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O prefeito Domingos Araken (PT), acompanhado pelo Comandante do Batalhão de Polícia Militar do Maranhão (10°BPM), Major Osmar Alves da Silva Filho; o comandante da 4ª Companhia de Policia Militar do 10º BPM, Tenente PM Albatênio de Brito Ramos, vereadores, secretários municipais, presidentes de partidos e lideranças populares inauguraram nesta semana o Complexo de Segurança Integrado (CSI), em Alcântara (MA).e4f8b18a-e1db-4025-a2a9-21c1cb7e1665

Sediado na rodovia MA-106, km 02, entre os bairros Cocó da Ema e Mangueiral, na sede do município, o CSI é vinculado ao 10º Batalhão e ficará responsável pelo policiamento nos municípios de Peri Mirim, Bequimão e Alcântara/Cujupe. Junto com o novo quartel que abrigará a Polícia Militar e a Guarda Municipal, a cidade de Alcântara ganhou o aumento do efetivo policial, nova viatura e motocicleta para o policiamento no Centro histórico da sede.

O dispositivo de honra foi formado pelo prefeito Domingos Araken; o Major Osmar Alves; 1º Tenente Albatênio Ramos; o vereador Benedito Barbosa, representante da Câmara Municipal; o 1º Tenente Huxley Alves Marques da Silva, representando o diretor do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), Coronel Aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira; o delegado da Polícia Civil, Jader Alves; o Pastor João Batista Silva Oliveira e o chefe municipal de segurança, José Raimundo Lemos Campos Junior (Preguinho).

Após a formação do dispositivo, o prefeito Araken saudou a todos e convidou os presentes para o descerramento da faixa de inauguração. Em seguida, foi proferida a mensagem ecumênica pelo pastor João Batista e realizado o hasteamento do pavilhão nacional pelo Major Osmar Alves, o 1º Tenente Huxley Marques e o prefeito Araken. O prefeito falou que há décadas a população de Alcântara esperava pela melhoria na segurança pública e que agora o sonho virou realidade, com o CSI, o aumento do efetivo policial e as novas viaturas.984da49b-c0a8-4ff5-b730-9c7cef86e0c3

“Consolidamos hoje, um sonho antigo da população alcantarense, que era o fortalecimento da segurança pública em nosso município. O CSI agora é uma realidade. Essa parceria da Prefeitura com a Polícia Militar é em favor da comunidade”, disse Araken. O prefeito destacou ainda que essa forte parceria entre a Polícia Militar e a Guarda Municipal vai intensificar a presença do efetivo policial nas ruas da sede e povoados.

O 10 BPM é responsável pela segurança em Alcântara e mais 11 municípios e de cerca de 400 mil pessoas na região. Segundo o Major Osmar Alves, antes do CSI eram precárias as instalações e condições de trabalho da Polícia Militar, em Alcântara. “Hoje, a realidade é outra. Está muito melhor. Agradecemos ao prefeito Araken pelo trabalho conjunto”, enfatiza o major. O Tenente PM Albatênio Ramos destacou que “com o CSI vamos reforçar este trabalho de combate a violência e garantir mais segurança à população. Aqui, agora é o nosso quartel. Um local adequado e com ótimas condições para trabalhar”, disse Ramos.

O deputado Zé Inácio esteve nesta quarta-feira (13) na abertura da 2ª Conferência Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (Ceater). A conferência, que ocorre até o dia 14 de abril visa definir estratégias e ações prioritárias para promover a universalização da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) pública e de qualidade aos agricultores familiares do Brasil e tem como tema “Ater, agroecologia e alimentos sustentáveis”.d6bbc34e-8ba7-429c-9804-0986568368b6

Na mesa de abertura estiveram presentes o deputado Zé Inácio, representando o Poder Legislativo; o governador Flávio Dino; o secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares; o diretor da Assistência Técnica e Extensão Rural (DATER)/Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Marenilson Silva; o presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp-MA), Júlio César; a representante dos colegiados territoriais, Fernanda Soares; a representante da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado do Maranhão (Fetaema), Ângela Silva.

Também esteve presente o representante da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura (Fetraf), Pedro Cardoso; a representante da Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão (ACONERUQ), Maria Nice; o representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Jonas Borges; e a representante do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), Rosanilde Gregorio.

