Eleições 2020: Verdades sobre Flávio Dino e Duarte Júnior…

Um coisa completa a outra:

Dino é pré-candidatíssimo a presidente do Brasil, Duarte Júnior a prefeito, Dino quer prefeitos. Qualquer leigo em política sabe disso. Mas a dupla peca em pequenas coisas.

Dino Júnior, ou Duarte Jr., está para ojeriza dos políticos da Assembleia Legislativa, assim como Flávio Dino está para os políticos nacionais; Dino peca ao brigar com o presidente, pensado que esse tipo de conduta vai colocá-lo num patamar maior, quando deveria demostrar que busca manter diálogos com o presidente do Brasil, esta sim, seria uma boa imagem,

Por falar nisso, em imagem, Flávio Dino não permitiu até hoje que  o quadro do presidente do Brasil entrasse no Palácio dos Leões. Que loucura, governador!

Vale lembrar que atualmente é preciso agir com naturalidade e deixar essa briga (direita e esquerda) e voltar a ser o antigo Flávio Dino, que agradava falando a verdade, sem precisar sorrir com falsidades.

O flávismo (grupo político de Flávio Dino) é tão nocivo ao desenvolvimento do Maranhão como foi o Sarneysismo e o Vitorinismo, o governador por mais que se esforce e trabalhe, só consegue demostrar aquilo que sua narrativa política constrói através da mídia paga, ou seja, uma narrativa falha. Já seu pupilo, o Dino Jr., que tem perfil de gestor (não ideológico) quer mostrar servilismo ao ex-chefe, mesmo sendo deputado.

Não vacila Duarte (Dino Jr.), teu chefe é o povo.

Flávio Dino é esforçado, trabalhador, tem qualidades que poderiam ser demostradas longe do viés ideológico e de seu sorriso de enganar trouxas. Na garupa de Dino vão seus pupilos, que erroneamente copiam suas práticas, falo de gente que tem perfil de gestor mas que está metendo as mãos pelos pés.

Dino Junior precisa entender que falhou, errou e não foram apenas as “intrigas” de aliados, mas sua resistência em entender o óbvio: ora, manter o Procon com sua base iria trazer dores de cabeça, mas, demorou para agir, fazer o que era correto aos olhos de seu patrões, o povo, e não Dino.

Abaixo, trecho do jornalista Marco Déça: