Monthly Archives: Maio, 2017

Há algo estranho no ar quando notas oficiais de órgãos públicos continuam ocultando informações.

Novamente  solidarizo-me com a melhora no quadro de saúde do deputado maranhense, Humberto Coutinho (PDT), que é presidente de Poder no Maranhão. Lamentavelmente, como sempre fizeram nossos políticos, preferem ser tratados em hospitais de fora.

Recentemente fiz essa cobrança aos órgãos públicos,que continuam sem dar o devido esclarecimento aos eleitores sobre o tratamento dos nossos políticos em hospitais de outros estados, como se eles próprios atestassem que a medicina, de forma geral, o sistema de saúde do Maranhão não presta! (Confira aqui).

Abaixo, nota oficial enviada pela Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão:

Na segunda-feira da semana passada, dia 22 de maio, a UFMA instalou a Escola de Altos Estudos e o tema foi a Tecnologia Aeroespacial. Uma iniciativa muito importante, pois o Centro Espacial de Alcântara será parte fundamental de tudo, ou seja o Maranhão será parte importante nessa história, e terá em Alcântara um pilar de seu desenvolvimento no futuro próximo. Exatamente na área que comandará o progresso no mundo, tecnologia e inovação. É a nossa ponte para o futuro, e garantia que faremos parte desse novo mundo.

Mas, para que realmente tenhamos parte nisso e não apenas fiquemos olhando acontecer, é preciso que maranhenses possam fazer parte. Nesse sentido, precisamos ter gente qualificada, preparada para participar de tudo, atraindo empresas e investimentos. Sem isso, muitas coisas continuariam a ser produzidas lá fora, onde estão os técnicos, e transportadas para serem lançadas aqui. Queremos muito mais do que isso.

Daí a importância do ITA aqui no Maranhão. Precisamos de uma escola de ponta na inovação e na engenharia de altíssimo nível, especializada em tecnologia aeroespacial, já reconhecida no mundo inteiro. Essa escola é o ITA. Para entender, basta ver o que aconteceu em São José dos Campos, que de cidade morta dos anos 50, hoje é um vasto complexo tecnológico sede da indústria aeronáutica brasileira, uma das maiores do mundo.

Foi o conhecimento disso que motivou uma audiência, ainda em 2015, com o Comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Rossato. Nosso objetivo era trazer o ITA para Alcântara. Quem solicitou a audiência foi o então Coordenador da Bancada, Deputado Pedro Fernandes, ex-Secretário de Estado da Educação, também adepto da causa. O comandante, me lembro bem, já devia estar acostumado a pedidos como esse e nos respondeu que quase todos os estados queriam o ITA o que seria impossível atender, e que vários estados pediram antes. Se tivesse que atender teria que obedecer essa fila.

Nessa ocasião, lembrei-o de que só o Maranhão tinha o CLA, que nenhum outro tem e que assim estávamos dentro do programa espacial brasileiro, fazíamos parte dele e que o ITA aqui era uma imposição, uma necessidade absoluta do programa. Ele me olhou demoradamente e ao final, concordou comigo e daí em diante as coisas mudaram. Ele mesmo sugeriu o curso de engenharia aeroespacial, o mais importante, no caso. Fomos convidados a visitar o ITA e o Centro Técnico Aeroespacial, e no almoço que ofereceram lá, tivemos a companhia do Brigadeiro Pazzini, e Pedro Fernandes perguntou a ele se era contra ou a favor o ITA no Maranhão e ele respondeu que sim e daí trocamos vasta correspondência onde ele foi me instruindo sobre como conduzir o processo. Depois de inúmeras audiências com o Comandante da Aeronáutica ele finalmente oficializou as tratativas e me enviou o trabalho do Professor Lacava que designado pelo Reitor do ITA tinha preparado todo o curso de Engenharia Aeroespacial, como esse deveria funcionar, a parceria com o ITA, os laboratórios, enfim nascíamos oficialmente. Nesse trabalho ele chamava a atenção que esse seria o único curso desse tipo especializado em Centro de Lançamento. Uma enorme diferenciação.

A Reitora da UFMA, professora Nair Portela, nessa solenidade lembrou do dia em que procurei a UFMA para perguntar se queriam ser a parceira maranhense do ITA e que ela e os professores que participaram da reunião disseram que sim, que interessava muito a UFMA essa parceria. O governador Flávio Dino quando perguntei se queria indicar um professor para ir ao ITA desenvolver os entendimentos ele indicou o professor Alan Kardek, da UFMA, o que demonstrou ser uma preciosa indicação pois este tem feito um excelente trabalho ajudando, junto com muitos outros professores da universidade, a tornar esse sonho uma realidade.

