Depois do leite derramado: nove cidades e quase 500 famílias desabrigadas durante enchentes no maranhão…

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Maranhão debaixo d’água:

Faltou interesse ou monitoramento nas cidades que constantemente apresentam os mesmo problemas?

Se tivessem interesse de monitorar a situação dos alagamentos, daria para serem feitos com antecedência de até 30 dias. Se a lei proposta por Flávio Dino valesse para alguma coisa, não teríamos famílias desabrigadas. Há suspeita de um caso de afogamento em Caxias causado pela inundação.

Nove cidades do Maranhão atingidas, quase 500 pessoas desabrigadas, enquanto isso, o governador Flávio Dino foi para os EUA falar a aliados comunistas.

Lei enviada pelo governador Flávio Dino e aprovada pelos deputados da Assembleia Legislativa do Maranhão não foi posta em prática, o pior de tudo que o governador Flávio Dino, que deveria estar acompanhando a situação das quase 500 pessoas desabrigadas, das nove cidades estava viajando para o paraíso capitalista, para proferir palestra a aliados comunistas dos EUA.

Levantamentos do programa Passando a Llimpo da Difusora AM, dos jornalistas Osvaldo Maia e Andrezza Cerveira, dão conta que 9 cidades foram agravadas, de todas, apenas Marajá do Sena estava inscrita no cadastro do Governo Federal, desde o dia 23 de fevereiro, para receber kits da defesa civil nacional para desabrigados.

As cidades:

Marajá do Sena, com 104 famílias desabrigadas; Pedreiras, com 87; Trizidela do Vale, 98 famílias desabrigadas; Presidente Vargas,  27 famílias desabrigadas; Brejo, 300 famílias desabrigadas; Bacabal, 11 famílias desabrigadas; Imperatriz, 15 famílias desabrigadas; em Tutum e caxias ainda não  se tem  levantamento dos desabrigados.

Em Marajá do Sena, uma das cidades mais pobres do Brasil está com mais de 104 famílias desabrigadas, ou seja, perderam tudo.

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