Mentalidade bajuladora e corrupta.

Além do déficit financeiro, qualidade de vida lá embaixo, violência em alta, educação em baixa, há atrasos no campo tecnológico, social, principalmente mental.

São Luís nada tem de proveitoso. Nada de crescimento, nada tem de avanço. Continua no rabo da fila, no fundo do poço, inventando feirinhas.

Vejo gente que antes era sarneysista de carteirinha, como o deputado presidente, que foi secretário do governo sarneysista, era do PV de Zequinha, mas, hoje está no PCdoB, apontando o dedo na direção de quem não aceita mordaças.

E quem diverge, não aceita a imposição da dicotomia comunista (Sarney ou não Sarney)?

Esse acaba sendo chamado de “Sarneysista” pelos bajuladores de plantão. Tristeza, vejo que a humanidade chegou ao fundo do poço, São Luís, há 53 anos, continua no atraso e na pior  pobreza que pode existir: a corrupção.

O mal do Maranhão não é ser Sarney, é ser corrupto, ser bajulador, estando um Sarney ou não no poder. Um doce para quem adivinhar o nome do “neo comunista” que aparece ao lado da “guerreira” na foto abaixo:

Em 2014, o então líder da oposição ao sarneysismo Flávio Dino percorreu o Maranhão espalhando a boa nova e prometendo dias melhores para os maranhenses. Eram os tempos dos “Diálogos pelo Maranhão”.

Na campanha eleitoral, o comunista exibia orgulhoso uma ampla aliança que incluía do seu partido PCdoB ao PSDB e PPS, além do PDT e PSB. No caso do PSDB, PPS e PSB deveu-se a habilidade política e prestígio do senador Roberto Rocha junto ao comando nacional desses partidos.

Passados quase três anos da eleição de Flávio Dino, o que vê é candidato a ‘libertador’ do Maranhão deixar cair a máscara e se revelar no que realmente é: um político covarde e traidor.

Digo isso por conta do comportamento do governador maranhense em relação à situação do senador Aécio Neves que veio várias vezes ao Maranhão hipotecar apoio ao comunista e hoje o que o senador mineiro recebe é o desprezo quando não insultos do comunista.

E pior de todo é que se não bastassem o covardia e a traição, sobra o cinismo de ainda sonhar em ter o PSDB no seu palanque de reeleição em 2018.

Como se diz nos porões do comunismo: só muita borracha. Abaixo, Flávio Dino elogiando o “cumpanheiro” tucano:

Estranho: Comunistas desaparecem do “caso Aécio”. Flávio Dino está calado, não comentou nada nas redes sociais. 

Curioso que na votação de hoje no Senado do “Caso Aécio”, foi a ausência da única representante do PCdoB, partido do governador Flávio Dino, a senadora Vanessa Grazziotin, não deu as caras.

Senadora comunista não votou: sumiu, desapareceu, escafedeu-se…

Ninguém entendeu por qual motivo não compareceu para pedir o afastamento do senador da “direita”. Apesar disso, as rádios alugadas pelos comunistas “caíram matando” no senador tucano, também, no seu aliado maranhense, Roberto Rocha, que, inclusive, foi quem trouxe a legenda tucana para o palanque de Flávio Dino, sem a qual a vitória nas eleições de 2014 seria impossível.

Roberto Rocha, lógico, mostrou a cara e votou a favor de Aécio Neves. Muitos querem apenas o bônus, mas na hora do ônus…

Comunistas tabajaras: 

E a chuva levou, de novo. Tem culpa Roseana, Flávio Dino?

Ponte inaugurada às pressas no município de Tutum, com requintes eleitoreiros, começou a esfacelar. Abaixo, a imagem retirada dos blogues locais, que enunciaram outro descaso com dinheiro público. A ponte, que foi orçada em aproximadamente 1 milhão e 800 mil, apresentou afundamento e infiltrações.

Créditos: Gazeta de Tutum 

Na sessão desta terça-feira (17), foi marcada mais uma vez pelo impedimento do prevalecimento da transparência das contas do executivo para a sociedade. A maioria absoluta dos vereadores rejeitaram o requerimento do vereador Estevão Aragão (PSB) que pedia a folha de pagamento dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde dos anos de 2016 e 2017. Com os mais absurdos argumentos, os aliados do prefeito buscaram justificar seus votos para impedir o fornecimento das contas da Semus.

