Monthly Archives: maio, 2016

Empresário assinou termo de confidencialidade e começou a prestar depoimentos

O Globo

CURITIBA ‚ÄĒ O empres√°rio Marcelo Odebrecht e a for√ßa-tarefa da Opera√ß√£o Lava-Jato deram o primeiro passo rumo a t√£o esperada dela√ß√£o premiada de executivos da empreiteira. Foi assinado na semana passada um termo de confidencialidade, a partir do qual eles come√ßam a depor e a apresentar documentos. S√≥ ap√≥s an√°lise de tudo o que for apresentado pelos executivos, os procuradores e a Justi√ßa dar√£o ou n√£o o aval para a dela√ß√£o.2016-897916262-locale-globo-6oyvkp89uewgha7npt.jpg_20160323

A expectativa em torno da dela√ß√£o dos executivos da Odebrecht est√° na lista apreendida pela Pol√≠cia Federal, em mar√ßo deste ano na casa de um funcion√°rio da empresa, onde aparecem os nomes de cerca de 300 pol√≠ticos que receberam recursos da empreiteira. As investiga√ß√£o avaliam que foram distribu√≠dos R$ 55 milh√Ķes aos pol√≠ticos.

Além de Marcelo, outros executivos da Odebrecht fariam delação. O pai de Marcelo, Emilio Odebrecht, também prestará depoimentos, de acordo com fontes ouvidas pelo GLOBO.

Os procuradores tratam com cautela esse primeiro passo da Odebrecht. No passado, o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, tamb√©m assinou o termo de confidencialidade, mas n√£o conseguiu fechar o acordo de dela√ß√£o, porque o MP considerou que o que foi apresentado por ele n√£o colaborava com as investiga√ß√Ķes.

A primeira proposta de dela√ß√£o premiada apresentada pela construtora Odebrecht, semanas atr√°s, foi rejeitada pelos investigadores Lava-jato. Os advogados do maior empreiteiro do pa√≠s apresentaram uma vers√£o dos fatos que limitava as contabilidades do ‚ÄúSetor de Opera√ß√Ķes Estruturadas‚ÄĚ √† apenas uma estrutura de caixa dois da empresa. Esse setor era conhecido internamente como o “departamento de propina” da empresa.

A partir do termo de confidencialidade, Marcelo deve entregar todas as informa√ß√Ķes sobre contribui√ß√Ķes feitas √†s campanhas eleitorais majorit√°rias. O empres√°rio poder√° detalhar os pedidos de contribui√ß√£o feitos por pol√≠ticos a ele e ao Grupo Odebrecht. Todos os partidos investigados no esquema de corrup√ß√£o da Petrobras ‚ÄĒ PT, PMDB, PSDB e PP ‚ÄĒ podem ser implicados na dela√ß√£o da Odebrecht. Para a Lava-Jato, j√° n√£o h√° mais d√ļvida que os pagamentos feitos pelo setor n√£o eram apenas isso e sim uma diretoria constitu√≠da para pagar propinas a agentes p√ļblicos e pol√≠ticos com o objetivo de obter vantagens em contratos p√ļblicos. Os termos apresentados tamb√©m traziam poucos detalhes sobre como ocorriam as conversas com pol√≠ticos.

A planilha, apreendida na 26¬™ fase da Lava-Jato, deflagrada em mar√ßo, era de Benedicto Barbosa Silva J√ļnior, conhecido como ‚ÄúBJ‚ÄĚ, presidente da Odebrecht Infraestrutura e um dos principais interlocutores do empres√°rio Marcelo Odebrecht na aloca√ß√£o de recursos a campanhas pol√≠ticas. O juiz Sergio Moro, depois, decretou sigilo sobre o processo ao qual as planilhas foram anexadas.

As planilhas relacionam pol√≠ticos de diversos partidos do pa√≠s a valores pagos pela Odebrecht, v√°rios deles com foro privilegiado, como o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o presidente da C√Ęmara dos Deputados, Eduardo Cunha, al√©m de senadores e deputados federais.

A inclus√£o delas no inqu√©rito em curso sobre o publicit√°rio Jo√£o Santana, marqueteiro do PT, pode fazer com que a den√ļncia tenha de ser encaminhada para aprecia√ß√£o do Supremo Tribunal Federal, retirando a decis√£o do juiz S√©rgio Moro. At√© agora n√£o foram identificados quais os valores relacionados a pol√≠ticos s√£o doa√ß√Ķes legais de campanha, se foram de fato pagos e se podem ser relacionados a esquemas de propinas. Al√©m das planilhas, tamb√©m foram apreendidos documentos que citam obras feitas pela Odebrecht em diversos estados e munic√≠pios.

