Eleição polarizada: Segundo turno, um senador do Lula e outro do Bolsonaro…

O fator segundo turno:

O então senador pelo Maranhão soube se articular bem com as lideranças da direita em 8 anos de mandato. Roberto Rocha carrega o legado de direita, coisa difícil na politica de cabresto do Maranhão. Confira na postagem anterior.

As chances de um segundo turno no Maranhão dependem da existência de uma candidatura competitiva da direita, capaz de fragmentar o eleitorado.

Sem isso, a tendência é de concentração de votos em Eduardo Braide, aumentando as chances de decisão no 1º turno.

O cenário também influencia diretamente a disputa pelo Senado.

O Fator Segundo Turno

Por Roberto Rocha

A chance de Felipe Camarão (PT) na disputa pelo Governo do Maranhão depende diretamente da realização de um segundo turno. E, para que isso aconteça, é indispensável a existência de uma candidatura competitiva da direita que alcance votação de dois dígitos.

Essa é a única combinação capaz de fragmentar o eleitorado e nacionalizar a disputa no Maranhão, reproduzindo no estado a polarização entre esquerda e direita observada no cenário nacional.

Afinal, os dois polos se retroalimentam: sem uma direita competitiva, a esquerda perde seu principal antagonista; e, sem uma esquerda forte, a direita também perde parte de sua capacidade de mobilização. Em política, especialmente no cenário atual, um polo fortalece a existência do outro. Sem um, não existe o outro.

Sem uma candidatura forte da direita com esse desempenho, torna-se praticamente impossível haver segundo turno.

• Sem uma direita forte: os votos tendem a se concentrar em Eduardo Braide (PSD), ampliando significativamente suas chances de vencer já no primeiro turno.

• Com uma direita forte e competitiva: o eleitorado se divide entre quatro polos relevantes, aumentando a probabilidade de segundo turno e transformando a eleição maranhense em uma disputa de alcance nacional.

Três cenários possíveis:

1. Quatro polos competitivos
Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB), Eduardo Braide (PSD) e um nome forte da direita dividem o eleitorado, criando as condições para o segundo turno.

2. Fortalecimento de Felipe Camarão
Com o apoio de Lula e o distanciamento entre Carlos Brandão e o grupo Sarney, Camarão se consolida como principal representante do lulismo no estado.

3. Saída de Lahesio Bonfim
A desistência de Lahesio tende a transferir o eleitorado conservador para Braide, reduzindo a fragmentação dos votos e aumentando as chances de uma vitória em primeiro turno.

A disputa pelo governo também influencia diretamente a eleição para o Senado. Com segundo turno, a polarização nacional permanece ativa e pode favorecer candidatos alinhados ao PT. Já uma vitória de Braide no primeiro turno fortaleceria uma eventual aliança entre PSD e NOVO, impulsionando Roberto Rocha ao Senado e impondo maiores dificuldades à reeleição de Eliziane Gama, justamente pela ausência, no Maranhão, de um ambiente de polarização nacional.

Facções atuam em 53 municípios do Maranhão, diz deputado…

Em discurso na Câmara Federal, Allan Garcês pregou investimentos na segurança pública, com armamento, preparo e equipamento para os policiais que combatem o crime.

O deputado federal Allan Garcês (PP) fez na tribuna da Câmara Federal um contundente discurso em que denunciou a atuação das facções criminosas no Maranhão.

segundo ele, as facções criminosas já atuam em 53 municípios maranhenses;
o deputado revelou que o Maranhão foi o estado onde o crime mais cresceu.

“Itapecuruu-Mirim, por exemplo, tem quatro facções disputando o poder do tráfico e o comando da cidade. A segurança Pública não se resolve com discurso de palanque. Se resolve com polícia preparada, polícia equipada, com armamento. Precisamos estar do lado de quem se propõe a proteger o povo”, pregou o parlamentar.

Allan Garcês embasou seu discursos em números de órgãos de pesquisa e acompanhamento do país. Ele propõe um pacto federativo contra as facções criminosas…

Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/DZ42QUthGH6/?igsh=eXM1cWF3NGwxYzhy

Eleições 2026: Mariana Carvalho poderá ocupar a vaga “bolsonarista” deixada por Roberto Rocha?

