Flagrante do dia: Tratores derrubando bares na praia do Olho D’água…

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Os bares que foram demolidos pelas maquinas na manhã desta quarta-feira, 20, serviam como base para o tráfico de drogas e prostituição infantil. Após as festas, muitos arrastões, brigas e mortes aconteciam no no local.

A ação foi determinada Delegacia de Costumes e Diversões, Blitz Urbana da Prefeitura de São Luís, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), Ministério Público (MPMA), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Superintendência do Patrimônio da União (SPU).

A imagem do dia: Funcionários fantasmas da Assembleia…

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Denuncia grave na Assembleia Legislativa: “Funcionários fantasmas recebem gordos salários sem ao menos pisar no local”, denunciam os grevistas.

Os funcionários da Assembleia legislativa do Maranhão estão em greve desde o dia 12 de abril, por tempo indeterminado, até que o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos seja reformado e pela moralização do serviço público.

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Frase do dia: Pedro Fernandes rejeita homenagem oferecida por Flávio Dino…

“Disse ao Marcio Jerry, ontem, quando recebi o convite que isso não era necessário. Fizemos nossa obrigação, acho que não era preciso homenagear quem votou contra o impeachment da Dilma, isso não nos faz heróis de forma alguma, tomamos nossa decisão baseada naquilo que achamos certos, o pais está dividido, sei que nossa votação desagradou a muitos, mas fizemos aquilo que achamos correto”, respondeu o deputado Pedro Fernandes em entrevista à Rádio de Edinho Lobão.

 

Desemprego no Brasil sobe para 10,2%, revela pesquisa do IBGE

Nielmar de Oliveira – Repórter da Agencia Brasil

A taxa de desemprego no trimestre móvel encerrado em fevereiro deste ano foi estimada em 10,2% para a totalidade do país, ficando 1,2 ponto percentual acima da taxa do trimestre encerrado em novembro de 2015 (9%) e superando a do mesmo trimestre do ano anterior, que havia sido de 7,4%. O Brasil tem hoje 10,4 milhões de pessoas sem ocupação.DILMES2

Os dados do desemprego foram divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Contínua (Pnad Contínua). Este é o maior resultado da série histórica iniciada em 2012 e chega pela primeira vez aos dois dígitos.

A pesquisa indica que o desemprego atingia no fechamento do trimestre encerrado fevereiro 10,4 milhões de pessoas, crescendo 13,8% (mais 1,3 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro do ano passado. No confronto com igual trimestre do ano passado (dezembro, janeiro e fevereiro) a alta do desemprego chegou a 40,1% (mais 3 milhões de pessoas).

Já a população ocupada constatada pelo IBGE no fechamento do trimestre encerrado em fevereiro era de 91,1 milhões de pessoas, apresentando redução de 1,1%, quando comparada com o trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 1 milhão de pessoas). Em comparação com igual trimestre de 2015, houve queda de 1,3% (menos 1,2 milhão de pessoas).

Os dados indicam que o número de empregados com carteira assinada no setor privado apresentou queda de 1,5% frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 527 mil pessoas). Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a redução foi de 3,8% (menos 1,4 milhão de pessoas).

Rendimento

Os dados divulgados hoje pelo IBGE sobre a Pnad Contínua do trimestre encerrado em fevereiro indicam que o rendimento médio real recebido pelo trabalhador brasileiro fechou fevereiro em R$ 1.934, ficando estável frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015, que foi de R$ 1.954. No entanto, houve queda de 3,9% quando a comparação se dá com o mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.012).

Já a massa de rendimento real habitualmente recebida pelas pessoas ocupadas em todos os trabalhos fechou fevereiro em R$ 171,3 bilhões, uma redução de 2% em relação ao trimestre de setembro a novembro do ano passado e redução de 4,7% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

Carteira de trabalho

A queda de 1,5% no total de trabalhadores com carteira assinada no trimestre fechado em fevereiro significa que 527 mil trabalhadores do setor privado deixaram o mercado formal. Na comparação com igual trimestre do ano passado (período de um ano), a redução foi de 3,8% (-1,4 milhão de pessoas). Já a categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada apresentou redução de 3,8% (-382 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e de – 4,8% (-493 mil pessoas) quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior.