Ainda n√£o √© poss√≠vel afirmar se as doa√ß√Ķes foram feitas legalmente ou por meio de caixa 2. Outros documentos descobertos pela Lava-Jato indicam que alguns desses repasses possam ter sido feitos sem o conhecimento da Justi√ßa Eleitoral. Em depoimento √† PF em fevereiro, quando foi preso pela Lava-Jato, Benedicto J√ļnior disse que o ex-presidente de holding, Marcelo Odebrecht, tinha que aprovar os ‚Äúvalores globais‚ÄĚ que seriam doados pela empresa.

Na lista, est√£o pol√≠ticos de v√°rios partidos. Chama a aten√ß√£o que os nomes estejam relacionados a codinomes. O senador Jos√© Sarney (PMDB), por exemplo, √© chamado de “Escritor”. Renan Calheiros, o “Atleta”. Eduardo Paes, prefeito do Rio, tem como codinome “Nervosinho”. Eduardo Cunha (PMDB) , presidente da C√Ęmara dos Deputados, √© o “Caranguejo”. O senador Humberto Costa (PT), ‚ÄúDr√°cula‚ÄĚ. O tamb√©m senador Lindbergh Farias (PT) aparece como “Lindinho”, como, de fato, √© conhecido. O apelido de Manuela Pinto Vieira d’√Āvila, deputada federal pelo PC do B, √© “Avi√£o”.

Vencedor: Maranhenses deram o primeiro empurr√£o que obrigou palha√ßo ganhar dinheiro…

Em recente entrevista ao apresentador J√ī Soares, Tiririca roubou a cena.

O apresentador global até tentou ser engraçado, mas Tiririca, ex-palhaço circense, hoje, humorista de renome,  o deputado federal, ironiza sobre política e assuntos ligados ao Brasil atual.

Após eleger Dilma, projeto de Refinaria, usada eleitoreiramente por Dilma, Lula e Sarney, dará prejuízos à Petrobras

¬†Petrobras ter√° que pagar danos causados pela refinaria eleitoreira de Dilma, Lula e Sarney. Sumiram: Quase 2 bilh√Ķes, os empregos prometidos e empreendimentos anunciados na regi√£o, quem vai lucrar s√£o os defensores de Dilma.

Petrobras vai ter que pagar pelos danos causados ao estado, a quantia milion√°ria de R$ 53,7 milh√Ķes, dum projeto de constru√ß√£o da Refinaria Premium 1 foi lan√ßado em 2010.

Petrobras vai ter que pagar ao MA compensa√ß√£o ambiental de refinaria, a condena√ß√£o foi determinada pela Justi√ßa maranhense no total de R$ 53,7 milh√Ķes. Projeto de constru√ß√£o da Refinaria Premium 1 foi lan√ßado em 2010.

A Justiça determinou nesta segunda-feira (30) que a Petrobras pague, em um prazo de 15 dias, ao Maranhão as parcelas restantes referentes à compensação ambiental da construção da Refinaria Premium 1, em Bacabeira (MA).

Sem título

Em Ribamar, chef√£o do TCE ficou no preju√≠zo ap√≥s nomea√ß√£o de fantasmas vir a p√ļblico,

A situação do clã político ficou insuportável na cidade balneária, depois que Edmar Cutrim, pai de Gil Cutrim, ganhou as imagens do horário nobre da TV, ao afirmar ao jornalista da Rede Globo, que não sabia que um fantasma estava empregado em seu gabinete, recebendo quase 7 mil por mês sem pisar no local, desde o ano de 2013.

Fantasmagorico:

Thiago Maranh√£o presta depoimento no Tribunal de Contas do Maranh√£o, onde recebeu, por longos anos, sem ao menos pisar no local.¬†Thiago Maranh√£o presta depoimento no Tribunal de Contas do Maranh√£o, ele √© suspeito de ter sido funcion√°rio ‘fantasma’ no TCE-MA. O m√©dico prestou depoimento ao √≥rg√£o na manh√£ desta segunda-feira (30).

