Monthly Archives: novembro, 2015

O deputado Fernando Furtado (PCdoB) participou na manh√£ desta sexta (13) da abertura do ‚ÄúProjeto Aul√£o Solid√°rio OAB‚ÄĚ que acontece no Audit√≥rio da Universidade Est√°cio de S√° em S√£o Lu√≠s.ff

O projeto que é desenvolvido pela União Nacional dos Estudantes e DCE da Universidade Estácio de Sá está na sua primeira edição e conta com 300 alunos inscritos.

O Aul√£o Solid√°rio oferecer√° 12h de aula preparat√≥ria para primeira fase da XVIII edi√ß√£o do Exame da Ordem dos Advogados que acontecer√° no dia 29 de novembro. No ato da inscri√ß√£o, cada aluno doou duas latas de leite que ser√£o entregues para as crian√ßas do Hospital Aldenora Belo, especializado em tratamento de c√Ęncer na capital.

De acordo com os organizadores, o principal objetivo do aul√£o √© preparar os alunos que n√£o tem condi√ß√Ķes de pagar um cursinho e ao mesmo tempo ajudar as crian√ßas que est√£o fazendo tratamento contra o c√Ęncer.

Para Fernando Furtado, iniciativas como essa s√£o de grande import√Ęncia, n√£o s√≥ para os acad√™micos mais para toda a sociedade.

‚ÄúEspero que esse aul√£o seja a arrancada para v√°rios outros. Sempre √© bom lembrar a import√Ęncia da educa√ß√£o, pois como diria o poeta, uma revolu√ß√£o se faz com homens e livros. Por isso que o Governo do Estado tem feito a√ß√Ķes para melhorar cada dia mais a qualidade da educa√ß√£o oferecida para os nossos jovens, como a constru√ß√£o de novas escolas e concurso para professores,‚ÄĚ destacou o parlamentar.

A pr√≥xima edi√ß√£o do aul√£o est√° prevista para acontecer em mar√ßo de 2016 na Universidade Federal do Maranh√£o ‚Äď UFMA.

Na tarde desta quarta ‚Äď feira ( 11), o presidente da Comiss√£o dos Direitos Humanos e das Minorias, o deputado Z√© In√°cio ( PT ) presidiu a audi√™ncia p√ļblica sobre as condi√ß√Ķes de presta√ß√£o de servi√ßos do transporte de ferry boat na ilha de S√£o Lu√≠s: Ponta da Madeira /Porto do Cujupe.

Deputado avalia como positiva audi√™ncia p√ļblica

Deputado avalia como positiva audi√™ncia p√ļblica

Representantes do Minist√©rio P√ļblico, Procon, EMAP, F√≥rum da Baixada, MOB e representantes das empresas de Transporte de ferry boat Servi Porto e Nacional Mar√≠tima. Al√©m de representa√ß√Ķes pol√≠ticas da Regi√£o da Baixada.‚Äô

O deputado Z√© In√°cio avaliou como positiva a audi√™ncia. ‚ÄúAvalio como muita positiva a audi√™ncia, n√£o s√≥ pelo debate que fizemos, mass tamb√©m pelas informa√ß√Ķes que os usu√°rios do transporte trouxeram para as autoridades que est√£o aqui‚ÄĚ.

O deputado Z√© In√°cio re√ļne √≥rg√£os e entidades para discutir situa√ß√£o dos Ferry Boats.

O deputado Z√© In√°cio re√ļne √≥rg√£os e entidades para discutir situa√ß√£o dos Ferry Boats.

O Parlamentar destacou que os terminais de Ferry Boat s√£o os locais que mais circulam passageiros no Estado do Maranh√£o. Somente ano passado cerca de 1 milh√£o e 800 mil pessoas usaram o ferry boat como meio de transporte e a previs√£o √© que este ano mais de 2 milh√Ķes de passageiros usem esse transporte.

Destacou ainda as a√ß√Ķes de melhorais como as licita√ß√Ķes que est√£o sendo feitas, da bilhetagem eletr√īnica e a licita√ß√£o das empresas prestadoras de transporte aquavi√°rio com previs√£o para o dia 18 de novembro, al√©m do acesso a internet e telefonia m√≥vel.