A participação de empregadores apresentou redução de 5,8% (-233 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e, em relação ao mesmo trimestre de 2015, caiu 5,4% (-215 mil pessoas). Já a categoria dos trabalhadores por conta própria acusou aumento de 3,0% (676 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e, na comparação com o mesmo trimestre de 2015, constatou-se aumento de 7,0% (1,5 milhão de pessoas).

Os indicadores da Pnad Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em fevereiro de 2016 foi calculada a partir de dados coletados em dezembro/2015, janeiro/2016 e fevereiro/2016.

Política se faz com estratégias, com sabedoria, com aliados…

Enquanto Flávio Dino mente, Roberto Rocha se posiciona. Uma imagem se defesa para o Palácio dos Leões, que, mentindo, tentam suavizar a campanha contra o impedimento da presidenta. Enquanto Flávio Dino continua chamando Michel Temer de “golpista”.20160420033818

Será que ainda não caiu a ficha que é hora de Flávio Dino se aproximar de Temer? Será que em suas muitas “idas e vindas” de Brasília, Flávio Dino, não fez um contato com o futuro presidente do Brasil?

Falta visão, sobra paixão… Enquanto isso, Roberto Rocha está numa posição estratégica no Congresso…

Já no site da Agencia Senado, às 18h33 desta terça-feira, dava a notícia que a Comissão do impeachment estava composta por um maranhense:

 Foram indicados para compor as vagas do Bloco Socialismo e Democracia  os senadores Romário (PSB) e Fernando Bezerra Coelho (PSB) como titulares e para suplentes Roberto Rocha (PSB) e Cristovam Buarque (PPS).

 

Analise: em entrevista ao blogueiro Robert Lobato, o senador Roberto Rocha (PSB), fala do atual momento político à luz da responsabilidade do Senado no julgamento do processo de impeachment da presidente Dilma. O socialista defendeu uma posição unificada da bancada maranhense  que seja a melhor para o estado independente de agradar ou não os governos Flávio e Dilma.Roberto-Rocha

“Seria importante, sem abrir mão de nossas diferenças e divergências, que acenássemos com um sentido de unidade [da bancada] para podermos depois reivindicar o que o Maranhão merece”, disse.

Roberto Rocha opinou também sobre os movimentos de Flávio Dino contra o afastamento de Dilma e afirmou que nenhum dos senadores foi, até agora, procurado pelo governador comunista para tratar do julgamento do impeachment no Senado Federal.

Confira a íntegra do “pinga-fogo” com o senador Roberto Rocha:

Lobato – Senador, qual a sua posição em relação ao impeachment que agora chega ao Senado?

Roberto Rocha – Eu externei publicamente, em jornais e nas redes sociais a minha posição. Defendi a antecipação das eleições presidenciais por achar que essa seria a única maneira de pacificar um país conflagrado. E também por entender que qualquer governo, seja Temer ou Dilma, sofre na origem de um déficit de legitimidade que agrava as condições para tirar o país da crise.

Lobato – Mas agora o processo vai à votação. O sr. Já decidiu o seu voto.

Roberto Rocha – Meu partido já decidiu, favorável ao impeachment, mas não é questão fechada. Eu guardo o entendimento de que o papel do Senado é o de juiz, tanto que a sessão é presidida pelo presidente do STF. Então o Senado se transforma numa corte. Acho prudente, e em homenagem ao princípio da isenção de quem julga, que eu só manifeste minhas convicções depois de ouvir a defesa da presidente. Não posso pré-julgar, sob o risco de ferir um princípio básico do direito, embora o julgamento, no Senado, seja também de caráter político.

Lobato – Mas na Câmara o PSB votou contra. Será assim no Senado?

Roberto Rocha – Na verdade, o PSB, se tivesse votado fechado a favor da presidente, teria evitado o impeachment. Veja bem o simbolismo: o PSB foi o único partido de base social, de doutrina e origem na esquerda, que não apoiou o Governo. O PCdoB e, é claro, o PT, votaram blocados. Os outros, seja o PP, ou o PMDB, é natural que tenham votado contra a presidente. Mas o PSB fez a diferença, ao negar apoio e se posicionar por ampla maioria pelo impeachment.

Lobato –  E a que o sr. atribui isso?

