Dois pesos e duas medidas? STF dando provas que está aparelhado pelo Foro de São Paulo…

O alvo é desgastar, desrespeitar, destruir? 

Ministros do STF, nomeados pelo PT, seguem legislando, prendendo, cassando e desrespeitando a Constituição do Brasil. Ontem foi outro deputado que, ao arrepio da Constituição foi perseguido, cassado.

Por incrível que pareça, só conservadores e apoiadores do presidente são acusados, culpados e condenados. Onde está a democracia? Estado de Direito?

Agência lupa…

Para simplificar onde quero chegar, o presidente Bolsonaro vive sendo atacado pela mídia que faz elogios aos membros do Foro de SP, que xingam uma autoridade máxima, não escolhida pelos políticos, mas pela população, de forma soberana, de “nazista”, “genociada”, “ditador”, etc. Mas os ministros da Suprema Corte, que dizem preocupados com “fakenews”, nada dizem ou fazem contra.

Como chegamos ao nível mais baixo? 

Bastou um presidente que não pactua com as ideias comunistas ser eleito, para que uma enxurrada de perseguições e difamações acontecesse para desestabilizar o Brasil, uma nação de gente trabalhadora, mas vive escravizada, roubada e enganada.

Liberdade uma ova: Historicamente a população sempre foi roubada e teve que pagar a conta. Que poderes temos em nosso favor?

O STF poderia prender, cassar, censurar, desmonetizar os verdadeiros criadores de fakenews, mas, só demostra agir contra apoiadores do presidente do Brasil, como se estivesse sendo ordenado por alguém.

Dois pesos e duas medidas, STF?

Abaixo, exemplos corriqueiros da falta de atuação dos CENSORES do STF…

Para Neto Evangelista, redução de ICMS do diesel ajudaria a resolver crise no transporte da capital

Assembleia Legislativa tem obrigação de reconhecer e agir contra os abusos votados naquele parlamento. 

Puramente politiqueira, a greve mantida ao arrepio da Justiça por sindicalistas ligados ao partido do governador, e do candidato derrotado nas eleições de 2020, Duarte Jr, se arrasta por mais uma semana. Diferente de Duarte e Flávio Dino, outro deputado estadual que foi derrotado nas eleições de 2020, desceu do palanque e se manifesta. Abaixo, texto do Aquiles Emir.

Deputado se pronuncia sobre greve dos rodoviários em São Luís e sugere solução para impasse.

Deputado que disputou a prefeito de São Luís dece do palanque e se manifesta a favor do fim da greve.

Reduzir ainda mais o ICMS do óleo diesel utilizado pelas empresas de ônibus e destinar recursos para o sistema de transporte seriam a solução para o fim da greve dos rodoviários em São Luís. A sugestão é do deputado estadual Neto Evangelista (DEM), que se pronunciou sobre o assunto na sessão plenária desta quarta-feira (27).

O parlamentar disse, ainda, que a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado precisam dar as mãos para solucionar a questão.

“É necessário dividir os riscos e prejuízos e, juntos, financiar o sistema de transporte público. O combustível subiu de preço, mas não dá para aumentar a passagem de ônibus agora”, destacou Neto Evangelista.

O parlamentar lembrou que o sistema de transporte urbano e semiurbano da Ilha de São Luís está parado há uma semana, ocasionando enorme prejuízo à população e à economia da cidade.

“São mais de 700 mil usuários que dependem do transporte público. Além disso, com a paralisação, muitos comerciantes tiveram de reduzir suas equipes e alguns não puderam abrir as portas de seus estabelecimentos. Os serviços estão parados, já que os funcionários não conseguem se deslocar ao local de trabalho”, enfatizou o deputado.

Neto Evangelista se pronuncia sobre greve dos rodoviários em São Luís e sugere solução para impasse

Neto Evangelista disse concordar com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, segundo o qual não é o momento para aumento de passagens de ônibus, em razão do número de pessoas desempregadas e da desvalorização do real.