‚ÄúQuero agradecer ao Minist√©rio P√ļblico, na pessoa da promotora L√≠tia Cavalcante que tem tido uma atua√ß√£o muito incisiva e forte na defesa dos consumidores, n√£o s√≥ na capital como tamb√©m em todo o Estado do Maranh√£o e aos demais promotores. Que a atua√ß√£o deles na baixada ir√° contribuir para que melhore n√£o s√≥ o servi√ßo de ferry boat como tamb√©m outros servi√ßos que s√£o prestados na regi√£o da baixada‚ÄĚ, declarou.

Houve um consenso dos presentes, que muito se avan√ßou neste dialogo entre empresas, promotorias e benefici√°rios, mais necessita de empenho de todos para que as demandas e solicita√ß√Ķes dos √≥rg√£os a fins sejam atendidos, resultando em um melhor servi√ßos para os usu√°rios.

Z√© In√°cio finaliza afirmando que est√° satisfeito pelos encaminhamentos da Audi√™ncia P√ļblica. ‚ÄúEstou satisfeito por causa dos resultados concretos demonstrados aqui, n√£o pelo fruto desta audi√™ncia, mas de cobran√ßas coletivas que aconteceram nesses √ļltimos meses‚ÄĚ.

√Ēnibus velhos poluindo o ar

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Todos os dias √īnibus quebrados atrapalham o tr√Ęnsito de nossa cidade. Sem falar dos desconfortos dos passageiros que viajam de p√©, as pessoas que est√£o fora das “latas velhas”, ainda tem que aguentar os poluentes que essas velharias jogam no ar.

Observem no vídeo:

Créditos: este vídeo foi compartilhado nos grupos de whatsApp

Sobre a nova oligarquia maranhense, sinceramente, absurdos j√° eram esperados, mas, n√£o assim, t√£o r√°pido…

Neste nefasto episódio, o índio acabou preso, como previamente anunciado que aconteceria.

Do blog do Luís Cardoso

√ćndio que denunciou propina √© condenado a 14 anos pela Justi√ßa Federal

O líder indígena Uirauchene Alves Soares, aquele que denunciou a ex-assessora uirauchene1do governador Flávio Dino, Simone Macieira, de pedir propinas para liberar dinheiro, foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado pela Justiça Federal.

A decis√£o foi do juiz federal da 2¬™ Vara da Justi√ßa Federal no Maranh√£o por extors√£o e sequestro.¬† Ele foi denunciado pelo Minist√©rio P√ļblico Federal em 2007 por sequestro de servidores da Funasa para receber uma d√≠vida de R$ 76 mil que a entidade lhe devia. Uirauchene s√≥ soltou as v√≠timas depois de receber o pagamento.

Apesar da condena√ß√£o, o l√≠der ind√≠gena tem prazo para recorrer em liberdade. A condena√ß√£o em nada tem rela√ß√£o com o a exonera√ß√£o de Simone¬† Limeira que foi afastada do cargo para se defender e n√£o aconteceu nada, talvez por ser do PCdoB do governador e candidata dela em Graja√ļ. Se fosse um advers√°rio, estaria presa.

Simone foi denunciada pelo índio de pedir e receber duas parcelas como forma de propina para interceder na liberação de pagamentos do transporte escolar indígena.

A conversa sobre a propina foi feita pelas redes sociais. A ex-assessora, que não tem bola de cristal e nem é Mãe Dinhá, vinha falando que o índio teria o troco e que acabaria na cadeia.

E viva o pa√≠s “laico”…

Defensores da marcha justificam-se como “indignados com os pastores ladr√Ķes”.

Antes que algum leitor tente debochar dessa postagem, vou logo avisando que durante anos vivi afastado do meu convívio católico, tive experiências com o ocultismo, e posso garantir que o mal está vivo.

Toda destruição, violência e morte  é culpa de Satan.

