Alô, Eduardo Braide: vai ficar calado diante da violência contra a comunidade Cajueiro?

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Comunistou? 

Não dá para entender o silêncio do principal político da atualidade ludovicense. Enquanto Braide cala, Wellington fala, denuncia, cobra as autoridades.

A Comunidade do Cajueiro existe há 21 anos no local, inclusive com escritura pública condominial, está sendo despejada pelos “aliados capitalistas” de Flávio Dino, apesar disso, Braide faz um silêncio ensurdecedor sobre o tema.

Principal postulante ao cargo de prefeito de São Luís, ao que tudo indica, cruzou os braços e resolveu calar. Principal adversário do “consórcio comunista” liderado pelo governador Flávio Dino nas eleições de 2016, derrotado pela “máquina”, estranhamente parece que dá sinais de que não quer brigas com os comunistas, como  observado pelos blogues de São Luís.

Abaixo, trecho do blog do Luis Cardoso, sobre a estranha aproximação de Braide com seu pior algoz de 2106:

Votar contra a Reforma da Previdência seria um aceno de Eduardo Braide para Flávio Dino?
No momento em que o pais atravessa uma séria crise econômica, sem capacidade para investimentos, com mais de 13 milhões de desempregados e tem na Reforma da Previdência uma saída, votar contra a proposta é jogar contra o Brasil. Foi exatamente o que fez o deputado federal pelo Maranhão, Eduardo Braide.
Mas ele não esteve sozinho, não. Foram com ele contra a Nação Bira do Pindaré, Zé Carlos do PT e o lugar tenente do governador, deputado Márcio Jerry. O que levou Braide a ficar nesse time do quanto pior, melhor?

O deputado federal campeão de votos do eleitorado da capital,  com sobras de votos para projetá-lo ao lufar de principal candidato a prefeito em 2020, simplesmente calou-se, nada disse contra Flávio Dino, e sua atitude contra a remoção da comunidade de pescadores tradicionais do Cajueiro.

Pior para Braide, enquanto cala, da mesma forma que outros aliados de Flávio Dino, o deputado Wellington do Curso, pré-candidato a prefeito de São Luís, não sai do Cajueiro.

Abaixo, a atuação de Wellington, que não calou e denunciou Flávio Dino:

 

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