Pobreza Extrema: Reportagem da UOL traz relatórios do Pnud que mostra a tragédia petista: “os dados são de 2017 e, portanto, não dizem respeito à gestão de Jair Bolsonaro”…

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Socialistas que levaram à Extrema Pobreza os mais pobres com a teoria fajuta como do comunismo, políticos hipócritas que “investiram” muito dinheiro em politicagens, o resultado é nítido: fome e destruição.

No mundo inteiro o grande problema é a concentração de renda nas mãos dos corruptos, muitos milionários atuais foram às custas do dinheiro roubado dos pobres.

Abaixo, trecho da Reportagem do UOL.

Brasil é o país mais desigual do mundo? Ranking de desigualdade, IDH e outros

A desigualdade de renda no Brasil é um dos destaques de um relatório de desenvolvimento humano divulgado hoje pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Segundo o estudo, o Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, ficando atrás apenas de nações do continente africano.

O levantamento tem como base o coeficiente Gini, que mede desigualdade e distribuição de renda. Segundo o Pnud, para esse indicador, zero representa igualdade absoluta e 100 representa desigualdade absoluta.

Os dados são de 2017 e, portanto, não dizem respeito à gestão de Jair Bolsonaro (sem partido), que assumiu a Presidência em 2019.

Em 2017, o índice do Brasil foi de 53,3. O mesmo valor foi registrado por Botsuana. O país mais desigual do mundo é a África do Sul, que teve um índice Gini de 63. Lá, o apartheid, regime de segregação racial, vigorou por quase 50 anos.

Entre os países no topo do ranking da desigualdade, estão Namíbia (59,1), Zâmbia (57,1), República Centro-Africana (56,2), Lesoto (54,2) e Moçambique (54) —todos países do continente africano. Segundo o relatório, o Brasil é mais desigual do que países como o Paraguai (48,8) e a Nicarágua (46,2).

Na outra ponta, comum índice Gini de 25, a Ucrânia é o país com menor desigualdade entre sua população. Belarus e Eslovênia, ambos com índice Gini de 25,4, também se destacam pela igualdade na distribuição de renda.

Os 20 países mais desiguais do mundo:

África do Sul – 63
Namíbia – 59,1
Zâmbia – 57,1
República Centro-Africana – 56,2
Lesoto – 54,2
Moçambique – 54
Brasil – 53,3
Botsuana – 53,3
Suazilândia – 51,5
Santa Lúcia – 51,2
Guiné Bissau – 50,7
Honduras – 50,5
Panamá – 49,9
Colômbia – 49,7
Congo – 48,9
Paraguai – 48,8
Costa Rica – 48,3
Guatemala – 48,3
Benin – 47,8
Cabo Verde – 47,2

Em concentração de renda, Brasil fica atrás apenas do Catar

O relatório do Pnud destaca, ainda, que apenas o Catar tem maior concentração de renda entre o 1% mais rico da população do que o Brasil. “A parcela dos 10% mais ricos do Brasil concentram41,9% da renda total do país, e a parcela do 1% mais rico concentra 28,3% da renda”, diz o texto.

No Catar, a parcela do 1% mais rico concentra 29% da renda do país.

Ajuste às desigualdades sociais faz IDH cair 24,5% Segundo o Pnud, o IDH mascara desigualdades. Por isso, eles criaram um índice que cruza dados de outras pesquisas para ajustar esse número. O Brasil é o país que mais perde posições no ranking quando o IDH é ajustado às desigualdades sociais.

O segundo país que mais perde posições é Camarões, que despenca 22 lugares quando feito o ajuste do IDH às desigualdades.
Betina Ferraz, chefe da unidade de desenvolvimento humano Pnud, demonstra preocupação como alto índice de desigualdade verificado no Brasil. “O dado sobre desigualdade não piorou, nem melhorou, o que é muito ruim porque já é tão baixo que não tem como piorar.

Temos várias ‘noruegas’ dentro do mesmo país, ilhas de prosperidades”, disse a economista.
Em nota, a assessoria da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro afirmou que o atual governo vem realizando transformações emtodas as áreas apontadas no relatório e que o IDH divulgado hoje, que se refere ao ano de 2018, é “reflexo direto das políticas equivocadas que por décadas foram praticadas no Brasil”.

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