Se por um lado, a Igreja do Brasil deixou de cumprir seu papel, o lado negro busca oportunidades de trazer juízos e destruição justamente pela ausência do cristianismo vivo, atuante. Alguém acha que a crise que o Brasil enfrenta, também, o acidente da lama que destruiu a cidade mineira de Mariana foi simples descuido dos governos ou das mineradoras?

Ofensas, toda ação tem reação. Muita gente debocha daquilo que não conhece.

Se já não sobrassem crises no Brasil, a marcha de satanás poderá acontecer em São Paulo e também noutras cidades do Brasil, atraindo maldição. Assim como outros eventos que debocham de Deus, atraindo gente, incautos ou não, para as ruas, isso tudo, não se iluda leitor descrente, só vai atrair destruição de vidas. Leia a matéria completa aqui:

Abaixo, uma reportagem sobre a marcha de satan√°s:

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Robert Lobato

A administração da cidade de Timon, comandada pelo prefeito Luciano Leitoa (PSB), foi principal debate na sessão de ontem, 11, da Assembleia Legislativa do Maranhão.rafaXxandy

Protagonizado pelos deputados Rafael Leitoa (PDT) e Alexandre Almeida (PTN), o debate foi tenso e com picos de alta temperatura tal qual o clima da própria Timon. Tudo após Almeida volta à tribuna para denunciar supostos casos de corrupção na gestão Luciano Leitoa.

Contudo, foi o Leitoa deputado que levou a melhor no duelo da tribuna ap√≥s desmontar o discurso destemperado e sustentado sobre um fr√°gil alicerce √† base de factoides como bem colocou o deputado pedetista. Confira a primeiro ‚Äúdireto de esquerda‚ÄĚ de Rafael Leitoa contra o rival Alexandre Almeida:

‚ÄúVenho hoje a esta tribuna, senhor Presidente, mostrar e colocar para todo o povo do Maranh√£o o avan√ßo e as conquistas do povo Timonense atrav√©s da educa√ß√£o municipal. E trabalhar hoje para a educa√ß√£o, no investimento das nossas crian√ßas, √© um compromisso incans√°vel do prefeito Luciano Leitoa. E eu trago aqui, resumidamente, algumas a√ß√Ķes, porque todo dia eu tenho que atualizar essas a√ß√Ķes (‚Ķ) Hoje, √†s 16 horas, o prefeito Luciano Leitoa vai inaugurar mais uma escola climatizada no Munic√≠pio de Timon. Amanh√£, eu vou ter que atualizar de novo, porque o prefeito Luciano Leitoa vai entregar para o povo um complexo educacional, n√£o apenas uma escola, uma escola totalmente reformada, 100% climatizada, com quadra coberta, com vesti√°rio e ao lado existe j√° uma creche totalmente climatizada, funcionado em per√≠odo integral‚ÄĚ. E prosseguiu Rafael Leitoa com v√°rios ‚Äúcruzados‚ÄĚ. Veja: ‚ÄúO dinheiro que Timon recebia era o mesmo, mas n√£o era aplicado onde deveria ter sido aplicado, que √© na educa√ß√£o das nossas crian√ßas. Para voc√™s terem uma ideia, senhores membros da imprensa, hoje, no munic√≠pio de Timon, n√≥s temos quinze mil alunos em salas de aulas climatizadas, s√£o duzentas e trinta e uma salas, nenhuma escola, venho aqui desafiar, no munic√≠pio do Nordeste tem essa estrutura. E a√≠ eu n√£o falo s√≥ na estrutura do ar condicionado, eu falo na qualidade do ensino, eu falo na maneira do professor dar aula, que √© um ambiente mais pac√≠fico, um ambiente mais silencioso, onde os professores n√£o precisam estar gritando para poder dar uma aula e o aluno n√£o est√° suando em cima da carteira para aprender. √Č isso que a gente faz em Timon‚ÄĚ.

FAM√ćLIA LEITOA VERSUS O ‚ÄúAN√ÉO DO OR√áAMENTO‚ÄĚ

J√° atordoado com os v√°rios golpes t√©cnicos e pol√≠ticos advindos do pronunciamento de Rafael Leitoa, o deputado Alexandre Almeida teve que aguentar mais uma saraivada de contundentes, mas necess√°rias palavras do seu advers√°rio, dessa vez sobre a li√ß√£o de ter mais cuidado ao levar para a tribuna quest√Ķes familiares.