O filho do deputado Waldir Maranh√£o (PP), no TCE, a fim de esclarecer sobre a suspeita de ter sido um funcion√°rio “fantasma” durante o per√≠odo em que foi servidor no √≥rg√£o. No local, ele esclareceu a situa√ß√£o aos membros da sindic√Ęncia que investiga a conduta do ex-servidor, exonerado no √ļltimo dia nove de maio.

As informa√ß√Ķes s√£o do blog ANB, de S√£o Jos√© de Ribamar:¬†

Confira clicando aqui:

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A MAIS COMPLETA IRRESPONSABILIDADE

O PT, muito compreensivelmente, vem tentando descaracterizar as famosas pedalada cometidas pelo governo da presidente Dilma como se fosse algo corriqueiro, at√© banal e sem import√Ęncia, alguma coisa muito injusta e sem dolo, uma persegui√ß√£o das elites, como gostam de dizer, dentro da l√≥gica de n√≥s (bons e amigos do povo) e eles (inimigos do povo) ou seja, bons s√£o os que concordam com o que dizem e fazem e maus s√£o os que n√£o concordam com eles e apontam os seus erros.enganadores

Fazem um barulho danado tentando impor essa falácia enganadora, mas a realidade é muito, muitas vezes pior do que as pedaladas, que foram descobertas e que serviram de base para o impeachment.

O que fizeram vai muito al√©m da irresponsabilidade das pedaladas. √Č loucura mesmo.

Aos poucos a dura verdade vem aparecendo e elas são estarrecedoras, pelo mal que causaram ao país, jogando a população na pobreza, no desemprego e tirando as oportunidades que por algum tempo o pais ofereceu a todos.

√Č t√£o grande o preju√≠zo que mesmo a mais qualificada das equipes econ√īmicas vai levar algum tempo e precisar de muito apoio para colocar o pa√≠s no rumo da normalidade. Por isso √© preciso conhecer a fundo a heran√ßa deixada pelos governos de Lula e de Dilma, principalmente desta √ļltima, pelo tremendo voluntarismo e falta de di√°logo do seu governo com a sociedade. Com isso nos colocou no fundo de um enorme precip√≠cio.

Vejamos.

A Congresso Nacional varou a madrugada de quarta para quinta da semana passada para concluir a votação da autorização do novo déficit fiscal, que acabou sendo o dobro do que a Dilma havia enviado ao Congresso. Sem essa votação o governo parava. Concluímos tudo as quatro horas da madrugada porque o PT fazia de tudo para impedir a votação.

O que quer dizer esse valor aprovado para um d√©ficit de 170 bilh√Ķes de reais? Esse √© o valor do d√©ficit que acontecer√° se nada for feito pelo governo Temer para corrigir a bagun√ßa. √Č importante ter em conta que √© obriga√ß√£o do novo governo n√£o deixar esse n√ļmero acontecer, mas √© importante saber o tamanho da heran√ßa. S√≥ que ele √© apenas uma parte da heran√ßa real.

Nos dez anos entre 1998 e 2008 houve um super√°vit prim√°rio de tr√™s por cento do PIB, que em rela√ß√£o ao de 2016 representava 190 bilh√Ķes de reais. Assim Dilma consegui criar um d√©ficit de 170 mais 190 bilh√Ķes de reais, pois desapareceu o super√°vit e apareceu um d√©ficit brutal. Ou seja, ela causou um desequil√≠brio or√ßament√°rio de 360 bilh√Ķes de reais. Em poucos anos!

Mas, o problema √© muito maior. Para continuar gastando Dilma foi ao mercado financeiro e por isso em 2015 o Brasil foi o pa√≠s cujo Tesouro Nacional mais pagou juros no mundo, 8,5% do PIB, contra 4,62% da √ćndia, o segundo que mais pagou. Estamos falando de 502 bilh√Ķes de reais em juros em 2015, quando o d√©ficit prim√°rio foi de 1,88% do PIB ou 111 bilh√Ķes de reais, ou seja, o d√©ficit total foi de 10,38% ou 613 bilh√Ķes de reais. A conta de juros deste ano dever√° ficar igual, ou seja, s√≥ nestes dois anos mais de um trilh√£o de reais. Em juros!

Tudo isso considerado a proje√ß√£o da d√≠vida p√ļblica bruta ao final de 2016 ser√° de 73,4% do PIB, uma loucura!

