Demagogia que chama? Para atacar Bolsonaro governador relembra caso da morte da vereadora do RJ, Marielle, mas calou sobre morte da idosa que teve luz cortada e de outros assassinatos debaixo de seu nariz…

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Dino cala para o óbvio: 

Para acusar presidente Bolsonaro, Flávio Dino segue na mesma linha de acusadores irresponsáveis do Rio de Janeiro, que tentam a todo instante manchar a honra do presidente alegando ser de sua autoria o assassinato de uma vereadora do PSOL.

Mas não foi apenas isto:

Dino esqueceu de comentar a recente morte de uma idosa de sua terra, enquanto tenta ressuscitar casos de morte de outros estados do Brasil, tudo indica, para acusar-culpar o presidente.

Poderia falar, por exemplo, de baixar impostos, nos aumentos abusivos dos combustíveis. Mas, não. Recusa falar sobre “a galinha dos ovos de ouro”. Como nas ditaduras comunistas, o povo que se lasque para sustentar o governo!

 

Crime de pistolagem em Arari?

Pistolagem?

Teve a morte do pai de um vereador e duma secretária da prefeitura da cidade de Arari, talvez por motivação política, com requintes de pistolágens (crimes de encomenda).

O Sr. José Cantídio Pereira Neto, de 65 anos, foi assassinado a tiros no povoado Cedro, região do município de Arari. Ele era pai do vereador de Arari, Tácito Lima, e da secretária de Cultura da cidade, Tácita Lima.

Crime de pistolagem em Raposa?

Ainda na tarde desta sexta-feira, um jovem foi assassinado a tiros (pistolagem?) em frente da prefeitura de Raposa, governada por uma aliada de sua legenda, o PCdoB, mas que não teve repercussão alguma na cidade, sequer teve nota da assessoria de imprensa local, dos órgãos de segurança, nem do governador, que mandou festejar o carnaval logo em seguida.

Segundo informações, o homem identificado como Benilson do Nascimento Santos não possuía nenhum inimigo declarado, nunca teve passagem pela polícia e não era integrante de nenhuma facção criminosa.

De acordo com um áudio divulgado no WhatsApp, ele estava sendo ameaçado a algum tempo e estava incomodando muita gente em relação à política de Raposa. Ele foi assassinado com seis tiros em frente à prefeitura de Raposa, tudo leva a crer que o crime foi por encomenda.

Flávio Dino, deixe Marielle, e cuide de seus assassinados. O recado foi dado nas redes sociais, no tuíter do governador, confira abaixo:

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