Partido Novo se prepara para ter chapa forte representando a direita bolsonarista. 

O blog do jornalista Martin Varão foi adiante e cobrou um posicionamento coerente de dois políticos que, até o momento, transitam junto ao eleitorado conservador e são rotulados como “bolsonaristas”.

Confira um trecho:

Os pontos elencados pelo jornalista Martin Varão são válidos, muito embora precisemos destacar que, nesta fase, tudo ainda está no campo das suposições. Nada é concreto até o momento.
Mas vamos aos outros pontos:

Com a iminente saída de Lahésio Bonfim da disputa pela vaga ao governo, sobrou para seu pré-candidato a senador, Roberto Rocha, ter que ocupar a disputa. Com essa nova composição, alguém da extrema confiança de Rocha deverá ser indicado ocupar a vaga para disputar ao senado, na sua chapa ao governo.

Por enquanto apenas um nome já estaria sendo cogitado, que é o nome da suplente de deputado federal, Mariana Carvalho, conhecida no Sul do Maranhão como a pupila dos Bolsonaros.

Roberto Rocha não tem falado nada sobre compor chapa ao lado de Lahésio Bonfim, que, pelo andar da carruagem, deverá ser a parte “bolsonarista” ao lado de Eduardo Braide, e do “Lulista”, Fufuquinha (que até pouco tempo era bolsonarista).

Por hora as suposições se manterão neste aspecto, da ocupação do vácuo deixado por Roberto Rocha.

Como sempre, a fase de “pré-campanha” está sendo tudo mantido por suposições, mas uma coisa é certa: numa disputa polarizada entre Lulistas e bolsonaristas, também, Dinistas e Brandonistas, niguém pode duvidar que Rocha poderá, ainda ser uma alternativa viável contra o Dinismo, assim como Braide pode ser afavor, do Dinismo.

Deu na Veja:

‘Nunca fui esquerdista’, diz Lula em áudio vazado de conversa com líderes no G7

“O mundo não é de esquerda, o mundo é do caminho do meio. Eu nunca fui esquerdista.

VEJA – Em bate-papo informal com diretora do FMI e chanceler alemão, petista diz que o mundo deve seguir ‘o caminho do meio’

A declaração circula nas redes sociais em um áudio vazado da conversa.

Eu era um dirigente sindical, que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, muito forte. Uma relação boa com o sindicalismo italiano e uma relação boa com a Espanha”, afirmou Lula.

A declaração, apesar de ser feita fora do Brasil, ocorre durante o período préeleitoral no qual Lula disputará a reeleição e tem como principal oponente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), representante da direita bolsonarista. Outros candidatos de centro tentam se viabilizar, mas não tem tido sucesso contra
a polarização.

Para sustentar o discurso de que caminha pelo centro, Lula — que é
o presidente mais de esquerda que o Brasil já teve — manterá o ex-governador de
São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) na sua vice, repetindo o discurso vitorioso de
2022 de que faria um governo de frente ampla.

Em outro momento da cúpula do G7 vazado em áudio, ao falar com o líder da
Coreia do Sul, Lee Jae-myun, Lula também criticou o comportamento do governo
dos Estados Unidos sob a gestão de Donald Trump. O petista diz que “não gosta de
briga” e que “não tem divergência com nenhum país”, no entanto, logo em
seguida, afirma: “Eu não suporto o comportamento do governo americano”.

As falas foram captadas parcialmente nesta quarta-feira, 17, por uma equipe da
agência de notícias Associated Press, enquanto os líderes, já perto dos microfones,
conversavam antes de abertura da reunião. Em discurso oficial durante a cúpula, um dia antes, Lula já havia criticado
abertamente “o protecionismo e o unilateralismo” e defendido o respeito à
soberania de países na luta contra o crime transnacional. A fala foi feita

O discurso faz referência direta às ameaças de Washington de impor um novo
tarifaço de 25% a produtos brasileiros e à decisão de classificar o Comando
Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas.