Mas, temos gastos fora do or√ßamento que n√£o entram nessa conta. Para tanto transferiu 500 bilh√Ķes de reais para o BNDES em t√≠tulos. Como se tivesse realmente esse dinheiro. Fora as opera√ß√Ķes antic√≠clicas da Caixa e do Banco do Brasil. A quem pertencer√° essa conta? E as opera√ß√Ķes feitas com o dinheiro do FGTS? Quem pagar√°? Quem repor√° o dinheiro no Fundo do Trabalhador?

E a necessidade de capitalização da Petrobras fruto da pilhagem e da incompetência? Como será? O governo Dilma conseguiu colocar a Petrobras no limiar da recuperação judicial, coisa impensável para uma empresa desse porte.

O enfraquecimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e as suas brechas, que ter√£o que ser tampadas, contribu√≠ram para isso. Mas a verdadeira respons√°vel foi a presidente. N√£o s√£o s√≥ as pedaladas, mas trata-se do maior descalabro fiscal da hist√≥ria econ√īmica brasileira, nunca antes registrada.

O efeito é que as quedas do PIB em 2015 e 2016, que se espera que atinjam 3,8% e 3,8%, ultrapassam o que se observou na Grande Depressão de 1930 e 1931, que foi de 2,1% e 3,3%.

Assim o impeachment foi justo e com raz√Ķes de sobra. Dilma levou o pa√≠s para o precip√≠cio, mesmo tendo recebido um pa√≠s ainda equilibrado, com problemas que poderiam ser consertados.

O pior ficou para Temer que terá que tomar medidas duras para tornar, de novo, o país viável. Mas a máquina do antigo governo, ligado a ela, tentará passar para o povo que ele, e não ela, é o verdadeiro culpado.

Mudando de assunto, vi nos jornais que o secret√°rio Simpl√≠cio Ara√ļjo, esteve com o ministro da Defesa tratando sobre o ITA. √ďtimo, embora muita coisa tenha acontecido desde que come√ßamos essa luta h√° um ano atr√°s. √Č uma pena que n√£o tenha nos procurado pois acabou falando em UEMA quando a UFMA j√° enviou o nome dos seus professores para participar, junto com os professores do ITA do curr√≠culo do primeiro curso de Engenharia Aeroespacial, dentro da parceria j√° estabelecida entre o ITA e a UFMA.

¬†Junte-se a n√≥s, secret√°rio, estamos √† disposi√ß√£o. Nesta semana estarei com o ministro Jungmann, em audi√™ncia anteriormente marcada, para outras provid√™ncias sobre o ITA de Alc√Ęntara. Juntos seremos sempre mais fortes.

 

Perigo constante: Facção usa alunos para vender drogas dentro das escolas

A imprensa maranhense fecha os olhos, bocas e ouvidos, para uma realidade gritante: tráfico de drogas nas escolas, usando crianças. A denuncia foi feita pelo jornalista Udes Cruz, confira abaixo:

¬†Fac√ß√£o usa alunos para vender drogas dentro das escolas e ‚Äúexpulsa‚ÄĚ diretor em S√£o Lu√≠s

Por desinforma√ß√£o ou sei l√° por quais motivos, n√£o se v√™ nos jornais impressos, programas de r√°dio, portais de internet ou blogs regionais, uma √ļnica linha sobre este problema, que √© do conhecimento de pais de alunos, professores, autoridades e de toda a sociedade. √Č uma dificuldade, que passa de administra√ß√£o para administra√ß√£o p√ļblica, h√° d√©cadas, sem ter a devida aten√ß√£o ou as a√ß√Ķes necess√°rias para ser combatida.

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Sinal vermelho

Passados dois anos de comunismo, os sarneisistas praticamente fecharam cerco ao governo da mudança.

Acho estranho isso, a lógica de quem lutou para chegar ao poder seria avançar, mas vemos o contrário, com a máquina nas mãos, Flávio Dino e Márcio Jerry praticamente se isolaram. A constatação de que não conseguem efetuar uma comunicação com seu grupo parte principalmente dos aliados, ou ex-aliados, que vivem se queixando dos donos do poder atual.

Muitas desas queixas v√£o parar nas reda√ß√Ķes de um advers√°rio que n√£o dorme no ponto, nem cochila com o cachimbo, quando se trata de pol√≠tica.

Sou do tempo que as for√ßas pol√≠ticas, as ‚Äúoposi√ß√Ķes ao Sarney‚ÄĚ se juntavam para vencer o grupo oligarca. Mas, hoje, parece que a terr√≠vel genialidade comunista est√° conseguindo afastar todo mundo do¬†seu¬†l√≠der.¬†Enquanto isso, Sarney continua agindo como quem manda no Maranh√£o, isto √© fato.

