Mandela, herói ou bandido: Outro “revolucionário” fabricado por comunistas?

Sofrimento dos negros passa pelo comunismo.

Mandela: Confissão contra negros…

Segundo a economista Renata Barreto (mais influente do Brasil de acordo com a Forbes), o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, ganhador de premiações internacionais, teria usado métodos comunistas nada democráticos para ascender politicamente.

Pesa contra o “herói” sul africano várias prisões, mortes, e até e torturas contra negros, inocentes africanos, confessados em sua autobiografia. Confira abaixo:

Mandela era membro do partido comunista da África do Sul e depois se juntou ao CNA – Congresso Nacional Africano. De acordo com Rowley Arenstein, membro do partido comunista, Mandela era o principal instrumento dos comunistas para “sequestrar” o CNA e marginalizar seu antigo líder, que era legitimamente antiapartheid e se opunha aos planos marxistas.

Mandela escreveu um manual sobre como ser um bom comunista, onde relatou que o “estudo do marxismo é necessário para controlar as massas” e “a vida de um comunista revolucionário deve ser dedicada somente à destruição da sociedade capitalista”, dentre outras barbaridades. E foi com esse conhecimento de dominação das massas que ele explorava os anseios legítimos de membros do CNA que queriam acabar com a segregação racial.

Em 1962, Mandela recebeu treinamento militar na Argélia, onde aprendeu táticas de guerrilha, tortura e terrorismo. Seus métodos incluíam
uso de minas e explosivos contra civis, assassinato de pessoas não alinhados à sua causa (inclusive de negros), incêndio de casas e negócios de negros que não participavam das greves, etc.

Em sua autobiografia, Mandela confessou diversos crimes, incluindo seus métodos de tortura. Mesmo depois de ser preso, continuava a comandar ataques pela CNA. Winnie Mandela também falou abertamente sobre seus métodos de tortura, incluindo o “necklace”, em que pessoas eram queimadas vivas dentro de pneus.

Em 1985 foi oferecida a liberdade à Mandela, em troca de haver uma renúncia da violência. Ele não aceitou. Somente em 1990 ele foi solto. A jornalista Aida Parker retratou os horrores dos campos de concentração da CNA e falou sobre o papel crucial da mídia na falsificação da imagem de Mandela.

Ele era amigo de ditadores, como Fidel Castro, Sadam Hussein, Moammar Gaddafi e Robert Mugabe. Em 1989 ele recebeu o prêmio “Al Gaddafi de direitos humanos” e em 1990 o prêmio “Lênin da paz”. Ditadores amam exaltar os direitos humanos enquanto dizimam o próprio povo e ainda distribuem, entre si, prêmios de paz.

É verdade que Mandela ajudou a negociar o fim do apartheid de forma pacífica, mas isso depois de muitos e muitos anos de violência.

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