Roberto Rocha –  São muitos fatores, mas é bom lembrar o que disse nosso presidente Eduardo Campos, quando rompeu a aliança com o PT. “Saímos pela porta da frente”, deixando claro para a sociedade a nossa diferença e alertando o país para a gravidade do quadro econômico, que era negado pela presidente. Não podemos esquecer também as feridas que ficaram da campanha quando nossa candidata, Marina Silva, sofreu um massacre sórdido de desqualificação que provocou grandes ressentimentos nos nossos partidários. O governo colheu o que plantou.

Lobato – E que efeito terá no Maranhão, caso se confirme o impeachment?

Roberto Rocha –  O Maranhão, pela quantidade de votos que despejou nos governos do PT, é credor de uma dívida que não pode ser paga em poucos anos. Somos o único estado da federação que não teve uma única obra estruturante em mais de uma década. Fomos vítimas do conto do vigário da Refinaria. O que eu defendo e gostaria de ver, nas condições gravíssimas em que se encontra o país, é que a bancada maranhense no Senado tenha uma atitude unívoca, que demarque uma posição do Estado. Nós senadores, ao contrário dos deputados, não somos representantes de segmentos da população, mas da unidade federativa. Tanto que no Senado, não importa o tamanho da população de cada estado, só há três senadores por unidade. Então penso que seria importante, sem abrir mão de nossas diferenças e divergências, que acenássemos com um sentido de unidade para podermos depois reivindicar o que o Maranhão merece, e para fortalecer o Governo do Estado em suas demandas.

Lobato – Como você avalia a posição do governador Flávio Dino em todo esse processo?

Roberto Rocha –  Não vejo nem os governadores do PT tomarem uma posição de tamanha exposição. Quando se entra numa retórica de combate, corre-se o risco de dificultar a recomposição do diálogo político.

 Mas certamente o governador sabe o que está fazendo.

 Lobato – Ele já procurou o senhor ou algum outro senador da bancada do Maranhão?

Roberto Rocha – Não!

Flagrante do dia: Polícia Federal na cola de “new comunista” 

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Informações do blog do Gilberto Leda, dão conta que o comunista ligado ao governo do Maranhão não foi encontrado, portanto, permanece foragido.

A imagem do dia:

Movimentação em torno de Michel Temer (PMDB), que já despacha como presidente, as agências de noticias destacam que Temer (mesmo em SP) já trabalha a escolha de nomes para ocupar ministérios.

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Frase do dia:

“Então, deputada, com todo respeito à questão do avião, deputada, eu vou esperar que V. Ex.ª faça a consulta e o Governo responda. Eu não quero sinceramente em consideração a V. Ex.ª tratar de assunto de avião. Nós já nos desentendemos aqui no passado, e eu não tratarei desse assunto. V. Ex.ª como deputado pode fazer o questionamento e o Governo, certamente, vai ter que lhe informar”.

Deputado Rogério Cafeteira (apelidado de Porcão) respondendo para a deputada Andrea Murad, sobre quem pagou a viagem do governador e seus assessores a Brasilia para cooptarem deputados para votarem contra impeachment de Dilma Rousseff…

 

 

O deputado estadual Wellington do Curso (PP), durante mais um pronunciamento em defesa da educação, utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa para destacar o Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado nesta segunda-feira (18), e enfatizar proposições que almejam melhorias no sistema educacional do Maranhão.

Ao se pronunciar, o parlamentar, que também é membro da Comissão de Educação da Assembleia, fez referência ao projeto, de sua autoria, protocolado na tarde de hoje, que institui a Semana Estadual de Doação de Livros.0bdbc83e28df348cc0c052882b1eb72a

“A Semana Estadual de Doação de Livros tem por principal objetivo a realização de ações que sensibilizem a sociedade e o governo para a valorização do livro e da literatura no imaginário coletivo, fomentando a doação como um meio de se enfatizar a leitura dos que, por hipossuficiência, não tenham acesso a estes instrumentos que são agentes transformadores das realidades”, afirmou.

Outro projeto do deputado Wellington, também apresentado à Mesa Diretora, dispõe sobre a acessibilidade em formato digital dos livros técnicos e didáticos de níveis  fundamental, médio e superior para pessoas com deficiência visual.