Lula e Trump não se cumprimentaram na chamada “foto de família”, que reúne
todos os líderes e convidados, na terça-feira, 16. Apesar do desencontro durante a
foto, auxiliares ouvidos pela coluna Radar, de VEJA, afirmaram que o presidente
brasileiro antecipou a ida à reunião do G7 para tentar viabilizar um encontro
bilateral com Trump.

Fora do Brasil Lula detona sua militância: “Nunca fui esquerdista”.

Deu na InfoMoney: Lula joga na lata do lixo sua militância.

Desgastado, depois de quebrar a economia, Lula fala o óbvio: não é, nunca foi, nunca será.

Vc que se diz “esquerdista” acabou de sofrer a pior vergonha. Toma!!!!

Após décadas de auto-afirmação como liderença da extrema esquerda, o “viajante de luxo” que torra milhões em viagens desnecessárias, mostra sua verdadeira face.

Se nunca foi esquerdista, por que defendeu tanto as posições de um governo extremista? Seu problema, aliás, o problema dos esquerdoides é pensar que o eleitor não tem memoria.

Veja o vídeo abaixo e tire suas conclusões:

https://www.facebook.com/share/v/1GuFzLoNVn/

Allan Garcês reforça apoio a Flávio Bolsonaro e se reúne com Rogério Marinho em Brasília

O deputado federal Allan Garcês divulgou um vídeo ao lado do senador Rogério Marinho, em Brasília, no qual reforçou o apoio ao senador Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial de 2026.

Durante a gravação, Allan Garcês elogiou Rogério Marinho e destacou sua atuação no campo conservador.

“Um dos melhores nomes que nós temos aqui no Senado, da direita, do conservadorismo e braço direito do nosso presidente
Bolsonaro”, afirmou.

O parlamentar maranhense também declarou que pretende caminhar ao lado do grupo político para fortalecer a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

“Vamos caminhar junto para eleger o nosso presidente Flávio Bolsonaro”, disse.
Em resposta, Rogério Marinho agradeceu a visita de Allan Garcês e defendeu aparticipação do campo conservador no debate político nacional.

O senador também destacou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro como um projeto importante para o grupo político alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Nós temos uma pré-candidatura muito importante para nós, que é do Flávio Bolsonaro, ele que foi escolhido pelo seu pai, que é o grande líder da direita do nosso país, o Jair Messias Bolsonaro”, declarou.

A manifestação ocorre em meio às articulações políticas para as eleições de 2026, quando partidos e lideranças começam a discutir possíveis candidaturas para a sucessão presidencial.

Assista ao vídeo abaixo:

Lahésio crucificado, Roberto Rocha saindo do “treino” para o “jogo”?

Tripolaridade: as rivalidades políticas e ideológicas ganharam um novo horizonte:

Explicando o imbróglio: com a iminente saída de Lahésio Bonfim da disputa ao governo, um novo cenário começou a surgir logo na reta inicial da campanha eleitoral de 2026. O “jogo”, e não mais o “treino”, poderá favorecer o eleitorado do Maranhão, cansado de promessas furadas e de super-heróis fabricados por publicidades enganosas.

Crucificação mantida pelos governistas brandonistas:

Ora, não é novidade para ninguém que a desistência de Lahésio Bonfim, ainda na pré-campanha (“treino”), trouxe sérias críticas ao modelo político que se beneficia da bipolaridade, com dois campos disputando o governo e duas vagas ao Senado.
No meio desse furacão surgiu o ex-senador Roberto Rocha, do NOVO, que vem falando abertamente sobre “treino” e “jogo”.

Desta feita, Rocha, com equilíbrio e diálogo junto a lideranças políticas de centro-direita, discorre sobre um momento delicado, que exige transparência e coerência.

Abaixo, confira o pronunciamento do pré-candidato ao Senado ou ao Governo do Maranhão, Roberto Rocha: Veja clicando aqui:

 

 

Eleições 2026: Partido NOVO cria cenário preocupante para oligarquias do Maranhão. Bateu o desespero no Palácio dos Leões….

