Monthly Archives: junho, 2016

A Justiça Federal em Londrina, no norte do Paraná, mandou bloquear R$ 19,5 milhões das contas do Facebook, que é dono do aplicativo eletrônico de mensagens WhatsApp, por multas aplicadas em decorrência do descumprimento de uma decisão judicial. Conforme a decisão, a empresa se recusou a liberar dados do aplicativo de mensagens de traficantes investigados pela Polícia Federal na operação Quijarro. A operação foi deflagrada na quarta-feira (29) em três estados e prendeu uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas.

A determinação apenas bloqueou as contas bancárias do Facebook, não suspendeu o serviço para o usuário. A empresa informou que não vai comentar o caso. 

Segundo o delegado da Polícia Federal Elvis Secco, a decisão do bloqueio recai sobre o Facebook porque o aplicativo WhatApp não tem conta bancária no Brasil. 

O valor se refere a multas acumuladas durante os últimos cinco meses. A cada notificação quinzenal o valor foi triplicando e alcançou, em junho, o valor bloqueado. A decisão determinando o bloqueio de contas da empresa é do dia 24 de junho. 

A operação Quijarro foi deflagrada no Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, 17 de busca e apreensão em imóveis, 43 de busca e apreensão de veículos e 7 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento. Duas pessoas não foram localizadas e são consideradas foragidas.

A investigação começou em janeiro do ano passado e identificou que um dos grupos responsáveis pelo transporte de cocaína estava instalado em Londrina, no norte do Paraná. Eles distribuíam o entorpecente para o Brasil, Bolívia, Colômbia e Espanha. Um casal boliviano, responsável pelo envio de cerca de duas toneladas de cocaína por mês ao Brasil, foi preso no decorrer das investigações.

De acordo com a PF, o transporte da cocaína era feito em caminhões e carretas com fundos falsos, que normalmente levavam cargas lícitas na tentativa de driblar a fiscalização. Os motoristas que faziam as viagens sabiam da irregularidade.

O delegado Elvis Secco, responsável pela operação, considerou que o WhatsApp atrapalhou as investigações ao não repassar mensagens trocadas pelos traficantes no aplicativo. Para Secco, se a determinação tivesse sido cumprida, o resultado da operação teria sido diferente.

“Hoje em dia, os criminosos só conversam por mensagens eletrônicas. O pedido, que é o mesmo da interceptação telefônica, é garantido pela Legislação Brasileira. A recusa da empresa em cumprir a ordem judicial atrapalhou tudo. Sem acesso as mensagens do aplicativo, não conseguimos descobrir o núcleo comprador da droga na Espanha e no Brasil, e também não conseguimos apreender mais cargas e revelar outros membros da organização”, declarou o delegado.

Fonte: G1

Marco D´eça – Recursos para investimento em saneamento básico, água e infraestrutura turística foram os temas das reuniões que o senador Roberto Rocha (PSB-MA) manteve nesta terça-feira, 28, com os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do Turismo, Alberto Alves, e com o presidente da Funasa, Márcio Endles Lima Vale.

Roberto Rocha no Ministério do Turismo…

Roberto Rocha no Ministério do Turismo…

Os encontros aconteceram ao longo do dia e fazem parte da rotina de trabalho do senador.

“Mantenho uma agenda com todos os ministros e dirigentes de órgãos federais para interceder pelo Maranhão. Entendo que como senador posso contribuir muito trabalhando para a liberação de recursos e aprovação de projetos para o nosso estado”, afirmou Roberto Rocha.

Pela manhã, Roberto Rocha esteve com ministro Eliseu Padilha e obteve a garantia de que o governo federal manterá a liberação de recursos para a despoluição da Lagoa da Jansen e obras de implantação do sistema de água e esgoto de Balsas.

...Com o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil...

…Com o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil…

A tarde a audiência foi com o ministro interino do Turismo, Alberto Alves, que reiterou ao senador o interesse em investir em infraestrutura turística na orla do rio Balsas e em Barreirinhas e na promoção da Rota das Emoções como destino turístico.

O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Márcio Endles Lima Vale esteve no gabinete do senador em Brasília, onde tratou de liberação de recursos para o saneamento em diversos municípios do Maranhão.

 

..E com Márcio Endles na Funasa

..E com Márcio Endles na Funasa

Imperatriz

O senador Roberto Rocha também recebeu a informação do Ministério da Saúde do pagamento de R$ 892 mil para estruturação e compra de equipamentos do Hospital Materno Infantil de Imperatriz.

Os recursos são oriundos de uma emenda feita pelo senador ao Orçamento da União de 2016.

Governador Flávio Dino declara guerra aos policiais civis do Estado

Diego Emir – Após o encerramento da greve pela categoria e a recusa em aceitar a proposta feita pelo governo que não cobria nem mesmo a inflação do período correspondente, os policiais civis do estado do Maranhão decidiram iniciar o movimento conhecido por Polícia Legal.flaviodinonojo-e1455043426411

Tal movimento consiste em realizar as atribuições de polícia judiciária estritamente de acordo com a lei, o que na atual circunstância em que se encontra a instituição no Estado, representa, na verdade, uma greve, tendo em vista que tais agentes não possuem as mínimas condições de realizarem seu trabalho, principalmente em cidades do interior.

Pois bem, as represálias por parte da secretaria de segurança pública, comandada por Jefferson Portela, já se iniciaram. Na cidade de Pinheiro, por exemplo, onde Investigadores e escrivães tem aplicado o “Polícia Legal”. O delegado responsável pela regional, sob ordens do secretário, extinguiu o regime de plantão e ordenou que os policias se apresentassem na regional, mesmo aqueles que trabalham em cidades vizinhas, e que não dão expediente no local, pra confirmar presença, sob pena de levar falta.

Tal atitude penalizou os policiais que estão apenas trabalhando dentro dos limites legais. Dentre as justificativas absurdas usadas pelo delegado Carlos Renato Oliveira de Azevedo, está o fato de os policiais terem saído do grupo de whatsapp da regional, criado por ele.

A República fundada pelo governador Flávio Dino, como ele mesmo se referiu quando tomou posse, parece estar se transformando em uma ditadura.

O professor e deputado estadual Wellington do Curso vem a público, em respeito à sociedade, e, particularmente, ao Grupo Ilha Azul, esclarecer que:autismo2

1⃣ A atuação em defesa dos autistas, na Assembleia Legislativa, começou desde o ano de 2015, quando Wellington passou a ter contato com mães pertencentes ao grupo Ilha Azul; à Associação dos Amigos do Autista (AMA), além de outras mães e familiares de pessoas com autismo. Veja aqui:

✅04 de março de 2015:  Reunião com membros da Associação de Amigos do Autista do Maranhão –  AMA que contou com a presença de mães e familiares de autistas. Foi um momento inicial, em que Wellington teve acesso aos principais anseios dos familiares de autistas e, desde então, enfatizou a sua ação em defesa dos direitos das minorias.

http://www.al.ma.gov.br/noticias/25986

✅11 de março de 2015: Wellington enfatizou ainda a discussão no Ministério Público, com os promotores Ronald Pereira e Márcio Thadeu – ambos especializados em Deficiência Física da Criança e do Adolescente – para discutir os direitos das pessoas autistas.

http://www.al.ma.gov.br/noticias/26067

✅12 de março de 2015: Wellington participou de reunião,  no Parque do Bom Menino, com os grupos de assistência a autistas: “Família Azul”, Amigos do Autista do Maranhão (AMA), Ilha Azul, além de familiares e crianças com o  Transtorno Espectro Autista (TEA).

http://www.al.ma.gov.br/noticias/26084

✅19 de março de 2015: Deputado Wellington solicita audiência pública para discutir direitos dos autistas

http://www.al.ma.gov.br/noticias/26161]

✅02 de abril de 2015: Wellington participa da II Caminhada em defesa do autismo na litorânea

http://al-ma.jusbrasil.com.br/noticias/227086668/wellington-participa-da-ii-caminhada-em-defesa-do-autismo-na-litoranea

✅23 de abril de 2015: realização de audiência pública na Assembleia Legislativa, tendo vários encaminhamentos, dentre eles a solicitação da criação do Centro de Referência para Autistas