“O que nós podemos deixar para a posteridade é a nossa atenção à educação e aos jovens. A educação é a única forma de transformar a sociedade e a vida das pessoas, de dar oportunidades iguais a todos e contribuir para que as nossas crianças, adolescentes e jovens possam ter a oportunidade de conquistar um espaço na sociedade com dignidade”, declarou Wellington.

OUTRAS PROPOSIÇÕES RELACIONADAS À EDUCAÇÃO

– Farol da Educação:  Foi apresentada no dia 27 de fevereiro de 2015 a Indicação 105/2015, de autoria do deputado Wellington do Curso, que solicita a revitalização e ampliação da Rede de Faróis da Educação, objetivando a dinamização das bibliotecas e incentivo à leitura.

– Livros de qualidade para alunos de escolas pública: Foi apresentada, também, no dia 27 de fevereiro, a Indicação 104/2015 que solicita providências a fim de garantir o cumprimento do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) na escolha dos livros didáticos das escolas estaduais o que, segundo o parlamentar, proporcionaria uma educação igualitária no tocante ao material básico

– Ensino da Literatura Maranhense em escolas públicas: A PEC 09/2015 foi apresentada no dia 14 de julho de 2015 e acrescenta-se o §º2º ao Art.221 da Constituição do Estado do Maranhão, tornando obrigatório nas escolas públicas e particulares o ensino da literatura maranhense. O objetivo é fomentar o ensino literário local e, ainda, valorizar e divulgar as inúmeras obras de autores maranhenses, ressaltando a cultura e aspectos peculiares do Estado.

 

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) deu início à elaboração de um plano de ações com objetivo de fortalecer o setor aquícola maranhense. Na semana passada, reuniu-se com o  secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca, Márcio Honaiser, na sede da secretaria (SAGRIMA), acompanhado do professor doutor, Walter Luís, e do professor do curso de Oceanografia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Guilherme Marques. Os especialistas vão contribuir para a criação de projetos que ampliem a produção da atividade no Estado.a5482547e21de034bb02c6cc1d532d3e

Um dos pontos discutidos foi a necessidade de definição do zoneamento costeiro para a aquicultura marinha, principalmente para o cultivo de ostra e camarão. “A SAGRIMA já tem um planejamento para implantação de unidades demonstrativas para estes cultivos”, afirmou o secretário Márcio Honaiser.

O professor Guilherme Marques colocou o Departamento de Oceanografia à disposição tanto para a assistência técnica quanto para a elaboração do zoneamento, e garantiu que irá colaborar na elaboração dos projetos no setor.

Júnior Verde solicitou a contribuição dos profissionais para obter respaldo técnico nos programas. “Recentemente, tivemos a regulamentação da Carcinicultura, através da Lei 10.421. Foi um primeiro passo, uma vez que a atividade sequer era regulamentada. Agora, precisamos avançar definindo as áreas e assim, atrair investimentos para o setor”, destacou o parlamentar. (Assecom/ Dep. Júnior Verde)

Dilma recorre à sua persona guerrilheira para posar de vítima do impeachment e mártir da democracia. Aferra-se ao passado porque não tem um presente com que se defender 

O pronunciamento seguido de entrevista coletiva feito ontem por Dilma Rousseff teve como único objetivo talhar o figurino com que ela pretende passar para a história após tornar-se o segundo presidente da República do Brasil a sofrer impeachment. A petista tenta construir uma narrativa em que lhe caibam os papéis de vítima e de mártir da democracia. Tão falsa como uma nota de três reais.

Dilma nos tempos de guerrilheira, não quis cumprir a democracia

Dilma nos tempos de guerrilheira, não quis cumprir a democracia

Deliberadamente, Dilma confunde o impeachment com o regime de exceção da ditadura. Diz sentir-se “torturada” pela derrota imposta pelo voto de 367 deputados assim como o foi no seu passado de militante política. Afirma ver no processo atual, em que seu afastamento corre dentro dos estritos limites da Constituição, as mesmas características presentes num golpe de Estado.

Para começar, o passado de Dilma não é de democrata. Sua militância durante o regime militar sempre foi nas mais radicais células de combate revolucionário, devotadas a defender um regime ditatorial de esquerda nos moldes cubanos no Brasil.

Enquanto Dilma lutava nesta seara, muitos outros buscavam combater a ditadura pelas vias pacíficas. Foram estes, e não Dilma e seus grupelhos parceiros de luta armada, que ajudaram o país a reconquistar as liberdades. Dilma não estava lá.

