolvimento.

Pior, ninguém da classe política parece se importar ou ter alguma ideia para mudar tal situação. Pelo contrário, parecem achar natural que o Maranhão seja pobre. Ou, talvez, concordem que a pobreza é uma graça Divina. Afinal, agora somos todos Sarney.

O próprio ex-presidente conta que pelos anos sessenta, num dos milhares fóruns internacionais que participou, travou diálogo com Golda Meir, uma das destacadas lideranças de Israel naqueles tumultuados dias em que ele se firmava. Poderia ter aproveitado para indagar como o minúsculo e árido território estava produzindo alimentos, saber dos êxitos dos kibutz.

Poderia ter feito o mesmo, com diversos outros países ou mesmo estados,  que a despeito de possuírem situações geográficas desfavoráveis despontavam – e despontam –, como modelos de desenvolvimento, seja na agricultura, pecuária, ou mesmo no ramo das tecnologias.

Israel é um exemplo, o Japão é outro. E, assim, são tantos bons exemplos que poderíamos ter seguidos para desenvolver o Maranhão. Ainda que contando, apenas de 1966 para cá.

O Maranhão possui uma área territorial de 331.936,95 km2 e 7 milhões de habitantes, o segundo maior estado em extensão territorial, ficando atrás, apenas, da Bahia, que possui área de 564.732,45 km2 e população de 15.344.447 habitantes; é cerca de cinquenta por cento maior que o Piauí, que possui área de 251.611,93 km2, onde acomoda 3.219.257 habitantes; mais que o dobro da área do Ceará, que possui área de 148.887,93 km2 onde acomoda mais de 9 milhões de habitantes; e, mais que três vezes a área do estado de Pernambuco que possui 98.076,02 km2 e população de 9.473.266 habitantes. Fiquemos apenas nestes na região Nordeste.

Pois bem, o valor bruto da produção agropecuária maranhense nos valores em reais para o ano de 2019, segundo o Ministério da Agricultura é  R$ 7.398.548.495; já o do Piauí é de R$ 4.774.627.241; o do Ceará é R$ 3.230.531.698; e o de Pernambuco de 5.666.115.343.

Em que pese o Maranhão figurar na frente destes estados, sabemos que, até pelas condições climáticas destes, o valor bruto da nossa produção e pífio.

O VBPA  do Ceará é quase metade do nosso e sabemos que o outro nome de seca e aridez do solo atende pelo nome de Ceará; já o Piauí, que sempre foi sinônimo de pobreza apresenta um VBPA significativo em relação ao nosso, mais de dois terços e o que dizer de Pernambuco que com uma área três vezes menor que o nosso estado quase nos alcança?

A situação torna-se ainda mais vexatória quando comparamos com a Bahia, que não representa em área territorial dois estados do Maranhão mas que possui um Valor Bruto de Produção Agropecuário mais de quatro vezes superior ao nosso, com R$ 29.126.130.583.

Se compararmos com outros estados fora da região nordeste a situação do nosso estado também não é boa.

Vejamos o estado de Rondônia que possui uma área territorial de cerca de dois terço do nosso território com 237.765,29 km2 e pouco menos de 2 milhões de habitantes. O Valor Bruto da Produção Agropecuária alcançou para este ano o montante de R$ 10.018.082.461.

Vejamos outro estado, Santa Catarina, cujo território é mais de três vezes menor que o nosso, o VBPA para este ano é de R$ 21.040.499.354;

Se compararmos com o Paraná que possui apenas 199.307,94 km2, aí que a nossa situação fica complicada. Para este ano aquele estado apresenta como VBPA o montante de R$ 72.561.183.299, ou seja, dez vezes o valor da produção maranhense, com menos de  dois terços do nosso território.

No mesmo estudo, merece destaque que a soja contribui com R$ 3.268.495.594; o milho com R$1.024.379.805; e, a cultura bovina com R$1.690.928.797. Estas as principais culturas do estado na composição do VBPA. As duas primeiras, como sabemos, produzidas na região sul do estado e, já no médio Parnaíba, sobretudo por agricultores vindos de outras regiões do país que acreditaram nas potencialidades do estado para estas culturas e desafiaram o estigma de que a nossa terra é pobre.

Se fossem acreditar na teoria de que nosso solo, com exceção da “mancha” entre os municípios de Grajaú e Fortaleza dos Nogueiras, certamente, estaríamos apresentando um resultado ainda mais pífio.

