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O Maranh√£o real: do ruim para o pior – Por Roberto Rocha

Nos aproximamos de mais um ano eleitoral e como √© de h√°bito o debate p√ļblico se transforma em um exerc√≠cio especulativo de palpites e previs√Ķes.

Muito se conjectura, muito se presume, mas infelizmente pouco se analisa sobre o que conquistamos até o presente e sobre os rumos que devemos tomar.

Vivemos o imp√©rio da conjuntura, que se sobrep√Ķe aos imperativos estruturais.

Precisamos buscar um olhar mais propenso a entender o curso da história, e não o jogo superficial das narrativas políticas.

Felizmente, temos no Brasil instrumentos em abund√Ęncia para nos debru√ßar sobre centenas de indicadores sociais, pol√≠ticos, ambientais, econ√īmicos e tantos outros. √Č com eles que devemos contar para n√£o ficarmos ref√©ns da disputa ret√≥rica, alheios √† aferi√ß√£o objetiva dos fatos.

Recentemente dois estudos aprofundados jogaram mais luzes sobre a situa√ß√£o real dos n√ļmeros do Maranh√£o.

Me refiro especialmente ao Ranking de Competitividade dos Estados, realizado pelo Centro de Lideran√ßa P√ļblica (CLP), e, mais recentemente, ao relat√≥rio sist√™mico do Tribunal de Contas da Uni√£o (TCU), que consolidou os resultados de diversas auditorias destinadas √† Regi√£o Nordeste. Chamado Fisc Nordeste, apresenta um panorama comparativo entre os Estados da regi√£o, e destes com o resto do pa√≠s.

O resultado desses dois amplos e rigorosos estudos nos d√£o uma ideia mais clara do tamanho do que o ministro do TCU, Jos√© Mucio Monteiro, chamou de ‚Äúfraude da nossa hist√≥ria‚ÄĚ, que segundo ele √° a maior das fraudes, justamente aquela que n√£o √© detectada pelos sistemas de controle, pois no mais das vezes n√£o deriva da omiss√£o, mas da a√ß√£o equivocada.

√Č pelo conjunto da obra que podemos compreender porque o maranhense, por exemplo, na m√©dia vive quase dez anos menos do que um catarinense. E cinco anos menos do que a m√©dia dos brasileiros. E n√£o √© por qualquer desvio nos √≠ndices de viol√™ncia, mas simplesmente pela incapacidade do Estado de prover padr√Ķes de desenvolvimento m√≠nimos para sustentar pol√≠ticas de sa√ļde, educa√ß√£o e seguran√ßa alimentar.

O Ranking de Competitividade dos Estados considerou 66 indicadores, agrupados em 10 pilares. S√£o eles:¬† infraestrutura, sustentabilidade social, seguran√ßa p√ļblica, educa√ß√£o, solidez fiscal, efici√™ncia da m√°quina p√ļblica, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inova√ß√£o. Portanto uma radiografia completa do pa√≠s.

O crit√©rio adotado √© semelhante ao IDH, conferindo notas de zero a cem, sempre obedecendo o par√Ęmetro de quanto mais perto de 100, melhor.

Analisadas as 27 unidades da Federa√ß√£o n√£o h√° surpresa em constatar que o melhor desempenho fica com S√£o Paulo. E n√£o √© simplesmente pela for√ßa econ√īmica, mas tamb√©m e principalmente pela consist√™ncia das pol√≠ticas, sa√ļde fiscal e cumprimento de um projeto de desenvolvimento, mesmo em tempos de crise.

Não é à toa que o governador Geraldo Alckmin desponta nos dias de hoje como o candidato mais preparado para recolocar o Brasil no eixo do desenvolvimento.

Contrastando com S√£o Paulo, na outra ponta, dividindo os √ļltimos lugares, est√° o Maranh√£o.

Em apenas dois anos, o Maranhão caiu da 20ª para 25ª posição no Ranking. De uma nota de 43.1 em 2015, o Maranhão involuiu para 31.5 em 2017. Esse é o resultado da experiência comunista, de que o Maranhão tem sido a cobaia. Experiência na qual depositamos imensa expectativa favorável.

Um outro dado assombroso: o Maranh√£o recebeu nota zero no ranking de 2017 em rela√ß√£o √† sustentabilidade social, ocupando a √ļltima posi√ß√£o.

Tamb√©m quando falamos de capital humano, que re√ļne os indicadores de custo de m√£o-de-obra, popula√ß√£o economicamente ativa com ensino superior, produtividade do trabalho e qualifica√ß√£o dos trabalhadores, o Maranh√£o situou-se apenas na 25¬™ posi√ß√£o no ranking dos 27 Estados.

