O fim se aproxima e Cupim vai ficando num mato sem cachorro

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Estrebuchem ratazanas e cupinzada…

A vida da cupinzada não tá nada fácil, apesar de ainda estarem com “pau pra roer”, ou melhor, com prefeitura, federação e tribunal para esbanjar. O tempo, porém, está acabando e o certo é que os cupins estão numa verdadeira encruzilhada.

Final se aproxima...

O fim se aproxima…

Don Bigodin das Contas pensa, pensa, pensa… De domingo a domingo, mas não encontra solução, a não ser, perseguir o antigo aliado inventando coisas.

A sua cria, Cupim Navalha, tem uma reprovação que beira a unanimidade. Roeu tudo que pode e acabou com a cidade. A saúde, que era referência, não atende ninguém. A educação, que já foi modelo, envergonha os alunos, e nas ruas ninguém fala mais de buraco, só se fala de crateras.

E quando Don Bigodin das Contas pensa, descobre que essa conta não fecha. Com a desgraça que Cupim Navalha (a cria) conseguiu fazer na cidade e com os candidatos que imagina lançar, Bigodin lembra que juntos eles não chegam nem a três pontos percentuais.

Pior: um pode ser até preso no período eleitoral e o outro pode ter uma escola de sua autoria desabando em plena campanha.

Marrapá, que situação complicada, hein? Diante disso só resta mesmo a Don Bigodin das Contas e Cupim Navalha chamarem o escriba para forjarem algumas vírgulas fantasiosas na tentativa de amenizar a dor do tempo que se finda.

Mas vai findar, não vai ter jeito.

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