Flávio Dino promete processar Presidente do Brasil pela segunda vez em uma semana por causa de refrigerante da Coca Cola que ele próprio aumentou impostos porque seria um “artigo de luxo”…

Artigo de luxo, então toma:

Flávio Dino e deputados comunistas aumentaram os preços do refrigerante, impedindo que tomem “artigo de luxo”.

No Maranhão, apesar de pobre não pode mais tomar refrigerantes, por causa do preço alto, pois o Governador “Comunista” aumentou impostos dos “refri” alegando ser “artigo de luxo”. Dino saiu em defesa do Refi, prometendo pela segunda vez (em menos de uma semana)processar o presidente do Brasil, a quem esse mesmo governador, motivado por ódio, vive xingando dos piores impropérios nas suas redes sociais.

Bolsonaro cancelou visita a Balsas por falta de segurança e foi processado. Bolsonaro diz para Aluísio Mendes que tomou refrigerante e virou boiola, e será processado.

Mídia aliada…

A situação toda foi parar adivinhem onde? Lógico que nas páginas da Revista que recebeu dinheiro para promover o comunista através de um contrato vergonhoso:

Na semana passada, Flávio Dino, depois de negar que desautorizou sua policia militar dar segurança correu para o tribunal mais próximo para intentar contra o presidente eleito em 2018, que até hoje a turma do “EleNão” não aceita sua vitória.

Depois das cenas duma multidão gritando por Bolsonaro no aeroporto da capital do Maranhão, o governador comunista, obviamente motivado por ódio contra o presidente, prometeu outro processo (em menos de uma semana) ao chefe de uma nação por ter feito uma brincadeira com um maranhense, um deputado da terra que lhe ofereceu um refrigerante (Cola Jesus).

O senador maranhense Roberto Rocha, do PSDB, aliado do presidente Bolsonaro, que estava no momento da brincadeira explicou a situação, que tudo indica foi traduzida pelo víeis esquerdista, através dum aliado do comunismo, um jornalista  do Site UOL, que preferiu dar a “manchete” com picuinhas, falando mal do encontro do presidente no Maranhão, que anunciou várias obras importantes para o estado pobre e necessitado.

A imprensa esquerdista deveria ser impedida de entrar nessas agendas do presidente, passou da hora.

O que faz um inimigo do presidente num evento desse?

Quer dizer que de tudo que foi feito, a única coisa que sobrou foram as palavras sobre um refrigerante e um gracejo com um aliado que foi deturpado?

Em tempo: Flávio Dino e seus comunistas que aumentaram os preços do refrigerantes, impedindo que os pobres possam tomar desse “artigo de luxo”, conforme as palavras do governador, deveriam se envergonha por nada fazerem contra os aumentos absurdos e exploração dos pobres.