Mais vivo que antes…

As palavras são levadas pelos ventos, derramadas aos quatro cantos, às vezes até com desdém e ofensas, mas a vida permanece, sentindo, respirando e pulsando.

Embora afastado da imprensa, vivendo cada dia como se fosse o último, sigo acompanhando os contornos dessa politicagem sem fim.

Desde os áureos tempos das “oposições coligadas” (lembro-me bem das falas de Cafifa, Jackson, Sabóia e Rocha), não me rendo, não deixo de tentar mudar a trágica trajetória de nossa política.

Enquantou houver esperança, haverá luta e honra.

Entregas de cargos, luz vermelha acesa na política!

Antes tarde do que nunca: aliados de Duarte Jr entregam cargos públicos.

Uma breve síntese da política maranhense, e seus “politiqueiros”. Confira os novos caítulos do ‘socialismo’ maranhense.

Imagem das redes sociais mostram que Duarte rompeu definitivamente

Brandão está vivendo uma de suas piores fases políticas ao ver antigos “aliados” virando as costas justamente na reta inicial das eleições de 2026. Sindrome de ssposo traído?

Só acho que, se não queriam mais viver como “casados” politicamente, por que não entregaram antes os cargos e as secretarias que ocupavam no governo? Na política nada é eterno, alianças podem acabar, mas, é preciso ter coerência.

O que fica é a pergunta: faltou lealdade, coragem para romper ou apenas conveniência? Sempre mostrei, não foi por falta de avisos. Confira nos posts abaixo.

Ora, se o Duarte Jr. e Rildo Amaral (ambos agraciados com o peso da maquina pública nas eleições municipais de 2024) simplesmente viraram as costas para quem os ajudou sem impor limites, será que não sabiam que a fatura era fidelidade (palanque) para 2026?

Agora os ex-aliados, desaliançados, simplesmente sinalizam para outros casamentos.

No caso de Duarte Jr, seus aliados entregam cargos que todos sabem, eram fruto de acordos políticos.

Se era para entregar, por que não fizeram antes?

Faltou coragem, compromisso ou gratidão?

“Politicos vagabundos e sem-vergonhas”, nas palavras de um “sem-vergonha”?

A gosto de um “sem sal”: em busca de holofotes, Duarte Júnior parece que conseguiu mesmo foi virar meme.

Para o início do mês de agosto, a pior leitura foi tirada do blog do meu amigo Caio Hostílio. Nada contra sua escrita, mas o assunto em voga, falando de um político que não merecia destaque numa coluna tão importante.

De início, o questionamento do titular da página já deu o tom: “Afinal, quem são os políticos vagabundos e sem-vergonha, Duarte Júnior?”, cobrava o blogueiro. Confira na imagem.

Volto em seguida.

Ora, para quem passou os meses inteiros de junho/julho se autocandidatando a senador, reunindo-se com adeptos da direita (conseguindo até um partido), mas logo em seguida negando os encontros, conversas e ajudas, sendo enfático ao negar apoio até da máquina estatal, inclusive com os dois pés dentro do PROCON-MA, ainda assim, agindo contra seu aliado, o governador, pulando para todo lado e palanque, segundo noticiado pela imprensa local, não ficou bem, legal ou moral.

Mas a pergunta segue sem resposta: “Afinal, quem são os políticos vagabundos e sem-vergonha, Duarte Júnior?”

 

“Rugir como Leão”: A justificativa de Roberto Rocha seria lutar contra um coronelismo histórico e salvar o povo da “senzala” dos oligarcas….

Ex-senador critica antigos aliados e afirma que há forças atuando nos bastidores para influenciar a disputa no Maranhão.

No atual cenário político, em que decisões judiciais têm ocupado o centro do debate público, o “sujeito oculto” parece evidente para muitos observadores, em recentes postagens feitas nas suas redes, o agora pré-candidato a governador deixa claro que existem “forças ocultas operando lá da “casa grande”.

A frase de Roberto Rocha vai além de um recado aos adversários políticos. “Acabou a hora de miar como gato. Está chegando a hora de rugir como leão”, diz Roberto Rocha ao justificar sua posição para 2026.

Sem citar nomes, Roberto Rocha sinaliza que pretende enfrentar não apenas adversários eleitorais, mas também um ambiente institucional que, segundo críticos, tem influenciado diretamente o jogo político.

Alguns discursos fazem analogias ao antigo coronelismo (que na verdade nunca saiu de forma completa no Maranhão), deixando o povo cada vez mais empobrecido e seus governantes ricos, morando em casas grandes e comandando tudo de lá, de Brasilia, centro do poder, como se ainda existissem “casas-grandes” decidindo o futuro de eleitores tratados como moradores de “senzalas eleitorais”.

Em uma democracia, porém, quem decide não é a ordem expressa do “coroné” mas o voto consciente.

 

Flávio Bolsonaro com palanque garantido no Maranhão….

 Agora é definitivo, o bolsonarismo raiz fincará bandeira no Maranhão nas eleições 2026. Polarização começa a ganhar contornos mais definidos no estado.

Enquanto alguns grupos insistem em evitar posicionamentos claros para não desagradar parte do eleitorado, o bolsonarismo escolheu o caminho oposto: terá palanque próprio, candidatos ao Governo do Estado, ao Senado e à Câmara dos Deputados, além da presença do senador Flávio Bolsonaro durante a campanha.

“Pelo Maranhão, pela liberdade”, comemorou Felipe Arnon nas redes sociais.