Ele sugeriu que o poder público municipal, inicialmente, “lance mão do próprio contrato licitado com o sistema de transporte público, que permite, em caso de calamidade pública, buscar um reequilíbrio e dividir riscos e prejuízos no sistema de transporte”. Sugeriu, ainda, que a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado se deem as mãos para solucionar a questão.

“O Governo do Estado pode fazer uma redução na alíquota do ICMS e a Prefeitura pode subsidiar de forma legal, pois o contrato permite, em função do momento que estamos vivendo. O que não pode é a Ilha de São Luís parar desse jeito. Fica aqui o meu apelo para o Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís”, frisou Neto.

Por fim, Neto Evangelista reiterou que “se o governo estadual fizer o que pode fazer, ou seja, reduzir o ICMS, e a Prefeitura subsidiar, de forma legal, o que é permitido no contrato devido ao momento atual, o sistema de transporte da capital voltará a funcionar”.

Bolsonaro ganha outra de Flávio Dino no STF. Será que agora Lulo-comunistas vão, enfim, informar onde enfiaram os milhões enviados ao Maranhão?

Dino leva azar para Bolsonaro.

Narrativa odienta criada pelo comunista que deu em nada, poderia servir, por exemplo, para que o governador explicasse onde enfiou a boldada de dinheiro enviada ao Maranhão pelo presdiente do Brasil.

Noticia boa, STF arquiva outras acusações sem fundamentos, fruto das inúmeras narrativas furadas para atacar a honra de um presidente que tenta passar o Brasil a limpo, mas esbarra na insanidade de Lulo-comunistas ávidos para tomar o poder a qualquer custo.

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou uma ação dos governadores da Bahia e do Maranhão contra o presidente Jair Bolsonaro. O processo refere-se a uma tabela de repasses divulgada por Bolsonaro no Twitter, em fevereiro deste ano, com valores entregues a cada Estado ao longo de 2020.

Em decisão, Toffoli afirmou que o caso não demonstrou ser de competência do Supremo, pois os governadores não apontaram a presença de conflito federativo e inegável potencial para desestabilizar o pacto federativo. Eis a íntegra …

O tweet de Bolsonaro foi feito na esteira das ações do governo federal para atribuir a governadores a responsabilidade pela evolução crítica da pandemia de covid….

Os governadores alegaram ao STF que o presidente difundiu uma peça de desinformação, pois os valores apontados por Bolsonaro incluíram verbas destinadas ao combate à pandemia, como também repasses que a União é obrigada a fazer por determinação da Constituição.

Ainda em fevereiro, um grupo de 18 governadores divulgaram nota afirmando que o presidente havia produzido uma informação distorcida para “atacar governos locais”.

Os governadores do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), e da Bahia, Rui Costa (PT) pediram ao Supremo que determinasse a exclusão da publicação e uma retratação do governo….

Senador Roberto Rocha lança nota explicando criticas feitas à propaganda do governo comunista…

Comunistas tentam outra narrativa para desconstruir adversários!!!

Como sempre fez, Roberto Rocha teceu criticas ao governador. Mas, como de costume, novamente foi atacado pelos Dinistas.

Após ser atacado pela mídia comunista, os próprios donos do governo mostraram as caras.

Aos ofendidos de plantão, Roberto Rocha emitiu nota esclarecendo sobre “post apagado” em que criticava a propaganda do governo sobre educação de crianças.

Confira trecho da nota:

“Li comentários de que eu estaria ofendendo a digital influencer contratada para fazer a propaganda. Excluí o post para deixar claro que não foi essa minha intenção.

Questionei a propaganda oficial, pois penso que cabe a cada família escolher o momento e a forma de abordar o tema sexualidade com suas crianças…”

A intenção é destruir a reputação de um possível candidato a governador que não seja do “consórcio comunista”. Lógico que não se tratou de “ofensas” à pessoa da atriz que representou a peça publicitária, mas, tudo vale quando querem deturpar e criar narrativas.Aos bem intencionados, observa-se que, de cara, tratava-se de uma critica ao estado governado por mentirosos que enganam e exploram a pobreza da população, não direcionado a ofender outros, mas criticar o governador.

