Presente de aniversário:

Um fato curioso marcou o histórico político da pequena cidade de Alto Alegre do Pindaré, populares contam que o vice-prefeito quis presentear um vereador que aniversariava com o cargo de prefeito.

Entenda o caso:

Presidente da Câmara Rivaldo Santos (PRB) empossado prefeito

Presidente da Câmara Rivaldo Santos (PRB) empossado prefeito

A juíza da comarca mandou cassar o prefeito de Alto Legre do Pindaré, Atenir Ribeiro Marques, por Improbidade Administrativa. Em seu lugar, a juíza Marcele Adriane Farias Silva, através de um oficio enviado à Câmara de Vereadores, mandando aquele Poder Legislativo dar posse ao vice-prefeito, o senhor Francisco Gomes da Silva (PDT) imediatamente de acordo com a Lei Orgânica do município.

Porém, Francisco Gomes da Silva, simplesmente não compareceu à posse.

O Presidente da Câmara de Vereadores, Rivaldo Santos (PRB), conforme manda a lei, assumiu a prefeitura nesta quarta-feira, 23, em sessão solene com a presença de vários vereadores. A partir de agora, Rivaldo Santos, conduzirá o Executivo, “um bom presente para a população”, alardeavam os presentes à posse, que acompanharam a vida publica de Rivaldo.

Estiveram presentes à cerimonia de posse, os vereadores: Alan Kardec, Heleno Paixão, Genival do PT, Silvano Carolino, Ramiro, Sr Ray, João Lago.

Alô, Flávio Dino, que tal lembrar Dilma os bilhões da Refinaria eleitoreira de Bacabeira?

Na contramão da sensatez, ex-juiz Flávio Dino, aparece na imprensa nacional estrebuchando palavras contra a Justiça, MP, OAB, contra a população que quer o fim da corrupção do Brasil.

Sua equipe de governo, que tem tratado de plantar noticias (entenda aqui) de todas as formas no sentido de mostrar que a liderança comunista do Maranhão, que hoje se apoderou do “aparelho estatal”, é defensor da justiça, mas, não cobrou, até agora, o retorno de obras que estão paralisadas, como a duplicação da BR 135 (rodovia da morte) e o ressarcimento do dinheiro (quase 2 bilhões) que foram enterrados numa Refinaria da Petrobras, que serviu para eleger a sucessora de Lula, atual presidente, a mesma que Fávio Dino jura de pés juntos que não é golpista.

Enquanto o governador Flávio Dino, ex-juiz paga mico em Brasilia defendendo corruptos, o Maranhão permanece esquecido, com índices alarmantes de violência, mortes, pobreza, desemprego, etc.

Abaixo, outro acidente na BR 135, registrado nesta terça-feira, 22.

PCdoB1

Asfalto sonrisal, continua o descaso com dinheiro público…

Lamentável mostrar através de fotos, que em alguns pontos da cidade, que recentemente ganharam recapeamento asfáltico a chuva está destruindo tudo.

Ainda o antigo problema do asfalto caro, que não resiste às primeiras chuvas. E ai se vai, trabalho, dinheiro, material (ainda que de baixa qualidade) mas, gastam-se rios de dinheiro para isso, veja nas fotos:

No Quintas do Calhau, próximo de dois grandes mercados, Mateus e Maciel , o asfaltamento de ruas pelo programa Interbairros desenvolvido pelo Governo do Maranhão e a Prefeitura de São Luís, poderá ser um grande problema para nossos gestores, que teimam em tapar o sol com a peneira, ou, no caso, tapar buracos com asfalto de péssima qualidade.

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Essa é boa, depois de matar, roubar, destruir, bandidos vão ter direito a semana santa!!!

A partir desta quarta-feira, 23 até o dia 29 de março, 362 presidiários vão estar nas ruas. Tranque bem as suas portas e não saia de casa, amanhã a rua será toda dos bandidos. Esse tipo de coisa não deveria acontecer, se o bandido está preso, que cumpra sua pena, querem ser flexíveis e acabam facilitando a fuga de bandidos de altíssima periculosidade.