A mais ridícula defesa partiu do líder do governo, Pavão Filho (PDT), que argumentou a disponibilidade de todas as informações requisitadas no Portal da Transparência da Prefeitura de São Luís. Porém quem tanta fazer a pesquisa, não encontra nada.

Apenas Marcial Lima (PEN), acompanhou o vereador Estevão Aragão e os dois de forma solitária foram os únicos que votaram a favor do requerimento. Inicialmente, outros vereadores pareciam que até votariam com o oposicionista, mas foram lembrados que o gesto de permanecer sentados – o famoso como estão – seria favorável ao fornecimento das contas da Semus.

O próprio Estevão Aragão aproveitou para comentar: “essa Casa está tão acostumada a só votar sim, que a maior parte já sabe como fica, só ficar sentados”.

O socialista ao fim da votação lembrou que não vai descansar e vai entrar com novo requerimento pedindo a folha de pagamento referente a todas as secretarias da administração municipal. (Blog do Diego Emir)

Em pronunciamento na sessão plenária desta terça-feira (17), na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Sousa Neto (PROS) denunciou a situação deplorável das delegacias e dos batalhões e às condições humilhantes de trabalho as quais estão sendo submetidos delegados, agentes e militares. Ele destacou o relato de uma delegada da Polícia Civil de Imperatriz, publicado em uma rede social, e cobrou do governo Flávio Dino (PCdoB) providências sobre o caos instalado na Segurança Pública do Estado.

“Há dois meses, Flávio Dino lançou um projeto de melhoria das delegacias do Maranhão, inclusive o secretário Jefferson Portela foi convidado pela Comissão de Segurança para detalhar essas ações na área. Acontece que dois meses já se passaram, e não se vê nada de mudanças. Pelo contrário, o noticiário nacional só mostra que o abandono das delegacias a cada dia se torna mais latente. Solicito que o secretário Jefferson Portela venha até esta Casa para esclarecer que plano é esse que o Governo Comunista tanto divulgou em propagandas, e que na prática, nada foi feito”, apontou o parlamentar.

Sousa Neto leu a postagem no Blog do Jornalista Jorge Aragão, que mostra o desabafo de uma delegada de Polícia Civil lotada em Imperatriz. “Li, hoje pela manhã, no blog radialista e jornalista Jorge Aragão, o desabafo de uma delegada de Imperatriz, Virgínia Loyola, em sua página pessoal no Facebook, que diz: vocês acreditam que, segundo a rádio peão, a Secretaria de Segurança Pública não pagou a conta da internet. E isso já tem mais de dois meses. Em decorrência disso, não estamos registrando ocorrências. Atualmente, para poder trabalhar, é preciso levar um computador decente para a Delegacia, além de ter que usar sua própria internet e pagar seu próprio estacionamento para não ser multado. Resumindo, estamos pagando para trabalhar. Eu fico me perguntando, qual é a seriedade que o Governador tem com a segurança pública? ”.

Caos e insatisfação na Polícia Civil – O parlamentar voltou a abordar sobre a morte de um comerciante em uma jaula na Delegacia de Barra do Corda, e citou diversos casos mostrados na imprensa, que comprovam o caos na Polícia Civil.

“Tivemos o ocorrido em Barra do Corda, onde um cidadão morreu trancafiado em uma jaula. As delegacias de Paraibano e Carutapera tiveram a energia cortada por falta de pagamento. O delegado e os agentes foram despejados da casa onde funcionava a Delegacia de Peritoró. Em Santa Inês, o Ministério Público já recomendou que na delegacia fosse feita uma reforma urgente por não caber mais tanto detento e por causa da insalubridade. A ADEPOL e o SINPOL, que são as classes representativas, manifestaram repúdio a essa situação, e, agora como represália pelas constantes denúncias e cobranças, o secretário, que já presidiu a entidade por dois mandatos, despejou os delegados da sede histórica”, denunciou.

