Em cima do muro, Flávio Dino emudeceu por causa do cenário nacional…

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A agenda oficial do Maranhão em Brasília, Dino trocou os holofotes da “mídia sulista”, pela tupiniquim.

Efeito Sarney-Amapá? Lembram da última mexida do velhote morubixaba, que atraiu a presidenta Dilma para o Amapá e deixou o governador maranhense de pires nas mãos?

Pois é, desta feita, o Palácio dos Leões mandou o vice-governador para Brasília, enquanto Flávio Dino, novamente, requentava a notícia de que ficou no Maranhão “entregando policiais às ruas”, também, algumas viaturas (odonto-móveis que já tinham sido entregues há dois meses atrás) para alguns municípios. Essa Secretaria de Comunicação não existe…

Verdade pura, de última, Flávio Dino, em cima do muro, deixou sua plataforma no tuíter para repetir sua agenda de antes do natal, que deu certo, movimentou muita gente no Quartel da PM no Calhau. Enquanto Dino saia de cena no âmbito nacional, seu vice-governador, meio que apagado, teve que dar as caras em Brasília, numa reunião com alguns governadores. A pauta do vice: uma estratégia para “cobrar apoios do governo federal”.

Explicarei melhor: Flávio Dino saiu de cena, viu que esse negócio de fazer pantomima para Dilma usando as estruturas públicas do governo não dá certo, não trouxe resultados positivos, daí jogou Brandão, que estava esquecido num baú empoeirado, calado, tendo que aceitar seu partido ser xingado de “golpista” o tempo todo por Dino-Jerry.

Dino, que precisou do apoio de Aécio para se eleger, tenta flertar com o tucanato, caso o “golpe” de Aécio (Impeachment de Dilma) se concretize. Alguns dizem que Brandão não terá sucesso.

Mas não é por causa do natal que o governador está mudo. É por falta de notícias positivas. Uma “chatice mórbida” tomou conta do “tuiter oficial” nos últimos dias, os comunas que adoravam “sacudir”, deixaram-no morto… Talvez, isso esteja acontecendo devido à forma como foi feita a representação do governo nesse primeiro ano. O povo do Maranhão esperava simplicidade, mas, Dino e sua panelinha vermelha preferiram dar continuidade aos passos de Sarney. Dino tem dificuldade de demostrar humildade, nada fácil para um comunista que sempre se projetou como um burguês.

Abaixo, dois recortes que mostram a irresponsabilidade do governo comunista. A primeira, uma importante obra que ficou paralisada durante um ano inteiro por Flávio Dino.

Alguém teve que balançar o tuíter oficial:

Quanta irresponsabilidade:

dilms.4

Anulação de envio de 42 milhões para projetos de irrigação na Baixada.

jorge

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