Antes que alguém venha falar que sou desumano ao falar desta forma, veja a imagem mostrada pela TV Difusora desta semana, mostrando um foragido da justiça, que foi solto pela “justiça” e deveria estar usando “tornozeleira eletrônica”, mas, estava nas ruas, livre, leve e solto…

Reportagem do Bandeira2:

bandeira 2

Pode até ser exagero dizer que Zé Reinaldo sorrir de Lula. Mas quem conhece de perto o ex-governador Zé Reinaldo, sabe que seu momento é de comemorar a inevitável queda de Lula e Dilma. Motivos para isso não lhe faltam.

O mundo dá voltas, quem diria, o ex-governador Zé Reinaldo, que foi perseguido por Lula, que fechou as portas em sua cara sem deixar vir recursos para o Maranhão, ajudou cassar seu sucessor, Jackson Lago, entregando de volta o Maranhão ao comando da filha do Sarney.

Sorria, Zé! Acompanhe abaixo, sua leitura.jackson-e-za-reinaldo-22

Contagem regressiva

Vejam como são as coisas. Em dezembro do ano passado quando a Câmara aceitou examinar um pedido de impeachment contra a presidente elaborado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaína Paschoal e em seguida fez a escolha da comissão processante através de voto secreto, a base do governo recorreu ao Supremo que não só anulou a votação realizada como também mudou as regras a um ponto tal que muitos disseram que o impeachment estava morto e sepultado e a presidente livre de ser processada pela Câmara.

Eu cheguei a escrever um artigo e afirmei que não pensava assim pois a Câmara recorreria quando o Supremo publicasse por inteiro o teor de sua decisão e isso levaria tempo e como a presidente inerte e aliviada pela decisão do Supremo não levava a sério a crise, que aliás, nem reconhecia, mas que piorava semana a semana, e a operação Lava Jato sempre tinha novidades muito ruins para o governo as coisas poderiam estar piores para Dilma.

Hoje a situação não poderia estar pior para sua permanência, As seguidas delações premiadas, principalmente a estrondosa do antigo líder do governo no Senado, Delcídio Amaral, na qual responsabilizou Dilma e Lula por tudo o que aconteceu no chamado “petrolão”.

 Logo após, Lula foi levado coercitivamente a depor e a sua reação violenta contra a justiça e os meios de comunicação foi verdadeiro tiro no pé. Sob investigação teve o sigilo telefônico quebrado e ai apareceu um Lula descontrolado, atacando a tudo e a todos, cujo resultado foi o seu isolamento político que o tornou mais frágil para enfrentar os tempos de borrasca que tem pela frente.

Antes das gravações serem conhecidas o clima já era muito hostil contra o governo, contra Dilma, contra Lula e em defesa de Moro que as reações raivosas de Lula estão transformando em herói nacional. Quanto mais Lula e Dilma o atacam mais ele recebe apoio popular. E em 13 de março o povo saiu as ruas gritando fora Dilma, fora Lula e viva Moro. Foram tão gigantescas as manifestações que o clima para o impeachment ficou mais forte do que nunca.

O isolamento do governo já era enorme. O povo nas ruas protestava, os empresários vendo a inercia e os maus números da economia tomarem conta do país engrossaram o coro contra Dilma e na área política teve como consequência o início da debandada. Essa retirada de apoio começou pelo PMDB, sempre pragmático e nesse caso com uma enorme expectativa de poder pela frente. Outros partidos iniciaram a retirada.

Dilma sem saber o que fazer resolve fazer uma temerária jogada política. Vendo-se perdida resolve nomear Lula para a Chefia da Casa Civil, para blindá-lo contra o Juiz Sergio Moro, tentar tirar o governo do isolamento político dar um cavalo de pau na economia, tentando injetar ânimo na sociedade, tentando reavivar o que já não dera certo e que levou o país para a crise econômica. Era uma medida temerária e movida pelo desespero. Já na posse de Lula o fato que mais chamou a atenção dos políticos e dos observadores atentos do quadro atual, foi a ausência gritante dos caciques do PMDB, nem Renan apareceu. Logo depois da posse dezenas de pedidos de liminar para suspender a posse de Lula abarrotaram os tribunais. Essas decisões suspenderam a nomeação até a decisão do ministro Gilmar Mendes do Supremo que não só impediu o exercício do cargo como devolveu o processo ao juiz Moro. Agora só o pleno da corte pode interferir no processo. Concorreu muito para esse clima as gravações de Lula com insultos distribuídos para todos os poderes e para outros protagonistas, amigos ou não.

