Eleições 2018: Denúncia de compra de votos por secretários do governo comunista beneficiou até covardes e ingênuos…

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Por Luis Cardoso

Secretários candidatos só avançam nas bases dos deputados com o aval do governador.

Alguns deputados aliados do Palácio dos Leões começaram a reclamar do uso e abuso da máquina por secretários que serão candidatos nestas eleições de 2018. Esse pequeno número que se insurge diz o que a ampla maioria tem medo de falar. Pior são os que “ingenuamente” afirmam que o governador Flávio Dino não tem conhecimento das investidas de seus auxiliares.

O medo domina todos os parlamentares, é a verdade. Com o Judiciário dominado, o Ministério Público acocorado, os parlamentares sabem do que Flávio Dino é capaz. Além disso, a ampla maioria dos deputados possui o rabo preso, com uma pendência ou outras.

Como o medo não permite direcionar a metralhadora para o alvo correto, atiram contra os secretários candidatos pelos crimes de abuso da máquina. O Ministério Público sabe da ação criminosa, mas não reage. A Justiça, sob o argumento de que não foi provocada, finge que nada acontece.

Encastelado nos Leões, Flávio Dino é o principal responsável por todas as investidas dos secretários candidatos. Tome como exemplo a pré-candidatura de Márcio Jerry. Será que o governador não sabe que seu fiel e poderoso secretário faz campanha para ser o mais votado a deputado federal? Ele não enxerga ou nunca ouviu falar dos métodos empregados?

Ouço reclamações de deputados federais e estaduais sobre as investidas nada republicanas dos secretários candidatos. Do uso abusivo da máquina, mas nenhum deles tem coragem de reclamar da cumplicidade do chefe maior.

Essa prática sempre existiu no Maranhão, assim como o medo. Só para refrescar a memória do amigo leitor, cito aqui o exemplo do então secretário de Fazenda, José Teixeira, no governo de Luiz Rocha. Investiu sem pena e nem dó nas bases de aliados, se desincompatibilizou do cargo, continuou mandando no Maranhão, e acabou sendo o federal mais votado.

Quem sabe não teremos a repetição da história outra vez.

 

 

 

 

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