Ao ser obrigado a defender a fam√≠lia Leitoa dos ataques de Alexandre Almeida, o seu colega de parlamento acabou por fazer uma revela√ß√£o de um fato at√© ent√£o desconhecido da grande maioria da popula√ß√£o: o de que Alexandre Almeida √© sobrinho do finado Jo√£o Alves de Almeida, ou simplesmente Jo√£o Alves, aquele deputado que ficou famoso por ser o cabe√ßa do esquema de maracutaias no Congresso Nacional que ficou conhecido como ‚ÄúOs an√Ķes do or√ßamento‚ÄĚ, lembram? Pois √©.

Acompanhe o golpe fatal que levou a nocaute o afobado Alexandre Almeida. Volto em seguida.

‚ÄúEu coloquei o questionamento do posicionamento pol√≠tico do deputado [Alexandre Almeida], mas at√© compreendo porque a historia partid√°ria, ideol√≥gica, V. Exa., apesar da pouca idade, n√£o tem. E a√≠ eu fiz esses pontos, e colocar, senhor deputado, o V. Exa. gosta muito de se referir a nossa fam√≠lia. A fam√≠lia Leitoa, aos tr√™s Leitoas, como V. Exa. gosta de colocar. Fam√≠lia, senhor deputado, √© algo sagrado, sei que V. Exa. talvez, talvez n√£o, tamb√©m n√£o tem culpa, mas esconde que tem parente pol√≠tico. Eu n√£o sei por que, deputado, o Maranh√£o talvez n√£o conhe√ßa, mas V. Exa. √© sobrinho do chefe da quadrilha dos an√Ķes do Or√ßamento, descoberto em 1993 (‚Ķ) o senhor Jo√£o Alves de Almeida √© tio do deputado Alexandre. E o deputado abre boca aqui na tribuna para dizer que n√£o tem hereditariedade pol√≠tica, convenhamos, deputado, eu n√£o sei por que V. Exa. esconde. Talvez porque foi o maior esc√Ęndalo de corrup√ß√£o que esse Pa√≠s j√° viu. E, realmente, √© dif√≠cil para um deputado que posa de bom mo√ßo, falar quem √© realmente √© o tio do deputado‚ÄĚ.

Comigo de novo

Como p√īde-se observar, o deputado Rafael Leitoa, mesmo sendo novato, deu uma li√ß√£o no veterano Alexandre Almeida que perdeu feio o debate politico na Assembleia Legislativa. Pagou o pre√ßo por n√£o ter cuidado com as palavras, por n√£o medir as consequ√™ncia do que sai por entre seus dentes e pela arrog√Ęncia.

Nesse sentido, acabou dando raz√£o ao dito popular que diz:‚ÄúQuem fala o que quer, ouve o que n√£o quer‚ÄĚ.

Levou a pior, o Xandynho…

A ordem da leitura n√£o est√° trocada, explico:

Em v√°rios bairros de S√£o Lu√≠s, de tantos buracos a pergunta a ser feita √© justamente essa: ‚Äúonde est√° o prefeito, buracos‚ÄĚ?

Nas imagens abaixo, os moradores do Alto do Calhau, rua Lil√°s, estenderam uma faixa cobrando a√ß√£o dos gestores p√ļblicos da capital maranhense, que, infelizmente, est√£o inertes diante dessa triste realidade.

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Novos tempos?

Reelei√ß√Ķes de Edivaldo Holanda J√ļnior e Fl√°vio Dino passam pelo PMDB…

PMDB e PT, Carcar√°s, Holandinha, Dino, Bras√≠lia e Maranh√£o?¬†Entenderam as liga√ß√Ķes?