Com esse clima o Supremo se reúne e confirma as regras para o impeachment, as mesmas da decisão anterior. Agora já não pode haver dúvidas acerca da constitucionalidade do desfecho do processo. As regras foram definidas pela corte constitucional. Assim, o processo chegou a uma Câmara de Deputados sensibilizada pelo novo panorama político brasileiro. E foi rápida a votação e a instalação da comissão que já começou a funcionar. Foram 433 votos a favor da chapa única e 1 contra. E entre os deputados eleitos para os cargos de direção da comissão nenhum do PT e nenhum do PMDB. Estes, porque o partido não quis. Não queria se expor já que pode herdar o governo.

O desfecho se aproxima. Serão quinze sessões, dez para a defesa do governo e cinco para deliberação. Vai ser rápido.

A lição que fica, porém, é um grande alerta da sociedade: quem assumir o governo, seja lá quem for, precisará juntar uma imensa força política para colocar o país no rumo certo. Antes de melhorar irá piorar. Mas o país em seguida voltará a crescer.

Senão as ruas se encherão de novo protestando contra os novos governantes.

Chega do discurso básico de Lula tentando dividir o país entre “nós” e “eles”. Vamos unir o país em uma só causa, o Brasil.

A Grécia passou por tudo isso e está se recuperando. Ninguém mais falou da crise daquele país. Melhor assim.

Que vergonha, Jerry: Defensores de Lula tentam blindar Dilma, mas, só conseguem expô-los ainda mais ao ridículo…

No Maranhão, a tática usada pelos defensores de Lula e Dilma, que tentam a todo custo polarizar nas redes sociais, vem sofrendo revezes. A todo instante o secretário Marcio Jerry, que comanda uma fileira interminável que usa como principal tentáculo para dar boa visibilidade ao governo comunista, também, blindar o governador, defender suas políticas, etc, tem sofrido vexame.

Clic na imagem para ampliar

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Numa dessas tuitadas de Jerry, o assunto foi uma hastag que estava sendo usada para citicar Dilma, numa expressão chula, usada pelo próprio Lula, que ganhou repercussão nas ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal, mostrando conversas reveladoras, dos apoiadores no poder, entre tantos ministros, secretários, juízes.

Sobre o assunto, entenda como a linguagem chula, do ex-presidente, cheia de palavrões, que ferem de morte a existência das próprias feministas ligadas ao PT.

*LULA BRINCA COM FEMINISTAS E GERA REVOLTA: ‘GRELO DURO’ Ligação telefônica interceptada pela Polícia Federal mostra conversa reveladora. Confira no Jornal Extra:

Abaixo, alguns momentos irreverentes retirados da hastag: https://twitter.com/hashtag/LulaPerdeuODedoNaXotaDaDilma?src=hash

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De cidade balneária a monturo de lixo, Ribamar está uma fartura, farta tudo…

Não é de hoje que os blogues de Ribamar têm mostrado a triste realidade a que a cidade foi reduzida, como se diz no linguajar ribamarense, “a cidade virou um monturo de lixo”. E não é difícil diagnosticar seus reais problemas: falta de gestão, falta de interesse, falta de vergonha na cara do prefeito que deixou a cidade numa “fartura”…

Fernando Atalaia

Fernando Atalaia

Já teve um tempo (em Maio de 2010, para ser mais preciso, quando Luis Fernando era prefeito), que São José de Ribamar foi destaque na revista Veja, por desenvolver o melhor programa Nacional para Alimentação Escolar, o que garantiu a maior taxa de crescimento econômico entre todas as cidades que se dedicavam ao crescimento a partir da produção de alimento. Bons tempos!!!

A maior prova de que, quando se quer, se faz. Esse não é o caso do prefeito Cupim, que só “desfez” aquilo que foi feito com muito esforço…

Hoje em dia, São José de Ribamar aparece no Jornal Nacional, por causa de lixo. Triste!

Secretário estadual de Agricultura e uma das principais lideranças do PDT no Maranhão, Márcio Honaiser, em entrevista ao Jornal Pequeno, falou de como o partido vem se estruturando na região Centro Sul do estado para ampliar o número de municípios administrados pelo PDT.