Sousa cobrou, novamente, providências do Governo Comunista sobre a Segurança. “Flávio Dino tem que tomar um posicionamento a respeito da Segurança Pública do Estado do Maranhão. São várias delegacias em estado deplorável. Foi deixado dinheiro do BNDES para poder investir nas polícias. E onde está? ”, finalizou.

Carros de luxo da frota do Estado em movimentações suspeitas…

Carrões de luxo dos comunistas. Flagraram uma caminhonete modelo S-10, da Chevrolet, de placa PSY-4860, pertencente à frota da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), passou a noite e madrugada de domingo (15) para segunda-feira (16) estacionada no pátio interno do Condomínio Marfim II, vizinho ao Jardim Eldorado, na área do Turu.(Informações e fotos Blog do Daniel Matos)

Caminhonete da Sinfra estacionada no Condomínio Marfim II, onde passou a noite e madrugada de domingo para segunda-feira. Agora já pode isso?

Atenção povo do Maranhão: olhos abertos com os que prometeram “mudar” e estão “montados na máquina”, manipulando nossas riquezas.

O Lula criticou tanto as “elites”, classe média, mas, descobriu-se que sua esposa acumulou riquezas incompatíveis com sua tragetória de vida, como dona de casa.

Abaixo, a charge da ex-primeira Dama, que está levando a culpa de tudo.

Charge: Cláudio Humberto

Segurança: um pacto pela verdade

(artigo publicado originalmente no Jornal Pequeno, edição de domingo, 15)

“Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?”

Há certos temas que parecem estar sempre no ponto cego das políticas públicas. O mais grave deles, certamente, é a questão da segurança. Apesar de ser, hoje, uma tragédia social, apontada em todas as pesquisas de opinião como a preocupação central da população, o tema continua desafiando gestores públicos, governantes, lideranças e organizações sociais.

Basta ver que quando se trata da saúde, da educação ou do meio ambiente, há centenas, senão milhares de ongs dedicadas a essas causas. A segurança, no entanto, não merece esse prestígio.

Talvez por estar enraizada na nossa estrutura social desigual, com enormes dívidas de cidadania, o fato é que a execução das políticas de segurança é tributária de um modelo de contenção social, de viés militar, baseado no uso da força, das ações policiais armadas, da lógica repressiva.

Há boas experiências em curso, baseadas noutra lógica, como é o caso do gerenciamento dado pelo Governo de São Paulo, que vem registrando sucessivas baixas nos índices de homicídios. Esse resultado é fruto de ações permanentes desenhadas no Plano de Combate aos Homicídios, seguido do fortalecimento das agências policiais e o uso de projetos de tecnologia e inteligência policial.

Mas para que essas ações deem resultado, há que ter uma nítida cadeia de comando, atuando com metas claras e o reconhecimento real do problema.

Ainda esta semana o governador Geraldo Alckmin afastou um delegado, sem alarde e sem espetacularização, pelo fato do agente ter excedido de suas funções, ao promover uma ação de busca a partir de uma denúncia anônima. E, vale dizer, essa ação atingia o filho do ex-presidente Lula, um adversário político.

Bem diferente do que vimos esta mesma semana no Maranhão. Aqui, agentes da lei enjaulavam seres humanos numa horrenda cena pública de humilhação e barbárie. A morte trágica de um empresário, encarcerado por um simples incidente de trânsito, desencadeou protestos pelo Brasil todo, merecendo aqui, no entanto, um eloquente silêncio da Secretaria de Direitos Humanos do Estado.

Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?

A segurança tem que ser entendida como um bem público, cujo centro está na cidadania. Há que se redefinir o pacto federativo, dando condições para os municípios também atuarem, em conjunto com os governos Federal e Estadual. Eu mesmo já propus uma alteração na Constituição (PEC 33/2014) definindo dotação orçamentária para os entes municipais. O projeto já foi aprovado na CCJ e aguarda votação no plenário.

Transformar o paradigma de segurança exige continuidade das políticas públicas, planejamento, modernização de sistemas e mobilização social. E, principalmente, um pacto de verdade entre o Governo e os cidadãos, É necessário que através desse pacto o Governo gere informações estatísticas confiáveis, reconheça a gravidade do problema e não escamoteie as responsabilidades pelas quais o povo, soberanamente, lhe outorgou o mandato.

*Roberto Rocha* senador da República.

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