Hoje o curso de Engenharia Aeroespacial que o ITA e a UFMA estão montando para funcionar no próximo ano é uma unanimidade entre nós. Todos compreenderam a importância dele para o Maranhão e todos o defendem e se sentem participantes importantes para a sua realização. Que bom que assim seja, isso ajuda muito a consolida-lo.

Para mim que iniciei essa luta ainda nos anos oitenta, em prolongadas conversas com Renato Archer, Ministro de Ciência e Tecnologia do Governo do Presidente Sarney, vejo hoje o sonho cada vez mais real.

E cabe aqui destacar a grande contribuição que deu a bancada maranhense destinando 60 milhões de suas duas emendas coletivas impositivas para a instalação do ITA no Maranhão. Um passo de extrema importância, fundamental mesmo.

Para que tudo isso funcione de verdade é preciso que o Programa Espacial Brasileiro saia do Papel para valer e daí o motivo da criação da Frente Parlamentar para a Modernização do CLA, já instalada com grande êxito.

Temos ainda muito a fazer, mas já sabemos o que.

A crise que envolveu o Brasil impediu a vinda do Ministro do Petróleo da Índia na semana passada ao Brasil que se seguiria a missão técnica precursora daquele país, que recebemos em meados de maio. A motivação principal da visita é a refinaria de Bacabeira. Esperamos que logo que tudo se normalize nova data seja marcada para essa importante visita e que o Ministro possa vir continuar as negociações já bastante avançadas para a implantação de nossa refinaria. A agenda previa encontros com o ministro das Minas e Energia e com o Presidente Temer.

Ficou para depois.

O vereador Francisco Chaguinhas (PP) foi à tribuna, na sessão dessa segunda-feira (29), para criticar o prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), por ter encaminhado à Câmara Municipal de São Luís, em caráter de urgência, mensagem para a apreciação e aprovação de Projeto de Lei que determina o inicio do procedimento de liquidação da Companhia de Limpeza e Serviços Públicos Urbanos – Coliseu.

Segundo o parlamentar, um projeto deste complexo e com vários pontos obscuros não deveria ter sido votado em caráter de urgência, ou seja, no afogadilho. “O prefeito se acostumou a enviar a esta Casa, um monte de mensagens com pontos obscuros. No caso, deste que trata da liquidação da Coliseu, além de ser complexo e cheio de pegadinhas”, disse Chaguinhas.

‘Câmara não é lavanderia’

Na tribuna, o líder do PP na Casa de Leis, afirmou que mensagens dessa natureza transformam a Câmara numa espécie de lavanderia para lavar projetos sujos enviados pelo prefeito. O parlamentar declarou que nunca foi contra aprovar matérias de interesse da população ou dos trabalhadores, mas lembrou que nessa cortina de fumaça era preciso saber o que é certo e errado

“Nesse projeto existe uma grande cortina de fumaça entre o que é certo e errado. Quando chegar aqui o projeto não é discutido. Se não querem discutir e querem aprovar é porque estão querendo que a Câmara sirva de lavanderia para lavar projetos sujos do prefeito”, disse.

O Projeto de Lei nº 77/2017, assinado pelo prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, que determina o inicio do procedimento de liquidação da Companhia de Limpeza e Serviços Públicos Urbanos (Coliseu) foi protocolado na Câmara no dia 09 de maio, mas somente na última quarta-feira (24), entrou na pauta da ordem do dia e só não foi aprovado porque o vereador Estevão Aragão (PSB), pediu vista da matéria.

O projeto tem 26 artigos e explicita como deve ser feita liquidação, bem como a posterior extinção da companhia, nos termos do artigo 5º, inciso III, do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967 e artigo 208 da Lei Federal nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 e da outras providências. (Blog do Davi Max)

O prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PSDB), apresentou nesta quinta-feira 25, no Plenário da Câmara Municipal, o balanço contábil e financeiro da sua administração, referente ao 1º quadrimestre de 2017. A prestação de contas cumpre a Lei Complementar Federal nº 101/2000, da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Tucano ainda convocou representante da Odebrecht/BRK para explicar sobre os serviços oferecidos pela concessionária nos últimos dois anos e as perspectivas para os próximos

Durante a prestação de contas, Luis Fernando explicou que as contas da prefeitura estão equilibradas, apontando para pouco mais de 47% do comprometimento da receita, ou seja, no limite prudencial, o que tem permitido o cumprimento de todos os contratos, pagamento em dia dos funcionários públicos, retomada de obras importantes e autorização de novas obras que deverão trazer progresso para o município.