PDT forte: Márcio Honaiser ao lado do deputado Weverton Rocha

PDT forte: Márcio Honaiser ao lado do deputado Weverton Rocha

Honaiser negou uma possível disputa entre o PDT e o PCdoB para contabilizar quem mais elegerá prefeitos nas eleições municipais deste ano. Segundo ele, essa ‘disputa’ não passa de intriga da posição. Ele disse ainda que acredita na reeleição do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior.

Itevaldo Júnior – Jornal Pequeno

Jornal Pequeno – O senhor se consolidou como uma liderança do PDT na região no Centro-Sul do estado. Quais são as perspectivas do partido para a eleição deste ano?

Márcio Honaiser – Nós vamos ter uma atuação muito forte. Trabalhamos na região desde a primeira eleição do Dr. Jackson Lago para governador. Desde meados dos anos 90 quando voltei a morar em Balsas, viemos construindo esse projeto da mudança que alcançamos com Jackson Lago e tivemos o governo interrompido e agora com o Flávio Dino. Por essa construção política as pessoas me veem como uma espécie de embaixador da região.

JP – O PDT tem uma forte presença na região Centro-Sul do Maranhão, foi uma decisão programática? O partido planejou isso?

Márcio Honaiser – São pessoas que tem essa vocação, tinham uma relação com Dr. Jackson e o PDT, como o caso do Chico Atalaia em Riachão, a gente em Balsas. O PDT já elegeu dois prefeitos em Balsas, não tivemos o êxito político porque às vezes você ganha uma eleição, mas o projeto acaba não dando certo. Mas, isso demonstra a força que o partido tem em toda aquela região. Em 2008, elegemos vários prefeitos pelo PDT, infelizmente com o governo interrompido vários deles foram cooptados pelo governo. O trabalho que vemos montando nos últimos anos não é apenas de uma sigla, é de um projeto político que a gente defende que é de mudança e transformação da sociedade embasado nos princípios do PDT. O trabalhismo, a educação, a participação popular, de um modelo de Estado garantidor de direitos.

JP – O PDT cumpre hoje um papel importante no governo Flávio Dino. No governo Jackson Lago muitos prefeitos, muita gente aderiu ao pedetismo e depois abandonaram o partido. Como o PDT lida com essa liderança municipal que busca o partido?

Márcio Honaiser – Como princípio aonde nós temos partido organizado e orgânico algumas pessoas puderam aderir ao projeto, sem deixar os companheiros históricos de fora. Nós sabemos quem está vindo por uma circunstância ou quem está aderindo porque passou a defender e acreditar no nosso projeto. No caso dos municípios, onde não tínhamos trabalho nenhum, se conversou muito, se explicou o processo, e damos a oportunidade para algumas lideranças poderem vir compartilhar desse projeto.

Nós não somos donos da verdade, não estamos aqui para julgar ninguém. Muita gente pode corrigir sua forma de agir, e pensar de modo diferente. O que a gente sempre tem dito é que nós defendemos o campo das esquerdas, o campo onde prevalece o direito das maiorias, e que respeitem nosso estatuto, nossos princípios e os defenda. Não adianta vir somente para ter uma sigla. Nós não cedemos uma sigla para uma liderança local. O PDT não é uma sigla O PDT é um partido orgânico.

JP – Na semana passada o Dr. Erik retornou ao PDT de Balsas. Essa é uma estratégia desse processo de fortalecimento do partido na região sul?

Márcio Honaiser – O Dr. Erik sempre foi do PDT. Foi o primeiro partido dele. Quando eu era presidente municipal, ele era meu vice. Numa circunstância política local, nas eleições passadas, ele foi para um partido que não era de oposição sistemática ao Governo do Estado. Foi inclusive com nosso consentimento, sem briga, sem trauma nenhum. Tanto é que agora ele retorna ao PDT e o recebemos de braços abertos, para construirmos um projeto de desenvolvimento para o Sul do Maranhão, e para Balsas, que é a sua principal cidade.

JP – Em Balsas o PDT está capitaneando uma grande frente de partidos. Essa aliança é para enfrentar o PSB do prefeito Luiz Rocha Filho?