Quanto ao potencial de mercado, que analisa o crescimento da força de trabalho e a taxa de crescimento, o Maranhão recuou oito pontos, de 2016 para 2017.

Uma √ļnica √°rea se destaca, quanto √† solidez fiscal, resultado mais da continuidade de uma pol√≠tica do governo anterior do que de qualquer compromisso com a austeridade.

Alguns estados pequenos, como Rond√īnia, Acre e Para√≠ba ganharam posi√ß√Ķes com desempenho expressivo, o que comprova que n√£o importa o tamanho do PIB, mas a responsabilidade da gest√£o.

Um exemplo é o quesito Potencial de Mercado, em que o vizinho Estado do Pará aparece em terceiro lugar no Brasil enquanto o Maranhão amarga a 17ª posição. Não há nenhuma vantagem logística que explique porque o Maranhão patina enquanto seus vizinhos disparam.

Esse, infelizmente é o quadro atual. Bem diferente do que se vê na mídia maranhense, em boa parte cevada por recursos generosos para vender a ideia de que está tudo às mil maravilhas.

Esses n√ļmeros n√£o chegam a surpreender, em se tratando de um governo que n√£o tem um projeto de Estado, que √© hostil ao capital privado, que √© paralisado por interdi√ß√Ķes ideol√≥gicas que o mundo inteiro j√° renegou.

Contra esses fatos, medidos com rigor e precisão, o Governo do Maranhão faz silêncio. Importa a ele apenas o alarido das redes sociais com seu séquito de curtidores e compartilhadores.

Felizmente temos o contraponto de uma mídia aguerrida, especialmente de alguns blogueiros, que não se enfeitiçaram pelo canto da sereia. A eles rendo minhas homenagens, para que prossigam fazendo jornalismo, e não propaganda.

Quanto ao estudo do TCU, ressalto a constata√ß√£o, medida em n√ļmeros, de que o Maranh√£o √© o Estado mais dependente de recursos federais. Ou, dito de outra maneira, o Estado com menor capacidade de gera√ß√£o de riqueza pr√≥pria.

Trata-se de uma trag√©dia dentro de outra trag√©dia, uma vez que o Nordeste, por si, segundo o mesmo estudo, em rela√ß√£o a opera√ß√Ķes de cr√©dito para o setor produtivo recebeu a metade, per capita, comparado com as Regi√Ķes Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Constatou ainda o TCU que o governo federal não regionaliza as diretrizes, objetivos e metas para os programas de desenvolvimento do país. Ou seja, a situação de desigualdade tende a ser mantida.

O Tribunal também constatou a ausência de políticas educacionais e de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) mais efetivas, o que reduz a capacidade de geração de receitas próprias e aumenta a dependência dos estados nordestinos.

Grave mesmo é perceber que o Governo do Maranhão não desenvolveu uma política efetiva para superar, ou pelo menos inverter a curva de dependência do Estado das políticas assistenciais.

Ao inv√©s de gest√£o econ√īmica, faz-se gest√£o meramente pol√≠tica, de conserva√ß√£o de poder e consolida√ß√£o de privil√©gios. O Maranh√£o fica assim condenado a repetir, com outra roupagem, as mesmas pr√°ticas que o conduziram √† situa√ß√£o de desalento em que se encontra hoje.

O ideal, para essa gente, é que o processo eleitoral seja o ato de escolher entre o ruim e o pior. Como se a mudança do pior para o ruim fosse motivo de celebração. Como se o povo maranhense não fosse capaz de discernir e recusar esse cardápio de escolhas indigestas.

Mas isso n√£o est√° escrito nas estrelas. O Maranh√£o, aos poucos, vai entendendo que n√£o h√° outro caminho, sen√£o o de substituir a explora√ß√£o pol√≠tica da pobreza pela explora√ß√£o econ√īmica da riqueza.

A imagem do √ļltimo dia do ano: Ao lado de sarneysista, Dino acusa outros candidatos de serem de Sarney.

De olho no eleitorado de Imperatriz,  a segunda cidade mais importante do Maranhão, o governador Flávio Dino anunciou, ao lado do sarneysista Ildo Marques, que os outros candidatos são do grupo Sarney.

Novamente Flávio Dino tenta se apropriar do trabalho de outros para se promover como gestor, coisa que não é, nem nunca será.

Fl√°vio Dino, feito copiador, entrou com requerimento solicitando o que j√° havia sido assegurado por Roberto Rocha.