“Não paramos um só dia para garantir o funcionamento do município e o resultado do esforço já começa a parecer. Já são 50 km de estradas recuperados, muito até para a situação financeira do município, 47 escolas recuperadas e com aula em pleno cumprimento do calendário escolar, merenda escolar em todas as escolas, professores capacitados, 10 unidades de saúde recuperadas, agricultores familiares voltando a fornecer merenda escolar para as escolas, além da recuperação da cozinha escola que agora conta com um centro de capacitação em culinária e ao mesmo tempo restaurante popular”, detalhou.

Luis Fernando também lembrou que, em quatro meses, a população também conta com cinco novas viaturas para a Guarda Municipal, a reconstrução do Poço da Saúde, Balcão de Informações turísticas, bem como a reconstituição do projeto Meninos do Santuário e o programa Voluntariado, que vai incentivar a população para boas práticas e ao final do ano premiação para as melhores práticas.

Além de dizer onde e como o dinheiro público do município de São José de Ribamar está sendo empregado, o tucano também convocou o representante da Odebrecht/BRK Ambiental, concessionária de abastecimento de água e esgoto, para dar explicações sobre os serviços oferecidos nos últimos dois anos e as perspectivas para os próximos, caso a empresa continue com a concessão.

“Pela primeira vez, esta casa recebe um represente da Odebrecht, para relatar o desempenho da concessão, fazer a devida prestação dos serviços no que dez respeito à água fornecida e ao tratamento dado ao esgoto da cidade”, ressaltou.

Durante reunião da Diretoria do Parlamento Amazônico que aconteceu em Manaus nesta sexta-feira (26), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) mencionou a problemática quanto à diminuição de voos no Maranhão e na região norte do País. O posicionamento foi feito quando o parlamentar defendeu a necessidade de existir uma união entre os Legislativos Estaduais da Região Norte, dos Senadores, bem como as Bancadas Federais de todos estados da região amazônica, principalmente, a fim de articular uma frota que atenda as necessidades dos estados, a exemplo do Maranhão.

Wellington fundamentou sua solicitação no desenvolvimento econômico e incremento do turismo

Ao defender a ampliação, Wellington mencionou o desenvolvimento econômico e o turismo como fatores que justificam a solicitação.

“Além do prejuízo econômico para o nosso estado, diante da queda no volume de negócios devido à dificuldade de ‘locomoção’, os cortes nos voos regulares resultam no imediato aumento de preços das passagens aéreas. Temos uma problemática que envolve fatores econômicos e afeta diretamente o maranhense. Vale mencionar também a questão do turismo. No Maranhão, há importantes pontos como a capital, São Luís, que é atrativo em virtude de seu caráter histórico e de suas belas praias; além de outros pontos, como Carolina e Barreirinhas. Reduzir voos ou não tê-los em quantidade suficiente é um problema que atinge não somente o desenvolvimento econômico, mas também turístico”, disse Wellington.

Wellington destacou ainda a necessidade de os parlamentares de outros estados também se sensibilizarem com a situação.

“A nossa Região Norte está, aos poucos, em processo de isolamento. É preciso que, juntos, façamos algo e permitamos o desenvolvimento econômico dos estados que compõem tanto a Região Norte quanto a Nordeste”, pontuou.

Entre os encaminhamentos da reunião, o deputado Wellington mencionou o agendamento de audiência com o Ministério dos Transportes, Porto e Aviação (MT), em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), bem como com as companhias aéreas, com o objetivo de mobilizar ações que fomentem os voos na Região.

Em mais uma reunião executiva com os integrantes do Parlamento Amazônico, na última sexta (26), em Manaus (AM), o deputado estadual Júnior Verde defendeu a necessidade de investimentos para Amazônia Legal. O evento foi realizado na Assembleia Legislativa do Amazonas, oportunidade em que foi deliberada a eleição que acontecerá em junho.

O Parlamento Amazônico trata das questões relacionadas à Amazônia e hoje é presidido pelo deputado do Amazonas, Sinésio Campos. Em junho, o Colegiado terá novo presidente de outro Estado. “Independente de quem seja eleito, é importante que continuemos discutindo as questões que envolvem a problemática da região”, ressaltou Júnior Verde.

Em junho, serão escolhidos os novos parlamentares do Norte que irão dirigir os trabalhos no biênio 2017/2018. “A nova diretoria continuará defendendo a mesma bandeira, que é discutir os problemas que afetam a Amazônia como um todo, entre as quais as questões fundiárias, a mineração e principalmente a ampliação do Programa Luz para Todos, considerando que comunidades inteiras ainda estão no escuro. Não podemos pensar em desenvolvimento enquanto não solucionarmos um problema tão sério”, completou.

