Monthly Archives: janeiro, 2019

O acerto de Bolsonaro não foi comentado no tuíter oficial do governador comunista. 

A nova diretoria da Petrobras assinou nesta quarta-feira, 30, acordo para venda da polêmica refinaria de Pasadena por US$ 562 milhões, que ficou conhecida como maior esquema de lesa-pátria, um verdadeiro símbolo da corrupção dos Lulo-comunistas.

Estranhamente, a notícia que trará de volta ativos para o Brasil, não foi comentada pelo governador tuiteiro, que perde horas preciosas em redes sociais, quando deveria estar tentando tirar o Maranhão da pobreza, ou melhor dizer, da Extrema Pobreza.

Abaixo, comentário do site O Antagonista:

Fora Renan: apenas um senador do Maranhão vai falar seu voto, outros vão “ficar calados e votar secreto”?

Um bom exemplo dado pelos tucanos, até agora, apenas uma senador do Maranhão decidiu mostrar a cara na votação do Congresso?

Fora Renan: apenas um senador do Maranhão vai falar seu voto, outros vão “ficar calados e votar secreto”?
Um bom exemplo dado pelos tucanos, até agora, apenas uma senador do Maranhão decidiu mostrar a cara na votação do Congresso?

Rocha acertou e tratar a questão com transparência, o Brasil espera isso, não quer “segredinhos”. A atitude do senador maranhense é uma demostração clara de que entendeu os novos rumos da nação.

Como votarão os novos deputados e senadores do Maranhão? Será que pretendem ficar “caladinhos”, o governador Flávio Dino, não vai “tuitar” nada? O novo “líder político” do Maranhão vai dar uma de “traíra” e não vai se pronunciar sobre o assunto?

As eleições pela presidência do Senado e Câmara dos Deputados preocupa o Brasil. Não é segredo para ninguém que  que muitos políticos planejam votar em Renan Calheiros para presidência do Senado, de forma secreta, sem dar a mínima satisfação para a população que espera uma atitude responsável dos novos senadores e deputados.

Neste sentido, valeu a articulação do senador tucano Roberto Rocha, que tem demostrado sua intenção de conduzir o processo de escolha dos novos presidente da Casa Legislativas, senado e câmara.

Rocha acertou e tratar a questão com transparência, o Brasil espera isso, não quer “segredinhos”. A atitude do senador maranhense é uma demostração clara de que entendeu os novos rumos do Brasil. Abaixo, um recorte das redes sociais do senador maranhense, que leva para todos o apelo de votação livre, sem segredinhos:

 

Mariposa nessa quinta-feira, 31, nosso Lounge Vip com os DJs Luís Emílio e Pacífico tocando músicas que marcaram épocas nos anos 80 e 90.

Produção de Portfólio Vip e da colunista Wilma Vicky França.

Ambiente climatizado com os melhores petiscos e drinks na Avenida dos Holandeses, próximo ao Golden Shopping.

Para entender a paranoia da traição, basta ler até o final. A lista é grande, mas deixarei que tirem suas conclusões com o texto do advogado Abdon Marinho.

Amigos pelo caminho

A NOITE principiava engolir o dia quando o então deputado Aderson Lago iniciou a oitiva do ex-deputado Marcony Farias na CPI da Pistolagem.

O auditório Fernando Falcão, da Assembleia Legislativa estava lotado, com muitos da assistência em pé aguardando aquele que seria um dos principais momentos da CPI. O deputado Aderson Lago um dos mais respeitados parlamentares de todos os tempos no Maranhão por sua inteligência e perspicácia, como interrogador.

O interrogado, um ex-deputado estadual, também bastante respeitado e, como se dizia antigamente “passado na casca do alho”.

— Deputado, o senhor conhece fulano de tal? Pergunta Aderson Lago.

— Sim, senhor deputado, conheci. Muito meu amigo, morreu. Responde Marcony Farias.

— E Sicrano de tal? Pergunta o deputado da CPI.

— também conheci, gente muito boa, morreu assim ou assado. Responde Marcony Farias.

— O senhor sabe dizer algo de de Beltrano de Tal? Indaga o deputado Aderson Lago.

— Sei, o conheci muito, foi amigo do meu pai, de toda nossa família, morreu nesta circunstância.

E assim ia o deputado Aderson Lago perguntando sobre pessoas e o ex-deputado Marcony Farias respondendo sobre as mesmas, sobre a amizade com elas, a forma como tinham morrido e narrando episódios sobre as vidas delas.

O deputado Aderson Lago então fez a pergunta que tirou risos da audiência:

— Senhor deputado, o senhor não acha estranho que todos esses seus “amigos” tenham morrido?

O ex-deputado Marcony Farias não perdeu a viagem e respondeu-lhe com uma presença de espírito desconcertante:

— Acho não, senhor deputado, tanto assim que tenho mais amigos vivos que mortos.

A plateia foi ao delírio com a resposta. E, depois dela, se não me falha a memória, a sessão foi encerrada.

Ainda estávamos nos anos noventa, não havia essa profusão de aparelhos celulares gravando ou filmando tudo. A taquigrafia concentrada nas perguntas e nas respostas não registrou – e não tinha como –, o clima daquela sessão. Uma pena, perdeu-se um momento ímpar do parlamento estadual.

Assaltou-me a lembrança dos “amigos” do ex-deputado Marcony Farias a que nos referimos acima a partir da provocação feita por um amigo.

Ele me chamou a atenção para fato de muitas pessoas que apoiaram ou estiveram, ainda que circunstancialmente, com o atual governador Flávio Dino “tenham ficado pelo caminho”. Pelo menos, estes, vivos.

Na verdade, esse amigo apenas me fez recordar fatos que eu mesmo narrei em textos anteriores.

Basta lembrar o sucedido com Roberto Rocha, com Waldir Maranhão, com Zé Reinaldo e, agora, o ensaio feito em relação a Cleomar Tema na disputa pela FAMEM.

Em relação aos dois primeiros poder-se-ia até justificar: foram companheiros de uma chuva, não de uma uma caminhada.

Mas o que dizer em relação aos últimos?

Quando o ex-governador José Reinaldo “inventou” a candidatura de Flávio Dino a deputado federal já com o propósito de fazê-lo governador posteriormente, confiou essa missão ao ex-deputado Humberto Coutinho (já falecido), então prefeito de Caxias, e ao atual prefeito Cleomar Tema, que, naquela época, era prefeito de Tuntum.

Foram estes, juntamente com o então governador, que “quebraram lanças” para fazer do ex-juiz um deputado federal sem que este conhecesse os caminhos do Maranhão profundo.

Cumpriram com louvor a missão que lhes foi dada.

Em Tuntum, o candidato obteve Flávio Dino 8.801 votos; apenas para efeitos de comparação, o segundo colocado, Pedro Fernandes, obteve 3.544; apenas cerca de mil votos a menos que o candidato a senador e cem votos a menos que o candidato a governador apoiado pelo prefeito no primeiro turno; em Caxias Flávio Dino obteve 20.825, contra 2.840 do segundo colocado, Sétimo Waquim.

O restante dos votos, além das articulações dos dois prefeitos, o próprio governador tratou de arrumar, graças a sua inquestionável boa relação com a classe política.

Acredito que sua excelência, naquela eleição nem teve a curiosidade de conhecer os povoados “Dois Irmãos” em Tuntum ou no “Barro Vermelho”, em Caxias.

Como é sabido eleição após a eleição o já ex-governador continuou “quebrando lanças”, renunciando, conciliando até que, finalmente conseguiu o intento de fazer o “protegido” governador do Maranhão em 2014.

Nos quatro anos seguintes o ex-governador José Reinaldo perseguiu um sonho: encerrar a sua carreira politica como senador da República como representante do Maranhão.

Contava com a retribuição, pelo tanto que vez, do governador Flávio Dino.

No final de 2017 o governador anunciou, com direito a levantamento de mão e tudo mais o seu “favorito”, o seu primeiro candidato a uma das duas vagas ao Senado: seria o deputado Weverton Rocha, presidente do PDT.

E, fez pior, em relação ao ex-candidato natural, o seu padrinho politico, este teria que se “viabilizar” junto as bases de sustentação ao governo, conforme declarou em entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno. A segunda vaga iria para o “murro” como dizíamos no interior.

Ali, acredito eu, o ex-governador tomou consciência que jamais seria o candidato do governador por quem ele tanto lutou. Não moveria “uma palha”, não faria um gesto. Fez campanha e “vestiu a camisa” dos seus candidatos Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS).

O resultado da eleição, como esperado, consagrou a vitória do governador, em primeiro turno, dos seus candidatos ao Senado, da maioria na Câmara dos Deputados e da Assembleia Legislativa.

O ex-governador ficou pelo caminho.

Solidariedade na derrota só dos amigos verdadeiros.