Entendam de uma vez que, Sarney vem agindo na surdina. Atrav√©s de uma leitura pol√≠tica feita por um jornalista do ¬†O EMA, como o comunismo conseguiu se isolar, quando deveria unir for√ßas. Infelizmente, o bloco das oposi√ß√Ķes ao Sarney, novamente, preferiu espalhar que se unir.

O resultado sabemos como terminar√°, j√° vimos esse filme, de Cafeteira a Castelo, passando por Jackson, novamente o poder dever√° retornar para as m√£o do Sarney. Recado novamente dado, se tiverem ju√≠zo, dever√£o reconhecer os erros e tentar avan√ßar, enquanto podem…

Abaixo, analise feita por um jornalista que embora seja do grupo Sarney, contribui para uma reflex√£o palaciana:

 

 

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Mist√©rio: Viatura da PM capotada na entrada de S√£o Lu√≠s…

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Abaixo, imagens intrigantes, ninguém consegue entender (nem responder) como uma viatura nova da PM, capotou na manhã desta segunda-feira, 30, na entrada de São Luís.

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¬†Qual ter√° sido o motivo? A PM n√£o respondeu nem divulgou nota, portanto tirem suas conclus√Ķes.¬†

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Foto Neto Cruz

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BRAS√ćLIA ‚ÄĒ O Tribunal de Justi√ßa do Distrito Federal e Territ√≥rios (TJDFT) condenou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) a pagar R$ 40 mil de indeniza√ß√£o √† procuradora do DF, Beatriz Kicis Torrendis Sordi. O tribunal entendeu que, em sua p√°gina no Facebook, o deputado publicou uma foto na qual fez insinua√ß√Ķes ofensivas √† procuradora. O TJDFT tamb√©m determinou multa di√°ria de R$ 500 caso n√£o retire a foto da rede.

Beatriz relatou que tirou uma “selfie” em 27 de maio do ano passado, quando o Movimento Social Foro de Bras√≠lia, organiza√ß√£o da qual faz parte, entregou um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff ao presidente da C√Ęmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Dias depois, Wyllys compartilhou a foto publicada por outro deputado com as legendas: “Levanta a m√£o quem quer receber uma fatia dos 5 milh√Ķes” e “E agora? Ser√° que os pretensos guerreiros contra a corrup√ß√£o repudiar√£o sua selfie mais famosa?”. Segundo a procuradora, isso difamou sua reputa√ß√£o, causando danos morais.

Beatriz queria uma indeniza√ß√£o de R$ 300 mil, mas a ju√≠za Maria Augusta de Albuquerque Melo Diniz, da 6¬™ Vara C√≠vel de Bras√≠lia, concordou com a defesa do deputado e negou o pedido. Wyllys afirmou que, como deputado federal, tem imunidade parlamentar para se expressar. Afirmou tamb√©m que sua cr√≠tica era dirigida aos deputados que queriam o impeachment e n√£o √† procuradora, que sequer era figura p√ļblica. Outro argumento de Jean Wyllys era de que a postagem seria uma manifesta√ß√£o da liberdade de express√£o.

“A publica√ß√£o n√£o teve o cond√£o de ofender a reputa√ß√£o da autora, que apenas figurou como parte do cen√°rio da postagem, n√£o sendo sequer o alvo direto das cr√≠ticas. At√© porque, por n√£o ser figura p√ļblica, n√£o tendo qualquer poder de influ√™ncia pol√≠tica, n√£o poderia ser destinat√°ria da suposta verba paga a t√≠tulo de propina‚ÄĚ, concordou a ju√≠za Maria Augusta, acrescentando ainda que, por ser deputado federal, Wyllys √© “inviol√°vel, civil e penalmente, por quaisquer de suas opini√Ķes, palavras e votos”.