Ao todo 179 delegados, de diferentes territórios do estado, estão em São Luís para discutir as questões que norteiam a agricultura familiar. “Precisamos continuar cobrando a reestruturação da Agência Estadual de Pesquisa (Agerp), a fim de que todos os territórios do Maranhão possam ser atendidos”, disse o deputado.

No ano de 2015 o deputado Zé Inácio realizou duas indicações em apoio à agricultura familiar, solicitando: a) a regulamentação da emenda constitucional 070/2014 que cria o Fundo Especial de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (FUNEDAF); b) apresentação do projeto de lei que institui o PEATER – Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária.

O governador Flávio Dino, em resposta à indicação do projeto de lei, enviou mensagem ao Poder Legislativo. “Tenho a honra de submeter à deliberação dos senhores deputados e das senhoras deputadas o presente projeto de lei que institui a Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária – PEATER e o Programa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária – PROATER no Estado do Maranhão”, informou.

A imagem do dia: Parada de ônibus do Rangedor, antes tarde do que nunca…

Essa parada de ônibus foi colocada na manhã de ontem num local de grande movimentação no bairro do Cohafuma, próximo da Assembleia Legislativa do Maranhão, no Sitio Rangedor.

A antiga parada estava deteriorada pela ação inconsequente de vândalos, que destroem o patrimônio público.

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Frase do dia: Independente sim, Isolado, nunca…

Constantemente o deputado Wellington do Curso (PP) tem afirmado que não se curva e nem bajula governantes. Na sessão dessa quarta-feira(13), a frase do dia ficou por conta do deputado de primeiro mandato que tem se notabilizado pela atuação exemplar:

“Não é porque sou um parlamentar independente que tenho que ser isolado pelos deputados governistas”, disse Wellington do Curso ao vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto(PCdoB).

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Flagrante do dia: Árvore que desabou continua largada no mesmo local…

Árvore se parte e desaba em escola no Anjo da Guarda, a foto, (flagrante enviado por whatsapp dos moradores) que segundo o site do Jornal O Estado do MA, o acidente teria acontecido na tarde de terça-feira, 12, mas, até as primeiras horas dessa quarta-feira, ainda estava no mesmo local:

 

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Fora dos presídios: Adolescente esquartejado, cabeça e coração jogados nas ruas de Pedreiras…

O Maranhão, que era pacífico, está tornando-se macabro: Um coração humano, de um adolescente, cabeça e membros de seu corpo foram encontrados em vários locais da cidade de Pedreiras, antes pacata, hoje, atormentada por traficantes e assaltantes.

IMAGEM FORTE: Coração de adolescente de 14 anos, arrancado e jogado numa rua de Pedreiras-MA.

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O resultado não poderia ser pior, juntem tudo: falta de atenção dos governos, pobreza, corrupção, tráfico de drogas, o resultado dá nisso: violência descontrolada, o que é pior, os culpados estão livres, leves e soltos, fora dos “muros de Pedrinhas”. Polícia suspeita que o crime foi praticado por outro menor.

Com informações do blog do Carlinhos de Pedreiras.

Arnaldo Jabor critica Dilma e ex-presidentes em crônica de reestreia no Estadão

O sim, o não e o mesmo

-Quem é você ? – gritou Dilma.

– Eu sou o Mesmo! – respondeu uma voz do fundo do Alvorada.lula-e-dilma-rindo-foto-divulgacao_649463

A voz partia de uma névoa escura, uma aparição que tinha vagos contornos humanos, rostos, bigodes, barrigas e gravatas de políticos brilhavam na viscosidade da gelatina, que flutuava no infinito salão do palácio.

– É tarde da noite, não há ninguém aqui! Quem é você? – berrou com todo o pulmão, mas a criadagem, acostumada a seus gritos, não se moveu da cozinha.

A presidente achou que era um pesadelo. A voz adivinhou:

– Eu não sou sonho. Sempre estive aqui, esperando. Sou paciente. Eu sou a essência do Brasil, presidenta. Eu sou aquilo que nunca muda, debaixo de todas as mudanças. Por isso, sou o Mesmo.

Eu sou o erro brasileiro dissimulado, a paralisia eterna que segura o País. Estou em todas.