Agora, por ocasião da eleição da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão – FAMEM,  a história se repete, o governador ensaiou a mesma cantilena e, por fim, anunciou sua “neutralidade” ou seja, não “quebraria lanças” pelo aliado de primeira hora.

Segundo disse, apostava que houvesse consenso, o que não aconteceu.

Seria o caso de se perguntar o que fez objetivamente para que houvesse esse consenso? Chegou chamar os contendores? Disse algo que pudesse uni-los? Não se sabe.

O que verbalizam seus aduladores é que pesou na “neutralidade” a fidelidade demonstrada pelo prefeito Tema ao ex-governador José Reinaldo na última eleição para o Senado.

O que resta claro aos bons entendedores é que o governador já “trabalha” de forma intensa no sentido de fazer o seu “senador favorito” o futuro governador do Maranhão. Colocá-lo no “comando” da FAMEM é um passo significativo neste propósito.

O prefeito Tema será mais um amigo a ficar pelo caminho?

Ah, naquela eleição em que José Reinaldo, Humberto Coutinho e Cleomar Tema “quebraram todas as lanças” em favor do desconhecido e obscuro candidato a deputado federal Flávio Dino, no Município de Igarapé Grande ele obteve 38 votos.

Fica o registro para a posteridade.

Abdon Marinho é advogado.

Cachimbo da paz: 

Erlânio será aclamado amanhã presidente da Famem, Tema continuará no comando com o cargo de “presidente de Honra”.

Governador fez os dois Presidentes da Famem

No furor das disputas, Cleomar Tema aceitou ser presidente de honra, e Erlânio Xavier, do PDT de Weverton Rocha será o novo presidente. Aclamação vai acontecer nesta quarta-feira, 30 de janeiro, dia marcado para a eleição.

O resultado foi do alto para baixo, com intercessão direta do governador Flávio Dino, que decidiu por uma saída de consenso, entre os nomes que vão comandar a Famem pelos próximos dois anos.

O martelo foi batido nesta terça-feira (29), às vésperas da eleição. Quem interveio para garantir essa composição foi o governador Flávio Dino, que reuniu os dois candidatos no Palácio.

A bancada do PR vai aumentar na Assembleia Legislativa. O deputado estadual eleito Dr Leonardo Sá, ingressa oficialmente nas fileiras do partido, nesta quarta-feira (30).

O ato simbólico será realizado com a presença do presidente do direito estadual, Josimar de Maranhãozinho e outras lideranças.

Com a entrada de Leonardo Sá, o PR passa de três para quatro deputados e o partido já figura na lista dos maiores na Assembleia Legislativa. Além da liderança política de Pinheiro, Detinha, Vinicius Louro e Hélio Soares compõem a legenda.

De acordo com Dr Leonardo Sá, ele se sente muito honrado em ter sido convidado a se filiar ao PR e mais ainda por fazer parte do partido, que é um dos maiores do país. “É motivo de orgulho, ingressar no PR. Tenho certeza que é uma opção correta, ainda mais nesse momento, que vamos lutar por um Maranhão melhor e também por avanços na nossa região, principalmente em Pinheiro”, declarou.

Dr Leonardo Sá também agradeceu ao PRTB, partido pelo qual ele se elegeu na disputa eleitoral do ano passado. Porém, infelizmente como o partido não alcançou a clausula de barreira e não terá mais tempo de propaganda partidária, assim como não receberá mais fundo partidário, ele optou por trocar de partido.

Além da filiação que vai ocorrer de forma oficial em São Luís, Dr Leonardo Sá também marcará uma data para anunciar aos pinheirenses o seu novo partido.

De acordo com a pesquisa sobre ambiente educacional no Brasil, a AGLBT em 2016, constatou que 55 % de estudantes LGBTs já ouviram comentários negativos  sobre pessoas transexual, 43 % dos estudantes sentem inseguras em relação a sua  identidade de gênero, do mesmo modo, 68% são agredidos na escola  por causa da sua identidade de gênero.

Jefferson Taylor
Coordenador da aliança nacional LGBTI do Maranhão

Em relação a  população carceraria em todo o país, apenas 15 %  das alas são destinadas à população LGBTI, ou seja, muitas transexuais e travestis passam por violências, que vão de espancamentos a estupros, e abusos psicológicos nos presídios.

Em 2017, foi registrado mais  de 445 mortes decorrentes a lgbtfobia, 191 trans (42,9%) no Brasil assassinatos  em 2000 foram 130, em 2010 260, em 2017 445 ,lgbs em ocorrência a homofobia o que predomina ainda e arma de fogo 136 casos  e arma branca 111 casos.