O Parlamento Amazônico é formado por deputados estaduais dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins. O grupo busca soluções para problemas vivenciados na Amazônia, com alternativas que aliem desenvolvimento sustentável e crescimento econômico.

Participaram da reunião o vice-presidente do Parlamento Amazônico, deputado Hemetério Weba (PV/MA); o secretário de Direitos Humanos do Parlamento deputado Wellington do Curso (PPS/MA), o secretário da Secretaria de Juventude do Parlamento Amazônico, deputado Júnior Verde (PRB/MA); a titular do Conselho Fiscal do Parlamento, deputada Lenir Rodrigues (PPS/RR) e o deputado Ribamar Araújo (PR/RO).

Um salvador da pátria condenável…

Mesmo causando prejuízos bilionários aos cofres públicos, a publicidade petista quer emplacar (novamente) um salvador dos pobres e oprimidos. A tática petista é simples: ex-presidente Lula, mesmo sendo acusado de tantos crimes, poderá ter seu nome incluindo nas eleições diretas, ser eleito e livre de tudo.

O domingo foi petista. Movimentação pacífica no Rio de Janeiro, cantores e atores da Rede Globo(emissora golpista). Mas, enquanto isso, no Congresso, o PT já ensaia um outro casamento com a “direita”.

 

O segundo seminário “Revitalização dos Rios Maranhenses e Suas Nascentes” repetiu o grande sucesso do primeiro e atraiu um grande público para o auditório da Faculdade de Educação São Francisco- FAESF, em Pedreiras, nesta última sexta-feira (26). O evento foi organizado pelo Instituto Cidade Solidária e senador Roberto Rocha (PSB), com co-realização do Movimento Ensinando e Aprendendo (MEA).

Durante toda a manhã, o público presente – representado por centenas de pessoas de toda a região do Médio Mearim – pôde prestigiar e interagir com especialistas na área de sustentabilidade ambiental, que debateram e apresentaram projetos e estratégias para a recuperação das bacias hidrográficas do Maranhão. Entre elas, o diretor geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), Angelo Guerra, que foi a Pedreiras — a convite do senador Roberto Rocha (PSB) — para participar do seminário e, também, para conhecer de perto os problemas da barragem do Rio Flores, que necessita passar por um processo urgente de restauração.

Entre as autoridades presentes na cerimônia estavam o Senador Roberto Rocha (PSB); o prefeito de Pedreiras Antônio França; presidente da Câmara Municipal de Pedreiras, Bruno Curvina; Sebastião Madeira– ex-prefeito de Imperatriz; Angelo Guerra – diretor geral do DNOCS; Arli Bezerra – presidente da Associação Comercial e Industrial do Agronegócio de Trizidela do Vale; Marco Aurélio Diniz– diretor de Desenvolvimento da Área de Infraestrutura e Irrigação da CODEVASF; Márcio Coutinho — presidente do PRTB-MA e José Filho Ivo — secretário executivo do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Mearim.

Em seu discurso, na abertura do evento, o senador Roberto Rocha falou da sua preocupação com os graves problemas dos rios do estado, que estão perecendo por falta de cuidados.

“O Maranhão é um estado abundante em riquezas naturais, portanto, estamos hoje aqui para dizer que estamos lutando junto aos órgãos federais competentes, para trazermos obras para a recuperação de todos os rios do nosso estado, pois eles não têm cor partidária, eles são de todos nós”, disse o senador.

Ele aproveitou para enumerar algumas ações do seu mandato que irão promover obras e projetos de recuperação das bacias hidrográficas maranhenses. Lembrou que foram comprados 15 milhões em equipamentos como dragas, escavadeiras hidráulicas, entre outras máquinas que serão usadas no trabalho de desassoreamento dos rios.

Quem também compartilhou da mesma preocupação que Roberto Rocha em relação aos problemas dos rios maranhenses, foi o anfitrião do evento, o prefeito de Pedreiras, Antônio França Sousa. Ele elogiou a iniciativa do seminário e ressaltou a importância das parcerias para revitalização da bacia do Mearim.

“Temos que buscar maneiras que possam nos dar suporte, para que possamos trabalhar com mais efetividade e muita urgência na recuperação dos nossos rios”, disse.