Quando o Jânio Quadros tomou um porre, pegou o boné e foi embora, eu estava ali na sua psicopatia, estava ali no uísque dele, estimulando-o a renunciar. E ele se foi. “Eu fi-lo porque qui-lo” – assim ele falava. Eu estava até na caspa dele espargida pelos ombros.

– Mas eu lutei contra a ditadura…

– Sim. Mas em 63 eu não estava na ingênua coragem que animava vocês todos, presidente/a. Eu morava mesmo era na absurda esperança de que iam derrotar o Exército só com espingardas de chumbo; eu estava também na lerdeza triste e coxa de João Goulart, querendo escapar de sua missão “revolucionária”.

Na ditadura, eles nunca sabiam onde eu estava. Eu não estava numa certa decência, que o Castelo Branco tinha; eu estava em sua feiura, na sua corcundinha. Depois, eu estava na extraordinária burrice de Costa e Silva ou na gargalhada perua de d. Iolanda, sua primeira-dama.

Nunca estou onde pensam. Eu não estava na sinistra perversidade do Médici, que abriu as portas para a tortura. Não. Eu estava escondido no seu amor pelo Flamengo, em sua fama de bom pai, eu era sua ilusão de que salvaria a Pátria; depois, eu estava na honradez burra do Geisel, que não ouvia ninguém e que, só em usinas atômicas, jogou fora 30 bilhões de dólares; eu estava nos colhões do Figueiredo, em sua sunguinha atlética, em seus cavalos que, para ele, cheiravam melhor que o povo.

– Mas você quer o que de mim?

– Nada. Eu não quero nada. Vocês é que voltam sempre a mim, me habitam, desembocam em mim, entende? Eu nunca estou nas dúvidas. Estou sempre nas certezas.

Por exemplo, quando o Lula lhe nomeou sucessora, eu entendi que ele não nomearia um homem para ficar na cadeira até sua volta, como está acontecendo agora. Eu não estava nos 80% de ibope que ele tinha. Eu estava em seu narcisismo machista, eu estava em seu deslumbramento consigo mesmo, eu estava no dedo que lhe faltava, eu estava na aura de santo que o povão lhe pespegou, sem perceber seu tremendo egoísmo. Eu sempre estou no óbvio, que ninguém vê.

Quando você foi nomeada, eu não estava nas palavras nobres que você usou: “Venceremos a miséria, a estagnação”. Não. Eu estava nas suas pausas malfeitas, em seus erros de concordância, em seus gaguejos.

Aliás, eu é que sugeri que você se autonomeasse “presidenta”. Eu vi naquele ‘A’, de presidenta, o erro proposital, o indício do populismo gramatical para envolver mais o povo em sua ignorância.

Dilma tremia diante da nuvem viscosa, que se esgarçou numa grande tela onde apareceu aquela antiga foto de jovem guerrilheira de óculos, heroica e orgulhosa, diante de uma junta militar.

– Mas veja o meu passado… – apontou Dilma.

– Adivinhe onde estava eu, nesta foto, presidente/a? Eu não estava na sua coragem juvenil. Eu estava na mesa onde oficiais do Exército tapavam o rosto para não serem reconhecidos no futuro. Pois eu estava ali, nas caras tapadas dos milicos. Repare bem na foto antiga.

A foto se moveu e, sob o rosto tapado dos milicos, surgiu a carantonha bicuda do Cunha e o suave cinismo de Renan.

– Viu, presidenta? Eu sou o Mesmo, no presente, passado e futuro.

– Você pôs o micróbio na barriga do Tancredo!

– Imagina se eu ia fazer uma coisa dessas… Eu morava na incompetência do Hospital de Base, nos equipamentos arcaicos, no deslumbramento messiânico dos médicos.

– E quando entrou o Sarney? – perguntou Dilma.

– Esse foi meu grande e eterno aliado. Eu sempre morei no bolso do jaquetão dele e ele nunca me decepcionou.

– E o Collor?

– Bem, presidente/a, quando ele entrou, me inquietei. Ele parecia uma coisa nova, que me superava. Era inesperado, confesso… Mas logo eu vi a Casa da Dinda e um Lamborghini amarelo no futuro, vi a inflação bater 2.000% e sosseguei. Eu estava no seu saco roxo, que empalideceu. Eu estava na insânia que luzia em seus olhos.