Lahésio Bonfim, pré-candidato a senador ao lado de Braide: o tempo como senhor da razão eleitoral. Decisão de Lahésio movimenta os bastidores, constrói novo cenário nas eleições no Maranhão e preocupa as demais forças políticas no estado.

 PR7News – Agora é fato: Lahésio Bonfim anuncia sua pré-candidatura ao Senado pelo Maranhão, uma novela cheia de controvérsias e especulações que balançou o cenário político maranhense nos últimos dias e, sobretudo, expôs muitos desejos até então ocultos em aliados e adversários. Mas existem motivações bem realistas, para além das paixões eleitorais, que explicam o porquê desta decisão de Lahésio.

Escrevi sobre isso logo quando ventilou-se que Bonfim estava dialogando com Braide sobre desistir de sua candidatura ao governo do Maranhão e sair como candidato a senador pela chapa do ex-prefeito de São Luís. Expliquei a situação sob dois aspectos bem distintos: o eleitoral e o da credibilidade política. No aspecto eleitoral seria uma boa para Bonfim por estar numa chapa forte que tem muitos quadros políticos de peso e com chance real de ser eleito, catapultando seu nome como sucessor ao Palácio dos Leões como aliado de Braide. No aspecto da credibilidade política seria péssimo para Lahésio, pois seu posicionamento político vira uma questão de caráter e sua reputação de “candidato de Direita” cairia por terra, pois vale lembrar que Bonfim fez denúncias graves contra o grupo de Braide.

Ambos os aspectos convergem para um denominador comum que é saber se os ganhos serão maiores que os danos e se as consequências disso tudo valerão a pena. Ou seja, qualquer decisão desembocaria na capacidade de capitalização de força política para Lahésio. Parece que o grupo do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes optou pelo aspecto eleitoral que apesar de controversas, e até certo ponto eivado de certa demagogia, aponta para aquilo que de fato importa para qualquer político: ocupar os espaços de decisão parlamentar. Para isso é preciso vencer as eleições, e para vencer o candidato precisa angariar ativos que proporcionem um contexto político favoráveis a chances reais de vitória – e isso o grupo a chapa de Braide tem.

Analisando friamente, a candidatura de Bonfim ao senado foi uma decisão inteligente em um cenário dicotômico, com uma candidatura a governador difícil, sem uma estrutura, digamos, competitiva e que invariavelmente seria perdedora. Lahésio entendeu que defender boas ideias, projetos e viver da fama de bom prefeito de São Pedro dos Crentes não lhe rendeu ativos políticos suficientes para ampliar sua base eleitoral no estado, assim como formentar um grupo forte que lhe garantisse bom destaque como quadro político maranhense. Bonfim sabe que precisa ocupar os espaços de Poder, que precisa ser eleito e ter mandato para implementar suas ideias, seus projetos, suas ações parlamentares e, sobretudo, tem clareza de que ainda não é sua hora de ser governador do Maranhão. Precisa de mais ativos políticos, de realizações aos demais municípios do estado e tornar-se referência para a população como um todo (e não apenas para um nicho do interior).

A decisão de Lahésio não agradou sua base mais ortodoxa (aquela alinhada com o bolsonarismo) que viu a desistência da candidatura ao Palácio dos Leões como traição. Por outro lado, parece ter agradado sua base mais pé-no-chão, que compreende a viabilidade da eleição como senador, além da necessidade de se ter um representante da centro-direita maranhense no Congresso Nacional.

De resto, é preciso deixar claro também que a candidatura de Bonfim ao senado vai ajudar muito os demais candidatos da Direita maranhense, uma vez que poderá transferir votos para seus aliados que disputam cargos de deputado federal e estadual. A Direita agora tem a chance de ampliar sua força política no estado em ambas as Casas Legislativas (estadual e federal). O contexto agora é outro e bom para Lahésio, que tem a chance real de ocupar um cargo legislativo capitaneando outros nomes da Direita estadual, tornando-se grande referência e pavimentando o caminho para novos quadros políticos no estado.