Após o pronunciamento das autoridades, a programação seguiu com a apresentação de dois poemas, que foram declamados pelas senhoras, Fátima Lisboa e Elza Brito, alunas do Curso de Formação Continuada da Universidade Aberta Intergeracional (UNABI), programa da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

Atividades técnicas

As atividades técnicas do seminário, iniciaram-se com a apresentação de duas palestras com especialistas em ecossistemas. A primeira foi proferida pela chefe da Unidade Regional de Meio Ambiente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Ericka Cunha, que explanou sobre o Planejamento da Codevasf Para a Bacia Hidrográfica do Mearim. Houve momento para questionamentos dos ouvintes, onde foram levantados temas importantes sobre a verdadeira eficácia dos órgãos públicos na solução dos problemas das bacias maranhenses.

A apresentação de Ericka Cunha foi coordenada pelo secretário executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mearim, José Filho Ivo, que reconheceu a relevância do evento para o desenvolvimento do Comitê

“As propostas que o seminário nos apresenta na área ambiental, só vêm fortificar o nosso trabalho e vai nos dar– cada vez mais–, o ânimo para continuarmos trabalhando na preservação do nosso rio Mearim”, ressaltou o secretário.

Já a segunda palestra, que teve como tema “Bacia do Mearim- Sua Importância e Proposta Para a Sua Revitalização”, foi proferida pelo prof. Antônio Lopes do Bonfim neto- chefe do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade Estadual do Maranhão- Campus Bacabal. Na sua apresentação, ele mostrou um diagnóstico da Bacia Hidrográfica do Rio Mearim, e relatou alguns problemas que estão contribuindo para a sua degradação, bem como as ações necessárias para reverter o problema.

Alimentos

Ainda na FAESF, em pedreiras, após o evento, o senador Roberto Rocha e o presidente do Instituto Cidade Solidária, Marcelo Caio, fizeram a entrega dos alimentos não perecíveis que foram arrecadados no seminário. Eles foram doados para a Igreja Católica de Trizidela do Vale, representada pelo frei Vando Oliveira.

Sobre jornalistas tradicionais e blogueiros…

Enquanto leio um desabafo na timeline do facebook sobre as noticias dadas, em primeira mão, em blogues da cidade, que ganharam repercussão nas redes sociais, mas, que, não viraram reportagens em jornais impressos. O tema causou polêmica sobre os critérios de noticiabilidade, que da parte dos blogues sempre tendem para o exagero, ou como sempre são vistos, criticados pelos jornalistas tradicionais, como se fossem verdadeiros “terroristas”.

Créditos do blog do Luis Cardoso

Antes de entrar superficialmente no assunto, quero registrar mais um ataque do grupo EI (Estado Islâmico) matando vários cristãos (católicos) no Egito. Neste ataque foram assassinados à luz do dia, cerca de 28 pessoas, sendo que, pelos menos 8 crianças.

Na semana passada, na cidade de Manchester (Inglaterra) um ataque terrorista matou 22 pessoas durante um show para adolescentes.

A notícia dos ataques terroristas na Inglaterra e Egito ganharam o mundo rapidamente feito fogo. Foram espalhadas por jornalistas tradicionais de maneiras e formas diferentes, neste caso, com ou sem exageros, independente da linha editorial o fogo e a fumaça estavam juntos sem distinção.

Com tamanho destaque negativo ao islã, qualquer ser humano vestido de “burca” mete medo. Voltando ao tema principal, a presença de muçulmanos que, provavelmente foram expulsos de suas cidades devido a intolerância religiosa, é possível que estejam buscando espaços em terras maranhenses, o que por si só já causa certo temor na população.

Ora, a presença de muçulmanos no Maranhão pode ser explicada pela máxima do jornalismo: “um homem mordeu um cachorro”, ainda assim, pouco se “noticiou” nos meios tradicionais, apenas em blogues.

Acreditem, por falta de “pauta” os críticos dos blogues nada noticiaram, e ainda querem criticar quem teve a iniciativa de noticiar um fato de relevância.

O pouco que foi falado sobre o assunto (exceto em blogues) ganhou destaque por veículos que cumprem um importante papel social, que é de mostrar temas que passam despercebido, ou seja, quando blogueiros não mostram o fogo, mostram que há fumaça, chamando a atenção de outros veículos maiores.

Definitivamente a humanidade está a cada dias mais agressiva, frustada e preconceituosa.

Aos tradicionais que perderam o ardor do fogo, aos que ainda não “migraram” para o digital, são compreensíveis os sinais de fumaça.

Nota:

Acabei de sair de um grupo de jornalistas onde a maioria já migrou para blogues, mas, ainda tem aqueles que resistem e marginalizam blogueiros.

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