“Em tempos de forte polarização, esconder convicções ou tentar agradar a todos pode ser interpretado como oportunismo político. O eleitor tem o direito de saber quem realmente representa seus valores e quais”, comentou Roberto Rocha.

Para os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, alvo de decisões judiciais que consideram injustas, a visita de Flávio também terá um forte simbolismo político: reforçar a defesa da liberdade, da alternância de poder e de uma mudança nos rumos do Maranhão e do Brasil.

Cala-boca jornalista ou: Dino assinando perseguição contra a imprensa?

Excessos de politização no STF

A censura suprema marca o terceiro mandato de Lula, tendo o maranhense Flávio Dino como um dos principais beneficiados por sua indicação ao STF, anunciada ainda durante o período eleitoral, em um palanque da esquerda em São Luís.

Enquanto isso, Dino parece fechar os olhos para quem realmente desrespeita o Brasil, ao mesmo tempo em que decisões da Justiça acabam punindo jornalistas que ousam criticar agentes públicos e aqueles que vivem dos recursos pagos pelos contribuintes.

Quem poderia prever que,  esse mesmo  Flávio Dino do Partido Comunista, que vivia falando em “liberdade”, algum dia tornaria-se um perseguidor dela?

Quem poderia?

Como diziam os comunas: “tempos sombrios”!!!

Coronelismo que chama?

“Iracema mostra a força” (da maquina pública):

Parece piada mas é a dura realidade de um estado empobrecido pela elite corrupta que domina o Brasil. O título acima é o mesmo de sempre, desde Sarney, passando por Flávio Dino, que prometeu “mudar” mas deu continuidade ao mesmíssimo modelo, até chegar em Brandão.De Sarney, passando por Dino até Brandão: conolelismo e cala a boca?

Confira ao aldo e veja como calar a imprensa e  “mostrar força”:

Recentemente alguns blogueiros que colaboram com a divulgação da Assembléia denunciaram a falta de pagamento, cobrando das autoridades uma maior atuação na fiscalização do dinheiro público, que todos sabem é usado de forma política na “Casa do Povo”.

O que fez a imprensa, todos, na maioria recebendo pela “Casa do Povo”? Sairam e defessa de quem deveria dar explicações, mas, pelo visto, calou-se.

Para entender o tal do “coronelismo” fiquem com a denuncia de uma pequena parte da imprensa, que não se detem por migalhas.

(Reportagem da Agência Tambor)

COMISSÃO APROVA, SOB RELATORIA DE ALLAN GARCÊS, PROTOCOLO NO SUS PARA TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA TECNOLÓGICA

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou, em agosto de 2025, uma proposta que cria um protocolo clínico no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento da dependência tecnológica causada pelo uso excessivo da internet, redes sociais, videogames e outros dispositivos digitais.

O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado federal Allan Garcês (PP-MA), ao Projeto de Lei 2218/15. A proposta determina que o diagnóstico siga os critérios da Classificação Internacional de Doenças (CID) e que o tratamento seja realizado por uma equipe multidisciplinar, com foco na terapia cognitivo-comportamental.

Para Allan Garcês, o uso compulsivo das tecnologias já representa um problema de saúde pública.

“A sistemática do ‘scrolling’ interminável estimula um comportamento compulsivo que compromete o sono, favorece a distração e dificulta o desenvolvimento do autocontrole, resultando em problemas como ansiedade, déficit de atenção e alterações no humor”, destacou o parlamentar.

O alerta é reforçado por uma pesquisa do Projeto Brief, que apontou que 46% das crianças e adolescentes brasileiros apresentam sinais de ansiedade, irritabilidade ou dificuldade de concentração relacionados ao excesso de tempo em frente às telas.

Confira nas redes

https://www.instagram.com/reel/DbOORXfhem8/?igsh=cTRhdTY1c2d3dmY0

Alô, MP: Presidenta caloteira?

Muita gente calou, outros comentam nos bastidores, sem mostrar a cara.

“Onde há fumaça há fogo”, neste sentido, pipocou mais uma denúncia que coloca a política maranhense sob suspeita. Se houver indícios de irregularidades, as autoridades têm o dever de investigar com rapidez, transparência e sem proteger ninguém.

Segundo apurou a coluna da jornalista e ex-diretora adjunta de Comunicação da Alema, Silvia Tereza, alguns profissionais estariam comentando um possível calote.

Coisas estranhas podem estar acontecendo nesta reta inicial das eleições de 2026. Chega da sensação de impunidade.

É peciso que as autoridades entrem no caso e investigem, afinal, o dinheiro público exige responsabilidade, e quem ocupa cargo público deve responder por seus atos.

O povo do Maranhão merece respeito, respostas e justiça.

Que a verdade apareça logo!

 

Em vídeo, Roberto Rocha explica toda sua luta para manter candidatura a senador pela direita….

Democracia com cartas marcadas?

Pré-candidato ao Senado, Roberto Rocha explicou sua situação eleitoral e afirmou que tentaram retirá-lo da disputa de 2026.

No vídeo, Rocha diz que agiu com inteligência, esperou o momento certo e revelou sua saída do Partido Novo “pela janela” para ingressar no PRTB “pela porta da frente”.
Independentemente de quem esteja na disputa, quando um candidato afirma que houve tentativas de inviabilizar sua participação, cresce a desconfiança sobre a imparcialidade do sistema.

Em uma democracia de verdade, o debate deve ocorrer com liberdade, respeitando as urnas, com igualdade de oportunidades e não por meio de obstáculos que possam restringir a livre concorrência política.

Confira o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/DbGC5sLunlG/?utm_source=ig_web_button_share_sheet