Quero dizer – como, aliás, já disse noutros textos –, que o Maranhão pode se desenvolver a partir da situação vantajosa do seu posicionamento geográfico, pelo fato de possuir portos com situações especiais, que poderão e deverão, ser ampliados, pelo construção de novos portos, rodovias e ferrovias, além, claro, da exploração do Centro de Lançamento de Alcântara – CLA, mas, diferente do entendimento do ex-presidente, existe muito espaço para o crescimento do estado, também no setor primário, na produção de arroz, milho, soja, algodão, assim como na produção de bovinos, suínos, caprinos, ovinos, etc.

A produção agropecuária independente de terras férteis, com espaço tudo se resolve. Poderíamos ser uma das maiores potências do mundo com culturas no sistema hidropônico, por exemplo.

O Maranhão possui um vasto território – que alguns tolos ou mal intencionados querem desmembrar –, e, ainda, muitos recursos hídricos (que precisamos zelar e conservar), um litoral rico, um clima estável, sem contar as diversas outras riquezas.

Diferente do que pensa o ex-presidente, o Criador foi muito generoso com o nosso estado, se falhou, não por sua culpa, mas pela nossa, foi quanto aos homens que conduzem os nossos destinos, estes sim, desprovidos de quaisquer conhecimentos e capacidades. Essa é a nossa única desgraça.

Governantes do passado, do presente – e já temo pelo futuro –, nunca foram capazes de traçar um projeto de desenvolvimento para o estado. A prova disso é a miséria que grassa os lares e que só tem aumentado a despeito dos discursos tortos; a prova disso é termos a maior liderança política do estado e país, dizendo que nossa pobreza se deve à falta de generosidade de Deus.

Abdon Marinho é advogado.

Diretórios do PSDB em todo o Brasil estão realizando, neste mês de novembro, encontros estaduais preparatórios para o Congresso Nacional do partido, que acontece em Brasília no dia 07 de dezembro.

No Maranhão, o congresso vai acontecer no próximo sábado, 30, a partir das 8h, no Rio Poty Hotel, em São Luís. O objetivo é debater e definir, de forma democrática, posições partidárias sobre as questões mais relevantes para a agenda do País.

Além da grande militância, o congresso estadual vai contar com a participação do presidente estadual da legenda, senador Roberto Rocha, e de lideranças de todos os diretórios municipais. A entrada é livre e o credenciamento vai começar às 8h em ponto.

Entre os assuntos que serão abordados estão Meio Ambiente, Saúde, Educação, Sistema Eleitoral e as Eleições de 2020, Desenvolvimento Econômico e Reforma Tributária.

As questões colocadas aos filiados possibilitarão que eles opinem sobre assuntos de relevância estadual e nacional. Para os membros do PSDB que quiserem se manifestar sobre os assuntos que serão abordados no congresso nacional do partido, os temas podem ser acessados no link:

www.congressopsdb2019.org.br/pesquisa/

Um dos bairros centenários de São Luís, a Liberdade, localizada na região central da cidade, recebeu na manhã desta quinta-feira (28) o pacote de ações de pavimentação asfáltica da Prefeitura de São Luís.

Não somente isso, a comunidade também recebeu o prefeito Edivaldo Holanda Júnior; além do presidente da Câmara, vereador Osmar Filho (PDT), que mantendo seu compromisso de parlamentar e representante da cidade, esteve vistoriando e atestando a qualidade dos serviços in loco.

“A cidade merece tudo isso que está recebendo. A Prefeitura, sensível às necessidades de cada bairro, está melhorando o tráfego e parte da nossa estrutura de cidade. Não é apenas obras de asfaltamento, é um pacote macro de ações, como reforma de dezenas de mercado e feiras da capital; o que observamos aqui, é apenas parte desse projeto todo. Podemos afirmar que São Luís vive um novo momento, de mudanças e renovação”, pontuou o presidente.

As vistorias não pararam. Durante a tarde, foi a vez do presidente e parte da comitiva de vereadores desembarcarem na região da Cidade Operária; um dos bairros mais populosos da capital maranhense.

Com isso, a região receberá 17 quilômetros de pavimentação asfáltica, dentre outros tipos de serviços.

A Prefeitura de Vitória do Mearim, seguindo seu compromisso de buscar melhorias sociais à população vitoriense, tem criado projetos de lei importantes para o município, prontamente enviados para Câmara de Vereadores, onde encontra apenas lentidão.

Entre os meses de março e novembro deste ano o executivo municipal encaminhou dez projetos de lei vitais para o desenvolvimento do município à Câmara Municipal.

Destes, quatro seguem esperando a aprovação do legislativo local.

O mais recente projeto dispõe sobre o programa “Mais Alimentos, Mais Saúde”, que visa a melhoria das condições de saúde e alimentação das famílias de baixa renda de Vitória. À ele, somam-se os PL para o Plano Diretor Municipal, enviado em 12 de julho de 2019; Zoneamento do Uso e Ocupação do solo, enviado em 12 de julho de 2019; e o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2020, enviado em 30 de setembro de 2019.

