Salve-se quem puder: No Maranhão hospital lotado é esvaziado na bala

Insegurança e extrema pobreza: Inédito, na gestão comunista de Flávio Dino hospital lotado é esvaziado com rajadas de balas.

Apesar de muita gente estar doente, precisando de atendimento, a maioria da população deverá pensar duas vezes antes de entrar numa UPA depois dessa. Só lembrando que antes de Flávio Dino destruir a Saúde e Segurança, os hospitais pelo menos tinham policiamento.

Imagens fortes:

Na bala? Vergonha para o Maranhão, a gestão “comunista” ao que tudo indica achou uma forma inusitada de esvaziar hospitais…

Foi assim o início do ano de 2022 na Grande Ilha: Homem sendo perseguido dentro de um hospital e assassinado a tiros (rajada de balas) diante de pacientes, idosos e crianças, que buscavam tratamento. Absurdo? Não, apenas o resultado da extrema pobreza, aumento do tráfico de drogas e da impunidade da Justiça que libera bandidos perigosos.

Nem sempre foi assim, mas para chegar ao ápice é bom mostrar o caminho da “Venezualização” proposto pelo “comunismo” Dinista.

Gestão da “mudança”:

Prestes a sair de cena e deixar o governo, Flávio Dino se esconde diante das suas culpas e tenta jogar tudo de ruim que acontece no presidente do Brasil, só lembrando que antes de acusar Bolsonaro, a culpa de tudo era do Sarney e da sua filha, Roseana, a quem os “comunistas” acusavam de ter “roubado o dinheiro dos pobres do MA”.  Mas, e agora, quem está roubando o erário público, o dinheiro dos pesados impostos triplicados sem pena, seria o chefe maior do regime comunista do Maranhão?

Tudo isso seria o resultado do “comunismo” Dinista (regime implantado há exatos 8 anos atrás) que fez do Maranhão uma sucursal na Venezuela e Cuba, atrasando nosso belo estado.

Após entrar na Extrema Pobreza, o estado do Maranhão (217 cidades) registra aumento da violência, antes brigas de facções aconteciam apenas dentro dos presídios, hoje, nas ruas, bares, mercados, escolas, até dentro de hospitais. Vale ressaltar que há 10 anos pouco se ouvia falar de facção no estado que foi dominado.

Políticos que permaneceram isolados, pela constante patrulha, posso citar os deputados: César Pires, Wellington do Curso, Mical Damasceno (essa última até impedida de entrar na “Casa do Povo está), defendem que o culpado pelo atraso foi a centralização e controle absoluto, condutas autoritárias e personalistas do então governador.

Tudo faz parte do alinhamento da pobreza, da “igualdade” proposta pela ideologia comunista que visa jogar todos no mesmo patamar: a pobreza, no caso do Maranhão, Extrema Pobreza.

Existe de fato um culpado pela pobreza?

Antes de Flávio Dino ser eleito governador do Maranhão, era costume dizer que a culpa da pobreza era do Sarney e por causa dos desvios de dinheiro público. Se o Maranhão tivesse um gestor de verdade, e não um politiqueiro que vive atacando adversários políticos, os rumos do Maranhão poderiam ser diferentes em 8 longos anos.

Segundo os números do IBGE na gestão “comunista” de Flávio Dino os municípios passaram para abaixo da linha da pobreza (ainda, de acordo com dados de organizações internacionais, em 2019, quase 20% da população maranhense vivia com renda mensal abaixo de R$ 145.) O que levou o senador maranhense, Roberto Rocha do PSDB, que lutou para aumentar o dinheiro destinados às famílias dos pobres, chamado na atual gestão de Auxilio Brasil.

Por hora nossos conterrâneos estão assistidos pelo governo federal apenas, mas o importante é fazer o Estado produzir, pois é isso que pode gerar riqueza, sem ela, só existirá alinhamento para baixo, ou seja: pobreza, com direito a rajadas de balas, tráfico, assaltos, mortes, guerras de facções e muita violência.

Em 2022, ano de eleição, antes de escolher nossos representantes, por favor, pensem nisso.

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