– Mas onde é que eu errei? (Ao longe, batiam panelas…)

– Achando que estava certa, sempre. Eu, o Mesmo, estava na sua frenética vontade de mudar o mundo. Mas não era por generosidade – era pela onipotência de ver uma sociedade obediente, gerida por um Estado superpoderoso. Na verdade, quando a senhora entrou, eu também fiquei inquieto. A senhora começou a faxinar ministérios, demitindo corruptos, mas, quando aquele ministro do PDT, com cara de hipopótamo, disse que “lhe amava” e lhe beijou a mão numa ridícula reverência, eu me aliviei: eu, o Mesmo, estava ali de novo. Sei de tudo. Acompanho a senhora até hoje, na garupa de sua bicicleta. Aliás, como é triste vê-la pedalando na solidão de Brasília, com seu capacete de frango da Sadia.

– E, me diga, vai haver impeachment ou não?

– Tanto faz, presidenta…, eu estarei ali, entre o sim e o não, eu estarei nos votos comprados pelo Lula, eu estarei na mediocridade dos que vão lhe condenar ou na mediocridade dos que vão lhe absolver.

– Mas, afinal, quem é você?

– Sou uma espécie de PMDB transcendental. Não sou nem a burguesia nem a elite; sou a pasta essencial de que somos feitos. Sou a história fixa do Brasil. Tenho a grandeza da vista curta, a beleza dos interesses mesquinhos, a sabedoria dos porcos e dos roedores. Tenho essa sabedoria, enquanto vocês se gastam em esperanças. Eu não sou a mosca na sopa. Eu sou a sopa. (Arnaldo Jabor, O Estado de S. Paulo)

Quem acusa golpe é golpista…

Enquanto o ministro desempossado Lula continua articulando a cooptação de votos para impedir o impeachment de Dilma (entenda aqui), outros episódios suspeitos continuam acontecendo em plena luz do dia da capital federal. Por exemplo, um homem ser preso numa manifestação do PT com 16 mil, sendo que a origem do dinheiro não foi explicada pelo homem detido pela polícia de Brasília.

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Homem é preso com R$ 16 mil durante manifestação em Brasília…

Folha de São Paulo

Um homem foi detido pela Polícia Militar de Brasília com R$ 16 mil durante a manifestação pró-governo, organizada pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), CUT (Central Única dos Trabalhadores) e outros movimentos. Aparentemente, o homem não tinha relação com os movimentos. Sem uma acusação para mantê-lo preso, a PM o liberou. José Carlos dos Santos, 45, aposentado, saiu de São Vicente no domingo (10) com o dinheiro em uma mochila e chegou pela manhã em Brasília.

O ex-metalúrgico estava à frente do Congresso Nacional durante o ato em apoio ao governo quando os policiais o abordaram.

Ao encontrar o dinheiro, os policiais detiveram Santos, que argumentou que havia sacado o montante da indenização trabalhista que recebeu por um acidente de trabalho, no qual perdeu dois dedos. Segundo o cabo Jadson, os policiais precisaram utilizar armas não letais, um taser, para imobilizar Santos. Os policiais imaginavam que Santos tinha ligação com o MST e com as manifestações.

O ex-metalúrgico, no entanto, não conseguia explicar de forma coerente sua relação com os atos. Em alguns momentos, ele afirmava que estava apoiando Lula e Dilma e em outro dizia que não gostava das manifestações. “Não consigo responder a maioria das coisas porque sofri pressão quando fui pego.

Eu não ando com armas. Eu apenas estava sentado à frente do Congresso. Só fui para ver a manifestação”, diz Santos. Segundo o cabo Jadson, a suspeita partiu do fato de Santos estar com duas mochilas. Os policiais imaginavam que ele poderia portar artefatos que pudessem ser usados contra a PM.

O hospital municipal de Codó receberá R$ 2 milhões para ampliação e reforma.

 Senador Roberto Rocha, na foto, em audiência, em Brasília, com o Ministro da Saúde, Marcelo Castro

Senador Roberto Rocha, na foto, em audiência, em Brasília, com o Ministro da Saúde, Marcelo Castro

Os recursos foram assegurados pelo senador Roberto Rocha (PSB-MA) junto ao Ministério da Saúde. Roberto Rocha já havia destinado outros R$ 2 milhões em emendas ao Orçamento Geral da União de 206 para aquisição de equipamentos e ampliação da Maternidade de Codó.