Lamentável que, no estado do Maranhão, destruído pela pobreza, comandado pela ditadura comunista, não se pode contestar mais o governo que a mídia palaciana se excita toda, em alguns casos chega ter até orgasmos.

Após prestar esclarecimentos nas redes sociais, o senador tucano Roberto Rocha retornou para Brasília na companhia de um ministro do governo federal para continuar viabilizando benfeitorias ao Maranhão, diferente da turma dos “ofendidos” (governo comunista), que nada fazem de bom, a não ser vitimizarem-se.

Bola pra frente, senador. Vamos tirar o Maranhão do atraso.

Fiquem com a nota:

Janaina Paschoal desmascara golpe de Flávio Dino e demais esquerdistas antidemocráticos…

Democráticos? 

Noite e dia o presidente do Brasil vem sendo atacado por invejosos que tentam o tempo todo, inclusive usando a Corte Suprema, para impedir os avanços de sua administração, atrasarem o Brasil, calar a democracia, e agora tirar das redes sociais, tudo para impedirem sua reeleição. 

CPI dá mais um tiro no pé com pedido de banimento de Bolsonaro das redes sociais…

Jornal da Cidade Online – Sem nenhum constrangimento a extrema-imprensa e a condoída velha mídia, acabam de divulgar a mais recente aberração da malfadada CPI da Pandemia.

Querem banir o presidente da República das redes sociais. A atitude é, sem dúvida, mais um tiro no pé dos senadores que comandam essa farra. Fica claro, mais uma vez, que não existe nenhuma preocupação com a saúde.

Querem retomar o poder para novamente se locupletarem na fartura dos cofres públicos. Para tanto, nada melhor do que calar o presidente.

O tiro no pé ficar por conta de que não conseguirão êxito e deixam bem claro a verdadeira intenção. Janaína Paschoal, inteligentemente, sacou rápido a safadeza. O povo também já percebeu.

Perfeito!

Síntese: O jornalismo brasileiro tornou-se um esgoto aberto, antidemocratico e venal?

Como é possível a mídia não mencionar que Omar e Renan estão enrolados até o talo em investigações?

Um jornalista corajoso mostrou a vergonha que se tornou o jornalismo atual. 

Abaixo, uma sintese importante da falta de democracia e do regime desrespeitoso imposto, sobretudo pela Suprema Corte, o STF, ao presiente do Brasil e todo o Poder Executivo Brasileiro, pelo jornalista J.R. Guzzo.

Por Jovem Pan – O que se viu nesses seis meses foram jornalistas empenhados em servir ao presidente, ao relator da CPI e a todos os que se dedicam a usar a comissão como ferramenta para virar a mesa.

Qual a surpresa? O relator da CPI, Renan Calheiros, é possivelmente o cidadão mais enrolado com o Código Penal Brasileiro que habita neste momento o Congresso Nacional – nove processos no lombo por corrupção estilo-livre, ou todos-os-estilos, fora vinte anos de frequência à seção policial mais pesada do noticiário político.
O presidente da CPI é outra piada sinistra: vem do Amazonas, o Estado onde mais se roubou dinheiro público destinado ao combate da Covid. (Num certo momento faltou oxigênio em Manaus, uma responsabilidade direta e elementar das autoridades locais; meteu-se a mão em tudo, por ali.) Ele mesmo, Omar Aziz, aliado direto da politicalha local, esteve envolvido até o talo em investigações de corrupção na área da saúde; sua própria mulher e irmãos chegaram a puxar cadeia fechada sob acusações de ladroagem no mesmo setor.

A “CPI da Covid” não está chegando realmente ao seu fim – está acabando, isto sim, com as marcas mais deprimentes de uma agonia. Essa aberração, uma das mais alucinantes que o Congresso Nacional produziu em toda a sua história, já estava destruída por uma metástase terminal antes mesmo de começar.

Foi armada para falsificar fatos, condenar inimigos políticos e fraudar as próximas eleições presidenciais, com uma tentativa grosseira de derrubar o presidente da República e evitar a sua candidatura em 2022; nunca teve, assim, a mínima intenção de apurar honestamente qualquer erro no combate à Covid.

