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Em visita ao Rio de Janeiro, o ministro interino da Justiça, Alexandre de Moraes, falou sobre o caso de mensagens em português que teriam sido trocadas entre pessoas ligadas ao grupo extremista Estado Islâmico em um encontro que aconteceu no Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA). Ele fez questão de destacar que as Olimpíadas terão a segurança garantida por uma parceria entre as policias Civil, Militar, Federal e a Agência Brasileira de Informação, a Abin. Ele também destacou que agentes de 83 países circularão pela cidade e vão contribuir o trabalho de prevenção contra atos terroristas, como mostrou o RJTV.

“Oitenta e três países estão passando informações sobre o assunto e devem chegar um pouco antes da Olimpíada para conhecer o nosso centro integrado que eles vão compor conosco”, explicou o ministro sobre o planejamento de segurança do evento.

A Abin confirmou a existência de um grupo na internet que usa um aplicativo de mensagens para divulgar textos com ideologias extremistas traduzidos para o português. Em nota, a agência afirmou que a abertura de uma nova frente voltada para a doutrinação extremista amplia a necessidade do trabalho de enfrentamento ao extremismo e mostra que pode ser uma via para a radicalização de cidadãos brasileiros.

“Há uma preocupação que temos por causa da realidade mundial. A parte de soberania nacional e segurança pública pensa na situação do terrorismo e há a integração total entre a polícia federal, secretaria de segurança, forças armadas e GSI [Gabinete de Segurança Institucional]. Temos a convicção de que teremos uma Olimpíada segura” , destacou Moraes.

O ministro garantiu ainda que passa pelos acertos finais da liberação de crédito suplementar para garantir o acerto de detalhes relativos aos Jogos, como o pagamento do Regime Adicional de Serviço (RAS). O tema deve ser discutido nesta sexta (17) em reunião no BNDES com o ministro das relações exteriores interino, José Serra.

Alexandre de Moraes também está no Rio para assinar um termo de compromisso para incentivar o uso de medidas alternativas que possam desafogar a fila de processos na justiça do país.

Fonte: G1

Luis-Macedo-Câmara-dos-DeputadosO plenário da Câmara aprovou nesta semana o Projeto de Lei 4918/16, do Senado, que estabelece regras para nomeação de dirigentes de estatais dos três níveis de governo (União, estados e municípios), normas para licitações e práticas de transparência. O texto sofreu alterações e voltará ao Senado.

O líder do PSDB na Câmara, deputado Antonio Imbassahy (BA), afirmou que a aprovação foi uma vitória do governo de Michel Temer. “Esse projeto significa grande avanço com relação à governança das estatais. Nós do PSDB temos orgulho de dizer que o senador Tasso Jereissati fez um trabalho notável dando o parecer no Senado”, completou.

O PL tem como principal objetivo reduzir a corrupção nas empresas, que se tornaram foco de desvios de recursos públicos durante os 13 anos de governos do PT. A medida tem como objetivo reduzir as indicações políticas nos cargos de comando, foco das principais ações de corrupção nas estatais – como revelado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

O deputado Fábio Sousa (GO) destacou que o país enfrenta o maior escândalo de corrupção da história, o petrolão, envolvendo justamente uma empresa estatal. Segundo ele, o projeto é o primeiro passo para resolver o problema e trazer fortalecimento econômico às empresas. “Ela pode trazer um valor melhor de mercado e pode trazer também condições de atender melhor a sociedade brasileira, mas há gente que é contra. Eu não consigo entender isso”, afirmou, em referência a parlamentares do PT e aliados, contrários à matéria.

“O PT vem querer falar em moralidade na estatal?”, indagou o deputado Luiz Carlos Hauly (PR) em resposta às tentativas de deputados petistas de derrubar a matéria. “Foram exatamente eles que destruíram a Petrobras, a Eletrobrás, os Correios, parte da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Deram prejuízo para os aposentados dos fundos de pensão”, alertou.

Para o deputado Max Filho (ES), o objetivo da mudança é buscar a profissionalização das estatais, incentivando boas práticas de gestão e de auditoria. “As estatais brasileiras viraram prisioneiras. A sanha de interesses meramente partidários terminou por privatizar essas empresas, por colocá-las a serviço do interesse privado de verdadeiras quadrilhas que assaltaram o Estado brasileiro”, disse. Da tribuna, o tucano cobrou a recuperação dessas empresas.

ALTERAÇÕES
O relator da proposta na Câmara, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), incorporou no texto algumas sugestões recebidas na Casa. Entre as mudanças propostas por ele ou incorporadas depois de sugestões de outros partidos, destacam-se  o aumento de 10 para 20 anos do prazo para as sociedades de economia mista ofertarem 25% de suas ações em bolsa de valores; a diminuição de 25% para 20% de conselheiros independentes nos conselhos de administração; e a possibilidade de profissionais liberais exercerem cargos em estatais. O relator retirou do texto do Senado a proibição de nomeação como dirigentes de estatais quem tenha feito parte de estrutura partidária nos últimos três anos.

*Informações do Portal do PSDB na Câmara 

A notícia impressiona: sem condições de manter suas operações de rotina e trabalhando no vermelho, os Correios podem recorrer a empréstimos para pagar até os salários dos empregados. O que acontece com uma empresa, até pouco tempo uma das mais admiradas pelos brasileiros, em função de um histórico de confiabilidade, é o retrato sem retoque do avanço predatório de um governo sobre a riqueza pública.

São muitas as companhias em risco. Gestões ineptas e políticas agressivas de apadrinhamento, sem compromisso com a qualidade dos serviços e a obtenção de resultados para a sociedade, tornaram-nas epicentro de corrupção e de prejuízos milionários.

Os números são assustadores. A Eletrobras registrou R$ 3,9 bilhões negativos no primeiro trimestre; a Petrobras R$ 35 bilhões, em 2015, e mais R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre.

A esse cenário some-se o descalabro dos fundos de pensão, resultante da nefasta combinação de incompetência e má fé, que roubou direitos e a tranquilidade de trabalhadores que dedicaram honestamente sua vida ao país.

Fonte: PSDB

247 – Na contramão da postura do PSB na Câmara dos Deputados, a senadora Lídice da Mata, que preside o partido na Bahia, está entusiasmada e “confiante” com a possibilidade de o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff não ser aprovado no plenário do Senado. 

“Acredito que é possível. O próprio desempenho do governo Temer indica que é preciso caminhar nessa direção. Vários senadores podem mudar o voto, arestas podem ser quebradas e podemos reverter esse caminho”, diz a senadora. Lídice afirma ainda que “o fato representa uma mudança positiva na atitude” de Dilma.

“Se ela admite voltar e convocar o plebiscito, parte do princípio que se o plebiscito decidir por novas eleições, ela vai diminuir o seu mandato. Ela aceita essa possibilidade e sabe também que deverá fazer um governo diferente”.

Para a senadora, “a disposição da presidente é importante para impedir que a gestão Michel Temer continue implementando as medidas impopulares” já iniciadas. “Diante dessa crise precisamos buscar a legitimidade que nos garanta a possibilidade  de resolução da crise. Para isso, nada é melhor do que devolver ao povo o direito de se manifestar”.

Lídice avalia também que Temer, o interino, ainda não conquistou a aprovação popular necessária para se firmar no governo, o que deverá, a curto e longo prazo, piorar a conjuntura político-econômica. “As pesquisas demonstram que se uma parte da população ainda não apoia a presidente Dilma, uma parte ainda maior também não apoia o presidente Temer nem tem esperança que o governo dele resolva alguma coisa”.

A delação de Léo Pinheiro, da OAS, pode atingir uma das principais figuras da política brasileira, tida até hoje como um arauto da ética. 

Segundo o jornalista Lauro Jardim, de O Globo, “na negociação da delação premiada de Léo Pinheiro, há uma revelação destinada a fazer muito barulho”. “Atinge duas figuras que têm suas imagens ligadas umbilicalmente às questões da ética e da sustentabilidade – uma, na política; a outra, no meio empresarial”.

Ele prossegue: “O ex-presidente da OAS se comprometeu com os procuradores a falar do caixa dois que, segundo ele, irrigou a campanha de Marina Silva à Presidência em 2010. O pedido a Pinheiro foi feito por Guilherme Leal, um dos donos da Natura, candidato a vice-presidente de Marina naquela eleição”.

De acordo com a nota de Jardim, que deve ser publicada em “O Globo” deste domingo (12), mas que já foi distribuída a jornais regionais, que publicam a coluna do jornalista, “Alfredo Sirkis acompanhava Leal quando a negociação foi fechada”. Sirkis já presidiu o PV. Ele é o fundador da sigla pela qual Marina disputou a presidência do país em 2010.

Na prestação de contas de Marina-Guilherme Leal, não há qualquer registro de doação da OAS.

247

Gilmar: Quem exerce funções legais não pode sair cometendo ilegalidades”, afirmou o ministro do STF em entrevista nesta sexta-feira.  Na ocasião, Gilmar também criticou o vazamento, avaliando-o como uma “brincadeira” com o tribunal e um “abuso de autoridade claro”. Questionado se estava se referindo à PGR, disse que a declaração era destinada a qualquer envolvido com esse tipo de vazamento: “Quem estiver fazendo isto está cometendo crime”.

Durante encontro com representantes do Ministério Público em Brasília, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, rebateu, sem citar nomes, o que chamou de “insinuações maledicentes” feitas pelo ministro do STF Gilmar Mendes, que insinuou que Janot teria vazado para a mídia a informação de que pediu a prisão da cúpula do PMDB; “Figuras de expressão nacional, que deveriam guardar imparcialidade e manter decoro, tentam disseminar a ideia estapafúrdia de que o Procurador-Geral da República teria vazado informações sigilosas para, vejam o absurdo, pressionar o Supremo Tribunal Federal e obrigá-lo a decidir em tal ou qual sentido, como se isso fosse verdadeiramente possível”, disparou o Chefe da PGR Rodrigo Janot. 

taca-300x221Sofrência maranhense: Deputados passam sessão inteira fazendo elogios para um suplente que assumiu o mandato de um titular que saiu de licença, enquanto esquecem de trabalhar pelo povo.taca

Quem esperou pelas votações de projetos importantes, fiscalização do governo, criação de leis que facilite a vida da população maranhense, pode esquecer, pois, na Assembleia Legislativa, deputados passaram a manhã inteira tecendo elogios ao suplente de deputado, Domingos Erinaldo Sousa, mais conhecido como Toca Serra (PTC), que tomou posse nesta terça-feira (18).

Para mostrar o desperdício de tempo que foi a sessão dessa terça-feira, gravei um vídeo mostrando a deputada Graça Paz (PSL), discursando para um parlamento disperso, onde nenhum deputado dava a tenção às suas palavras.

Essa é a triste atuação dos nossos representantes políticos.