✅18 de junho de 2015: Uma das propostas de Wellington foi a Emenda à Constituição Estadual (PEC) que reduz a carga horária dos servidores públicos que possuem filhos com deficiências físicas, sensoriais ou mentais e espectro autistas.

http://www.al.ma.gov.br/noticias/27242

✅04 de abril de 2016: Atendendo ao convite de mães e familiares de autistas, Wellington participou de mais um ato em Defesa dos direitos dos Autistas, em uma panfletagem que ocorreu na Praça Deodoro.

http://www.al.ma.gov.br/noticias/30138

2⃣Salienta-se que a imagem utilizada no jornal de 1º ano de mandato  (Jornal Informativo do Mandato do Deputado Wellington do Curso) justifica-se, exatamente, por essa ser uma das plataformas de defesa e atuação do parlamentar, lembrando que as primeiras reuniões preparatórias foram realizadas, inclusive, nas dependências do Curso Wellington/Renascença. Diante de tantas ações, natural que se utilize a imagem para sintetizar o 1º ano de atuação parlamentar, além de ser uma demonstração de carinho, respeito e apoio aos autistas.

▶Por todo o exposto, esclarece-se que não há fim eleitoreiro como afirmado em nota, uma vez que já se possui o mandato de deputado estadual e o jornal foi utilizado para divulgar a ações do 1º ano desse mandato (Jornal Informativo do Mandato do Deputado Wellington do Curso). Ainda assim, pedimos desculpas, caso a imagem tenha ocasionando algum constrangimento. Destacamos, mais uma vez, que a intenção era apenas uma prestação de contas, evidenciando uma de nossas bandeiras em defesa dos autistas e das minorias, almejando à inclusão e à igualdade social.

Atenciosamente,

Deputado Wellington do Curso

Coisa de aventureiro: Negociata política pela reeleição de Edivaldo prejudica administração publica…

Parceiro de Edivaldo Holanda Junior e Roseana Sarney é acionado pelo MP/MA por danos ao erário público, pode estar comandando a fazenda municipal.

O jornais e blogues da cidade trazem uma bomba prestes a explodir nas coxas do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda, que se cercou de aliados de Roseana Sarney. O prefeito Edivaldo, que vem agindo como um aventureiro, como quem faz trocas para permanecer no poder.

Na foto com o prefeito de São Luís, vários aliados de Roseana Sarney, é com essa gente de origem política duvidosa, que o prefeito da “mudança” quer ser reconduzido ao cargo de prefeito na próxima eleição.

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 Basta ver que a Secretaria de Fazenda do Município de São Luís, que seria, segundo informações de bastidores, comandada por tabela por Claudio Trinchão, através de um assessor do ex-secretário da governadora Roseana que foi acionado pelo MP/MA.

Não é segredo para ninguém que o ex-secretário de Estado da Fazenda no governo Roseana Sarney, Cláudio José Trinchão Santos, que está sendo acionado pelo Ministério Público do MA por danos ao erário público (R$ 410 milhões), manda, através de seu indicado, na secretaria municipal de Fazenda. É esse tipo de gente que fará mudança em São Luís?

O cargo teria sido negociado como uma espécie de troca politica dada ao ex-secretario de Roseana Sarney, em troca de apoio do seu partido, o PSD, à reeleição de Edivaldo Holanda nas eleições de 2016.

Abaixo, recortes dos blogues mostrando os atuais aliados do prefeito Edivaldo Holanda na sua reeleição. Complicado, né?

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 Ao discursar em um seminário, em Brasília, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse ontem que já não há, no Brasil, grupo ou força política tradicional capaz de refrear o movimento coletivo que se insurge à corrupção e pede o fim da impunidade.

Janot comparou a força dos protestos contra a corrupção, iniciados em 2013, ao movimento civil que, mesmo contra interesses de conservadores e liberais, levou o país à abolição da escravatura, no fim do século XIX. Para ele, a sociedade quer República já. — A engrenagem do progresso é irrefreável.