Depois de se apropriar de obras de outros governos, Flávio Dino tenta se apropriar da inclusão das cidades Timon e Araioses na relação de municípios que têm direito a acesso a créditos e financiamentos diferenciados do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, o chamado FNE.

Para isso que serve um senador: 

Foi o senador Roberto Rocha que garantiu benefícios para Timon e Araioses, inclusão na lista do Semiárido.

O governador Fl√°vio Dino, ao tenta se apropriar das a√ß√Ķes do senador Roberto Rocha, de sua articula√ß√£o de¬† inclus√£o de duas cidades maranhenses do semi√°rido a receberem a cr√©ditos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), s√≥ demostra fraqueza diante dos prefeitos das duas cidades.

Uma pergunta que ficou no ar: será que o prefeito Luciano Leitoa vai agradecer quem pelos benefícios ao povo de Timon, ao senador que lutou ou ao governador que apenas copiou?

A tentativa de levar os cr√©ditos do trabalho do senador Roberto Rocha foi “plantada” pela assessoria do Governador Fl√°vio Dino (PC do B) que divulgou, em m√≠dia local, que Timon e Araioses foram inclu√≠dos como parte do semi√°rido brasileiro a pedido do comunista.

Na época, 73 municípios da região Nordeste foram incorporados pelo Banco do Nordeste (BNB) na relação de municípios que tem direito a acesso a créditos e financiamentos diferenciados do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, o chamado FNE. O reconhecimento dessas cidades ocorreu na reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no dia 23 de novembro e trouxe dos dois municípios do Maranhenses inseridos na formação do semiárido brasileiro.

Abaixo, trecho da postagem de O Guará: 

O encontro do senador Roberto Rocha (PSDB) em seu gabinete (BSB) o superintendente da Sudene, Marcelo Neves, em novembro de 2017.

 

 

Mandato popular, independ√™ncia e atua√ß√£o em defesa do povo do Maranh√£o. S√£o essas as principais caracter√≠sticas que marcam as atividades parlamentares do deputado estadual Wellington do Curso (PP), o que o fez realizar balan√ßo das a√ß√Ķes j√° desenvolvidas que implicaram em mais de 1000 proposi√ß√Ķes na Assembleia Legislativa do Maranh√£o.

Apenas em 2017, o deputado Wellington j√° alcan√ßou o n√ļmero de¬† 1014 proposi√ß√Ķes, entre 491 indica√ß√Ķes (solicita√ß√Ķes da populacao quanto √† educa√ß√£o, sa√ļde, infraestrutura e seguran√ßa, por exemplo) e in√ļmeros projetos de lei. Passa, assim, a ser o deputado com o maior n√ļmero de projetos j√° apresentados na Assembleia.

‚ÄúEsse n√ļmero revela o qu√£o bom √© ter a participa√ß√£o popular em nosso mandato. Cada projeto, cada proposi√ß√£o √© fruto da participa√ß√£o de quem vive o Maranh√£o. N√≥s priorizamos isso: o contato com a nossa popula√ß√£o‚ÄĚ

Ao fazer o balanço das atividades positivas, Wellington destacou ainda aquilo que, para ele, é o mais importante: a participação popular.

‚ÄúDesde o meu primeiro ano de mandato, priorizo o contato com quem confiou em mim e me fez ser deputado estadual. Eu fui eleito para representar o professor, o servidor p√ļblico, o estudante, o policial, a dona de casa, o trabalhador maranhense… fui eleito para representar o povo do Maranh√£o. Por isso, sempre que h√° uma solicita√ß√£o, independentemente de ir contra o Governo, eu n√£o me omito. Se eu me omitisse, estaria traindo a popula√ß√£o. E isso eu jamais farei. Fico muito feliz por ver que hoje temos esse n√ļmero de a√ß√Ķes gra√ßas √† participa√ß√£o popular‚ÄĚ, disse Wellington.

Wellington possui projetos que priorizam a visita a munic√≠pios, buscando sempre a aproxima√ß√£o entre¬† parlamentar e popula√ß√£o, a exemplo do ‚ÄúOuvindo o Maranh√£o‚ÄĚ.

‚ÄúPor meio do nosso Gabinete M√≥vel, n√≥s desenvolvemos o ‚ÄėOuvindo o Maranh√£o‚Äô, um projeto que nos fez percorrer mais de 40 munic√≠pios j√° e ter esse contato direto com o povo. N√£o existe nada que me separe de quem confie em mim. √Č isso que nos move e nos faz ser cada vez mais e mais independentes‚ÄĚ.