Quantos dos muitos que também foram torturados e perseguidos pela ditadura militar, mas escolheram combater o regime com as armas da não violência, poderiam hoje ainda estar aí referindo-se ao passado como seu mais valioso ativo político, como faz a petista? Mas não, viraram a página e foram à luta construir um país melhor dentro dos limites institucionais reconquistados 30 anos atrás. Dilma ainda está parada lá.

Neste melancólico fim de feira, agora aliada aos mesmos que combateu no passado, a petista dedica-se apenas a cumprir um script que dê um final menos trágico ao “coração valente” que venceu duas eleições na base da fraude, locupletando-se da grossa corrupção que ela, omissa e conivente, deixou prosperar no interior do aparelho estatal petista.

Dilma aferra-se ao passado porque não tem um presente com que se defender.

Não é capaz de uma menção ou autocrítica à situação ruinosa a que conduziu o país, na contramão de um mundo que, na pior das hipóteses, caminha neste momento na esteira da estabilidade – e, em muitos casos, experimenta franca expansão. Fez ontem, aliás, o contrário: mais uma vez culpou seus opositores por “não permitirem que eu tenha, nos últimos 15 meses, governado em um clima de estabilidade política”. Não é uma graça?

Dilma fez questão de usar o pronunciamento que serviu como o primeiro réquiem de seu governo para prometer “lutar até o fim”. Deveria fazer diferente: deveria deixar no passado o figurino guerrilheiro que insiste em envergar, transcorridos todos estes anos, deveria depor as armas e abster-se de tumultuar a transição para um tempo em que a ela restará um lugar cativo no lixo da história. (Carta de Formulação e Mobilização Política do PSDB, terça-feira, 19 de abril de 2016)

 

O deputado Zé Inácio comentou na sessão desta segunda-feira (18) a votação do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff que aconteceu no ultimo domingo (17), cujo resultado decidiu pela continuação do processo.

“Quero usar este espaço para render homenagem aos bravos deputados federais do Maranhão que tiveram a coragem de votar contra o golpe e votar a favor da democracia. E aí faço questão de citar o nome de todos eles: deputado Aluísio Mendes; deputado Rubens Júnior; deputado Waldir Maranhão; deputado Weverton Rocha; o deputado Pedro Fernandes; o deputado João Marcelo; o deputado Júnior Marreca e o deputado Zé Carlos, do PT.”, disse o deputado.6be7166a-1e41-4676-b5f5-ceaa31948e5f

Zé Inácio comentou ainda a postura de alguns deputados que votaram a favor do impeachment, quando estes chegaram ao poder por ajuda do atual governo.

“São deputados que não tiveram ou não têm a hombridade, o senso ético de dizer: aqueles cargos que um aliado meu ocupa no estado, isso ocorre e ocorreu em vários estados, a partir de agora eu peço que seja exonerado. Talvez a hombridade e ética não estejam em seus dicionários, mas era o mínimo que eles deveriam fazer.”, afirmou.

O deputado relembrou o dia 17 de abril de 1996, que também ficou marcado na história pelo massacre de 19 lideranças do Movimento sem Terra (MST), assassinadas no pará durante o governo do ex-presidente FHC e Almir Gabriel como governador do Pará, ambos do PSDB.

Zé Inácio disse ainda que o resultado do domingo não foi determinado pelo povo que foi as ruas nem pela impopularidade do governo Dilma, mas sim pelas eleições de 2018, tanto no plano nacional quanto estadual.

“O que determinou aquele resultado de ontem não foi só o povo ter ido às ruas, não foi só a impopularidade da Presidente Dilma, mas o que está em jogo é 2018, no plano nacional e nos estados. Porque muitos parlamentares, quando se manifestaram, olharam para seus estados e no Maranhão não foi diferente, ao meu entender a posição de votar, principalmente contra o governo, a favor do impeachment, foi olhando para 2018.”, disse o parlamentar.

O deputado terminou dizendo: “A coragem não nos falta para continuar a luta, de cabeça erguida, com a esperança no Senado Federal. A esperança continua e continuamos firmes e fortes na luta em favor da democracia e contra o golpe.”, afirmou Zé Inácio.

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