Não há força humana de pessoas ou de grupos que possa se interpor entre o caminhar coletivo e o futuro. Quando o corpo social está maduro e anseia por mudanças, o poder secular pode até retardar sua implantação, mas jamais poderá impedir os desdobramentos dos fatos — disse Janot, na abertura do seminário “Grandes Casos Criminais — Experiência Italiana e Perspectivas no Brasil”. “VOZES REVERBERAM O PASSADO” O procurador-geral deu a declaração num momento em que políticos atingidos pela Operação Lava-Jato tentam restringir o alcance das investigações com propostas de mudanças nas leis ou até mesmo ataques diretos a ele e a outros integrantes do Ministério Público Federal.

Recentemente, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDBAL), chegou a dizer que examinaria um pedido de impeachment de Janot. No mês passado, o procurador-geral pediu a prisão de Renan, do ex-presidente da República José Sarney, do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR). O procurador-geral também já pediu abertura de inquérito contra a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT); contra o presidente nacionial do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e contra os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello, senador pelo PTB de Alagoas. — Hoje, algumas vozes reverberam o passado e ensaiam a troca do combate à corrupção por uma pseudoestabilidade. Estabilidade destinada a tão poucos.

Não nos sujeitaremos à condescendência criminosa. Não é isso que o Brasil quer. Não é isso que o país precisa — afirmou. Num discurso recheado de citações históricas, o procurador-geral lembrou que o movimento civil contra a escravidão no Brasil atropelou as forças políticas da época. Conservadores e liberais não resistiram à pressão interna e externa e tiveram que, a contragosto, aprovar uma lei que pôs um fim formal à escravidão. Ele entende que, da mesma forma, o movimento de combate à corrupção vencerá a toda e qualquer resistência. — Se nossos timoneiros não perceberem rapidamente a direção dos novos ventos, estarão fadados à obsolescência democrática. Ficarão com seus valores ultrapassados, presos irremediavelmente no tempo do esquecimento e condenados ao juízo implacável da História — disse Janot, sem citar nomes.

Para ele, “não há espaço para retrocesso e nem razão para retardar o caminho rumo a uma verdadeira República”. Segundo o procurador-geral, da mesma forma que o país se livrou dos grilhões da senzala, há 130 anos, chegou a hora de também romper as amarras do patrimonialismo e se livrar do “jeitinho” brasileiro associado à corrupção. Para o procurador, isto não faz parte da verdadeira natureza do brasileiro: — Aos que não desejam o progresso fica a lição desse tempo memorável.

Somos um país de homens livres, onde a lei deve valer na mesma medida para todos. Não desejamos mais um arremedo de aristocracia degenerada. Antes de Janot, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, discursou e defendeu parte do pacote de combate à corrupção lançado pelo MPF na esteira da Lava Jato. Entre as medidas que o governo apoia, Moraes citou a criminalização do caixa dois e do enriquecimento ilícito.

Fonte: Resenha Exercito do Brasil

Recolham as comemorações, Dilma é culpada…

Nas palavras da Jornalista, economista, escritora, apresentadora, Miriam Leitão, da Rede Globo, quem não quer enxergar a culpa de Dilma no mínimo deve morar noutro planeta, em Marte:

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“Precisava morar em Marte para não ver que o Tesouro estava jogando despesas para os bancos públicos. As pedaladas foram públicas. Se a presidente afastada não é a maior responsável quem mais seria?”, afirma a comentarista. Os comunistas, que comemoravam a “perícia do Senado em atos de Dilma Rousseff” como forma de tirar a culpa da presidenta, podem recolher comemorações, ela é a única culpada.

Confira abaixo, no comentário de Miriam Leitão:

No relatório de 200 páginas está escrito, no entanto, que o atraso dos pagamentos do Tesouro ao Banco do Brasil é, sim, uma afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal. É crime. Mas disse que não houve ato da presidente. Isso não significa que a presidente Dilma não seja a maior responsável pelo uso dos bancos públicos. A perícia apenas disse que naquele caso do Banco do Brasil eles não identificaram a ordem da presidente.

Os jornais, os comentaristas, os economistas, os analistas das contas públicas cansaram de alertar para o fato de que estava sendo feito o que era proibido por lei. Precisava morar em Marte para não ver que o Tesouro estava jogando despesas para os bancos públicos. As pedaladas foram públicas. Se a presidente afastada não é a maior responsável quem mais seria?”, afirma a comentarista

Assista a reportagem completa aqui:

Olha aí, Flávio Dino: Oligarquia Holanda loteou prefeitura com Sarneysistas. Comunistas vão tomar providencias?