Ao longo dos seis meses em que esteve viva, foi um trem fantasma que levou o país a patamares de baixeza nunca atingidos antes numa disputa política. Jamais apurou coisa nenhuma. Ocultou crimes. Comportou-se nos interrogatórios como uma delegacia policial de ditadura; ofendeu, perseguiu e pisoteou nos direitos das testemunhas como cidadãos e como seres humanos. Mentiu a partir do primeiro dia, e não parou até o último.

Entregou-se de corpo e alma ao falso testemunho e a provas que não convencem um aluno de curso primário. Não investigou coisa nenhuma – só acusou, como se os interrogados fossem criminosos e já estivessem condenados antes de abrirem a boca. Inventou, e jogou em cima do governo, crimes que não existem na lei brasileira. Não teve um único momento de luz.

Era natural, nessas condições, que acabasse como acabou: num funeral de terceira categoria, com seus donos se comendo entre si e uma lista de acusações oficiais integralmente miserável na sua qualidade e na sua consistência.

Da política brasileira, em geral, pode se esperar tudo, e do Senado, em particular, não se deve esperar nada.

Nenhum dos seus principais subordinados, com problemas que foram da inépcia à histeria, teve comportamento melhor. Nada mais natural, assim, que a CPI tenha acabado como está acabando – com acusações mútuas de jogo baixo entre os grupinhos que mandavam na operação, xingatório de mãe e falta de acordo, sequer, sobre a data de publicação do relatório.

Pior: não se sabia até a última hora do que, exatamente, estavam acusando o governo. Nem isso, depois de seis meses inteiros sem pensar em outra coisa? Nem isso.

Petista “da gema” pretende moralizar partido de Lula no Maranhão…

“O PT não é de Lula apenas, é um partido que merece fazer quadros novos, gerar lideranças para disputar eleições  de vereadores, prefeitos, governadores”.

Tem meu respeito o jovem advogado recém formado, Bruno Cacau do PT, que nas conversas tem apontado os erros da sua legenda, bem diferente de  muitos que apenas, ao logo dos anos, renderam-se ou “venderam-se” ao “establishment”.

Embora não tenha ficado surpreso pela forma como apareceu na mídia local, o advogado Bruno Cacau é diferente, respeitador com os de lados opostos, aberto ao diálogo, tanto que vou contar um pouco de nossa recente conversa durante uma pescaria na praia de Panaquatira.

“Aqui no Maranhão, tem “militante” querendo  agradar Sarney ou Flávio Dino, tem “petista” que nem sequer saiu do governo na “troca” de postulante do Executivo, uma vergonha, pois demonstra estar motivado economicamente e socialmente pela “causa”. Precisamos discutir o que queremos para o presente e futuro”.

Como ex-petista e radical antifacista, me orgulho de saber que no campo adversário existem atenados que possam fazer diferença usando a cabeça, e não o sentimento, a ideologia para conduzir os caminhos da política, das vidas de nosso povo, sobretudo com diálogo e respeito.

Trecho retirado do blog do Diego Emir

Outra palhaçada? Vídeo desmascara Duarte Júnior e sindicato do PCdoB comandado por Márcio Jerry…

Veja no vídeo:

Caiu a máscara do comunismo Dinista. No vídeo que circula nas redes sociais, gravado pelo jornalista Linhares Júnior, dando a explicação óbvia para uma ação criminosa que prejudicou, por 4 adias, a população de uma capital.

Sem falar que na gestão passada, do pedetista Edivaldo Holanda Jr, esse sindicato passou 8 anos aprontando todas.

Palhaçada? Adivinhem quem estaria por trás de outra ação maligna para atrasar, ainda mais, a população maranhense?

Sindicalista do PCdoB, aliado do candidato derrotado do Palácio dos Leões, Duarte Júnior, que desobedeceu a Justiça negando-se o retorno dos ônibus sendo chamado de criminoso.

A palhaçada é tão grande que ainda têm políticos caras de paus, que vão para as redes sociais querer acusar outros, atirando pedras e escondendo as mãos.

Por Linhares Jr – “Entenda como funciona a máfia montada para chantagear o prefeito de São Luís, aumentar as passagens e extorquir a população. Fatos que são escondidos da população para facilitar a atuação de um grupo criminoso instalado há décadas no sistema de transporte público da capital”.

Politicagem na Academia Maranhense de Letras? Dino teria usurpado a vaga de uma mulher e mais três escritores para se igualar a Sarney…

Vaias para a AML: Até os imortais renderam-se à políticalha?

Sem escrever um livro, Flávio Dino teria usurpado o lugar de outros homens da letra, escritores, poetas autenticos. Progressismo ou hipocrisia? O os comunistas vão dizer de um homem que tomou o lugar de uma mulher?

Na “eleição” para ocupar a cadeira de número 32, que perteceu a Sávio Dino, pai do governador, que “disputou”, tirando a vaga de uma mulher a escritora Azenate Oliveira, de três homens: Antônio Guimarães de Oliveira, José Rossine Correa e José Carlos Sanches.

Homem das letras, jornalista maranhense critico e escritor definiu a “eleição” da AML: Criticar a entrada de Dino é não entender nada de Academia e de Maranhão. Portanto, aplaudir teria sido o pior tipo de vaia. A Academia Maranhense de Letras segue como símbolo de uma sociedade provinciana, atrasada política, econômica e intelectualmente. Flávio Dino deu mais um passo no seu sonho de ser Sarney: é governador e agora membro da AML. Os próximos passos serão a Presidência da República e a Academia Brasileira de Letras. Quanto ao atraso do Maranhão, bem, nesse campo os números dos indicadores sociais mostram que Dino e Sarney são a mão e a luva.

Sobre a cadeira que era do intelectual Sávio Dino, este sim, escritor, amigo pessoal do ex-presidente José Sarney, muitos intelectuais, poetas, escritores lamentaram pelo curso óbvio que aquela augusta casa deveria tomar diante de outra imposição política.

A reflexão ao lado nos sugere um retorno ao passado, ao tempo dos oligarcas, onde tudo era feito de acordo com as conveniências da politicalha.

Em relatos feitos nas entrelinhas, alguns ainda acharam que a AML se apequenou, foi reduzida, pois merecia ter um substituto à altura daquela casa, não um politico que tem na sua égide marcas que sugerem o contrário de tamanha honraria.

Para igualar-se a Sarney, Flávio Dino forçou sua entrada na Academia Maranhense de Letra.

A “votação” que elegeu Flávo Dino acabou por impedir, tirar a vaga de três outros candidatos autenticos, escritores, poetas, academicos natos maranhenses, que foram, tudo indica, ofuscados por uma imposição da politicagem.

Criticas e lamentos:

Na leitura do jornalista Roberto Kenard, o comunista Flávio Dino deu mais um passo na sua busca desenfreada pelo poder e de se igualar ao “imortal” José Sarney.

Confira abaixo, nas entrelinhas, os recados deixados pelos internautas feitos à AML pela triste escolha que prejudicou outros escritores auténticos para “eleger” um político. (Veja outro post, abaixo, Flávio Dino recebendo mais critica)

Mais Críticas: Como nos tempos dos “OLIGARCAS” Flávio Dino, enfim, vai ocupar vaga na ACM e já pode se igualar a Sarney…

Fiquem com o textão retirado do Blog do Abdon Marinho .

A imortalidade contestada:

CINÉFILO, trago na memória os filmes que mais me emocionaram ao longo dos anos. Entre estes destaco a trilogia “O Poderoso Chefão”, magistral obra Francis Ford Coppola.

O advogado Abdon Marinho no seu texto fala da escolha da ACM para que o governador Flávio Dino possa ocupar a cadeira que pertenceu ao seu pai na Academia Maranhnse de Letras. Seria indícios de outra “Oligarquia”? Ao lado, uma foto divulgada por amigos do governador nas redes sociais no momento que estaria comemorando o feito.  Os aliados do governador comunista, que teima em esconder quem de fato é, estavam ansiosos pela divulgação da foto, pois aí está. Bela camisa, governador.