Márcio Honaiser – Não digo que é para enfrentar prefeito ou ex-prefeito. É para enfrentarmos a crise e as dificuldades que a cidade está vivendo. Nós estamos fazendo uma grande união em favor do crescimento e desenvolvimento da cidade.

JP – O PDT não participou da aliança que elegeu o atual prefeito de Balsas, mas o partido chegou a integrar o governo?

Márcio Honaiser – Não participamos da aliança e nem do governo. Fomos sempre neutros. Nosso vereador quando foi chamado nós autorizamos que ele compusesse o governo. Por desentendimento pessoal, ele se afastou da base do governo. Mas, não foi por orientação política.

JP – Então, o PDT ter uma candidatura em Balsas seria um caminho natural?

Márcio Honaiser – O PDT acreditava num projeto diferente da aliança que elegeu Rochinha prefeito de Balsas. Entendia que Balsas precisava de alguém que somasse esforços, pois sozinho ninguém consegue fazer Balsas crescer e se desenvolver. Tinha que ser alguém com perfil aglutinador, e é por isso que na eleição passada defendemos outro projeto. Mas, com a eleição do Rochinha nós torcermos por ele, pelo bem e o desenvolvimento da cidade.

JP – O partido já tem conversas adiantadas com o PCdoB, PT, PPS para composição da aliança da candidatura do Dr. Erik?

Márcio Honaiser – Nós estamos tendo conversas com vários partidos. Inclusive alguns muito fortes participando conosco de um fórum de desenvolvimento feito em Balsas. Discussões bem avançadas sobre os cinco eixos que ele vai abordar e o lançamento dele será ainda este mês. O PCdoB e o PT têm sido parceiros. Temos a participação do Solidariedade, do PP, então, estamos envolvendo os partidos e os setores organizados da sociedade civil. E esse projeto de desenvolvimento estará à disposição de qualquer candidato que se eleja prefeito de Balsas.

JP – Como o senhor vê o PDT no cenário eleitoral de Imperatriz?

Márcio Honaiser – É natural neste momento de pré-campanha que todo mundo queira se fortalecer. Faz parte do processo democrático. Sabemos da força que a Rosângela Curado tem. Quando ela veio para o PDT já veio dentro desse projeto. Eu acredito que passando esse primeiro momento, haja as condições para a gente refazer o partido pelo Maranhão em cada uma das principais cidades do estado. É lógico que na base, exista sempre uma disputa entre uma liderança e outra, porque todos nós torcemos por nosso partido. Mas, também temos a grandeza de entender o projeto maior, e por isso acredito que vá haver uma união em Imperatriz.

JP – Quem hoje tem condições de liderar esse projeto em Imperatriz, a Rosângela ou o deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB)?

Márcio Honaiser – O Marco Aurélio é uma liderança expressiva, foi sempre bem votado. É articulado, mas já havia um trabalho sendo feito pela Rosângela. Sendo o Marco Aurélio uma pessoa de consenso, com um futuro muito grande pela frente, vai entender esse momento e virá somar conosco.

JP – Quantos prefeitos o PDT quer eleger na região Sul do estado?

Márcio Honaiser – Nós temos hoje listada uma série de pré-candidatos a prefeito. Nós temos orientado que onde estivermos na frente vamos conversar para que os partidos da base do governo venham somar conosco. Em cidades onde houver outra pré-candidatura do nosso campo na frente, vamos orientar e não impor para que faça a adesão a essa pré-candidatura e o ajude a chegar à Prefeitura.

JP – Um setor do PSB tenta filiar ao partido um ex-prefeito de Imperatriz que era aliado do grupo de oposição ao governo Flávio Dino, como o senhor avalia esse movimento do PSB no sul do estado?

Márcio Honaiser – É um direito de cada partido buscar aquilo que acha melhor. Nós vemos tentando trabalhar nos municípios com novas lideranças, oxigenar o nosso quadro político. Acredito que o governo da mudança do Flávio Dino deva passar pelos municípios. Quando falo novo, não precisa ser na idade, mas são formas de agir novas. Falarmos em mudança e políticos tradicionais que tenham comportamentos que a gente sempre combateu voltar ao poder, não seria salutar para esse projeto e nem é o que a gente vem pregando desde que encampamos a campanha da mudança do governador Flávio Dino.