A procuradora recorreu da decis√£o e conseguiu revert√™-la na 5¬™ Turma C√≠vel do TJDFT. ‚ÄúEm que pese o parlamentar tenha a prerrogativa da imunidade material em seu favor, ao postar na sua rede social a fotografia alterada, com frase pejorativa e ofensiva, h√° excesso nos limites da sua garantia constitucional, pois a ofensa passou a se dirigir a todos os integrantes da foto, inclusive a autora, e n√£o somente ao Presidente da C√Ęmara dos Deputados. N√£o est√£o protegidas pelo manto da imunidade material parlamentar as ofensas dirigidas a terceiros que n√£o s√£o congressistas e que n√£o est√£o comprovadamente envolvidos em esquemas de corrup√ß√£o, por n√£o se encaixarem no requisito indispens√°vel para essa prerrogativa; qual seja, manifesta√ß√Ķes associadas ao desempenho do mandato‚ÄĚ, diz trecho da decis√£o.

Maranhão foi condecorado como herói, recebeu honrarias, mas tornou ser vergonha: Rede Globo mostra que Waldir Maranhão fraudou contas eleitorais.

Segundo a reportagem d’O Globo, Maranh√£o mentiu √† Justi√ßa Eleitoral maranhense em um processo de investiga√ß√£o de suas contas eleitorais.

Fantastico, Rede Globo – Atualizado em 29/05/2016 22h53

Fant√°stico: depois de receber honrarias, Waldir torna envergonhar o Maranh√£o...

Fant√°stico: depois de receber honrarias, Waldir torna envergonhar o Maranh√£o…

Uma reportagem publicada na edi√ß√£o deste domingo (29) do jornal ‚ÄėO Globo‚Äô revela que o presidente interino da C√Ęmara dos Deputados, Waldir Maranh√£o, do Partido Progressista, fraudou contas eleitorais. Segundo a reportagem, ele declarou √† Justi√ßa Eleitoral que vendeu uma casa, em S√£o Lu√≠s, para pagar a campanha dele, em 2010, mas o neg√≥cio nunca foi efetivado e o deputado ainda mora no im√≥vel.

A poucos metros da praia, a casa fica no Olho D‚ÄôAgua, um dos bairros mais nobres de S√£o Lu√≠s. Foi comprada em 2003 pelo presidente interino da C√Ęmara, o deputado Waldir Maranh√£o, e pela mulher dele, a pedagoga Elizeth Azevedo.

Segundo a reportagem do jornal ‚ÄėO Globo‚Äô, Maranh√£o mentiu √† Justi√ßa Eleitoral maranhense em um processo de investiga√ß√£o de suas contas eleitorais. Em 2010, Waldir Maranh√£o empregou R$ 821,7 mil em sua tentativa de se reeleger deputado, sendo R$ 557,6 mil de recursos pr√≥prios. Os n√ļmeros chamaram a aten√ß√£o do Minist√©rio P√ļblico Eleitoral pelo fato de o parlamentar ter declarado possuir um patrim√īnio de apenas R$ 16,5 mil.

Na época, Maranhão justificou: segundo ele, o dinheiro veio de um empréstimo de R$ 98 mil do Banco do Brasil e da remuneração que recebeu ao longo dos anos como parlamentar e secretário de Ciência e Tecnologia do estado no governo Roseana Sarney.

De acordo com a reportagem, a defesa do deputado disse que esse dinheiro não apareceu na declaração de bens à Justiça Eleitoral porque houve um erro quando seu partido preencheu o registro de candidatura.

Mas os procuradores n√£o se convenceram e Waldir Maranh√£o mudou a vers√£o: disse que a renda veio, al√©m do empr√©stimo, da venda da casa, no n√ļmero 370 da Alameda Campinas, em Olho D‚Äô√Āgua, por R$ 550 mil, a Jo√£o Martins Ara√ļjo Filho, afilhado pol√≠tico do deputado. Maranh√£o chegou a apresentar uma promessa de compra e venda do im√≥vel assinada por ambos.

Mesmo assim, a Justi√ßa Eleitoral desaprovou as contas eleitorais de Waldir Maranh√£o e o Minist√©rio P√ļblico Eleitoral entrou com uma representa√ß√£o pedindo a perda do mandato dele. A defesa alegou que o pagamento pela venda da casa seria feito em tr√™s parcelas, mas o sigilo banc√°rio de Maranh√£o foi quebrado e os dep√≥sitos dessas parcelas n√£o apareceram.

Segundo ‚ÄėO Globo‚Äô, at√© hoje, o im√≥vel continua no nome do parlamentar e da mulher, conforme documento do Primeiro Registro de Im√≥veis de S√£o Lu√≠s.

No bairro, todo mundo sabe que Waldir Maranhão e a família nunca deixaram de ocupar o imóvel.

Fiquem como o vídeo:

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