“Entre aspas”: Falas do empresário “Veio da Havan” sobre perseguição sofrida no Maranhão…

O empresário das Lojas Havan, Luciano Hang, afirma que desde o primeiro momento que veio para o Maranhão seguiu todos os trâmites legais para abir sua loja,  antes mesmo do início da construção, questiona a prioridade da medida diante de outros problemas da cidade, e lembra críticas anteriores à instalação da estátua e associa os questionamentos a posicionamentos políticos.

Para o empresário, o foco da discussão não se limita ao monumento.

Confira trecho de suas falas:

Resgate de falas de políticos sobre a vinda da estátua da Liberdade em São Luís do Maranhão…

“A obra foi feita com alvarás, dentro da lei, com tudo aprovado antes mesmo do início da construção. Portanto, não existe problema burocrático”.

“Isso não é sobre legalidade. É sobre perseguição”.

“Se estivessem realmente preocupados com a poluição visual, estariam cuidando do Centro Histórico que está abandonado, dos muros pichados e da sujeira nas ruas. Tem certeza que a nossa Estátua da Liberdade é realmente o verdadeiro problema de São Luís?”.

“Desde o início, a estátua já foi alvo de ataques por pessoas com posição política definida, que usam cargos públicos para tentar barrar quem pensa diferente”.

“No fundo, não é contra a estátua. É contra a Havan e contra quem gera emprego, investe e acredita no Brasil”.

“Fomos muito bem recebidos pelo povo do Maranhão, e essa loja é uma das que mais faturam no Brasil. Continuarei investindo e abrindo lojas nesse estado que me acolheu com tanto carinho”.

Para entender melhor a situação politizada pelo MPMA clic na matéria abaixo:

Liberdade cerceada, derrubada, até queimada

Irresponsabilidades do Lula deverão ser catalogadas e apresentadas em todo Brasil….

Ponte que partiu:

Única entrada da capital do Maranhão está severamente comprometida.

Na tarde de ontém (14), o  médico Dr. Allan Garcês (PP), postou um vídeo em suas redes sociais cobrando a atenção dos órgãos que cuidam, ou deveria cuidar das rodovias e pontes em todo o território maranhense, sob responsabilidade federal, que estão largadas e abandonadas.

Na peça, o político discorre sobre a visivel falta de interesse ou mesmo de responsabilidade, que causaram recentemente um terrível acidente numa ponte da cidade de Estreito-MA.

No vídeo, dá para  ver que a antiga ponte da entrada de nossa cidade está largada, abandonada. Confira:

Na TV Mirante, Weverton Rocha falou muito, mas disse nada sobre a roubalheira dos trabalhadores aposentados…

 Weverton preferiu falar de outros assuntos relacionados ao seu campo politico, extrema esquerda, como Bessias da Dilma e do PT.

Veja o vídeo do dia:

Durante entrevista na TV do Sarney, candidato de Lula ao senado calou-se sobre a roubalheira dos trabalhadores aposentados.

Seria um bom momento para ouvir dos senadores maranhenses, que negaram luz, transparência, sobre este momento de tanta corrupção explicita, bem como as inseguranças juridica geradas pelos aliados do Lula no STF.

Infelizmente, o que se percebeu foi que o senador que se dizia “de lutas”, preferiu ficar caladinho. Fica a reflexão:

Será que adianta votar em políticos que se dizem “revolucionários”,  che-gue-varistas, Dino-Lulistas, “socialistas”, “trabalhistas”, etc,  se na verdade, tudo que fazem só serve pera enriquecê-los enquanto deixam a população do Maranhão ainda mais pobre?

Veja o vídeo:

Braide deverá tentar dois senadores de campos diferentes em seu palanque….

Uma vela para Deus, outra para o futi?

A política do Maranhão poderá casar dois pré-candidatos a senadores de campos diferentes no mesmo palanque, um da direita e outro da esquerda.

Empresários do Agro querem matar a eleição logo no primeiro turno

A ideia teria sido dada ao pré-candidato a governador, Eduardo Braide (PSD) durante conversa com empresários do agronegócio da região tocantina, que defendem que a eleição precisa ser definida logo no primeiro turno.

Para tanto, os empresários defendem que Eduardo Braide deveria chamar para seu palanque o senador bolsonarista Roberto Rocha (Novo) e o vice-governador, Felipe Camarão (PT)

Com os olhos fitos em cada passo dado na politica nacional, Braide sabe que estamos em uma eleição polarizada e que para continuar crescendo não precisa apenas pontuar bem nas pesquisas, mas dar os passos certos. Para tanto, a vitrine da política poderá reservar um caminho duplo nestas eleições.

Neste sentido, Braide poderá fazer o que seria mais correto num cenário polarizado, unir dois campos na mesma eleição, ou como se diz por essas terras: “acender duas velas”, uma para Bolsonaro e outra para o Lula.

Liberdade cerceada, derrubada, até queimada….