Quanto às expectativas para 2018, Wellington disse que continuará trabalhando em defesa do Maranhão e reafirma seu compromisso com a população.

‚ÄúDesde 2015, tenho trabalhado dia e noite defendendo quem confiou em mim. Para 2018, continuaremos com esse pensamento: fomos eleitos para honrar e fazer valer o voto de confian√ßa, trabalhando para o povo, de forma independente. Povo do Maranh√£o, conte comigo!‚ÄĚ, pontuou Wellington.

A√á√ēES PARLAMENTARES

Na Assembleia Legislativa, Wellington √© o deputado estadual com maior n√ļmero de proposi√ß√Ķes. Entre elas, destacam-se o Projeto de Lei 99/2017, que prev√™ o impedimento da reten√ß√£o, apreens√£o e recolhimento do ve√≠culo com o IPVA atrasado; al√©m do PL 286/2017, que garante prioridade de contrata√ß√£o de m√£o de obra maranhense em retornarias de petr√≥leo e complexos sider√ļrgicos, que j√° foi aprovado no plen√°rio da Assembleia e aguarda somente a san√ß√£o do Governador.

Wellington j√° realizou mais de 30 audi√™ncias p√ļblicas com as diversas tem√°ticas, a exemplo da defesa de servidores p√ļblicos, concurseiros, pessoas com defici√™ncia, animais, entre outros. Ainda em 2017, foi eleito o presidente da Secretaria de Educa√ß√£o da UNALE e vice-presidente do Parlamemto Amaz√īnico.

√Č de iniciativa do deputado Wellington projetos que priorizam a investiga√ß√£o, como o ‚ÄúDe Olho nas Escolas‚ÄĚ, em que o pr√≥prio deputado visita escolas do Maranh√£o, ouve os professores e, posteriormente, apresenta as solicita√ß√Ķes locais, encaminhando-as ao Governador e Prefeitos para que tomem as devidas provid√™ncias, al√©m de quando necess√°rio oficializa as den√ļncias ao Minist√©rio Publico para acompanhamento e fiscaliza√ß√£o.

Governador comunista deverá visitar praias capitalistas durante seu recesso político.

A Comunicação estatal do comunismo maranhense informou que seu líder supremo, o governador Flávio Dino (PCdoB), entrará de férias por um período de oito dias e só retornará ao Brasil no dia 10 de janeiro.

L√≠der supremo do comunismo maranhense: muito al√©m de Miami…

Em substituição ao governador, seu vice, Carlos Brandão (PRB), assumirá o governo oficialmente depois das festas do réveillon, próxima terça-feira (02), quando deverá participar de uma extensa agenda de trabalho.

Em três anos, está vai ser a segundo vez que o vice-governador assumirá interinamente. Na primeira vez, desde as férias do comunista em 2016, que segundo fontes palacianas, o líder supremo, Flávio Dino, viajou de jatinho para passar 18 dias numa badalada praia capitalista.

Governador comunista que se diz “anti-Sarney” deveria explicar a coopta√ß√£o de aliados de Roseana Sarney em v√°rias regi√Ķes do Maranh√£o. Se est√° t√£o bem nas pesquisas, por que cooptar sarneysistas?

√Č desespero para n√£o perder elei√ß√£o, como fazia Jos√© Sarney?

Elei√ß√£o de 2018 poder√° ser a pior da hist√≥ria, os bolsos dos contribuintes n√£o podem pagar pelos “investimentos” de quem est√° no controle do governo.

O Maranh√£o n√£o pode voltar ao tempo¬† que para ganhar elei√ß√Ķes, o chefe do Executivo fazia de tudo ao arrepio da democracia, leis e justi√ßa.

Quem diria que o governador comunista que se diz “anti-Sarney” repetiria as pr√°ticas de Jos√© Sarney?

Dino deveria explicar a coopta√ß√£o de aliados de Roseana Sarney em v√°rias regi√Ķes do Maranh√£o. Abaixo, a imagem vergonhosa de uma “coopta√ß√£o” pol√≠tica, uma manobra feita para o grupo comunista novamente n√£o perder as elei√ß√Ķes, como aconteceu em 2016, na cidade de Imperatriz.

Como explicar que inimigos virem “aliados” em Imperatriz?

O ano de 2017 iniciou e terminar√° com den√ļncias de “alugueis fantasmas”.

No Centro Hist√≥rico existem tantos pr√©dios desocupados. Mas o governo comunista prefere gastar dinheiro em alugueis em lugares como Turu, Aurora, e, conforme den√ļncia, at√© na Avenida Litor√Ęnea.