O senador Roberto Rocha garantiu ainda recursos para recuperação de estradas vicinais, em Codó, no valor de R$ 700 mil.

O deputado Zé Inácio reuniu -se no ultimo sábado (09) com lideranças e moradores dos assentamentos Árvores Verdes e Funil, localizados na cidade de Brejo, a 320 km de São Luís. Durante a visita foram discutidas estratégias de melhorias para as comunidade, entre as quais está o programa Minha Casa Minha Vida 3, do governo federal.inacio

“No último dia 30 estive em Brasília, onde participei do lançamento do programa Minha Casa Minha Vida 3 e com a nova fase, o governo pretende entregar dois milhões de novas moradias populares para os cidadãos brasileiros. E eu garanto que irei fazer o que estiver ao meu alcance, como deputado estadual, para que os moradores desta comunidade sejam contemplados com moradias dignas.”, disse o deputado.

O Deputado falou ainda das reformulações que o programa Minha Casa Minha Vida passará.

“Durante o evento o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, anunciou também a criação do Sistema Nacional de Cadastro Habitacional. Este novo sistema permitirá que os cidadãos brasileiros inscritos no programa possam consultar o status da inscrição, bem como o processo de seleção dos beneficiários que será feito a partir de agora em Brasília.”, disse.

Zé Inácio aproveitou a oportunidade para reiterar seu apoio a essas e outras comunidades vizinhas como Depósito, Saco das Almas e São Bento.

Toda hora um blog alinhado à “cupinsfera” tenta impor um nome para o tucano…

Esse Gil Cupim, não se emenda mesmo! Cuidar da cidade, que é bom, não cuida de jeito nenhum. Mas fazer jogo sujo é com ele mesmo.  Causa disso que já está sendo comparado com a filhota do Sarney. Dizem até que na mentira, Gil Cupim é uma Roseana Sarney de calças.

Lima: Olhares e posições das mãos imitam em tudo Cupim...

Lima: Olhares e posições das mãos imitam em tudo Cupim…

Cupim tenta a qualquer custo emplacar um vice na chapa de Luis Fernando, mas o povo que não é besta, sabe que essa é outra “miguelagem” do clã cupinzeiro ribamarense. O “desconfiômetro” do povo é tamanho, que tem gente apostando que não existe um político tão parecido com a pimpolha do Sarney, quanto Gil Cupim, que, além de entender patavinas de gestão, o “filhinho de papai”, mimado, mente descaradamente…

A última do cupinzeiro tá pipocando só agora, mas já vem sendo “maquinada” há algum tempo. Ciente de que não teria condições morais de lançar um candidato a prefeito e muito menos de emplacar um vice na chapa de Luis Fernando, Cupim armou um atalho.

E o estratagema começou com uma notícia bombástica para a política local ribamarense: a renúncia do vereador Nonato Lima da liderança do governo, conforme registrou um blog da cidade: confira na imagem ao lado:3eb4e3c9-a3aa-4843-b967-2e9f3a51c050

Tudo de migué, segundo o que apurei com uma fonte na Câmara. Um jogo de cena.

O objetivo era enganar Luis Fernando, mostrando uma suposta insatisfação do vereador com o Cupim e assim ganhar a confiança do tucano para ser emplacado como vice, como se Cupim não tivesse nada com isso.

Passados seis meses, Nonato Lima e Gil Cupim “voltam” a ser amiguinhos e toda hora um blog alinhado à “cupinsfera” tenta impor Lima como vice, disfarçado de indicação da Câmara.

Menos, Cupim, menos!

São Luís tem mais de 100 mini cracolândias, a tendência é ampliar mais. Juntamente com o aumento do tráfico, sobem os casos de assaltos, mortes, violências…

Os zumbis de São Luís:

Cada vez mais nos deparamos com jovens entorpecidos nas ruas, sob o efeito de drogas pesadas. Como nas cenas do filme “The walking dead”, nossos jovens ludovicenses estão se acabando nas drogas, sem que as pessoas se deem conta que podem ajudar tirá-los do caminho da morte.

Blog destaca o papel das Comunidades Terapêuticas, onde cada um de nós pode ajudar, dar amparo às pessoas marginalizadas do submundo das drogas. Abaixo, fiquem com um trecho da reportagem de O Imparcial que trata sobre o assunto:adolescente2

O importante papel das Comunidades Terapêuticas:

São Instituições privadas, sem fins lucrativos e financiadas, em parte, pelo poder público. Oferecem gratuitamente acolhimento para pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de drogas. São instituições abertas, de adesão exclusivamente voluntária, voltadas a pessoas que desejam e necessitam de um espaço protegido, em ambiente residencial, para auxiliar na recuperação da dependência à droga.

Na região metropolitana de São Luís, existem 18 projetos de prevenção contra as drogas. No município de São José de Ribamar, centenas de dependentes frequentam as oito Comunidades Terapêuticas da cidade. Já em Raposa, existe apenas uma casa. Em Paço do Lumiar, 12 instituições, e em São Luís existem 11 locais para tratamento. Todos registrados. Cada comunidade tem, em média, 20 internos que realizam o tratamento antidrogas.

De acordo com Erisson Souza, ex-dependente químico e coordenador-geral da Rede Maranhão Antidrogas, para manter 20 dependentes em uma casa, custa em média R$ 9 mil. E cada dependente precisa pagar um valor em média de R$ 500. “Muitas vezes, o valor não cabe no bolso da família e o diretor da unidade se comove e interna o paciente, aceitando o que o familiar pode contribuir. Infelizmente, em média, 30% dos internos pagam a Comunidade Terapêutica”, disse Erisson. Erisson ainda conta como saiu do mundo da dependência química.

“Eu vivia em casarões abandonados no Centro Histórico. Minha mãe e minha irmã foram me buscar; eu estava em uma rede onde estava deitado e as ouvi me chamando. De lá, fui para uma Comunidade Terapêutica. Passei 13 anos sendo usuário, hoje, faz quase seis anos que não uso mais e nem tive alguma recaída”, contou Erisson.

Para o ex-dependente, a desobediência é a pior causa que leva uma pessoa ser dependente química.  “A maldição da desobediência é o que mais leva a muitos entrarem no mundo das drogas. Os pais dizem para os filhos não fazerem, e eles fazem, se eu tivesse ouvido os meus pais, não teria entrado neste mundo”, explicou Erisson Souza.

Os valores investidos são para pagar as despesas como água, luz e alimentação. Muitas vezes as comunidades recebem ajuda de vários órgãos, como Ministério Público e Vara de Execuções Penais.

Resultados

– 25% destes usuários atendidos no Caps Ad se encontram em recuperação sem fazer uso de substâncias psicoativas, correspondente à taxa de recuperação.

– 60% diminuíram o uso, apresentando recaídas esporádicas, e continuam em tratamento com melhoras clínicas significativas;

– 15% abandonaram o tratamento na primeira semana;

O diretor do Caps Ad, Marcelo Costa, explica como o dependente pode fazer o tratamento. “O tratamento que disponibilizamos é de forma diária onde o paciente entra às 7h30 e sai às 18h, quando no início na modalidade intensiva. Durante o período, ele participa de oficinas terapêuticas, como artesanato, música (coral), educação física (futebol), pintura, grupos terapêuticos, atividades religiosa de fundo espiritual com parcerias com a comunidade. Também fazem uso de medicações com intuito de reduzir sintomas da abstinência, como ansiolíticos, antidepressivos, antipsicóticos, estabilizadores de humor e outros, assim como também tratar possíveis doenças mentais que acompanhem o quadro de dependência, o que chamamos de comorbidades psiquiátricas”, explicou o diretor.

Fora o Caps Ad, ainda existe a UA Estadual (Unidade de Acolhimento do Estado) que funciona na Cohab ao lado da Igreja Nossa Senhora Perpétuo Socorro, onde tem 15 leitos para internação em regime integral onde o paciente pode ficar de um mês a seis meses, feita para casos mais graves. E ainda existem as fazendas “Esperança” (comunidade terapêutica, que tem tratamento de fundo religioso, onde o paciente passa 12 meses.

As três conveniadas, Coroatá, Caxias e Balsas, funcionam sem custo algum para as famílias, quando o dependente é encaminhado através do caps. Confira a reportagem completa aqui:

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