Mulheres trans e travestis morrem no âmbito da prostituição, mais e resultante  na miríade de exclusões, trabalho, escola, entre outros, 5%  dizem que  estão na prostituição  por uma escolha, mais 95% dizem-se marginalizadas e sem  escolha estão ali por ausência do Estado.

Precisamos de políticas públicas mais fortes relevantes aos indicies  de violência que a população LGBTI passa principalmente as trans, a base de tudo é Educação e inclusão social

Existe também, o descaso em relação  ao atendimento das denúncias LGBTI, evidenciado pela existência de Estados que não existem delegacias especializadas, sendo denunciadas apenas pelo 190 (polícia militar) e o disque 100,  que registra apenas violência verbal ou física, no total 70% dos assassinatos são profissionais do sexo.

No Maranhão  já se registrar 8 assassinatos de pessoas trans e travestir 0,86%  no país a cada  19 horas uma travestir ou transexual e morta no pais o tema do público LGBTI hoje e resistência

Jefferson Taylor

Coordenador da aliança nacional (MA)

Segundo o senador Roberto Rocha, diante da indefinição do MDB, cresce a possibilidade de um grupo grande se unir, incluindo os que apoiam os pré-candidatos Alvaro Dias (Podemos), Major Olímpio (PSL) e Esperidião Amin (PP)

“Se o MDB não decidir amanhã, é porque estão querendo tomar a decisão na ‘hora Z’ e nós não podemos concordar com isso”. Foi o que afirmou ao site O Antagonista o senador Roberto Rocha (PSDB).

Na avaliação de Roberto e demais senadores tucanos, o PSDB está, sim, disposto a abrir mão da candidatura de Tasso Jereissati para apoiar Simone Tebet. Mas vai esperar somente até amanhã a decisão do MDB.

“O tempo do MDB se esgota amanhã”, disse a O Antagonista o Roberto Rocha, provável líder do PSDB no Senado na nova legislatura.

“Segundo Rocha, diante da indefinição do MDB, cresce a possibilidade de um grupo grande se unir, incluindo os que apoiam os pré-candidatos Alvaro Dias (Podemos), Major Olímpio (PSL) e Esperidião Amin (PP)”, concluiu O Antagonista.

Vereadores de São Luís, coordenados pelo presidente da Câmara Municipal,  Osmar Filho (PDT), realizarão, na quinta-feira (31), uma visita de inspeção na Barragem de Minério do Consórcio Alumar, localizada na BR – 135.

Osmar Filho coordenará o grupo parlamentar que irá
fiscalizar os lagos vermelhos.

A caravana parlamentar chegará ao local por volta das 14h e será recebida por membros da diretoria da empresa.

O objetivo da iniciativa é checar, in loco, o funcionamento dos chamados lagos vermelhos, locais onde são despejados rejeitos de bauxita,  substância prejudicial aos seres humanos, a fauna e a flora.

Osmar Filho explicou que a tragédia ocorrida na cidade de Brumadinho, em  Minas Gerais, onde uma Barragem de rejeitos da Vale acabou rompendo na  última sexta-feira, ocasionando mortes e sérios danos ambientais, trouxe  novamente à tona o debate acerca do funcionamento e segurança deste tipo de equipamento utilizado por grandes empresas e multinacionais.

“A Câmara Municipal tem o dever de fiscalizar o funcionamento deste tipo de equipamento. Além disso, manteremos dialogo permanente com entidades e órgãos responsáveis pela segurança e fiscalização da empresa”, disse.

Vereadores irão inspecionar a Barragem nesta 
quinta-feira.

O presidente da Casa afirmou, ainda, que o tema será debatido com a sociedade maranhense através de audiências públicas que serão promovidas na sede do Legislativo Municipal.

Em nota divulgada recentemente, o Consórcio de Alumínio do Maranhão – formado pelas empresas Alcoa, Rio Tinto e South32 – garantiu que opera dentro dos mais altos padrões internacionais e que este trabalho está alinhado as ações de várias agências ambientais e regulatórias, incluindo as Secretarias do Meio Ambiente, no sentido de garantir excelência dos serviços e evitar riscos.

“A Alumar possui sete áreas de Disposição de Resíduos de Bauxita. E estas, três já foram fechadas e reabilitadas. Aplicando os melhores
recursos tecnológicos e as mais rigorosas normas de engenharia do mundo, a Alumar, em parceria com a UFMA, tem desenvolvido pesquisas para a transformação sustentável do resíduo”, afirmou o Consórcio.

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