A morosidade na condução de votações na Câmara, teme a prefeitura, será alcançada pelo recesso de final de ano dos vereadores vitorienses, que deve começar na primeira quinzena de dezembro. O parlamento municipal deverá ser reaberto apenas em fevereiro de 2020.

“A Prefeitura tem feito o que é o seu trabalho de forma ágil e correta, entretanto, é preocupante que o legislativo não funcione, relegando o bem estar da população à segundo plano”, ressaltou a prefeita Dídima Coelho.

O deputado estadual, Dr. Leonardo Sá (PL), solicitou a inclusão do município de Pinheiro-MA, no Programa “Mais Renda” do Governo do Estado, ao secretário, Márcio Honaiser, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (SEDES), através da Indicação n. 1526/2019, divulgado em suas redes sociais nesta quinta (28).

O objetivo do “Mais Renda” é ampliar a renda e melhorar a qualidade de vida, capacitando e incluindo trabalhadores informais de alimentação e beleza de cada cidade contemplada com o projeto.

Além do que, visa oportunizar a inclusão produtiva de famílias em situação de vulnerabilidade social, por meio da inserção e organização dos empreendimentos existentes na informalidade, buscando ampliar a renda dos trabalhadores.

Os beneficiários do programa recebem kit de negócio composto por fardamento oficial, utensílios e equipamentos, como carrinhos adequados à venda de alimentos ou no manuseio da área da beleza.

“Com esta iniciativa os trabalhadores terão oportunidades de produzir, gerar renda e melhorar a qualidade de vida das famílias pinheirenses. Sem sombra de dúvidas um ótimo projeto que Pinheiro merece e vai participar”, declarou o deputado.

O Maranhão apresentava, em 2018, expectativa de vida de 71,1 anos. É o que revelam os dados da Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil, divulgada pelo IBGE hoje (28). Dentre as Unidades da Federação, a expectativa de vida do Maranhão é a menor, estando, inclusive, abaixo da média nacional, que é de 76,3. Apenas oito estados possuem esperanças de vida ao nascer superiores à média nacional, como o Estado de Santa Catarina, que apresentou a maior expectativa de vida (79,7).

Com Flávio Dino e toda sua política do atraso  o Maranhão piorou, as únicas coisas que cresceram em todo o estado foram sua fome pelo poder, seu grupo político, também seu partido, o PCdoB…

Uma criança nascida no Maranhão, sujeita a lei de mortalidade observada em 2018, esperaria viver em média, aproximadamente, 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

O Estado do Maranhão possui expectativa de vida masculina de 67,4, valor bem inferior à média nacional, que é de 72,8 anos. Já a expectativa de vida das mulheres maranhenses é de 75,1, enquanto a média para o Brasil é de 79,9 anos.

A mortalidade é diferencial por sexo, a masculina é sempre superior à feminina. Contudo, a expectativa de vida dos homens em Santa Catarina (76,4 anos) é superior à das mulheres do Maranhão (75,1 anos).

A diminuição da mortalidade nas idades mais avançadas fez com que as probabilidades de sobrevivência entre 60 e 80 anos de idade tivessem aumentos consideráveis, entre 1980 e 2018, em todas as Unidades da Federação. Em 1980, no Maranhão, de cada mil pessoas que chegavam aos 60 anos, 223 atingiam os 80 anos de idade. Já em 2018, este número passou para 511 indivíduos.

Outro importante indicador da condição de vida socioeconômica contemplado na pesquisa do IBGE é a taxa de mortalidade das crianças menores de 1 ano. A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, 8,1 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos; a maior pertenceu ao Amapá, 22,8 por mil, seguido do Maranhão, que apresentou 19,4 por mil.

Tábua de Mortalidade

Desde 1999, o IBGE divulga, anualmente, a Tábua Completa de Mortalidade correspondente à população do Brasil, com data de referência em 1º de julho do ano anterior.

As Tábuas Completas de Mortalidade constituem um modelo demográfico que descreve a incidência da mortalidade ao longo do ciclo vital das pessoas. Suas informações têm sido utilizadas como um dos parâmetros para o cálculo do fator previdenciário, com vistas às aposentadorias dos trabalhadores que estão sob o Regime Geral de Previdência Social.

Os principais indicadores extraídos das Tábuas Completas de Mortalidade são as probabilidades de morte entre duas idades exatas, em particular, a probabilidade de um recém-nascido falecer antes de completar o primeiro ano de vida, também conhecida como taxa de mortalidade infantil; e as expectativas de vida a cada idade, em especial, a expectativa de vida ao nascimento.