Até estátua tem que ter aval da militância?

Suvenir da liberdade capitalista, a estátua da Liberdade da Loja Havan do Cohajap, poderá ser a primeira loja do Brasil a cair pelos rigores das leis.

Acredite, com tantos problemas de corrupção, principalmente no âmbito da justiça, mas um simples símbolo da liberdade, em nosso país, consegue gerar sérios problemas, sobretudo na capital do estado mais pobre do Brasil. A informação foi repassada pelo site Direito e Ordem, que reportou a seriedade do caso.

Vem justamente dos EUA a cobrança contra os constantes cerceamentos de liberdade da justiça brasileira, tendo ministros do STF como alvos da Lei Magnitsky.

Confira na imagem ao lado, a peça do MP, contendo embasamentos de leis locais.

É de lamentar, aliás, esta não é a primeira vez que a Estátua da Liberdade sofreu impedimentos ou tentativas ser derrubada em território nacional.

Por falar nisso, a lembrança de que “artistas engajados” foram os primeiros a militar contra a tal estátua, acabando por abrir caminho para que os rigores das leis entrassem em ação.

Confira na imágem da época clicando aqui, como foi a tentativa de impedir a “Estátua da Liberdade” da Havan, antes mesmo do MP, grupos de artistas deram o inicio do pedido para retirar de vez a estátua da frente de uma loja.

Ponto para os que são contra a liberdade.

Vídeo alarmante do médico Dr Allan Garcês mostra a assustadora realidade da insegurança no Brasil…

Diagnóstico da violência, Dr Allan Garcês mostra a realidade por trás dos números vertiginosos.

Até os ministros do STF andam de veículos blindados, que custam caro, com equipes inteiras de seguranças para que possam sair às ruas das cidades cada vez mais violêntas.

Ministro do STF é flagrado usando carro do TJ do Maranhão, entenda aqui:

O Brasil é um país sem segurança jurídica, em conflitos políticos constantes, mantidos oportunamente pelos militantes nas esferas nos poderes, nada está seguro.

Aparência de certo:

Vivemos tempos sombrios onde o errado parece certo, e ainda é defendido como certo. Em tempos de indecisões, fiquem com os números, eles falam mais alto.

O vídeo a seguir fala sobre a explosão da violência nos bairros do Brasil, os números são reais e assustam.

Confira:

Vídeo alarmante sobre a explosão da violência no Brasil…

Diagnóstico da violência, Dr Allan Garcês mostra a realidade por trás dos números vertiginosos.

Até os ministros do STF andam de veículos blindados, que custam caro, com equipes inteiras de seguranças para que possam sair às ruas das cidades cada vez mais violêntas.

Ministro do STF é flagrado usando carro do TJ do Maranhão, entenda aqui:

O Brasil é um país sem segurança jurídica, em conflitos políticos constantes, mantidos oportunamente pelos militantes nas esferas nos poderes, nada está seguro.

Aparência de certo:

Vivemos tempos sombrios onde o errado parece certo, e ainda é defendido como certo. Em tempos de indecisões, fiquem com os números, eles falam mais alto.

O vídeo a seguir fala sobre a explosão da violência nos bairros do Brasil, os números são reais e assustam.

Confira:

Editorial do Estadão: Alexandre de Moraes jogado aos Leões….

Depois de usar o STF para prender adversários políticos, Lula, obviamente, prepara terreno para o descarte de Xandão.Confira na íntegra o editorial:

Ao sugerir suspeição de Alexandre de Moraesno caso Master, Lula tenta se descolar do escândalo que ameaça o STF, expõe sua estratégia de sobrevivência e reafirma que só é leal a si mesmo. Nem a militância petista mais ingênua pode ter dúvida de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um incorrigível pregador de simesmo.

Sua lealdade é invariavelmente submetida ao cálculo de dividendos e prejuízos políticos que cada circunstância lhe oferece.Foi assim no mensalão e na Lava Jato, quando o demiurgo petista não hesitou em entregar aos leões a companheirada encalacrada para conter, tanto quanto possível, o risco de contaminação.

Essa memória é essencial para compreender a entrevista que ele
concedeu recentemente ao canal ICL Notícias, na qual, ao tentar se proteger, Lula revelou mais do que gostaria. Ao comentar o escândalo do Banco Master, as estripulias do banqueiro Daniel Vorcaro e suas ramificações no Supremo Tribunal
Federal (STF), Lula afirmou ter aconselhado o ministro Alexandre de
Moraes a declarar-se impedido:

“Não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora a sua biografia”. Acrescentou que desvios devem recair sobre indivíduos, e não sobre o tribunal, e foi além: “Se o cara
quer ficar milionário, não pode ser ministro do Supremo”. E, ao tocar
no ponto sensível, lembrou:

“Mas a sua mulher estava advogando”.
A suspeição é evidente. A mulher de Alexandre de Moraes, Viviane
Barci de Moraes, prestou serviços milionários ao Banco Master,
posteriormente liquidado sob suspeita de fraudes. Ainda assim, o
A suspeição é evidente.

A mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, prestou serviços milionários ao Banco Master, posteriormente liquidado sob suspeita de fraudes. Ainda assim, o ministro segue atuando em temas ligados ao caso, amparado pela complacência de seus pares e pela crença militante de que a autoproclamada “defesa da democracia” autoriza ignorar conflitos evidentes.

A fala de Lula é, no fundo, o reconhecimento de que o desgaste do STF e o avanço do caso Master terão impacto direto na disputa presidencial. Mas não há, aqui, qualquer súbito despertar ético. Lula não mudou. O que mudou foi o risco. Com o instinto de quem atravessou décadas de crises, Lula percebeu que o escândalo
deixou de ser periférico e ganhou contornos de crise sistêmica, com potencial de atingir não apenas ministros da Corte, mas o próprio ambiente político que sustenta sua reeleição. Some-se a isso o fato de que, além de Moraes e Dias Toffoli, orbitam o caso lideranças do Centrão, governadores e nomes associados ao próprio PT. Diante desse cenário,

Lula moveu-se com rapidez. Ao aconselhar Moraes a preservar a biografia, não defende a moralidade pública nem propõe depuração institucional. Demarca distância. No limite, envia um recado inequívoco: se houver naufrágio, cada um cuide do
seu bote.

O efeito colateral é potencialmente devastador. Ao admitir que ministros do STF podem ter ultrapassado limites éticos, e ao associar a toga à incompatibilidade com o enriquecimento, Lula implode a narrativa construída pelo consórcio político-institucional
que orbita o Supremo e o Palácio do Planalto. Durante meses, vendeu-se a ideia de que críticas à Corte eram ataques à democracia. Agora, é o próprio presidente quem sugere o contrário: o problema pode estar em condutas individuais que exigem
escrutínio.

A tentativa de separar o tribunal de seus membros é correta em tese, mas nasce viciada. Lula não age para proteger a instituição, maspara proteger-se. Sua  preocupação não é a credibilidade do STFnem a reputação de Moraes. É o impacto eleitoral de um escândalo que pode crescer rapidamente. Em síntese, o recado ao ministro é claro: não comprometa a campanha.

Há ainda um elemento adicional. Ao tornar público esse distanciamento, Lula parece antecipar-se a um possíveldesdobramento mais grave, que é uma eventual delação premiada de Daniel Vorcaro. Habituado a crises, o presidente sabe que
escândalos dessa natureza seguem uma lógica própria e que todotsunami começa  com uma onda de uns poucos centímetros.

O caso Master reúne todos os ingredientes de uma tempestade política de
grandes proporções: fluxos financeiros opacos, proximidade com opoder e potenciais  revelações explosivas. Lula percebeu o risco e mudou de posição. Resta saber se a manobra será suficiente ou se apenas confirma a dimensão da crise que se tenta evitar.

Recado para Esmênia: Prefeita, saia às ruas….

Com o foco  na política das cidades, sempre destacando os problemas do cotidiano, este blog continuará mostrando o caos urbano, através de imagens que possam chegar às autoridades.

Alô, prefeita Esmênia Miranda, o matagal está tomando conta das calçadas recentemente costruidas, que levam à defensoria pública, Hiper Mateus, por trás do CEUMA do Renascença.

Abaixo, as imagens perigosas de um trecho bem movimentado por transeuntes.

Após sumiço estratégico, um pouco da estranha “missão” de Weverton Rocha…

É de lutas, deste jeito?

Após sumiço estratégico por conta da CPI dos aposentados, o senador maranhense, que teria seu nome citado nos escândalos financeiros dos trabalhadores aposentados que foram roubados, ganhou destaque da imprensa nacional.

Falta de transparência:

Vale lembrar que, tal sumiço causou estranhensa por não ter assinado as CPIs, deixando sua atuação parlamentar muito a desejar diante da opinião pública, isso muito próximo de uma importante eleição.

Tábua de salvação da extrema esquerda:

Nos bastidores, fala-se que o nome escolhido do “Bessias” agradou em cheio a extrema esquerda, assim como os ministros Dino e Xandão. A indicação, portanto, seria am espécie de “tábua de salvação” para muitos que precisam de uma “mexida suprema”, fazendo acalmar os ânimos gerais da “república de bananas”, ou das togas.

Que é isso meu preto?!!!

Abaixo, trecho do aparecimento do senador que estava sumido:

Weverton anunciou, em coletiva de imprensa, que um calendário para a análise do nome de Messias foi acordado entre Alcolumbre e o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA).

“Ele preenche todos os requisitos. O notório saber jurídico. Ele tem a reputação ilibada e é advogado-geral da União. É uma pessoa jovem que tem uma carreira brilhante. Então, eu já adianto que irei apresentar o relatório a favor da sua aprovação”, afirmou o senador maranhense.