Não dá para entender a farra de prédios alugados pelo governo comunista. São vários apenas na capital, muitos destes pagos a membros do PCdoB, ou familiares ligados ao governo comunista.

Um leitor do blog, que teve seu n√ļmero do IP de seu computador preservado, mandou uma den√ļncia de sobre contratos de uma “construtora camarada” e de “alugueis fantasmas” para os deputados da Assembleia Legislativa (que dificilmente cumprir√£o seu dever de fiscalizar) e para a imprensa (foi calada, ficou surda, cega e est√° pouco se lixando) se quiserem apurar.

Abaixo, trecho da mensagem:

Ainda segundo a pesquisa realizada pelo IBGE, 312 mil maranhenses voltaram à condição de pobreza em todo o estado.

Do G1

De acordo com a √ļltima pesquisa que avaliou a renda dos brasileiros realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE), revelou o empobrecimento da popula√ß√£o no Maranh√£o. Segundo a pesquisa, 396 mil maranhenses vivem em situa√ß√£o de mis√©ria em todo o estado.

Em 2014, 51,7% das fam√≠lias sobreviviam com at√© meio sal√°rio m√≠nimo em todo o estado. Em 2016, esse n√ļmero subiu para 56,7%. Ainda de acordo com a pesquisa, 312 mil maranhenses voltaram √† condi√ß√£o de pobreza. Especialistas afirmam que o empobrecimento da popula√ß√£o em todo o estado n√£o se deve somente a crise econ√īmica no pa√≠s, mas principalmente pela falta de investimentos no Maranh√£o.

Pesquisa afirma que 312 mil maranhenses voltaram à condição de pobreza em todo o estado

‚ÄúO Maranh√£o ele teve mais dificuldades por conta dessa depend√™ncia externa de trabalhar pouco o mercado interno, de ter poucos empregos de qualidade. Que essa massa salarial ela possa efetivamente ser suficiente para que as empresas maranhenses possam sobreviver das pr√≥prias vendas internas. Ent√£o, essa depend√™ncia do mercado externo ela n√£o √© positiva para o Maranh√£o‚ÄĚ, explica Heric Hosso√©, vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Maranh√£o.

Ainda segundo IBGE, o PIB (Produto Interno Bruto) que √© a soma de todas as riquezas produzidas no estado, foi o pior registrado nas √ļltimas d√©cadas. Ele caiu cerca de 4,1% em 2015, enquanto em 2014 havia crescido 4,2%. Fonte

N√£o basta apenas gastar milh√Ķes em propagandas.¬†

O governador comunista foi para o tuíter falar em sua vasta rede particular que mantem nas redes sociais, sobre a repercussão negativa após a reportagem azarada que deu (ou pagou?) no Jornal Folha de SP.

Desta feita, Fl√°vio Dino, que paga jornais, revistas, blogues, r√°dios, tvs, etc., para promover sua imagem em face das elei√ß√Ķes que e aproximam detesta quando √© contrariado, ainda mais quando sua exposi√ß√£o corre o Brasil inteiro gerando fato negativo, como aconteceu recentemente pelos jornalista da Jovem Pan.

Dino corre para reverter a repercussão negativa que fechou o ano pré-eleitoral de 2017.

Confira abaixo, o mimimi dinista ap√≥s seu verdadeiro¬†festival de “tiros nos p√©s” .

A regra é clara: falou mal de Flávio Dino é pra ser chamado de Sarneysista:

Um dos pontos negativos da pol√≠tica comunista, que tenta polarizar, usando uma “dicotomia” entre Sarney e anti-Sarney, como fez Lula do PT polarizando com FHC do PSDB.

Os jornalistas do Jornal da Manh√£, da Jovem Pan, Augusto Nunes, Joice Hasselmann e Felipe Moura, mesmo morando noutro estado, s√£o os mais novos ‚Äúsarneysistas‚ÄĚ, segundo a ¬†ladainha do secret√°rio M√°rcio Jerry, que diz que todos que criticam seu idolatrado, salve-salve, l√≠der comunista √© porque pertence ao grupo Sarney.

Jerry s√≥ n√£o fala que as mesmas pr√°ticas do Sarney, de usar as estruturas p√ļblicas para n√£o perder as elei√ß√Ķes est√£o sendo praticadas pelo governador atual, Fl√°vio Dino, que √© seu chefe-maior.

Confira abaixo os debates nos grupo de whstsapp:

Novos sarneysistas

 

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