Gestão da mudança “terceirizou” a “articulação política” do grupo Sarney? Atitude comprova total incompetência da gestão da mudança, encabeçada pelos comunistas maranhenses, que demostraram não saber articular bem, precisaram de gente ligada ao Sarney. Lamentável!

Segundo a opinião dos antigos, é totalmente incompreensível que Edivaldo Holanda Júnior, o prefeito de São Luís, distribua empregos a sarneisistas debaixo dos olhares de quem prometeu combate-los.

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Do ponto de vista político, o prefeito da capital, por ordens expressas de seu pai, o deputado estadual Edivaldo Holanda, quis favorecer deputados que não se reelegeram, também, ex-secretários, ex-assessores, gente próxima da ex-governadora Roseana Sarney, que ficaram desempregados, mas, que, pela generosidade holandesa, passaram a ocupar cargos de confiança na gestão municipal da “mudança”.

A opinião dos políticos da antiga oposição à oligarquia Sarney, lógico, enxergou como preocupante que os comunistas nada fizeram pela contratação de tantos aliados de Sarney, na gestão da “mudança” municipal, ainda mais que a desculpa dada quando “fecharam as portas” nas caras de aliados do campo da oposição era que não tinha vagas.

Para aliados não tem, mas, para antigos aliados de Roseana Sarney tem?

Estranhamente, o patrulhamento exacerbado praticado pelos comunistas contra aliados políticos, não surtiu efeito contra as muitas contratações do cabideiro holandês.

Vermelho de vergonha:

Abaixo, mais uma recorte da imprensa que noticiou um fato político de fazer vergonha aos que promovem “patrulhamentos aos aliados” que votaram em Flávio Dino, mas, esqueceram de patrulhar verdadeiros sarneisistas que estão lucrando na “gestão da mudança”.

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O pré-candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (PP), em visita programática, se reuniu com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB/MA), Thiago Diaz, em São Luís.0fb0e26b-475f-426c-9e6f-e08148f812e9

Na ocasião, Wellington ressaltou o papel de algumas comissões da OAB/MA, como a de mobilidade urbana, saúde, segurança e educação, fundamentais na fiscalização do trabalho feito pelo executivo. Bem como a importância de coletar sugestões e ideias para formatação do plano de governo progressista.

“Essas comissões desempenham um papel fundamental na fiscalização dos serviços desempenhados pela prefeitura e governo. É um instrumento que garante a participação popular, ao receber denúncias, e permite um controle dos atos do Executivo. Nós defendemos isso. Defendemos que o povo deve ter acesso aos atos praticados pelo Prefeito ou Governador e tem o direito de cobrar, criticar, sugerir, fiscalizar e exercer aquilo que nos faz um Estado Constitucional de Direito: exercer a cidadania”, concluiu Wellington.

Em conversa, o presidente falou sobre os eventos e projetos de 150 dias de sua administração e do Comitê de Combate ao Caixa 2.

“Os nossos Comitês de Combate ao Caixa 2 darão uma importante contribuição para a sociedade maranhense nas eleições deste ano. Fiscalizar os gastos de campanhas dos políticos é contribuir para que tenhamos eleições éticas e mais igualitária”, afirma Thiago Diaz.

Wellington concordou com a palavra do presidente e ainda falou sobre corrupção e ficha limpa.

“Vivemos em um contexto em que a corrupção tornou-se algo comum. No entanto, não podemos encará-la como algo normal. O problema não consiste em uma crise meramente econômica, mas sim uma crise ética e moral sem precedentes. Nesse contexto, temos a relevância de se fiscalizar os gastos de campanhas e enfatizar a importância de possuir uma ficha moralmente limpa, a fim de se garantir a representatividade popular”, disse Wellington do Curso.

Relação com a OAB

A relação de Wellington com a OAB/MA não é de agora. O deputado foi um dos poucos que trabalhou em defesa dos advogados do Maranhão, como se posicionou contra a extinção do exame da OAB/MA, realizando audiência pública. Além disso, apresentou projetos de lei que implanta o piso salarial ético dos advogados, uma recente conquista dos advogados.

 

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