JP – O senhor acredita que essas articulações do PSB podem levar ao afastamento da base do governo?

Márcio Honaiser – O caminho que a gente está vendo, talvez possa haver alguma fissura. Nada que não seja corrigível. Mas, vai depender muito das atitudes daqui para frente. Esperamos que aja um bom senso e que a base possa permanecer unida. A política é muito dinâmica, de forma que um projeto deste ano, daqui a dois, quatro anos ele já não é igual. Algumas lideranças podem querer ter voos próprios, projetos próprios, e afastarem-se do grupo. Eu não sei o que passa na cabeça das lideranças dos outros partidos.

JP – No PDT não tem voos próprios?

Márcio Honaiser – Precisamos ter muito cuidado com as ações e as atitudes. No PDT não tem ninguém que nos envergonhe. Isso se dá porque temos coerência. Você não pode em um dia está de um jeito e noutro diferente. Nós temos coerência na nossa história. Por isso nossa militância acredita, confia.

JP – O ex-governador Jackson Lago é uma das maiores lideranças do PDT, e construiu uma relação muito forte com sul do estado. O PDT herdou isso?

Márcio Honaiser – A população do sul do estado, principalmente a tocantina, tinha e tem um carinho pela figura do Dr. Jackson. Até porque, ele respeitou aquela região. Quando governador ele investiu muito naquela região, se tornou próximo. Ele era muito presente naqueles municípios. E até hoje ele é muito bem lembrado.

JP – Há setores da imprensa que diante de qualquer mudança no governo Flávio Dino, fala-se que o PDT ficou mais frágil, que perdeu. Isso existe?

Márcio Honaiser – Isso é mais especulação. O PDT com sua militância ajudou a eleger Flávio Dino em função de um projeto e não para ter cargos e ocupar espaços. É lógico que a gente tendo quando tecnicamente competentes poder contribuir e ajudar nessa construção, mas não fazendo troca, negociando apoio por isso ou aquilo. O PDT não trabalha assim. O PDT é um aliado do governo, não é partido submisso.

JP – O PDT disputa como o PCdoB quem elegerá mais prefeitos no Maranhão?

Márcio Honaiser – Nós não entramos em disputa para saber qual partido terá mais prefeitos. Estamos fazendo o nosso trabalho, motivando a nossa base. Somos um partido orgânico, forte. O que temos feito é levar o nosso apoio aos nossos pré-candidatos, para que se empenhem, trabalhem para construir esse momento de mudança que houve no estado e ocorrerá agora nos municípios. Sem querer fazer disputa com A ou B. Existem muitos municípios que nós vamos apoiar o PCdoB, e como há municípios em que o PDT terá o apoio do PCdoB, e em alguns iremos para a disputa e isso faz parte do processo democrático.

JP – Então não há nenhuma disputa entre comunistas e trabalhistas?

Márcio Honaiser – Isso é intriga da oposição e daqueles que querem fazer a divisão entre o PDT e o PCdoB. São partidos irmãos, sempre estiveram unidos nas grandes lutas. Aqui no estado estivemos sempre essa parceria, assim como no Governo Federal. Temos o maior respeito pelo presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, pelo governador Flávio Dino, assim como eles também tem com nossas lideranças. A gente quer disputar espaços políticos nos municípios para transformar a vida local. Se vai ser pelo PDT ou PCdoB o momento político é que vai dizer. Mas, não há essa disputa de quem será maior ou menor, pois só volume, só tamanho não quer dizer nada. Temos o exemplo do tempo em Dr. Jackson era governador.

JP – Como o senhor avalia o quadro de São Luís e a possibilidade de reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior?

Márcio Honaiser – O PDT tem um histórico de presença, de militância, de relação com São Luís. O prefeito Edivaldo Holanda Júnior que foi eleito com o apoio do PDT, teve muitas dificuldades. Primeiro ele pegou um município arrasado. Não tinha nenhum apoio, nenhuma parceria do Governo do Estado, então os dois primeiros anos foram muito difíceis, mesmo assim ele conseguiu pôr a casa em ordem. Há sinais evidentes de melhora na gestão.

JP – O senhor prefere eleger o prefeito de São Luís ou de Imperatriz?