Logo no início do primeiro filme, lançado no Brasil em 1972, aparece o chefão Vito Corleone, na interpretação estupenda de Marlon Brando, recebendo o agradecimento e um “beija-mão” por um “favor” prestado a um agente funerário, que humildemente e com claro temor pergunta como poderá pagar pelo que foi feito.

Na minha lembrança é mais ou menos assim. Respondendo-lhe D. Corleone que no momento certo saberá como pagar pelo obséquio.

Guardem essa cena.

À ilha do Maranhão cheguei, de forma definitiva, em 1985, para iniciar o ensino médio no Liceu Maranhense, portanto, há quase quarenta anos. Não lembro, em todos estes anos de ter testemunhado, nem mesmo de “ouvir falar” de questionamentos sobre as escolhas dos imortais da Academia Maranhense de Letras – AML.

De tão discretos, os imortais, pouco se sabe deles ou o que fazem e muito menos das eleições que realizam para a escolha do sucessor do “morto-rotativo”. Talvez, aqui e ali, algum buchicho ou decepção com esta ou aquela escolha. Nada que ultrapassassem os umbrais da Casa, na Rua da Paz, quando muito, chegando ao Senadinho da Praça João Lisboa, logo à frente, assim mesmo, “correndo” apenas entre uma seletíssima plateia.

Nada que despertasse o interesse dos cidadãos que precisam acordar cedo para “ganharem” o sustento das suas famílias.

Era assim. Não é mais.

Depois do suposto episódio de cunho sexual homoerótico que teria tido como ator principal um parlamentar da Casa de Manoel Beckman foi a vez da atenção da patuleia ser tomada pela eleição na Casa de Antônio Lobo.

Tal celeuma, desta vez, deu-se porque ninguém menos que o governador do Estado, senhor Flávio Dino, “botou na cabeça” que era o nome ideal para sentar-se na cadeira que fora do seu pai, Sálvio Dino, ocupante da cadeira 32 na AML, falecido no ano de 2020, vítima da pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

A polêmica teve lugar porque sendo o Maranhão uma pequena aldeia e São Luís o seu núcleo, não há quem não saiba da vida de todo mundo.

Por estas paragens, ninguém duvida da inteligência de sua excelência, tido por muitos, como muito inteligente, um dos melhores de sua geração.

Menino precoce que concluiu os estudos fundamental e médio no Colégio dos Irmãos Maristas, na Rua Grande, “de primeira” ingressou no concorrido curso de direito da Universidade Federal do Maranhão e, em seguida, foi aprovado, quase que simultaneamente, em dois concursos públicos especialíssimos: de professor da própria universidade federal em que estudara e de juiz federal da Primeira Região – este último, em primeiro lugar, como fazem sempre questão de enfatizar –, não passaria despercebido do escrutínio público.

Como professor universitário sempre teve suas aulas concorridas, como jurista, notadamente no Tribunal Regional Eleitoral – TRE/MA, onde os debates fervilhavam naquelas tardes às vésperas e logo depois das eleições, travava debates jurídicos substanciosos, ainda mais quando encontrava um bom procurador regional eleitoral – e tivemos muitos, e com eles aprendemos.

Assim, tal qual uma celebridade (ou sub), tendo a vida acompanhada – por seus méritos, diga-se –, causou “estranheza” e polêmica a postulação e escolha de sua excelência para a casa literária.

Muito embora o novo imortal tenha apresentado um acervo de livros e artigos escritos ao longo dos anos, não se tem conhecimento que nenhum deles tenha qualquer apelo literário.

São escritos técnicos, geralmente voltados para a área do direito, e alguns para a política.

Permanecem ocultos dos muitos fãs, que acompanham a vida do novo imortal, qualquer soneto, qualquer romance, qualquer crônica com apelo literário ou mesmo uma resenha escrita ou publicada dos clássicos que declarou ter lido por imposição do pai-acadêmico.

