Brigas e baixarias na Câmara de Vereadores: Até quando a Prefeitura de São LuÍs vai “levar porrada”?

Brigas e confusões só favorecem políticamente o prefeito de SL e evidenciam o baixo nível dos vereadores.
Digo e repito, a oposição ao Palácio de La Ravardiére é acéfala, mal articulada e baixa, tanto é verdade que a pré-candidatura a prefeito do então secretário de Estado da Cultura e presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Victor do PSB, teve quer ser abortada.
Para piorar, a imprensa ludovicense é toda contrária ao prefeito, que vive atacando seus “pontos fracos”, que recentemente teve até seu secretário de Comunicação cooptado pela Câmara.
Bom que se diga que, o presidente da Câmara de Vereadores, que tem sob seu comando a maioria das 31 cadeiras da Casa, não teve cacife o bastante para contrapor o prefeito Eduardo, que de forma elegante soube se conduzir durante o primeiro mandato, mesmo com um parlamento municipal jogando contra o tempo todo.
É bem verdade que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), não teve um bom desempenho em fazer maioria no parlamento ludovicense, seu ponto fraco. Apesar da falha, tem conseguido equilibrar o jogo e nadar de braçadas sobre uma oposição encrenqueira e barraqueira.
Que vergonha para o PSB, legenda forte no cenário nacional, mas que não apresentou novidades em seus quadros políticos da capital, aliás, em todos os municipios maranhenses.
O lamentável acontecimento de ontem é fruto da política ideológica implantada em 2015 pelo comunismo Dinista: baixa e sem novidade, repleta de políticos sem ideias ou projetos para a cidade, ou seja: birrenta, encrenqueira e baixa.
Esperamos que o prefeito, se quiser chegar ao grau superlativo da política tupiniquim (cacife demonstrou que tem), comece a pensar em aliar-se, ter maioria no parlamento, e, desde já, alinhar os caminhos de 24 com 26.
Diferente dos encrenqueiros, “herdeiros do Dinismo”, Braide mostrou que tem ideias, atitudes diferentes, e está em plena juventude para as disputas futuras.
Esses detalhes geram ciumeiras….




Faz certo a justiça, tem que mandar mesmo retirar tudo que remete aos políticos, deixando claro que o financiamento público não poderá, em hipótese alguma destacar uma marca ligada a políticos regionais, aos pré-candidatos em pleno momento pré-eleitoral, para que não acabem se beneficiando de eventos pagos com caixa do governo.
Cláudio Humberto – O governo federal reduziu em quase 32% o gasto do Ministério da Saúde, ocupado por Nísia Trindade, com vigilância epidemiológica, aponta o Siga Brasil, ferramenta do Senado Federal que monitora o orçamento brasileiro.


No vídeo, são vistos dois generais-presidentes da ditadura, participando da inauguração da hidrelétrica de Boa Esperança (por volta de 6:30):