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Na imagem do dia, uma pequena demostração da satisfação dos governistas diante da retirada do PMDB das mãos dos Lobos/Sarney/Murads. Agora, quem manda na legenda são os cacarás. Entenda o motivo clicando aqui:

Alem disso, nos bastidores da política maranhense, comenta-se que a luta foi grande para afastar o Clã político da legenda, que, no plano federal tem o senador João Alberto colado em Dilma.

A deputada estadual Ana do G√°s (PRB) participou na tarde desta quarta-feira (11), na Sala das Comiss√Ķes da Assembleia Legislativa do Maranh√£o, da reuni√£o extraordin√°ria do Conselho Estadual de Recursos H√≠dricos.gaz

Em pauta, a aprova√ß√£o das atas das audi√™ncias p√ļblicas realizadas em Balsas e Araioses, ¬†e das duas √ļltimas reuni√Ķes ordin√°rias do conselho.

“A Comiss√£o de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa est√° caminhando de m√£os dadas com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, com os conselheiros e sociedade civil organizada na luta pela implanta√ß√£o do Comit√™ de Bacia Hidrogr√°fica do Rio Parna√≠ba”, declarou a presidente da Comiss√£o de Meio Ambiente.

Durante o evento foi feito um balan√ßo das audi√™ncias p√ļblicas que est√£o levando as discuss√Ķes sobre a import√Ęncia da cria√ß√£o do Comit√™ do Rio Parna√≠ba para o interior do estado. “S√≥ temos a agradecer √† presidente da Comiss√£o de Meio Ambiente, Ana do G√°s, e aos demais parlamentares da Assembleia pelo apoio que est√£o dando e √© com alegria que comunicamos que estamos avan√ßando nessa luta”, pontuou o secret√°rio – adjunto da SEMA, Victor Belo.

Al√©m de mobilizar toda a sociedade, as audi√™ncias realizadas t√™m obtido √™xito. “At√© ¬†agora foram conseguidas 14 das 18 assinaturas de prefeitos maranhenses necess√°rias para a cria√ß√£o do comit√™ e em Timon, na √ļltima audi√™ncia, ¬†vamos conseguir”, frisou a parlamentar.

Jerry terá que ser homem para honrar suas palavras aos políticos maranhenses.

Ainda repercutem as palavras do comunista M√°rcio Jerry. Encerrando o primeiro ano do governo comunistas, M√°rcio Jerry n√£o economizou tinta para pintar um quadro positivo quando fez seu balan√ßo. Jerry foi al√©m disso, quando declarou que o governador Fl√°vio Dino est√° focado na gest√£o. N√£o vou negar que recebi com surpresa certas afirma√ß√Ķes.¬†Para quem observou suas andan√ßas nas politicagens, tais declara√ß√Ķes surpreenderam.¬†images

A entrevista dada pelo l√≠der do comunismo maranhense, que √© o respons√°vel pelas candidaturas de quase todas as 217 cidades e seus respectivos candidatos, ¬†das elei√ß√Ķes que se aproximam.

Alguns trechos demostrou que não vai atropelar, passar por cima de ninguém, que o projeto do PCdoB não deverá entrar em rota de colisão com outros políticos. Esperamos que isso, de fato, aconteça.

Afinal, passam pelas m√£os do l√≠der comunista, os destinos das reelei√ß√Ķes de Edivaldo Holanda, prefeito da capital, em 2016, e Fl√°vio Dino, que vir√° novamente candidato a governador em 2018.

As palavras do comunista v√£o ficar guardadas, para efeito de uma breve ‚Äúamn√©sia pol√≠tica‚ÄĚ, serem sempre lembradas.

Abaixo, entrevista dada a TV Guar√°, onde fala da import√Ęncia de pol√≠ticos como o senador Roberto Rocha (apelidado carinhosamente por Fl√°vio Dino como as duas asas do governo) e, tamb√©m da deputada Eliziane Gama, pol√≠ticos da oposi√ß√£o maranhense que, at√© recentemente estavam sendo vistos pelos s√ļditos do comunismo como “sarneysistas” e escrachados pelos novos funcion√°rios do Pal√°cio dos Le√Ķes, como como ‚Äúadvers√°rios pol√≠ticos”.

Diz aí, Jerry: 

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