Faz sentido a inquietação dos críticos, pois sendo uma “academia de letras”, que teve na sua origem a inspiração de Gonçalves Dias, nosso poeta maior, e possuiu no seu quadro de fundadores intelectuais como Antônio Lobo, Alfredo de Assis Castro, Astolfo Marques, Barbosa de Godois, Corrêa de Araújo, Clodoaldo de Freitas, Domingos Quadro, Fran Paxeco, Godofredo Mendes Viana, Xavier de Carvalho, Ribeiro do Amaral e Vieira da Silva e depois tantos outros reconhecidos por inúmeras obras literárias, o ingresso de alguém que a despeito da reconhecida inteligência, não possua – publicamente –, uma única obra com estofo literário.

Resta aos críticos imaginarem que os romances, sonetos, crônicas literárias ou versos tortos, ao estilo “batatinha quando cresce ‘esparrama’ pelo chão” … ainda venham.

Estes críticos guardam o mesmo otimismo que tiveram os integrantes da academia do Nobel quando concederam o prêmio Nobel da Paz ao recém-eleito presidente americano Barack Obama. Na época os críticos disseram que o prêmio seria pelo que ele supostamente faria como presidente.

A vida, às vezes, nos coloca diante de sutis ironias. Querem uma? Na mesma semana, praticamente no mesmo dia, em que fez-se morto o jornalista e escritor Jonaval Medeiros Cunha Santos, o J.M. Cunha Santos, autos de “Meu Calendário em Pedaços” – seu primeiro livro; “O Esparadrapo de Março”, “A Madrugada dos Alcoólatras”, “Paquito, o Anjo Doido” e “Odisséia dos Pivetes”, Cunha Santos estava escrevendo mais um livro: “Terceiro Testamento” e de infinitos e memoráveis artigos literários, que nunca foi lembrado para qualquer cadeira na Casa de Antônio Lobo, Flávio Dino, com “escasso” acervo literário, tornou-se imortal.

O engraçado, após a imortalidade de sua excelência, foi a “chuva” de comentários que recebi.

Um amigo me ligou para dizer que o novo imortal era como os faróis da educação, que em boa hora um antigo governo semeou pelo estado, indaguei o motivo é ele sem conter o riso completou: — ora, Abdon, é alto, “redondo” e possui uma biblioteca bem “pequenina”. O “bem pequenina” foi para reforçar.

Um outro amigo escreveu, com fina ironia, na sua rede social que o próximo passo seria o senhor Bolsonaro candidatar-se a uma vaga na Academia Brasileira de Letras – ABL.

E choveram comentários, críticas, insinuações, quase nenhuma elogiosa.

Um amigo em flagrante pilhéria (mas com incomum generosidade) disse: — Ah, Abdon, o próximo imortal da AML será você, tenho certeza que os seus textos têm mais apelos literários do que os textos do novo imortal.

Já espantando qualquer sugestão neste sentido, deixo claro não sou candidato a nada. Talvez, a tomar um tigela de juçara com camarão seco, se receber um convite. Rsrsrs.

Voltando ao assunto sério, serviu para açular a polêmica e fomentar a “contestação” a imortalidade de sua excelência na AML, o “apadrinhamento” que ele buscou junto ao imortal – em todos os sentidos e digo isso apenas para não perder a piada –, José Sarney, o Dom José.

Tal qual na película de Coppola, o que mais teve foi quem se perguntasse, o que estaria por trás daquele “beija-mão”.

Até o Jornal Folha de São Paulo fez matéria sobre o “acordo” Dino-Sarney.

Por óbvio que D. José, no episódio do “beija-mão” não deve ter pedido nada ao governador, não é do seu feitio tratar de assuntos materiais de chofre, mas, certamente, como se deu com D. Corleone, anotou o favor prestado na conta dos “haveres”, que um dia, certamente, chegará. Talvez um apoio para alguém “seu” chegar a um dos tribunais ou virá presidente, talvez um acordo político que aumente o quinhão dos “seus” na partilha do poder a partir do ano que vem, tanto na esfera local quanto nacional, quem sabe uma ajuda do novo imortal na “escrituração” de uma nova biografia.

Seja o que for, um dia a conta chegará. E será paga por todos os maranhenses.

*Abdon Marinho é advogado.