Tais indicadores guardam associação direta com as condições sanitárias, de saúde e de segurança da população em estudo, constituindo um modelo de grande valor para avaliar e introduzir os ajustes necessários nas políticas sociais. (Blog do Diego Emir)

Dinheiro federal já chegou, mas o dinheiro do estado, até agora está emperrado. Fascismo, ditadura, AI-5?

Nada disso.  Falta boa vontade.

Flávio Dino, do feitio dos “oligarcas”, “ditadores”, demostra que prefere cultuar sua personalidade, para isso ele desviou DINHEIRO publico de outras pastas importantes para ser derramado em propaganda e publicidade.

Pior para o governador Flávio Dino, nas redes sociais muita gente atribui ao governador comunista  a culpa do dinheiro das emendas parlamentares estaduais ainda não terem sido entregues. Enquanto isso, o dinheiro das emendas federais já foram enviadas para o Hospital Aldenora Belo.

Fica a pergunta: é maldade contra os doentes de câncer por parte do governador  Flávio Dino, que acusa o presidente Jair Bolsonaro de ser “fascista”, “ditador”, de querer voltar o “AI-5”, etc,?

Abaixo, recorte das redes sociais:

 

 

De todos os representantes do Maranhão em Brasília, apenas o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) votou pela manutenção do veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que impedia os parlamentares de aumentar o quanto quisessem o fundo eleitoral, destinado a financiar as campanhas políticas.

Participaram da votação os três senadores maranhenses e 12 deputados da bancada.

A pesar do voto contrário de Braide, o veto foi derrubado, o que significa que deputados e senadores poderão definir a cada eleição o valor do fundo público. Para a disputa municipal do ano que vem, dirigentes partidários atuam para que a quantia seja de R$ 4 bilhões. O governo propõe R$ 2,034 bilhões.

Ao retomar parte do texto original da minirreforma, aprovada em setembro, deputados e senadores retiraram os critérios que hoje definem o valor do fundo eleitoral – que agora será discutido a cada eleição. Para 2020, o valor será definido na lei orçamentária anual, que deve ser votada no dia 17 de dezembro, segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Em 2018, o fundo eleitoral destinou R$ 1,71 bilhão para as campanhas a presidente, governadores, senadores e deputados. Parlamentares, incluindo Alcolumbre, alegam que o valor é insuficiente para financiar as campanhas do ano que vem, que envolvem disputas nos 5.570 municípios do País. (Gilberto Leda)

Flávio Dino continua esbravejando pelo tuíter contra Bolsonaro, mas nada diz sobre o rombo.

Sob a foice e o martelo o povo do Maranhão entrou na Extrema Pobreza teve sua previdência estuprada. Foi pelas mãos de Flávio Dino  que os bilhões sumiram, o pior que pouca gente quer comentar sobre o assunto. Para entender melhor a situação, fiquem abaixo com a reportagem do jornalista Linhares Júnior:

Só no gogó: Risco de quebra no sistema de pagamento das aposentadorias de servidores no Maranhão é real

Governo de Flávio Dino deu prejuízo de R$ 3 bilhões a aposentados

Com a eleição de Flávio Dino o Maranhão entrou em uma era vermelha para aposentados e pensionistas do estado. Entre 2015 e 2019 o sistema previdenciário do Maranhão acumula um rombo de quase R$ 4 bilhões de reais. Os números são do próprio governo do estado.

Em 2015, primeiro ano de Flávio Dino, foi registrado um rombo de R$ 543 milhões.

Em 2016 foi registrado mais um déficit na ordem de R$ R$ 553 milhões.

Em 2017 uma pequena melhora foi registrada e o rombo foi de R$ 520 milhões.

Em 2018, último ano do primeiro governo, se foram mais R$ 582 milhões.

O primeiro ano do segundo mandato já registra um rombo de R$ 659 milhões.

A gestão do governo comunista se revela uma tragédia para o futuro dos servidores públicos do estado.

Em termos comparativos simples: se a atual gestão comunista manter a proporção de rombos na previdência do estado, o acumulado após oito anos de Flávio Dino irá beirar os R$ 5 bilhões em rombo previdenciário.

Uma dívida IMPAGÁVEL já que o orçamento total do governo se aproxima dos R$ 20 bilhões anos. O risco de que a gestão do comunista deixe como herança uma previdência quebrada que prejudique o futuro de dezenas de milhares de trabalhadores é real.

A situação é agravada porque após 50 anos da família Sarney os cofres públicos tinham uma reserva de mais de R$ 1 bilhão que foi “torrada” pela gestão comunista. Além de não poder culpar a oligarquia, Flávio Dino também não pode colocar a culpa em Roseana Sarney. O último ano da emedebista à frente do governo registrou lucro de cerca de R$ 100 milhões nos fundos previdenciário.

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