Eleições 2026: A inevitável queda de Flávio Dino….

Dinismo perde força no Maranhão:

A tentativa de resgatar Flávio Dino esbarra no desgaste acumulado. Eleito com discurso de mudança em 2018, acabou marcado por contradições políticas e alianças contestadas.

Hoje, nomes como Eduardo Braide e Lahésio Bonfim ocupam o espaço deixado por um grupo que já não mobiliza como antes.
O cenário mudou — e o eleitor também.

Acabou, ainda bem!

“Fez tudo”? A coluna do jornalista Marco D’èça traz a estampa do líder dos Dinistas, o ex-governador Flávio Dino, como político está liquidada: Sua marca está rejeitada.  

Quem não serve, deverá ser jogado na lata de lixo da política.

O erro grateco de Dino (líder dos dinistas) foi ter atacado quem deveria agradecer: ao governo federal, sem o qual governador algum consegue exito. Mas, eram provocações, xingamentos, até acusações de assassitao. Querem saber o principal erro?

Cito o exemplo da vacinas pagas pelo governo federal, que recebiam uma nova embalagem com um cor vermelha, trazendo o nome do governo estadual, como se o governador do Maranhão tivesse comprado alguma vacina. Loucura, siô!

Ora, esse tipo de coisa é observado por todos, e cansa. Se o então governador Flávio Dino, que se elegeu senador e deixou o cargo logo em seguida, para deixar algo positivo aos seus aliados, o Felipe Camarão não teria rejeição.

Repito, se tivessem um líder de postura exemplar, hoje não existiriam Braide, Lahésio, outros que estão surgindo sem a marca da “militância”.

Portanto, Dino está longe e não poderá mais voltar para a política do Maranhão. Ainda bem, que fique por lá.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *