Browsing: Ricardo Santos

Rio não corre para o mar?

Enquanto Flávio Dino grita “fora Temer” em regabofe para apaniguados, bajuladores e sindicalistas da” greve”, índios são atacados, alvejados, decepados. Mas o g governador, lógico que tirou o corpo fora, segundo Flávio Dino, que demostra rivalidade contra o governo federal . “A culpa é da Funai” (do governo federal).

Festa no AP de Dino começou pela manhã, para familiares, secretários e apaniguados. Varou a noite ao som do bundalelê, festa no ap.

Nada contra os banquetes, nada contra os jetons e mensalinhos a apaniguados políticos que recebem do governo, práticas que antes eram denunciadas por Bira do Pindaré, Marcelo Tavares e Rubens Junior (entenda aqui).

A violência no campo contra os indígenas vem sendo constante em terras maranhenses. Os conflitos entre índios e fazendeiros foram intensificados na tarde deste domingo (30 de abril), quando foram brutalmente atacados fazendeiros armados, que deixaram 13 índios feridos com golpes de facão e pauladas no Povoado das Bahias, município de Viana (MA).

Abaixo, imagens do regabofe comunista, que começou desde cedo e varou a noite.

Galera da CUT aplaudindo comunista dançando “é golpe “fora temer” nas dependências do Palácio dos Leões. Governo de poucos…

 

 

A falta que a informação faz!

Impressiona a falta de debate dos grandes problemas brasileiros. Estamos discutindo e votando na Câmara Federal e no Senado temas cruciais para o nosso futuro e, fora do parlamento, não existe na sociedade nenhum debate sério sobre esses assuntos. Fui até acusado de direita porque votei a favor da reforma trabalhista como se lutar pelo emprego fosse de direita ou de esquerda, quando na verdade isso é apenas economia e acesso ao emprego. A China está aí para demonstrar o que estou dizendo.

Estamos apenas colocando de novo a economia que foi colocada de pernas para o ar, pelo desastrado governo de Dilma, de pé novamente.

Parece que quem grita mais ganha a parada, mas até isso não é verdade. Basta ver que o povo deixou as corporações sozinhas na sexta 28 de abril na badalada greve geral e foi trabalhar como pôde.

Pois bem eu estou saindo do PSB exatamente porque resolveu fechar questão contra as reformas trabalhista e previdenciária sem ouvir as bancadas da Câmara e do Senado. Eu fui convidado para ir para o PSB por seu maior líder Miguel Arraes. Eu convivi muito com Eduardo Campos um dos maiores políticos contemporâneos, hábil conciliador que ouvia e que gostava do debate e foi o primeiro político importante que alertou que o governo Dilma ia nos levar para o buraco. Para poder ser ouvido e poder participar do debate se candidatou a presidência e vinha fazendo uma campanha diferenciada e com chances de ganhar se não fosse o fatídico acidente que lhe tirou a vida em plena campanha. Relembro tudo isso para basear minha convicção de que esse fechamento de questão jamais seria feito sob sua liderança, porque isso dividiu irremediavelmente o partido que ao invés do rápido crescimento que apresentava, vai diminuir de tamanho tal a desconfiança estabelecida na Bancada. O resultado da votação foi de 16 contra a reforma e 14 a favor, inclusive a líder do partido.

Pois bem, e o mérito da reforma? Eu e a grande maioria dos deputados não tiramos direitos de nenhum trabalhador. Nenhum, e desafio aos palpiteiros de plantão, que apontem um sequer. E isso é fácil de provar. Os direitos dos trabalhadores estão estabelecidos no artigo sétimo da Constituição e em seus parágrafos. Nenhum foi suprimido e só a ignorância do que se debatia podia levar a essa conclusão, pois nenhum foi revogado ou substituído e nem poderia pois o que aprovamos foi um projeto de Lei que obviamente não tem poderes para mudar a Constituição. Votamos pelo emprego, ou é normal e devemos fechar os olhos para 14 milhões de desempregados? As leis trabalhistas datam de 1943, estamos em 2017 o mundo mudou, o trabalho mudou, o que fizemos foi apenas uma atualização da legislação adaptando-a aos novos tempos e destravando a insegurança jurídica que fazia as empresas evitar contratar trabalhadores como provam milhões de processos na justiça do trabalho que assustavam os empregadores. Quem ganhou foram os trabalhadores, os jovens, os pequemos e micro empresários e a economia.

A gritaria toda é por causa do dinheiro da contribuição sindical que por ser obrigatória, tanto para os trabalhadores do setor público quanto os do privado, na verdade se tornou um imposto sindical que não podia ter o seu uso fiscalizado pelo TCU. Uma benesse e tanto, tão desequilibrada que nos levou a ter 16 mil sindicatos enquanto, outros países, no máximo, tem dezenas deles. Isso porque era tanto dinheiro que fazia com que milhares de dirigentes sindicais não trabalhassem mais e ficassem anos e anos no comando dos sindicatos. A grita foi por esse dinheiro e esse privilégio e muitos defendiam o status quo sem saber que apenas estavam defendendo os privilégios dos sindicalistas ao defender “direitos”. E não o emprego.

Nós não acabamos com a contribuição sindical. Elas continuam a existir, mas não são mais obrigatórias e os trabalhadores podem, se quiser, continuar pagando. Mas, aí os sindicatos terão que mostrar que trabalham de verdade para merecerem o pagamento.

E a reforma Previdenciária? Essa todos os presidentes do país tentaram fazer. Também não é de direita e nem de esquerda. É pela sobrevivência do pagamento dos aposentados, presentes e futuros, e pelo equilíbrio das contas nacionais. Se não for feita todo os recursos orçamentários irão para pagamento de aposentadorias e não sobrará recursos para a saúde pública, para a educação e para a segurança. Será a falência do país como nação.

Quando falo em todos os presidentes, são todos mesmo. Desde Lula, Fernando Henrique, Dilma Collor, mas, agora sob a presidência de Temer, com a maior crise econômica de nossa história já não pode mais postergar. Todos os países já fizeram dentro dos mesmos moldes do país. Ou fazemos ou a crise, a inflação e o desemprego virão cada vez mais forte. Dizer o contrário é ser irresponsável e querer o pior, principalmente depois que a Câmara dos deputados suavizou o texto e o tornou menos duro.

Duros tempos, mas os trabalhadores e os que querem ver o país melhor podem contar comigo.

São Luís abandonada: vídeo mostra principais bairros da cidade sem policiamento.

Locais que foram filmados:

Estão sem policiamento os bairros: São Francisco, Centro da Cidade, Camboa, Liberdade, Fé em Deus, Monte Castelo, Alemanha, Jaracati e Renascença.

Durante a filmagem deste domingo não foram vistas viaturas rodando na cidade. Na semana passada, no domingo, neste mesmo horário, 17h30, registrei em vídeo mesmo trajeto e nada de viaturas.

Mentira de Flávio Dino:

Diferente da propaganda do governo, a realidade mostra que não há viaturas rodando na cidade. Lanço aqui uma nova modalidade de cobrança aos nossos gestores públicos, através de imagens (videos e fotos), vamos postar nas redes sociais a realidade de nossa cidade.

#vamosfilmaracidade

Confira abaixo no vídeo gravado durante vários bairros da cidade.

 

 

  • Imaginem Flávio Dino acusando golpes?

Dava para perceber que aqueles poucos baderneiros que fecharam as ruas com pneus incendiados cumpriam uma agenda política, lógico, que gritariam “fora Temer”, que depois dessa patomima apareceria o Lula discursando como um eterno redentor  do Brasil, como se ele, apenas por seus métodos soubesse tirar o país dessa imensa crise, que não existia antes do PT.

Pior que tudo isso foi ver nos vídeos enviados pelo whastsapp sindicalistas gritando na Rua Grande para fecharem lojas, sem o menor sinal da POLÍCIA, que aqui no Maranhão parecia estar de greve, deixando baderneiros agindo como se fossem os donos da situação.

Parecia até que obedeciam ordens superiores. Escrevi sobre isso, reveja:

Atirando pedra e escondendo as mãos…

Flávio Dino repete Sarney quando tenta afastar dele o ônus da culpa. É verdade, comunista amanheceu o domingo, último dia do mês de abril de 2017, desculpando-se pela paralisação que seus amigos da CUT causaram à nação, em especial nas principais vias do Maranhão. Flávio Dino escreve chamando de “greve geral” ou “uma das principais mobilizações políticas de nosso país…” Para finalizar a patomima, o comunista diz que “apenas ditaduras impõe suas vontades”.  Interna! É muita falácia.

Traição:

Mentir e trair é uma constante para quem não tem compromisso com o cargo que ocupa, vimos isso por quase 40 anos, mas, Flávio Dino, pior que Sarney, um ditador, diz que quer dialogar.

Sempre com uma desculpa, comunista de “gogó” como ficou conhecido após trair aliados da campanha de 2014, e se juntar ao PT que apoiava irrestritamente Roseana Sarney e seu candidato nas eleições de 2014. Ora, Edinho Lobão do PMDB, repetia a chapa nacional: Dilma (PT) e Michel Temer (PMDB). Mas, depois da vitória, o comunista traiu todos e tenta, até hoje, investir na legenda lulista, aqui no Maranhão (Sarno-petista). Já começo a embrulhar o estomago, mas deixarei abaixo um pequeno trecho do comunista:

 

Após fiasco da “greve” Palácio dos Leões encomenda outra pesquisa… 

Não há como negar a constante desaprovação popular do governador Flávio Dino, depois que assumiu de vez seu outro lado.

Essa greve forçada pela CUT/PT foi tão nociva ao estado, que o Palácio dos Leões já teria encomendado uma nova pequisa de popularidade do governador Flávio Dino, que na cota de Márcio Jerry, o primeiro ministro do comunismo do Maranhão, sempre oscila entre 65 a 71,71,71%.

Comunistas ladeira abaixo:

Com sua imagem colada a de um eterno estudante secundarista e aos movimentos esquerdistas, defensor irrestrito de Lula, Dilma, e outros corruptos envolvidos na Lava Jato, Flávio Dino prefere enganar-se pensando que está engando a população com números fantasiosos de institutos de pesquisas, que pagos com dinheiro público, como fazia Roseana Sarney até pouco tempo, mas nada comprovam, a não ser seu desespero face às constantes quedas e oscilações de popularidade.

Outro lado ditador falou mais alto que as palavras:

Em entrevista ao site dos comunistas, do qual seu primeiro ministro é o principal articulista, Flávio Dino falou o de sempre, agindo como se fosse um grande defensor da democracia, mas, na prática, preferiu contribuir com a greve, que serviu apenas para impedir a vida dos trabalhadores de exercerem seus direitos (ir e vir), de cumprir seus deveres (trabalhar).

O outro lado ditador: comunista fala como defensor da democracia, mas continua agindo diferente do que fala…

 

 

O fiasco da greve geral de ontem – convocada sem que nenhuma assembleia sindical tenha se manifestado – mostra que essas entidades, desviando-se de suas finalidades estatutárias, disputam hoje com os partidos políticos o troféu de desgaste popular.

Como os partidos políticos, só que numa escala bem maior, pulverizaram-se e passaram a servir-se do público para atender interesses privados. Criam-se sindicatos, assim como partidos, para se ter acesso ao dinheiro público que os sustenta.

Os partidos recebem as verbas do fundo partidário; os sindicatos, do imposto sindical – um dia de trabalho por ano de cada trabalhador, sindicalizado ou não. Há hoje, em decorrência, uma elite sindical milionária que se consolidou ao longo da Era PT.

O pretexto para a greve geral – as reformas trabalhista e previdenciária – não gerou a mesma reação quando o patrocínio era dos governos Lula e Dilma. As propostas eram equivalentes, mas não embutiam um detalhe: o fim do imposto sindical. E é ele que está na raiz da greve frustrada de ontem, não as reformas em nome das quais foi convocada. A República Sindical é cara, ineficaz e bizarra.

A propósito, alguém já ouviu falar de um certo Sindicato das Indústrias de Camisas para Homens e Roupas Brancas de Confecção e Chapéus de Senhoras? Pois é. Funciona (?) no Rio de Janeiro.

Há outros, assemelhados, como o Sindicato da Indústria de Guarda Chuvas e Bengalas de São Paulo. Ou ainda o Sindicato dos Empregados em Entidades Sindicais, isto é, um sindicato de funcionários de sindicatos. Seria até engraçado se por trás não houvesse alguns bilhões do contribuinte.

Há no Brasil, segundo o Ministério do Trabalho, nada menos que 11 mil e 257 sindicatos de trabalhadores, sem contar federações, confederações e centrais. E não é só: não cessam os pedidos para a criação de novos, que já não se classificam apenas por categoria, subdividindo-se, em alguns casos, até por local de trabalho.

Por exemplo: não basta um sindicato para os comerciários. Há um de comerciários que trabalham em shoppings, que teriam natureza diferenciada da dos comerciários que trabalham em estabelecimentos sediados nas ruas e avenidas. Questão de CEP.

A criatividade, em busca de fatias do imposto sindical, não tem limites. Cria-se numa ponta uma entidade patronal, o Sindicato de Empresas de Desmanche de Veículos (Sindidesmanche), e na outra uma entidade de trabalhadores do mesmo ramo, o Sindicato dos Inspetores Técnicos em Segurança Veicular (Sintseve).

À frente de ambas, os mesmos dirigentes: Mario Antonio Rolim, Ronaldo Torres, Antonio Fogaça e Vitorio Benvenuti, todos ligados à mesma Central, a Força Sindical, do deputado Paulo Pereira, do PDT, que, aliado de Lula e Dilma, não hesitou em aderir a Temer.

O imposto sindical foi criado por Getúlio Vargas, nos anos 40, mas, graças à Lei 11.648, de 2008, se estendeu às centrais sindicais. E graças a um veto de Lula ao artigo que submetia esse repasse à fiscalização do TCU, não é necessário que as centrais prestem conta do que é feito com essa bolada – que não é desprezível.

Em 2016, os sindicatos receberam R$ 3,6 bilhões; só as centrais sindicais, de 2008 a 2015, R$ 1 bilhão, sem precisar explicar o que dele fizeram. Esse dinheiro chega aos cofres do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e é depois repassado pela Caixa Econômica Federal. Uma festa.

Em tal ambiente, não é difícil entender a proliferação de sindicatos, que crescem na razão inversa à qualidade do atendimento ao usuário. Mas compreende-se: não se expandiram com essa finalidade, mas para servir a um projeto de poder, graças ao qual consegue tumultuar a vida do país, falando em nome de quem não representa, mantendo-o no atraso em que ajudou a colocá-lo.

A prefeitura de São José de Ribamar por meio da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Renda, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, SENAI, assinou nesta sexta-feira (28), convênio para a oferta de cursos profissionalizantes que beneficie a população ribamarense.

O convênio prevê inicialmente a oferta de treinamentos de iniciação profissional, aperfeiçoamento e qualificação, voltados há cinco áreas específicas com duração de 12 meses (doze) e carga horária de 40 à 160 horas a depender do curso.

Entre os cursos oferecidos, estão: Assistente Administrativo, Mecânico de Refrigeração, Pedreiro, Pintor, Instalador Hidráulico, Doces e Salgados, Operador de Computador. Cada curso terá um perfil diferenciado, devendo aos candidatos preencherem aos pré-requisitos necessários para obtenção da vaga.

De acordo com o prefeito Luis Fernando, a parceria vai possibilitar qualificação profissional apenas aos jovens como também adultos que necessitam de recolocação no mercado de trabalho.

“Essa é mais uma ação de valorização e reconstrução do nosso município. Uma vez que disponibilizamos oferta de cursos que qualifique nossa população, estamos oportunizando a recolocação de jovens e adultos no mercado de trabalho e com isso fomentando o aquecimento de nossa economia”, explicou o prefeito destacando a parceria do Sistema FIEMA, e sua excelência na oferta de educação profissional.

Para o presidente da Fiema, Edilson Baldez, além do conhecimento, a oportunidade gera ainda a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho ou investir no seu próprio negócio, elevando a qualificação da mão-de-obra.

“Para o Sistema FIEMA é uma grande satisfação essa parceria que não é de hoje. Acima de tudo nesse momento estamos atendendo uma demanda apresentada pelo prefeito, trazendo estes cursos. Isto é educação”, completou.

Cursos profissionalizantes

Os cursos são direcionados para jovens a partir de 18 anos além de adultos e usuários já beneficiados pelos serviços da SEMAS. No total serão disponibilizadas cerca de 25 vagas para cada modalidade, totalizando 150 oportunidades direcionadas para os mais diversos públicos.

Para ter acesso à vaga, o candidato terá que possuir ensino médio completo ou cursando atender o perfil do curso pleiteado além de apresentar o RG, CPF, Comprovante de residência e escolaridade.

Sinceramente, não dá para negar o envolvimento de gente do governo comunista do Maranhão na greve forçada que foi marcada para esta sexta-feira, 28.

Na imagem acima, alguns (poucos) sindicalistas da CUT, tocando fogo em pneus para bloquear vias de acessos de trabalhadores, sem a presença da polícia, que parece estar de braços cruzados, como se estivesse simplesmente cumprindo ordens superiores.A polícia parece que não esteve no local, se esteve, se fez de morta.

Para piorar, o irmão do deputado federal Weverton Rocha do PDT (atualmente dono das emissoras do Lobão)  que é sindicalista, fica enviando imagens para meu celular da “greve” desde a madrugada:

Seria fácil, se não quisessem perder um dia de produção, mas, no Maranhão da mudança, tudo conspira para defender o petismo!

Greve do PT:

A pá de cal sobre os trabalhadores, que pagam impostos para sustentar parasitas, foi mesmo a greve de ônibus anunciada agora a pouco pelos Rodoviários. Seria fácil, caso os governantes, autoridades de São Luís entrassem a fundo na questão. Mas, não querem. Parecem aceitar tudo, parecem aprovar a safadeza petista!

Abaixo, uma breve lembrança de como secretários do governo do estado e da prefeitura de São Luís, juntamente com petistas armados de facas, agindo com violência, deram um fim numa manifestação pacifica em plena Praça Maria Aragão, palco de eventos democráticos.

 

Nota:

Na república democrática comunista, governada por um ex-juiz. Apesar da violência, ninguém foi preso, julgado, muito menos condenado.

Na época dos ataques dos petistas armados de facas, o comentário era de que os baderneiros, em companhia dos secretários estavam num evento do governo nas proximidades do Palácio dos Leões. Fiquem com as fotos:

Secretário municipal de Cultura (petista)

Policial ferido teria sofrido agressão ao tomar faca de petista enfurecido

 

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