Márcio Honaiser – Os dois. Nós queremos eleger os dois. Não tem escolha. É o trabalho de cada um. Aqui nós já temos um prefeito com mandato. É diferente, pois a população vai avaliar o que ele fez. Houve grandes avanços, as principais promessas de campanha estão sendo cumpridas. Em Imperatriz não temos ainda o que mostrar. Temos um projeto para se oferecer para a cidade. Concordando com esse projeto, a cidade elegerá a Rosângela prefeita de Imperatriz.

Oportunismo barato: Em São Paulo, Flávio Dino posa de “presidente”

Enquanto isso, o governador comunista viajando para São Paulo, deixou o Maranhão num caos. Atitude do ex-juiz, demostrou arrotar demagogias, assumindo o lugar de um presidente da Republica…

Tal atitude de Flávio Dino, nesse momento de crise, só demostra que não consegue segurar que está como medo da cassação de Dilma. O medo não é só dele, um verdadeiro pavor tomou conta do governo comunista, tanto, que vira e torna o representante dos comunistas é visto se pronunciando sobre o assunto, quando deveria falar de outras coisas mais urgentes, como soluções para aos maranhenses…

A BR 135 permanece sem conclusão, as vias públicas de todas as cidades seguem esburacadas, HOSPITAIS SUCATEADOS, faltando leitos, médicos, até dipirona.

A situação complicada de Dilma e Lula gera medo no alto escalão do governo comunista maranhense. No final de semana o número de mortes, assaltos, problemas crônicos da população seguem sem soluções. Fiquem abaixo com a matéria “plantada” na revista Carta capital, enviada pela sua assessoria e um desabafo de um ex-eleitor de Flávio Dino, desabafando no Colunaço do Dr Peta:

Desabafo de um ex-eleitor, que escreveu indignado para o Jornal Pequeno:

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Oportunismo de Flávio Dino:

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Durante a sessão plenária desta segunda-feira (21), o deputado estadual Wellington do Curso realizou, mais uma vez, ação que demonstra a sua atuação em defesa da população do Maranhão. Dessa vez, o parlamentar apresentou 21 proposições que deverão ser encaminhadas ao Governo do Estado, às Prefeituras de São Luís e São José de Ribamar e às Secretarias.2

As cobranças são encaminhamentos da última Audiência Pública realizada pelo deputado Wellington, no dia 16 de março, que discutiu sobre a falta de infraestrutura e segurança nos bairros Parque Vitória, Jardim Turu, Alto do Turu e adjacências.

“Protocolamos hoje 21 proposições em defesa da população mais carente. Dessa vez, nossas ações vão ao encontro das solicitações da população dos bairros Jardim Turu, Parque Vitória, Alto do Turu e adjacentes. Uma comunidade que não sabe mais a quem recorrer: se à Prefeitura de São Luís ou a de Ribamar. Como resultado da incompetência da Gestão Municipal, os moradores enfrentam problemas quanto ao cumprimento de todos os direitos sociais. Os problemas vão desde a pavimentação asfáltica, diante dos inúmeros buracos, e se estendem à existência de apenas uma escola que atende à região. As proposições aqui apresentadas são resultados de uma audiência que revelou a quantidade de solicitações e de denúncias feitas pelo povo do Maranhão, o que destaca que nós, parlamentares, precisamos ir ao encontro do povo e, com a participação popular, representar os seus anseios”, destacou o deputado Wellington.

Além das proposições, Wellington pontuou a discussão quanto aos limites territoriais, já que a população dos bairros mencionados não sabem se pertencem a São Luís ou a São José de Ribamar. Para o deputado Wellington, é preciso que essa discussão seja fomentada, tendo população e Prefeitura como partes e a Assembleia Legislativa como agente intermediador.

Veja aqui algumas das proposições apresentadas:

➡Regularização dos serviços de coleta de lixo;

➡Pavimentação Asfáltica de diversas vias, dentre elas a Estrada da Vitória;

➡Inclusão de bairros como Jardim Turu, Parque Vitória, Alto do Turu e adjacências no programa Mais Asfalto;

➡Aquisição de mais viaturas e criação de um Batalhão da Polícia Militar que enfatize a segurança nos bairros citados e adjacentes;

➡Implantação de um IEMA e de escolas estaduais e municipais.

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